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Chamado na responsabilidade.

Published: 15/11/2011 22:00

Author: centauro19x5

Category: Heterosexual

Engenheiro Civil, eu prestava serviços eventuais a um casal de empresários de Joinville. Fiz alguns projetos, acompanhei as construções, e acabamos amigos. Uma tarde recebi um telefonema de Simone, perguntando se poderia acompanhá-la numa avaliação. Em pouco tempo ela me pegou no escritório e fomos para o centro. No percurso ela me inteirou dos detalhes. Eu havia feito um estudo para um motel, mas optaram por um barracão industrial, agora surgira um hotelzinho à venda que poderia interessar. Era um sobradão que fora adaptado. Velho e sem grandes manutenções, necessitaria de uma boa reforma. A ocupação, pelo menos, era razoável, diversos casais entravam e saíam freqüentemente, com um calafrio constatei que era um dos chamados hotéis de curta permanência. Olhamo-nos significativamente e fomos em frente, quem nos visse teria a impressão de que seríamos mais um dos usuários. Fomos atendidos por uma recepcionista no andar superior. Conversamos cerca de dez minutos, interrompidos de tanto em tanto pelos casais que chegavam ou partiam. Disse que poderíamos ver o prédio, deu-nos a chave de um dos quartos, como amostragem. Um sorriso maroto bailava nos lábios de Simone, fingi-me de desentendido. Abri a porta e entramos no quarto, ela a fechou às nossas costas. Demos uma olhada em torno, o banheiro era minúsculo, tudo precisaria de um bom banho de loja, perdoem a redundância. - O que acha? – perguntou. Com o olhar propositalmente técnico, respondi: - Em princípio não vale a pena pelo que estão pedindo. A reforma irá ficar muito cara, acho melhor vocês aplicarem o dinheiro em outra coisa. Dei-lhe uma estimativa de custos, ela concordou. Sentou-se então na cama, olhou-me bem nos olhos, bateu a seu lado no colchão e disse: - Veja que cama confortável. Sente-se aqui a meu lado. Não corri o risco, mesmo porque ela já devia ter percebido que eu estava excitado, e naquele calor de Joinville não cabia usar uma blusa que disfarçasse. - Melhor irmos indo – disse-lhe, contrafeito. Agradecemos, devolvemos a chave e fomos embora. No caminho ela pediu-me que estivesse no prédio da praia às dez horas da manhã do sábado, alegando que havia um problema lá que precisava de minha análise. No sábado, pontualíssimo, lá estava eu. O imóvel era do casal, o carro de Simone estava no estacionamento, as janelas da cobertura todas abertas, um dia ensolarado e lindo, as ondas quebravam mansamente na areia branca. O portão estava destrancado, subi os lances das escadas e toquei a campainha. - Entre, a porta está aberta – gritou ela lá de dentro. Entrei, deparando-me com uma visão sinistra para minha integridade e poder de resistência: ela estava de cabelos molhados, envolta em uma toalha que lhe deixava as pernas de fora, aparentando ter acabado de sair do banho. Em pé atrás de um dos sofás centrais, falando ao telefone, a coxa direita apoiada no encosto e o pé no braço do sofá. Apontou para o assento, murmurou um “sente-se” rápido e prosseguiu. Achei melhor esperá-la de pé, fiquei aguardando, desviando com dificuldade os olhos de sua coxa desnuda. Ah, meus olhos teimosos... Ela percebeu meu interesse, desligou o telefone e então me encarou firme. Num gesto quase que teatral, mas cheio de promessas, girou a perna direita para o lado, a toalha entreabriu-se um pouco, não teve como não ver parte dos pêlos negros sedosos no vértice de suas coxas. Respirei audivelmente fundo, perceptível mesmo acima do quebrar das ondas lá na praia. Sem tirar os olhos de mim Simone debruçou ainda mais a perna, a toalha deslocou-se mais, a menos de dois metros de distância pude ver a racha de sua buceta entreaberta, convidativa, irresistível. Tirei forças nem sei de onde e contemporizei, fazendo-me de desatento. Afinal, nem sabia se o marido estava lá também, e encrenca era o que eu não precisava. Eu sabia muito bem o que nós dois precisávamos, mas o bom senso prevalecia, mesmo a contragosto. Eu sabia que o relacionamento entre ela e o marido não estava bem há tempos, muitas vezes fui seu involuntário confidente. Casara com o primeiro namorado, nunca houvera outro homem em sua vida (e cama, conseqüentemente), segundo me segredou um dia. Ela se endireitou, estendeu o rosto para um beijo. Quando fui beijá-la ela o deslocou um pouco propositalmente, os cantos de nossos lábios se encontraram e foi como se uma forte descarga elétrica percorresse nós dois. Meu caralho agigantou-se ainda mais em minha calça, denunciante, pensei em agarrar aquela toalha e me cobrir parcialmente, mas a consciência de que seria pior, bem pior, me fez apenas dar uma dissimulada voltinha e ficar parcialmente de costas. - É... – murmurou apenas, trincando os dentes ante minha reação inesperada. – Bom, vamos ver os problemas. Com certeza, problemas era o que eu não queria ver. Queria ver – e sentir – o que estava sob aquela toalha, mas profissionalismo é profissionalismo (na falta de uma desculpa melhor). - Do que se trata? – perguntei, até um pouco ruborizado, o rosto em fogo. Ela se divertia silenciosamente com aquilo, mas eu não estava achando graça nenhuma. Agarrou minha mão e conduziu-me para a suíte de casal, as nádegas salientes ondulando sob a toalha, eu imaginando o tudo de bom que estaria sob ela. Tentei, sem muito sucesso, colocar o pau enrijecido para o lado, precisava disfarçar minha forte ereção. Ela apontou a parede divisória com o banheiro onde havia uma grande mancha de umidade. - Está assim há quase um mês, o que pode ser? – perguntou. O diagnóstico foi imediato e fácil. - Só pode ser o engate do lavatório na parede – arrisquei. Entrei no banheiro e vi que estava com razão, o engate deixou meu dedo úmido quando o inspecionei. Um simples aperto solucionaria o problema. Voltei ao quarto, Simone estava reclinada sobre a cama, teoricamente reposicionando um dos travesseiros. Pernas entreabertas (vocês sabem, para ter mais estabilidade), a toalha estava inevitavelmente repuxada para cima, suas nádegas polpudas e deliciosas estavam quase que totalmente à mostra. Propositalmente fingiu atrapalhar-se com o travesseiro, que caiu do outro lado. Aquele demônio tentador em forma de mulher judiou ainda mais de mim. Ao invés de contornar a cama para pegar o travesseiro, subiu e, ajoelhada, coxas entreabertas (lembram-se da estabilidade?), debruçou-se lá do outro lado em direção ao pretexto. De quatro, a toalha subiu ainda mais, sua bunda deliciosa, provocante e irresistível mostrou-se em todo o esplendor, a buceta escancarada no rego profundo entre as nádegas arredondadas e volumosas, quase a agarrei ali mesmo. Sabia agora que ela estava sozinha, mas profissional é profissional (leia-se idiota). Cavalheirescamente contornei a cama e ajudei-a com o bendito travesseiro, ela me olhou feio, fiz-me de desentendido. - A solução é simples, vou ao carro pegar uma chave e já volto para dar um aperto. Ela nada respondeu. - No engate... – completei imediatamente sem querer, mas aí a implicação já era óbvia demais. Ela dissimulou um sorriso. - Está bem, tranque a porta quando entrar. Estarei lá fora no terraço pegando um pouco de sol. Suei frio, pensando no retorno. Oba, oba, estaria ela pegando sol sem aquela toalha, ao natural? Desci até o carro e, no lavabo do estacionamento, coloquei uma sunga, deixando a camisa solta para ocultar meu estado de emergência, digamos. Peguei um alicate e, com uma simples volta, o problema estava resolvido. Fui então até o terraço para me despedir, antecipando a visão que estava por ter, o caralho enrijecido querendo pular para fora, tive que parar e colocá-lo para cima e para o lado, mas o volume estava gigantesco, vi o acertado da troca de roupa. Simone estava trajando um diminuto fio-dental que quase nada escondia. Sentada na toalha, passava bronzeador nos braços, por um momento fiquei apreciando seu corpo curvilíneo banhado e ressaltado pelo sol. Recriminei-me por não ter me lembrado dos óculos escuros, não poderia disfarçar o que estivesse olhando. E tinha tanta coisa boa para ser olhada... - Tudo resolvido. Agora é esperar alguns dias para a umidade secar e, eventualmente, repintar aquela parede. - Que bom. Nada como trabalhar com quem entende ... Aquele “entende” dela soou-me um tanto figurativamente e cheia de significados que não me agradaram, pois aparentemente, quem não estava entendendo nada, era exatamente eu. - Pode me passar bronzeador nas costas? – pediu, já estendendo o frasco, e olhando-me de baixo para cima. Tive a nefasta impressão que, por um momento não tão rápido, seus olhos argutos se detiveram avaliativos abaixo da minha cintura. - Com certeza. Tirei a camisa (– Dane-se – disse a mim mesmo mentalmente.), peguei o frasco e coloquei um pouco na palma da mão. Simone então olhou-me firme e demoradamente. Com gestos lentos levou as mãos para as costas e soltou o colchete, seus seios apetitosos pularam livres, os mamilos intumescidos, convidativos. Meu caralho avolumou-se ainda mais, como se isso ainda fosse possível. Deitou-se de costas, deixando as pernas propositalmente entreabertas, meu pau enrijecido não cabia mais na sunga. Porque o diminuto fio-dental era, atrás, um verdadeiro e provocante fio-dental, um simples fiozinho praticamente inexistente. Sua bunda arqueou, ampla, generosa, as nádegas fartas pedindo para serem acariciadas por minhas mãos ansiosas. Trinquei os dentes e comecei a passar o bronzeador em suas costas. - Passe também nas pernas – determinou. Meu suplício aumentava a cada toque. Coloquei bronzeador nas duas mãos e comecei a espalhá-lo desde os pés, subindo lentamente por suas pernas, por suas coxas. Cheguei às nádegas nuas e hesitei por um momento. Simone então soergueu-se um pouco, olhou-me fixamente e reclamou: - Ainda não sei qual é a sua... Se eu realmente não sou do seu agrado, ou... Fervi de raiva com aquelas reticências verbais. Sem que ela esperasse agarrei as laterais do fio-dental e, num só golpe, o puxei para seus joelhos e deles para seus pés, deixando-a inteiramente nua. Levantei-me rápido, tirei a sunga, o caralho saltou gigantesco, Simone mostrou-se surpresa com o tamanho e envergadura. Não lhe dei tempo, estava com as mãos cheias de óleo, afastei a pele da cabeçorra de minha pica e a untei (como se precisasse disso), abaixei-me e levei o caralho latejante para sua racha molhada. Incrédula, sem o perceber conscientemente, Simone afastou as pernas estiradas. - Empine esta bunda gostosa – pedi, esfregando o caralho ao longo do rego profundo das nádegas até chegar onde queria – vou lhe dar o que você está querendo... Nem esperei ela me atender, abaixei meu corpo e me enfiei de uma só vez naquela buceta escaldante, a cabeçorra forçando e abrindo caminho em suas entranhas ferventes e apertadas. Por um momento pensei que poderia estar sendo o segundo homem em seu corpo, e aquilo me excitou ainda mais. Ali mesmo, no inadequado piso duro (só perdia para a rigidez de meu pau), voltei vagarosamente o caralho em seu corpo até a cabeçorra assomar parcialmente em sua racha encharcada. Mais lentamente ainda me aprofundei outra vez, e outra, e outra, e outra... deixando-a alucinada de tesão. Como que refeita da surpresa, começou a corresponder aos movimentos, acelerando pouco a pouco, ao mesmo tempo em que girava os quadris fazendo minha pica rodar de um lado para o outro, tocando todos os pontos de sua buceta apertadinha. - Que pau enorme... – murmurou. – Nunca tive um pau assim dentro de mim... Nem fora, pensei, lembrando que uma vez, tocada por umas caipirinhas a mais na beira do mar, ela confidenciara-me que o marido não lhe dava prazer nenhum, o típico homem curto e fino. Eu a fodia gostosamente, sentindo sua bunda rebolar em minha pica sem parar. Sob minhas estocadas, ora lentas, ora rápidas, ela começou a gemer baixinho, a respiração arfante. Estávamos na cobertura, num dia de praia deserta fora de temporada, ela poderia urrar à vontade que ninguém iria escutar. - Goza... goza no meu pau... você é uma mulher deliciosa para ser fodida... – incentivei-a. – Está sentindo o tamanho que você me deixou? Goza... Sua resposta não verbal foi ondular gulosamente ainda mais a bunda em meu caralho. - Tesão de bunda... tesão de mulher gostosa... goza... Sua resposta veio entrecortada: - Que delícia de pau grande... enfia tudo... mete... me come... - Está gostoso?... Espere só eu te levar para uma cama... - Que delícia... – repetiu. – Vem... enfia tudo... Imobilizei-me por alguns segundos, o caralho profundamente enfiado nela, latejando, sentindo as contrações de sua buceta. - Gostosa... na buceta não cabe... se quiser tudo terei que enfiar no seu cu... nessa bunda gostosa... - Então fode minha buceta... que caralho grande... como é grosso... por que levou tanto tempo para me comer?... – reclamou. - Porque queria você bastante fogosa... – disse-lhe, na falta de uma desculpa melhor. - Gosta da minha buceta?... - Adoro... meu pau está enorme dentro de você... p’rá você gozar... goza... preciso sentir você gozar no meu pau... As palavras eram repetitivas, fazer o que? O maluco vocabulário de cama é bastante reduzido, assim como são reduzidas as variações físicas que se resumem apenas ao ir e vir dentro de uma mulher. Daí minha necessidade pessoal de ter carinho por uma mulher, de sentir carinho por ela, para que valha realmente a pena o relacionamento sexual. Sem envolvimentos emocionais, como dizem, mas há de se ter um mínimo de carinho, um mínimo de encontro espiritual, não só da carne. E como separar uma coisa da outra, senão exatamente procurando dosar, graduar e controlar este dito envolvimento emocional? Como, no caso de uma mulher carente de corpo e alma, conseguir isso? Mas não era hora de divagações filosóficas, era hora de dar e receber prazer. - Goza... você precisa de carinho e de caralho... goza... goza no meu pau... - Mete... – pedia – mete... enfia esse caralho grande em mim... fode como meu marido... nunca me fodeu... Simone era bocuda na cama. ‘ta certo, um pouco fora dela também. Mas ali, metendo fogosamente, seu vocabulário apimentava ainda mais as sensações. - Você é uma mulher muito gostosa... p’ra um homem levar para a cama e... foder... gostoso... goza... você não queria minha pica?... Seu corpo foi estremecido por fortes contrações quando ela gozou escandalosamente aos urros pela primeira vez em minha pica. Forcei-me a me controlar, não queria gozar ainda, pretendia lhe dar todo o prazer que ela precisava e, talvez, desconhecesse. Idiota do marido, com uma mulher daquela, e sem saber (ou querer) satisfazê-la. Simone aquietou-se aos poucos, meu caralho dentro dela sendo sorvido por suas contrações uterinas que se esmaeciam pouco a pouco. Imobilizou-se por fim, um profundo gemido de prazer e alívio escapou do fundo de sua alma e de seu corpo. Virou a cabeça como pode e me beijou os lábios com gratidão. - Você foi maravilhoso – cumprimentou – meu marido nunca me fez gozar assim, nunca me deu um prazer desses, nem mesmo quando éramos recém casados. Afaguei com carinho seu rosto. - Ele que perdeu... Pareceu só então dar-se conta de um detalhe. - Mas você não gozou... Que pena que acabou... - Acabou? Comigo, nem começou ainda... vamos para seu quarto, quero você numa cama de verdade... Tirei o caralho latejante e duro de sua bunda, ergui-me a ajudei se levantar. Ela me beijou mais uma vez, envolveu meu pau com uma das mãos, incrédula que aquela volumosa cabeçorra brilhante, vermelha e molhada houvesse se enfiado em seu corpo. Ergui-a em meus braços, ela me envolveu num abraço e se aconchegou, levei-a para a sala, onde tudo deveria ter começado. - Agora você vai ver o que é bom... – ameacei, brincalhão. Coloquei-a de pé atrás do sofá, ajeitei-a como estivera telefonando, a coxa direita sobre o encosto. Sem a toalha sua bunda revelou-se ampla, volumosa, arredondada, as nádegas proeminentes. Reclinei-a um pouco para a frente, meu caralho em riste roçou suas coxas, resvalou em suas nádegas e encontrou o vértice onde sua buceta ansiosa me aguardava com sofreguidão. Enfiei meu pau devagarinho, um gemido de puro êxtase escapou dos lábios de Simone quando meu pau avançou até meu corpo encostar e se encaixar naquela tesão de bunda. - Vai, gostosa... rebola a bunda no meu pau... venha gozar gostoso comigo. Ela me atendeu prontamente. Eu nem o precisaria ter pedido, porque ela já o estava fazendo lentamente. - Que delícia de caralho... fode minha bunda... me come... - Estou comendo... estou te fodendo com meu pau para você gozar gostoso... sinta prazer com o meu caralho... - Mete... mete... ahhh, que gostosa a sua pica... enfia tudo... arregaça minha buceta com este caralho grande... - Estou metendo... ‘tá sentindo como ela está grande?... estou enorme dentro de você... Ela empurrava e rebolava a bunda ao mesmo tempo contra mim, eu sentia o caralho ir e vir gostosamente, deslizando sem parar naquela buceta apertadinha e encharcada. O sofá rangia, aumentando nossa luxúria. Simone começou a gemer baixinho, acelerou seus movimentos e, em pouco tempo, gozou deliciosamente mais uma vez. Desprendi-me dela, o caralho em riste brilhante por nossas secreções. - Ah, não pare... – reclamou – quero mais... Beijei sua nuca e orelha, Simone se arrepiou toda. - Você não perde por esperar. Ergui-a novamente em meus braços e a levei para a suíte, colocando-a na cama com delicadeza. Deitei-me a seu lado e beijei suavemente seus lábios, acariciando amorosamente seu rosto, os seios, descendo pela barriga arrepiada até chegar em suas coxas. Bafejei sua virilha, senti o cheiro de sua buceta, cheiro de mulher no cio. Simone entreabriu as pernas sem se dar conta do que fazia ou do que acontecia. Do que estava para acontecer. Imobilizou-se por um instante quando sentiu, pela primeira vez na vida, a língua de um homem em seu grelinho. O marido nunca lhe fizera sexo oral, depois me revelou. Num ato reflexo e involuntário segurou minha cabeça e tentou me afastar, mas a deliciosa sensação de minha língua palmilhando sua racha foi mais forte. Abriu ainda mais as pernas e abandonou-se, olhos fechados, sentindo maravilhada o que eu estava lhe proporcionando. Minha língua deslizava ao longo de sua abertura, com a ponta comecei a descrever pequenos círculos em torno de seu clitóris, percebi que sua respiração começou a ficar entrecortada e falhou quando, num sobressalto delicioso, Simone me sentiu tomar seu grelinho em minha boca, sugando-o com volúpia. Suas coxas pressionaram minha cabeça por um momento, relaxando novamente a seguir. Chupei com vontade aquela mulher carente e fogosa, e ela, aos gritos, totalmente solta em sua luxúria e confiança em mim, gozou diversas vezes seguidas em minha boca. Voltei palmilhando e beijando seu corpo até chegar aos seus lábios. Mesmo com o cheiro e sabor de sua buceta, ela retribuiu meu beijo, enfiando o que podia a língua em minha boca. Deitei-me suavemente sobre ela, seus seios roçando meu peito, ela me abraçou com a volúpia da antecipação. Comecei a roçar meu caralho em seu grelinho, indo e vindo suavemente vezes sem conta, até que ela não agüentou mais, retorceu-se sob mim, pegou meu cacete que pulsava de tesão e o conduziu para a buceta sequiosa por pica. Continuei a torturá-la, apenas batendo a cabeçorra em sua racha, fazendo-a entrar pela metade e sair diversas vezes. - Me fode... me fode... enfia este caralho gostoso... me fode... – suplicava. Continuei firme no que fazia, provocando-a ainda mais. Ela não suportou mais aquele suplício, envolveu-me com as pernas e me puxou fortemente para dentro dela, fazendo o caralho se enfiar até o fundo, a cabeçorra literalmente arrombando suas entranhas e preenchendo-a completamente. - Que delícia... me come... me come... – pedia, seguidamente – me faça gozar mais... que caralho gostoso... enfia tudo... Eu fazia febrilmente sua vontade, estocando p’ra valer a buceta daquela mulher deliciosa. - Aaahhhh... como você sabe ser gostosa numa cama... como mete gostoso... que delícia de buceta... Simone movimentava-se delirantemente sob mim, extremamente fogosa, exigente, querendo e precisando gozar mais e mais. Gemia e arfava deliciosamente, como se nunca tivesse sido penetrada como o estava sendo. Eu procurava atender e suprir todas as suas necessidades de mulher, para merecê-la. - Você é muito gostosa... é uma mulher muito gostosa para um homem levar para a cama e foder até não poder mais... é mulher para, daqui p’ra frente, abrir as pernas para todo homem que for de seu agrado... e meter muito... como fode gostoso... O caralho, gigantesco e dilatado, ia e vinha sem parar em sua buceta que me abocanhava com desejo, aprofundando-se mais e mais. Respiração arfante, intercalada por suspiros de puro prazer, Simone correspondia fogosa e plenamente ao meu ir e vir em seu corpo. Sua buceta comprimia e prendia deliciosamente minha pica, senti que não poderia me segurar mais. - Goza... goza junto comigo... vou gozar...– pedi. Comecei a esporrar profusamente na buceta daquela mulher maravilhosa, os jorros quentes se sucedendo e sendo sugados pelas contrações de seu útero. Aos urros, Simone também estava gozando. - Estoouuu... gozaaaando... esporra na minha buceta... que delícia... ah, que delíciaaaaa... Ficamos algum tempo entrelaçados, seus seios arfando sob meu peito, seus lábios nos meus, eu sentindo as contrações de sua buceta e ela o pulsar de meu caralho que finalmente amolecia pouco a pouco. - Você é uma mulher maravilhosa – declarei. Ela sorriu, enternecida e satisfeita. - Por que demorou tanto para me comer? – perguntou. Beijei-a mais uma vez. - Porque sou um bobo – respondi.
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