Eu, minha mulher e meus filhos
Sou o Túlio, tenho 37 anos e sou casado com a Marta que tem 35 anos. Temos um casal de filhos (gêmeos) de 15 anos, o Artur e a Sonia e moramos em uma bela casa na Capital de São Paulo. Eu e minha mulher somos executivos de uma multinacional, somos muito liberais no que diz respeito a sexo e sexualidade e passamos isso para nossos filhos, dêsde pequenos. Eu e a Marta gostamos muito de sexo e nossos filhos devem, sempre, ouvir as nossas transas porque a minha mulher quando está levando pica goza como uma louca e grita muito e o que diz, nessas horas, é quase impublicável (rs). Há um ano atraz a Marta me disse que nossos filhos estavam, já, na hora de conhecerem as delicias do sexo e me propos que nós, somente nós, deveriamos ensinar a êles tudo o que deveriam saber. A ideia era legal pra mim e concordei com a Marta e ficamos combinados que ela se encarregaria de ensinar tudo ao Artur e eu ensinaria, da mesma maneira, a Sonia. Tivemos, inicialmente uma pequena conversa com os meninos e os colocamos a par do que pretendiamos fazer.
Eu e a Sonia:
Aproveitei um dia que nós dois estavamos sozinhos em casa já que a Marta havia saido com o Artur e fui ao quarto da Sonia para conversarmos e encontrando a porta fechada eu a abri e me deparei com ela dormindo, completamente nua, o que me deu uma visão da mulher gostosa que era minha filha. Um corpo perfeito, lindas curvas, peitinhos medios e durinhos, uma linda bucetinha emoldurada por raros pelos e aquela fenda deliciosa com o clitoris bem saliente. Fiquei estático com tamanha beleza e, calmamente, me sentei na cama, sem acordá-la e fiquei, agora de bem perto, apreciando aquêle tesão de ninfeta e naquela hora me esqueci, completamente, do que tinha ido fazer. Meu pau (com quase 20 cm) ficou completamente duro, na hora, e não havia como disfarçar o tesão que estava sentindo pela minha filha. Sem me controlar eu coloquei minha mão direita sôbre a coxa dela e lentamente, pra que ela não despertasse, fui subindo em direção daquela grutinha e quando a toquei meu corpo tremeu todo e a Sonia se mexeu e abriu os olhos e me viu alí do lado dela. Sua reação foi a mais normal e ela disse: "Oi pai" e eu de imediato retirei minha mão do corpo dela e disse que queria conversar com ela mais um pouco sôbre "vida sexual". Pode falar pai, sou toda ouvidos, me disse ela. Eu comecei a fazer uma completa explanação sôbre sexo, ato sexual e relacionamentos e minha filha prestava atenção no que eu dizia e ao final arrematou dizendo que pouca coisa que eu disse era novidade pra ela. Me disse que sempre acompanhou, as escondidas, o que eu e a mãe faziamos e que achava aquilo muito excitante. Falava e continuava deitada, completamente nua, agora com as pernas entreabertas, deixando que eu apreciasse o seu corpo e não tirava os olhinhos do meu pau que estufava a minha calça. Em certo momento a Sonia me perguntou na cara: Papai, vc me acha tão gostosa quanto a mamãe? Eu disse: minha filhinha, eu não posso afirmar isso, falei rindo pra ela, afinal eu ainda não meti com vc, mas com sua mãe, muito....
Ela me olhou bem nos olhos e falou: pai, vc não meteu comigo, ainda, porque não quiz porque, dêsde o primeiro dia que vi vc transando com a mamãe eu sempre o desejei. Por essa eu não esperava e fiquei, por momentos, um pouco constrangido mas logo me recuperei e com o tesão a mil eu, novamente, toquei minha filha. Passei minha mão pelo seu rostinho e o acariciei e senti sua mão pegar na minha e colocar bem em cima de seu peitinho. Senti o contato e alizando, gostosamente, toquei o biquinho duro e saliente que demonstrava o alto grau de desejo que Soninha estava sentindo. Apertei carinhosamente seu peito e notei como sua respiração estava ofegante e nêsse momento fui me deitando ao seu lado e quando ficamos bem juntinhos eu ví aqueles labios entreabertos e não resisti e colei minha boca na dela e ficamos nos beijando ardorosamente por minutos até que senti aquela mão macia apertando o meu pau e eu, prontamente, coloquei minha mão em cima da buceta dela e percorrendo a fenda, de cima pra baixo, senti aquela fervura e um liquido, viscoso, que escorria e lubrificava aquela coninha toda. Quando meu dedo fez pressão em cima do grelinho dela eu senti o seu tremor e entre gemidos de prazer ela teve o seu primeiro orgasmo e no delirio desabotuou minha calça e segurando o meu pau passou a cabeça dentro daquela racha que se contraia, desordenadamente, sugando minha pica. Naquele momento eu perdi, totalmente, o autocontrole e tirando, completamente, as minhas roupas eu fiquei em pé ao lado da cama com minha filha olhando, fixamente, o meu pau imenso e duro e quando ela, cheia de tesão, foi abrindo totalmente as pernas e me monstrando o quanto a sua bucetinha me desejava eu não resisti mais; me deitei sôbre o seu corpo quente e macio e ela, pegando no meu pau, botou a cabeça na entrada e me mandou meter tudo. Eu imaginei que ela não aguentaria e comecei a meter e tirar a cabeça da pica e quando encostava no cabacinho ela tremia de tesão e sua vagina se contraia toda me fazendo sentir um prazer indescritivel. Eu metia lentamente e Sonia gozava só com a cabeça da pica colada no seu cabacinho e depois que ela se acostumou com a grossura me mandou meter com força pra entrar mais um pouco o que eu fiz lentamente até sentir o himem se romper e Soninha dar um gemido e em seguida começar a mexer com os quadris e ir avançando contra o meu pau que, espremido por aquela grutinha apertada, foi lentamente entrando. As contrações daquela bucetinha era uma coisa muito deliciosa o que me fez ficar louco de desejo e com força ir enfiando, até o talo, o meu pau que latejava de tanta vontade de gozar.
Quando enfiei tudinho ela cruzou as pernas em volta da minha cintura e me prendeu dentro dela e por minutos, maravilhosos, eu fiquei sentindo a minha pica sendo mamada por aquela bucetinha tão gostosa. Minha filha gozava sem parar e eu queria, segurando o meu gozo, que ela na sua primeira vez, guardasse as mais gostosas lembranças daquela foda com seu pai. Aguardei, carinhosamente, até que ela relachasse e eu pudesse ver nela um rosto tranquilo de mulher que teve o seu desejo saciado e quando isso aconteceu e senti sua vagina soltar um pouco minha pica eu comecei, lentamente, a tirar a pica até a cabeça e enfiar todinha, de novo, até que, ao sentir que ia gozar, eu tirei o pau e em jatos longos e quentes inundei sua barriguinha com o meu gozo. Ficamos nos beijando e conversamos sôbre o ocorrido e combinamos que contariamos tudo a sua mãe, na primeira oportunidade. Quando, um certo dia, relatamos todo o ocorrido a Marta ela não se aborreceu e só pediu pra que tivéssemos cuidado para não provocar uma gravidez indesejada e nos disse que ela, também, havia transado com o Artur e dias atraz e nos relatou, com detalhes o ocorrido.
Marta e Artur:
Eu saí um dia com o Artur pra irmos ao cinema e enquanto dirijia, no trajeto, usando uma mini saia, eu notei que o Artur não desgrudava os olhos das minhas pernas e isso me deixou cheia de tesão por saber que era desejada por meu filho e pra aumentar mais ainda o meu desejo eu também notei que ele estava de pica dura e isso fazia um volume tremendo na calça dêle, o que me fez imaginar o tamanho do ferro que êle deveria ter. Eu fiquei abismada com o tesão que estava sentindo e pra demorar mais aquele momento eu fui dirigindo o mais lento possivel e fui abrindo as coxas de tal maneira que meu filho pudesse chegar a ver minha calcinha e notasse a minha buceta saliente, com os lábios totalmente intumecidos pelo desejo. Eu tenho uma buceta bem grande, cobertas por uma mata de pelos negros o que faz um volume enorme dentro da minha calcinha e por isso o Artur ficou totalmente enbebecido com aquela visão e pudesse, acho, até notar que minha calcinha branca estava totalmente melada pelo suco que escorria de mim em razão do meu tesão louco. Chegamos ao cinema e era uma sessão em horário pouco concorrido e fomos para o mesanino (no alto) e sentamos bem la no fundo e notamos que só nós estavamos alí o que nos dava uma total liberdade e isso aguçou ainda mais o desejo que estava sentindo. Eu, de propósito, ao sentar levantei minha mini saia e sentei com a bundinha na poltrona e deixei minha coxas e minha calcinha totalmente a mostra e olhando o filme, de rabo de olho vigiava o Artur e notei que êle não tirava o olho da minha calcinha e que aquele volume nas suas calças, agora, estava ainda maior e quase gozei vendo aquilo. Eu estava louca pra botar minha mão em cima daquela pica mas queria que êle tomasse a iniciativa e me tocasse primeiro e isso aconteceu quando, no filme, passou uma semana muito sex e o Artur, doidinho de desejo por mim, colocou sua mão sobre minha coxa e como eu não reagisse e sim facilitasse sua investida acabou chegando sobre minha calcinha e ficasse precionando o dedo pra sentir a minha raxa toda. Minha calcinha estava ensopada com o suco que escorria da buceta e descia pelo meu reguinho molhando toda a poltrona do cinema e por isso o dedo do Artur escorregava pra baixo e pra cima me matando de desejo e fazendo com que meu grelinho estufasse e ficasse duro com rocha. Como ele não fazia mais nada alem disso eu me torturava naquela angustia de um desejo insatisfeito e pra fazer com que êle fosse mais alem eu espalmei minha mão em cima do pau dele e pude constatar que era grande, grosso e estava duro, mas muito duro mesmo. Me atrevi mais ainda e abri o ziper da calça dêle, afastei a cueca pro lado e botei pra fora aquela tora deliciosa que ficou como uma lança ereta e, louca de desejo e sem controle de minhas ações eu me levantei e sentei no colo de meu filho e afastando minha calcinha pro lado, coloquei a pica dele na entrada da minha buceta e me sentei, com toda força, no colo dêle fazendo com que aquela tora deliciosa fosse me abrindo toda e só parasse quando a cabeça me tocasse o útero. Eu comecei a gozar descontroladamente, parecendo que era a minha primeira vez também, e minha vagina, com anos de prática, apertava, com força, aquela pica em toda a sua extensão fazendo o Artur gemer de prazer. Eu comecei a cavalgar aquele pau delicioso
Eu e a Sonia:
Aproveitei um dia que nós dois estavamos sozinhos em casa já que a Marta havia saido com o Artur e fui ao quarto da Sonia para conversarmos e encontrando a porta fechada eu a abri e me deparei com ela dormindo, completamente nua, o que me deu uma visão da mulher gostosa que era minha filha. Um corpo perfeito, lindas curvas, peitinhos medios e durinhos, uma linda bucetinha emoldurada por raros pelos e aquela fenda deliciosa com o clitoris bem saliente. Fiquei estático com tamanha beleza e, calmamente, me sentei na cama, sem acordá-la e fiquei, agora de bem perto, apreciando aquêle tesão de ninfeta e naquela hora me esqueci, completamente, do que tinha ido fazer. Meu pau (com quase 20 cm) ficou completamente duro, na hora, e não havia como disfarçar o tesão que estava sentindo pela minha filha. Sem me controlar eu coloquei minha mão direita sôbre a coxa dela e lentamente, pra que ela não despertasse, fui subindo em direção daquela grutinha e quando a toquei meu corpo tremeu todo e a Sonia se mexeu e abriu os olhos e me viu alí do lado dela. Sua reação foi a mais normal e ela disse: "Oi pai" e eu de imediato retirei minha mão do corpo dela e disse que queria conversar com ela mais um pouco sôbre "vida sexual". Pode falar pai, sou toda ouvidos, me disse ela. Eu comecei a fazer uma completa explanação sôbre sexo, ato sexual e relacionamentos e minha filha prestava atenção no que eu dizia e ao final arrematou dizendo que pouca coisa que eu disse era novidade pra ela. Me disse que sempre acompanhou, as escondidas, o que eu e a mãe faziamos e que achava aquilo muito excitante. Falava e continuava deitada, completamente nua, agora com as pernas entreabertas, deixando que eu apreciasse o seu corpo e não tirava os olhinhos do meu pau que estufava a minha calça. Em certo momento a Sonia me perguntou na cara: Papai, vc me acha tão gostosa quanto a mamãe? Eu disse: minha filhinha, eu não posso afirmar isso, falei rindo pra ela, afinal eu ainda não meti com vc, mas com sua mãe, muito....
Ela me olhou bem nos olhos e falou: pai, vc não meteu comigo, ainda, porque não quiz porque, dêsde o primeiro dia que vi vc transando com a mamãe eu sempre o desejei. Por essa eu não esperava e fiquei, por momentos, um pouco constrangido mas logo me recuperei e com o tesão a mil eu, novamente, toquei minha filha. Passei minha mão pelo seu rostinho e o acariciei e senti sua mão pegar na minha e colocar bem em cima de seu peitinho. Senti o contato e alizando, gostosamente, toquei o biquinho duro e saliente que demonstrava o alto grau de desejo que Soninha estava sentindo. Apertei carinhosamente seu peito e notei como sua respiração estava ofegante e nêsse momento fui me deitando ao seu lado e quando ficamos bem juntinhos eu ví aqueles labios entreabertos e não resisti e colei minha boca na dela e ficamos nos beijando ardorosamente por minutos até que senti aquela mão macia apertando o meu pau e eu, prontamente, coloquei minha mão em cima da buceta dela e percorrendo a fenda, de cima pra baixo, senti aquela fervura e um liquido, viscoso, que escorria e lubrificava aquela coninha toda. Quando meu dedo fez pressão em cima do grelinho dela eu senti o seu tremor e entre gemidos de prazer ela teve o seu primeiro orgasmo e no delirio desabotuou minha calça e segurando o meu pau passou a cabeça dentro daquela racha que se contraia, desordenadamente, sugando minha pica. Naquele momento eu perdi, totalmente, o autocontrole e tirando, completamente, as minhas roupas eu fiquei em pé ao lado da cama com minha filha olhando, fixamente, o meu pau imenso e duro e quando ela, cheia de tesão, foi abrindo totalmente as pernas e me monstrando o quanto a sua bucetinha me desejava eu não resisti mais; me deitei sôbre o seu corpo quente e macio e ela, pegando no meu pau, botou a cabeça na entrada e me mandou meter tudo. Eu imaginei que ela não aguentaria e comecei a meter e tirar a cabeça da pica e quando encostava no cabacinho ela tremia de tesão e sua vagina se contraia toda me fazendo sentir um prazer indescritivel. Eu metia lentamente e Sonia gozava só com a cabeça da pica colada no seu cabacinho e depois que ela se acostumou com a grossura me mandou meter com força pra entrar mais um pouco o que eu fiz lentamente até sentir o himem se romper e Soninha dar um gemido e em seguida começar a mexer com os quadris e ir avançando contra o meu pau que, espremido por aquela grutinha apertada, foi lentamente entrando. As contrações daquela bucetinha era uma coisa muito deliciosa o que me fez ficar louco de desejo e com força ir enfiando, até o talo, o meu pau que latejava de tanta vontade de gozar.
Quando enfiei tudinho ela cruzou as pernas em volta da minha cintura e me prendeu dentro dela e por minutos, maravilhosos, eu fiquei sentindo a minha pica sendo mamada por aquela bucetinha tão gostosa. Minha filha gozava sem parar e eu queria, segurando o meu gozo, que ela na sua primeira vez, guardasse as mais gostosas lembranças daquela foda com seu pai. Aguardei, carinhosamente, até que ela relachasse e eu pudesse ver nela um rosto tranquilo de mulher que teve o seu desejo saciado e quando isso aconteceu e senti sua vagina soltar um pouco minha pica eu comecei, lentamente, a tirar a pica até a cabeça e enfiar todinha, de novo, até que, ao sentir que ia gozar, eu tirei o pau e em jatos longos e quentes inundei sua barriguinha com o meu gozo. Ficamos nos beijando e conversamos sôbre o ocorrido e combinamos que contariamos tudo a sua mãe, na primeira oportunidade. Quando, um certo dia, relatamos todo o ocorrido a Marta ela não se aborreceu e só pediu pra que tivéssemos cuidado para não provocar uma gravidez indesejada e nos disse que ela, também, havia transado com o Artur e dias atraz e nos relatou, com detalhes o ocorrido.
Marta e Artur:
Eu saí um dia com o Artur pra irmos ao cinema e enquanto dirijia, no trajeto, usando uma mini saia, eu notei que o Artur não desgrudava os olhos das minhas pernas e isso me deixou cheia de tesão por saber que era desejada por meu filho e pra aumentar mais ainda o meu desejo eu também notei que ele estava de pica dura e isso fazia um volume tremendo na calça dêle, o que me fez imaginar o tamanho do ferro que êle deveria ter. Eu fiquei abismada com o tesão que estava sentindo e pra demorar mais aquele momento eu fui dirigindo o mais lento possivel e fui abrindo as coxas de tal maneira que meu filho pudesse chegar a ver minha calcinha e notasse a minha buceta saliente, com os lábios totalmente intumecidos pelo desejo. Eu tenho uma buceta bem grande, cobertas por uma mata de pelos negros o que faz um volume enorme dentro da minha calcinha e por isso o Artur ficou totalmente enbebecido com aquela visão e pudesse, acho, até notar que minha calcinha branca estava totalmente melada pelo suco que escorria de mim em razão do meu tesão louco. Chegamos ao cinema e era uma sessão em horário pouco concorrido e fomos para o mesanino (no alto) e sentamos bem la no fundo e notamos que só nós estavamos alí o que nos dava uma total liberdade e isso aguçou ainda mais o desejo que estava sentindo. Eu, de propósito, ao sentar levantei minha mini saia e sentei com a bundinha na poltrona e deixei minha coxas e minha calcinha totalmente a mostra e olhando o filme, de rabo de olho vigiava o Artur e notei que êle não tirava o olho da minha calcinha e que aquele volume nas suas calças, agora, estava ainda maior e quase gozei vendo aquilo. Eu estava louca pra botar minha mão em cima daquela pica mas queria que êle tomasse a iniciativa e me tocasse primeiro e isso aconteceu quando, no filme, passou uma semana muito sex e o Artur, doidinho de desejo por mim, colocou sua mão sobre minha coxa e como eu não reagisse e sim facilitasse sua investida acabou chegando sobre minha calcinha e ficasse precionando o dedo pra sentir a minha raxa toda. Minha calcinha estava ensopada com o suco que escorria da buceta e descia pelo meu reguinho molhando toda a poltrona do cinema e por isso o dedo do Artur escorregava pra baixo e pra cima me matando de desejo e fazendo com que meu grelinho estufasse e ficasse duro com rocha. Como ele não fazia mais nada alem disso eu me torturava naquela angustia de um desejo insatisfeito e pra fazer com que êle fosse mais alem eu espalmei minha mão em cima do pau dele e pude constatar que era grande, grosso e estava duro, mas muito duro mesmo. Me atrevi mais ainda e abri o ziper da calça dêle, afastei a cueca pro lado e botei pra fora aquela tora deliciosa que ficou como uma lança ereta e, louca de desejo e sem controle de minhas ações eu me levantei e sentei no colo de meu filho e afastando minha calcinha pro lado, coloquei a pica dele na entrada da minha buceta e me sentei, com toda força, no colo dêle fazendo com que aquela tora deliciosa fosse me abrindo toda e só parasse quando a cabeça me tocasse o útero. Eu comecei a gozar descontroladamente, parecendo que era a minha primeira vez também, e minha vagina, com anos de prática, apertava, com força, aquela pica em toda a sua extensão fazendo o Artur gemer de prazer. Eu comecei a cavalgar aquele pau delicioso
Nenhuma reação ainda.
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