Descobertas da Adolescência 1
— E tu, já pegou muitas?
Eu fiquei bem constrangido. Só depois de alguns segundos de silêncio conseguir me recompor e responder que havia beijado uma menina da minha escola. Isso realmente tinha acontecido, mas eu não gostei muito da experiência. Ouvindo minha resposta ele começou a rir e disse que pensava que eu era “mo pegador também”. Dei uma risada nervosa e ele resolveu piorar minha situação fazendo outra pergunta mais constrangedora:
— Mas tu é virgem mesmo?
Naquele momento eu já tava todo nervoso e nem conseguia falar, só afirmei com a cabeça. Logo após ele começou a rir bastante novamente e me fitou com um olhar bem diferente. Foi quando disse algo totalmente inesperado:
— Cara, eu posso te mostrar como que funciona essas paradas, quem sabe assim tu já fica mais preparado.
— Mas mostrar o quê? Eu já assisti pornô bem umas três vezes essa semana.
— Pornô é só teoria, mas eu posso te mostrar a prática. Só porque nós ‘é’ bem parceiro.
Eu fiquei até tonto quando ele terminou de falar aquilo. Depois do susto me veio um tesão enorme e eu fiquei todo assanhado. Aí eu perguntei como ele poderia me mostrar a prática e ele me disse que ia me mostrar como é que se fazia, mas eu que seria a “mulher da relação”. Eu nem tinha outra escolha, apenas peguei o impulso e topei. Nisso ele falou que era bom a gente ir tomar um banho pra aliviar um pouco o calor e começar a sacanagem. Quando entramos no banheiro ele tirou o calção dele, que era a única coisa que tava vestindo, e seu pau subiu de uma só vez batendo com força em sua sua barriga. Era um pau de dimensões enormes para a idade dele. Era grosso, pesado, veiudo e bem cabeçudo. Tinha aparentemente mais de 18cm. Naquele momento eu entendi porque que as meninas piravam nele. Eu tirei minha camisa regata e minhas roupas debaixo. Fiquei pelado, só observando aquela maravilha que tava na minha frente. Meu pau também estava duro como pedra, mas não era tão grande como o dele. Acho que tinha por volta dos 15~16cm. Eu fiz menção de trancar a porta, mas ele disse que era melhor deixar apenas encostada, porque a nossa vó já tinha dito que ás vezes ela emperrava. Nisso eu fui para debaixo do chuveiro e meu primo disse que também iria aproveitar um pouquinho daquela água. Ele me abraçou por trás e começou a dar uns beijos e lambidas na minha nuca, mas o que mais me deixava louco era aquele mastro imenso impreensado no meu rego. Ele pediu para eu dar um boquete e meio sem jeito eu me ajoelhei e fiquei um tempo observando até que criei coragem e comecei a dar umas lambidas naquela cabeçona vermelha. Acho que mandei bem, porque só naquilo ele já tava gemendo de tesão. Quando coloquei mais na minha boca ele começou a falar um monte de putaria e aquilo só me deu mais gás pra chupar feito uma putinha, como ele falava. Eu punhetava e chupava, já que não conseguia engolir tudo, mas nisso ele pegou e empurrou minha cabeça… Quase morri asfixiado por causa daquela tora na garganta, mas depois ele me liberou e eu soltei o pau dele pra pegar um ar. Continuei chupando por mais um tempo até que ele disse para eu me levantar. Acariciou minha bunda e minhas coxas e disse no meu ouvido “abre esse cuzinho para o teu macho, vai”. Eu só obedeci e deixei o meu buraquinho bem a mostra ali, a disposição do meu primão. Após isso eu senti a sua língua dançando e penetrando o meu cuzinho. E eu ali, apenas gemia de prazer e quanto mais eu mostrava satisfação, mais ele lambia com intensidade. Já me sentia no céu, só com aquele comecinho. Ele tirou sua língua e pegou um shampoo da nossa avó que estava ali perto passou no meu rabo e ficou acariciando com os dedos. Doía um pouco, mas eu já estava um pouco mais relaxado. Ele disse que já ia começar e eu fiquei um pouco receoso, mas resolvi só aproveitar o momento. Eu senti a sua glande pulsante e melada de shampoo impreensada na portinha do meu cuzinho. Depois de dar umas boas e longas pinceladas ele resolveu me penetrar. Isso era bem desconfortável, mas ele colocou um dedo na minha boca para abafar os meus gemidos. Quando já havia botado tudo parou um pouco e esperou um pouco para minha bunda se acostumar com o seu mastro. Naquele momento eu só sentia a água fresca do chuveiro batendo nas minhas costas e aquela tora estacionada no meu reto. Começou a bombar bem devagar e depois de um tempo toda aquela dor foi minimizada e aos poucos substituída por um prazer colossal, que nunca na vida eu teria imaginado. Ele falava algumas putarias e arfava de tesão no meu ouvido enquanto eu só conseguia gemer bastante. Ele só continuava bombando com mais força e eu estava ali com minha bunda aberta para o meu macho. Continuou assim, naquele ritmo gostoso, por um bom tempo até que e diminiui a velocidade e disse que iria gozar. Na última estocada ele deu uma gozada bem forte e farta, senti o seu pau engrossar e ficar mais quente na ponta. Ouvia seus gemidos e arfadas, sabia que tinha feito aquele garotão delicioso chegar no ápice do seu prazer. No seu último jato ele tirou o seu pau do meu cu todo arrombado e dolorido. Dei uma olhada para trás e vi seu pau todo lambuzado de esperma aí resolvi me ajoelhar para me aproveitar daquele néctar sem desperdiçar uma gota. Depois de sugar tudo me levantei e pedi para ele me ajudar a terminar porque também queria gozar naquela boca carnuda dele. Ele topou mas disse que só ia fazer porque a gente era muito parceiro. As chupadas dele eram muito intensas e me levaram ao delírio em questão de segundos. Um minuto e meio depois eu já estava gozando naquela língua deliciosa dele. Ele se levantou e deu um beijo longo e intenso misturando a nossa saliva com o meu gozo… Foi algo tão delicioso que eu senti que poderia gozar ali mais uma vez. Resolvemos terminar o nosso “banho prolongado” e acabamos por ali. Pegamos nossas toalhas e começamos a nos enxugar ainda com aquele clima de tensão no ar. O silêncio foi quebrado quando ele me pediu para que aquele fosse o nosso segredo. Só afirmei com a cabeça. Fomos para o quarto dos nossa avó para assistir televisão e ficamos bem juntinhos acariciando um ao outro, trocando olhares e aproveitando o momento…
Obviamente não ficou só nisso, porém o conto já estava ficando muito longo. Então irei contar o que mais rolou nessas semanas, mas apenas se quiserem.
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