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finalmente aconteceu

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: indeciso74

📂 Categoria: Gays

Isso que eu vou contar ja aconteceu a algum tempo e vai ser melhor entendido se voce puder ler primeiro um outro relato com o titulo "quase a 1ºvez" (conto numero 9029) que eu escrevi e que conta toda a minha iniciacao.
Alguns meses atras meu padrinho carlos esteve em casa fazendo uma visita. Ele é dono de uma pequena fábrica que trabalha com plastico em geral e veio oferecer um emprego para minha irma. Como ela não estava, passou a tarde comigo e com meus pais . antes de ir embora, ele se despediu e pediu para que eu lhe acompanhasse até o carro. No caminho, puxou assunto sobre o meu falecido avô. Disse que estava com saudades dele e que gostaria de marcar um dia para falarmos sobre ele. Na hora eu achei estranho. Na verdade ele era meu bisavô e avô do meu padrinho e faleceu a mais de 5 anos. Quando eu era mais novo eu vivia na casa deles, já que minha mae ajudava a minha avó nos afazeres domesticos. Foi com meu avô que rolava algumas brincadeiras (que eu já contei aqui mesmo neste site). Fiquei preocupado e pensando sobre o que ele gostaria de conversar a respeito de meu avô. Ele falou que queria aproveitar e me mostrar a sua empresa.Entao combinamos de nos encontrar num sabado a tarde, que seria mais tranquilo. No dia marcado, la estava eu na porta da fabrica. Carlos abriu o portao e me levou pra dentro. O lugar estava deserto, já que os funcionarios só trabalhavam pela manha. Depois de darmos uma volta pelo lugar, fomos até o seu escritorio. Ele começou a falar novamente sobre o meu avo. Perguntou se eu sentia sua ausencia e coisas do tipo. Eu respondi que sim e que eu era muito ligado a ele. Nós estavamos sentados, Carlos estava numa cadeira atras de sua mesa e eu do outro lado. Ele entao se levantou e sentou-se na mesa, bem na minha frente. Ele me falou que sempre conversava com meu avô e que ele havia lhe contado sobre todas as nossas brincadeiras .Ele falou que meu avo lhe contava os planos para o futuro mas infelizmente ele acabou falecendo antes. Eu estava morrendo de vergonha e ao mesmo tempo muito excitado. Meu padrinho falou que eu não precisava ficar preocupado e que tudo que estava acontecendo nunca sairia dali. Ele me perguntou se eu sentia saudades daqueles tempos e eu respondi que sim. Ele me disse que tinha demorado pra tomar a decisao de falar comigo porque ele estava com varios problemas na fabrica e em casa e que faltava um pouco de coragem. Eu nem conseguia encara-lo de tanta vergonha. Ele me perguntou se eu havia parado com aquelas brincadeiras ou se tinha seguido em frente. Eu abri o jogo e respondi que tinha parado onde meu avo havia deixado. Muitas vezes eu me excitava pensando em dar pra outro homem, mas nunca tinha passado de fantasias. As vezes eu me masturbava ,lendo alguns contos eroticos. Não foram poucas as vezes em que me masturbei, enfiando pequenos objetos no rabo e pensando no meu avô. Ele me perguntou o que eu acharia se ele desse continuidade aquelas brincadeiras e eu respondi que achava melhor não,que não seria uma boa, mas sem muita firmeza na resposta. Ele pediu pra que eu me levantesse e só por curiosidade, que lhe mostrasse o meu pau. Eu queria muito aquilo mas estava morrendo de medo e vergonha. Eu relutei, disse que não mas ele continuou insistindo tanto que eu acabei cedendo. Abri o botao,baixei o ziper e enquanto tirava o meu pau pra fora da cueca a minha calca jeans descia até os meus pés. Ele pediu pra que eu deixasse meu pau bem duro, o que não foi nem um pouco dificil, já que eu estava morrendo de tesao. Ele me mandou me aproximar, sem sair de cima da mesa, se inclinou um pouco, agarrou o meu pau e comecou a me punhetar bem devagar. Ficamos assim por alguns minutos e entao ele pediu pra que eu abrisse a sua calca e retirasse o seu pau pra fora. Eu esperei um pouco mas obedeci. Seu pau estava semi-duro mas já podia perceber que era maior que o meu. Como retribuicao, tambem comecei a acaricia-lo. Nesse momento já estavamos bem proximos e enquanto eu agarrava o seu pau, ele com uma mao me masturbava ainda bem devagar e com a outra alisava as minhas costas, descendo ate a minha bunda, apalpando e acariciando, talvez esperando uma reclamacao que não vinha. Como eu não dizia nada ele foi avancando cada vez mais, apertando e enterrando a minha cueca na bunda, parecendo uma tanguinha. Sua mao entrava dentro da minha cueca e seus dedos brincavam com o meu cu. E eu podia sentir que ele estava cada vez mais excitado. Entao ele me mandou sentar na cadeira bem a sua frente enquanto continuava sentado na mesa. Ele falou pra continuar me masturbando e contar em voz alta sobre alguns momentos que eu tinha passado com meu avo. Essas lembrancas sempre me deixavam com muito tesao e enquanto eu contava ele tirava as calcas. Ele me pediu pra que eu me aproximasse e batesse uma punheta pra ele tambem mas sem sair da cadeira e sem parar com a historia. Eu estava contando sobre uma vez que estavamos em uma das casas que meu avo tinha pra alugar. Ela estava vazia e naquele dia nós aproveitamos o maximo. Meu avo me levou pro banheiro, tirou toda a minha roupa e alisou todo o meu corpo. Naquele dia pela primeira vez eu tomei a iniciativa e agarrei o pinto do meu avo, tirando de dentro da calca sem ao menos ele pedir e comecei a punhetar. Eu punhetava firme, deslizando por todo o pau e acariciando o saco, fazendo o meu avo gemer de tesao. Eu entao fiquei de costas pra ele, me inclinei um pouco e ainda segurando o pau dele, esfregava aquela cabeca por toda a minha bunda, até encontrar o meu cuzinho, onde eu dava uma forcada pra tentar uma penetracao. O problema é que o pau dele era bem grande mas não ficava totalmente duro e o meu cu ainda era bem apertado e isso impossibilitava uma penetracao. Pra me agradar ele enfiava um dedo ou dois no meu rabo. Meu padrinho me perguntou se eu nunca tinha feito sexo oral com meu avo e eu respondi que uma vez ele tinha comentado mas na epoca eu achava muito nojento. Ele me perguntou o que eu achava sobre isso hoje e eu enrolei e não respondi. ele falou pra eu me aproximar e relaxar ,por que ele ia fazer uma experiencia. Eu aproximei ainda mais a cadeira da mesa e fiquei bem entre as pernas dele, com a minha cabeca na altura do seu pau. Ele ia me falando o que fazer eu eu seguia a risca. Primeiro comecei com alguns beijos na cabeca do pau e ia descendo ate o saco. Depois passava apenas a ponta da lingua por todo o membro, aumentando cada vez mais a area de contato da lingua com o pau até que eu já estava com o pau inteiro dentro da minha boca, mamando pra valer enquanto ouvia os gemidos do meu padrinho. Ele segurava a minha cabeca, forcando cada vez mais os movimentos. As vezes ele tirava o pau da minha boca,dava uma punhetada rapida e voltava puxar a minha cabeca de encontro ao pau. Nessas horas eu podia ver perfeitamente o tamanho e a forma daquele pinto. Não era um pinto enorme mas estava muito duro. Ele me pediu para trocarmos de lugar e entao se sentou na cadeira em que eu estava enquanto eu ficava de pe na sua frente. Ele comecou a me punhetar, alisando o meu saco e alcancando a minha bunda por entre as minhas pernas. Ele se levantou, pegou um tubo de creme, passou em suas maos e continuou a punheta. Agora estava cada vez mais gostoso. Ele já tinha me lambusado por completo quando se levantou novamente, me virou de costas e comecou a acariciar a minha bunda, esfregando seus dedos no meu cu e abrindo caminho. Colocou uma mao nas minhas costas e me deixou com o peito sobre a mesa. Pegou as minhas maos e as colocou sobre a minha bunda e pediu para que eu abrisse bem por que ele estava louco de tesao e queria muito meter no meu rabo. Eu dei uma olhada pra tras e vi ele lambusando o pau com o creme enquanto enfiava o dedo no meu rabo. Ele segurou firme o pau, encostou no meu cu e foi forcando. Eu podia sentir aquele pau entrando, quase sem nenhuma dor, apenas muito tesao. Não demorou muito e eu já tinha aquele pinto inteiro dentro de mim. Ele me segurava pela cintura e me comia feito louco. Tirava o pau inteiro do meu rabo e voltava a colocar, metendo sem dó. Sem tirar de dentro ele me puxou pra tras, sentou na cadeira e continuou me comendo. Eu subia e descia naquele pau, que parecia cada vez maior e mais duro. Ele novamente se levantou me debrucou sobre a mesa e voltou a me foder cada vez mais forte até que depois de alguns gemidos eu pude sentir um jato quente nas costas. Enquanto ele se recuperava, eu bati uma punheta e gozei logo mas de uma forma muito mais intensa. Mais tarde quando estavamos saindo, meu padrinho me falou que ele iria precisar da minha ajuda mais algumas vezes e eu respondi que estaria a sua inteira disposicao. Eu nao podia imaginar o que meu padrinho tinha planejado para nós, mas isso eu conto na proxima. quem quiser conversar , meu email é indeciso74@hotmail.com.
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