HDEBIQUINI - USADO POR ELAS (fictício)
Há alguns anos atrás, quando ainda namorava minha atual esposa, Carla, aconteceu um fato
que gostaria de contar.
Na época, ela tinha 23 anos e já morávamos juntos em uma casa com a irmã e o irmão dela. Quanto à minha cunhada, Silvia, é apenas um ano mais nova que minha mulher, mas bem parecida fisicamente. Não posso negar que elas são lindas e muito sensuais; ambas loiras, corpinhos malhados e super bem-humoradas.
Certo dia, meu cunhado havia saído e, como estava sozinho em casa com as duas, tomei coragem e propus uma sessão de fotos sensuais, com elas juntas usando biquínis, maiôs, lingerie. Confesso que me surpreendi por terem gostado da minha idéia, mas, realmente não tinha pensado em nada pornográfico, apenas sexy.
Entretanto, elas concordaram comigo impondo uma única condição: queriam me fotografar também usando uma sunguinha bem pequena. Como eu não tinha nenhuma, elas sugeriram que usasse a parte de baixo de um biquíni branco, daqueles tipos asa delta. No início relutei um pouco em aceitar, mas como estava a fim de tirar as fotos, topei e vesti. Até que ficou legal!
Desde o início da sessão, eu tentava me concentrar no que estava fazendo, mas as duas me deixavam excitado a todo tempo. Vê-las naqueles trajes sumários, apertadinhos e colados no corpo era maravilhoso. Ficava o todo tempo imaginando quanto tesão não deveriam estar sentindo com aqueles biquínis e maiôs roçando-lhes o bumbum e friccionando suas xaninhas, enquanto faziam poses. Já era difícil para mim esconder a excitação, pois meu pinto denunciava pelo volume no biquini, chegando a pingar.
Tenho certeza de que notaram o meu estado, mas ao invés de Carla ficar com raiva ou ciúme, percebi que estava achando gostosa aquela situação.
Quando terminamos de tirar as fotos, sem que trocássemos de roupa (eu ainda de biquíni, Carla de maiô preto e Silvia de vermelho, ambos super cavados) sentamos no sofá da sala para descansar e conversar sobre o trabalho. Começamos a bater papo descontraidamente e, de repente, surgiu um assunto sobre pontos sensíveis do corpo.
Carla sabia que eu sentia uma enorme aflição nos mamilos. Qualquer toque ou carícia me deixava completamente descontrolado.
Então, num impulso, pediu a Silvia que me segurasse bem firme.
Para meu desespero, minha cunhada atendeu prontamente a ordem e, com um sorriso maroto nos lábios, agarrou-me por trás com força e envolveu o resto do meu corpo com suas pernas deixando-me completamente imobilizado.
-ISSO. SEGURA ELE, SILVIA! Carla disse com uma expressão perversa no rosto.
-VAMOS VER O QUANTO ELE AGÜENTA.Completou aproximando sua boca quente e úmida do meu peito...
-VAI, CARLA, QUE EU SEGURO! Silvia respondeu sorrindo.
Carla, então, começou vagarosamente a soprar levemente meus mamilos alternando com pequenas pontadas com a língua...
Eu me contorcia e gritava tentando me soltar, mas Silvia era mais forte e me dominava completamente.
Aquela tortura já durava aproximadamente uns dois minutos, mas parecia um século. Carla brincava com meus dois mamilos sob o olhar atento de Silvia, que excitada com a situação, mordiscava minha orelha e roçava sua xaninha na minha bunda.
Não satisfeita em me maltratar daquele jeito Carla falou:
-SÍLVIA, SEGURA BEM ELE QUE EU VOU FAZER UMA COISA.
-OK, PODE DEIXAR. Ela respondeu, me apertando mais.
Fiquei apavorado. O que elas iriam fazer comigo?
Não tive tempo sequer para pedir piedade. Carla bruscamente agarrou as laterais do meu biquíni e as puxou para cima com violência enterrando-o todo no meu bumbum.
Confesso que doeu no início, mas aquele incômodo foi até ficando gostoso depois.
-PRONTO! AGORA ESTÁ SENTINDO O MESMO QUE A GENTE SENTE PARA AGRADAR AOS HOMENS. Carla falou triunfante, enquanto voltava a lamber meus mamilos com força e se preparava para aplicar um chupão.
Naquele momento não agüentei de tesão, ao sentir seus lábios
molhados me sugando, urrei, excitado, implorando que elas parassem.
Alheias às minhas súplicas, Sílvia me segurava e ainda roçava em mim, enquanto Carla mamava em meus mamilos, deixando-os roxos de tanta força que usava.
Aquele movimento de vai-e-vem com sua boca deixava meu corpo todo arrepiado. Eu tremia num misto de prazer e dor indescritíveis.
De vez em quando, sentia sua língua áspera percorrer rapidamente meu mamilo, seguida por pequenas mordidas na pontinha...
Tive vários espasmos de tesão.
Foi delicioso! Adorei ser humilhado e usado daquela forma. Não se tratava de sexo, mas apenas da emoção e da sensibilidade do toque. A partir daquele dia, fizemos várias outras brincadeiras envolvendo imobilização e carícias erógenas, onde alternamos os papéis. Entretanto, deixarei para contar em outras oportunidades.
Se alguém estiver a fim de trocar contos, dicas ou idéias de novas histórias sobre o tema, estou às ordens.
hdebiquini
que gostaria de contar.
Na época, ela tinha 23 anos e já morávamos juntos em uma casa com a irmã e o irmão dela. Quanto à minha cunhada, Silvia, é apenas um ano mais nova que minha mulher, mas bem parecida fisicamente. Não posso negar que elas são lindas e muito sensuais; ambas loiras, corpinhos malhados e super bem-humoradas.
Certo dia, meu cunhado havia saído e, como estava sozinho em casa com as duas, tomei coragem e propus uma sessão de fotos sensuais, com elas juntas usando biquínis, maiôs, lingerie. Confesso que me surpreendi por terem gostado da minha idéia, mas, realmente não tinha pensado em nada pornográfico, apenas sexy.
Entretanto, elas concordaram comigo impondo uma única condição: queriam me fotografar também usando uma sunguinha bem pequena. Como eu não tinha nenhuma, elas sugeriram que usasse a parte de baixo de um biquíni branco, daqueles tipos asa delta. No início relutei um pouco em aceitar, mas como estava a fim de tirar as fotos, topei e vesti. Até que ficou legal!
Desde o início da sessão, eu tentava me concentrar no que estava fazendo, mas as duas me deixavam excitado a todo tempo. Vê-las naqueles trajes sumários, apertadinhos e colados no corpo era maravilhoso. Ficava o todo tempo imaginando quanto tesão não deveriam estar sentindo com aqueles biquínis e maiôs roçando-lhes o bumbum e friccionando suas xaninhas, enquanto faziam poses. Já era difícil para mim esconder a excitação, pois meu pinto denunciava pelo volume no biquini, chegando a pingar.
Tenho certeza de que notaram o meu estado, mas ao invés de Carla ficar com raiva ou ciúme, percebi que estava achando gostosa aquela situação.
Quando terminamos de tirar as fotos, sem que trocássemos de roupa (eu ainda de biquíni, Carla de maiô preto e Silvia de vermelho, ambos super cavados) sentamos no sofá da sala para descansar e conversar sobre o trabalho. Começamos a bater papo descontraidamente e, de repente, surgiu um assunto sobre pontos sensíveis do corpo.
Carla sabia que eu sentia uma enorme aflição nos mamilos. Qualquer toque ou carícia me deixava completamente descontrolado.
Então, num impulso, pediu a Silvia que me segurasse bem firme.
Para meu desespero, minha cunhada atendeu prontamente a ordem e, com um sorriso maroto nos lábios, agarrou-me por trás com força e envolveu o resto do meu corpo com suas pernas deixando-me completamente imobilizado.
-ISSO. SEGURA ELE, SILVIA! Carla disse com uma expressão perversa no rosto.
-VAMOS VER O QUANTO ELE AGÜENTA.Completou aproximando sua boca quente e úmida do meu peito...
-VAI, CARLA, QUE EU SEGURO! Silvia respondeu sorrindo.
Carla, então, começou vagarosamente a soprar levemente meus mamilos alternando com pequenas pontadas com a língua...
Eu me contorcia e gritava tentando me soltar, mas Silvia era mais forte e me dominava completamente.
Aquela tortura já durava aproximadamente uns dois minutos, mas parecia um século. Carla brincava com meus dois mamilos sob o olhar atento de Silvia, que excitada com a situação, mordiscava minha orelha e roçava sua xaninha na minha bunda.
Não satisfeita em me maltratar daquele jeito Carla falou:
-SÍLVIA, SEGURA BEM ELE QUE EU VOU FAZER UMA COISA.
-OK, PODE DEIXAR. Ela respondeu, me apertando mais.
Fiquei apavorado. O que elas iriam fazer comigo?
Não tive tempo sequer para pedir piedade. Carla bruscamente agarrou as laterais do meu biquíni e as puxou para cima com violência enterrando-o todo no meu bumbum.
Confesso que doeu no início, mas aquele incômodo foi até ficando gostoso depois.
-PRONTO! AGORA ESTÁ SENTINDO O MESMO QUE A GENTE SENTE PARA AGRADAR AOS HOMENS. Carla falou triunfante, enquanto voltava a lamber meus mamilos com força e se preparava para aplicar um chupão.
Naquele momento não agüentei de tesão, ao sentir seus lábios
molhados me sugando, urrei, excitado, implorando que elas parassem.
Alheias às minhas súplicas, Sílvia me segurava e ainda roçava em mim, enquanto Carla mamava em meus mamilos, deixando-os roxos de tanta força que usava.
Aquele movimento de vai-e-vem com sua boca deixava meu corpo todo arrepiado. Eu tremia num misto de prazer e dor indescritíveis.
De vez em quando, sentia sua língua áspera percorrer rapidamente meu mamilo, seguida por pequenas mordidas na pontinha...
Tive vários espasmos de tesão.
Foi delicioso! Adorei ser humilhado e usado daquela forma. Não se tratava de sexo, mas apenas da emoção e da sensibilidade do toque. A partir daquele dia, fizemos várias outras brincadeiras envolvendo imobilização e carícias erógenas, onde alternamos os papéis. Entretanto, deixarei para contar em outras oportunidades.
Se alguém estiver a fim de trocar contos, dicas ou idéias de novas histórias sobre o tema, estou às ordens.
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