Adolescência
Como todos já me conhecem, Chamo-me Simone. Sou loira, tenho 28 anos, olhos azuis, 1.72mt, 59kg, seios médios durinhos, bumbumzinho empinado e muito feminina, apesar de minha preferência sexual assumida por mulheres. Se eu disser que não aproveitei a minha adolescência estaria mentindo, pois os melhores momentos, as melhores recordações que tenho, são de minha adolescência. Inclusive, foi nessa época cheia de dúvidas e perguntas, que encontrei as respostas que tanto buscava em relação à minha sexualidade. Badalação, festas, muita música, namoricos e paqueras. Na época, como eu só tinha 12 anos, muitos lugares badalados tornavam-se restritos a mim devido a minha idade. Não me sobrava muita opção de diversão, se não, ir ao shopping com a turminha e pegar um cinema ou ir para as matinées das famosas danceterias. Quem é que não se lembra da Contramão, do Q.G., da Tífon e do badalado Woodstock na região nobre dos Jardins... Pois é gente! Eu era uma garota totalmente pirada, doidinha de pedra... Mas posso dizer que minha piração era considerada absolutamente normal se for comparada aos dias atuais. Era filha única e morava com meus pais. Sempre tivemos muito diálogo em casa. O que acredito ter sido uma boa base para minha formação moral, pois jamais me interessei por drogas ou outras besteiras do tipo. Meu vício, bem, digamos que era outro... Imaginem uma garota de 12 anos no auge de sua descoberta sexual. Eu tinha uma turminha dessas que só aprontavam. Eram meninos e meninas. Uma algazarra só. Na época, meu pai possuía um sítio em São Roque. Como era de costume, ele e minha mãe sempre viajavam nos finais de semana. E foi exatamente num desses finais de semana, que resolvi dar uma festinha com direito a bailinho e tudo mais. Meus pais concordaram desde que após a festa, todos colaborassem em deixar a casa limpa da mesma maneira que a encontraram. É claro, que nessa época eu já era bem informada sobre doenças sexualmente transmissíveis, entre outras coisinhas mais. Todo e qualquer evento social, naquela época, era na minha casa. Tudo era pretexto e motivo para uma boa farra e uma bagunça! Eu tinha acabado de terminar um namoro, que nem durara uma semana, com um garoto do meu colégio; pois ficara sabendo que ele se envolvera com outra menina. Típica atitude de garoto metido. Mas se fosse somente o envolvimento com outra menina, eu já me daria por satisfeita. Na verdade o motivo de ter posto um ponto final em nosso namoro, fora justamente porque Sérgio queria a todo custo transar comigo. Sempre me neguei a tal ato. E por incrível que possa parecer, Sérgio espalhara ao colégio inteiro coisas absurdas a meu respeito. Mas jamais dei importância alguma a um garoto de tamanha imbecilidade, embora tivesse eu sentimentos e suas palavras de baixo calão ainda ecoavam na minha cabeça. Bem, mas o importante é que eu estava realmente radiante com o fato de ter a casa só para mim! Estava me divertindo como há muito tempo não me divertia. Toda essa distração se devia a uma nova amiga, Tatiane, uma gracinha de menina! Tati, como eu a chamava, era um ano mais nova que eu e seu charme era o aparelho fixo que usava. Sempre achei lindo usar aparelho fixo; tanto que um dia disse à minha mãe que desejaria ter um também. Já estava toda a turminha reunida em casa. Começamos o nosso bailinho a mil por hora! Os pares já estavam formados. Eu, como acabara de trazer os refrigerantes da cozinha para a sala, pude perceber que rolava a maior agarração sem pudor algum. Beijinhos pra lá e pra cá e enquanto a seleção de lentas seguia tocando no aparelho de som à meia luz, percebi também que três casaizinhos sumiram de vista. Só pensei no pior, pois se esses moleques inventam de transar no quarto dos meus pais, sou uma menina morta! Mas isso, graças à Deus não aconteceu. Notando que eu estava meio chateada com tal atitude dos meninos, sentei-me no sofá e comecei a chorar de raiva. Planejei uma festinha legal com bailinho, filmes em vídeo e olha no que deu... Tati, que percebeu meu mau-humor, sentou-se ao meu lado e me abraçou de modo que deitei minha cabeça em seu colo. Tati sabia fazer um cafuné como ninguém, e como sabia! Acariciava meus cabelos tentando me acalmar dizendo palavras doces e meigas. De repente, uma música muito linda, Youre the inspiration, começara a tocar. Levantei-me de sobressalto como uma maluca, dizendo à Tati, ser a minha música predileta. Mas voltei à minha tristeza quando percebi que só nós duas estávamos presentes. Lamentei por não ter sobrado um menino com quem pudesse dançar minha música predileta, quando Tati com seu sorriso meigo e encantador se oferecera para ser meu par. Meus olhos brilhavam de contentamento. Deixando me envolver por aquela suave melodia, pude sentir Tati aconchegando-se cada vez mais enquanto dançávamos abraçadinhas com nossos rostinhos colados um ao outro. Quando a música terminou, ambas ficamos paradas estáticas, sem reação alguma, apenas contemplando o olhar uma da outra. Tati sorriu novamente me dando um beijo suave em meu rosto. Senti meu coração bater forte. Não sabia ao certo o que estava acontecendo. Só sabia que era uma sensação muito gostosa e que minha vontade naquele momento era de poder voar como um pássaro. Minhas mãos suavam, senti meu coração disparar ainda mais. Não conseguia tirar os olhos dela, me deleitava ao ver aquela carinha de anjo. Tati, então com um olhar tristonho voltou a abraçar-me dizendo que jamais desejaria perder-me de vista. Pois eu era sua melhor e única amiga verdadeira. Delicadamente voltando a olhar em seus olhos, Tati confessara que morria de vontade de beijar um garoto, mas ao mesmo tempo sentia-se envergonhada por não saber como. Peguei em sua mão e juntas sentamos no sofá. Expliquei que não saber beijar não era motivo de vergonha e que se ela quisesse, eu poderia ensiná-la. Tati sorriu me abraçando, enquanto eu sussurrava em seu ouvido que iria beijá-la. Deixei que meu coração ditasse as ordens, o que resultou em um beijo ardente e profundo. Também não sabia muito bem beijar, mas deixei que meus instintos guiassem minha língua dentro de sua boquinha explorando cada espaço molhado. Um sentimento de culpa tomou conta de mim. Interrompi aquele beijo arrancando suspiros de desejo, quando Tati voltou a colar seus lábios junto aos meus implorando que continuasse. Não agüentava ver aqueles olhos verdes lindos suplicando por uma atitude minha... Passei a dar continuidade ao nosso beijo, descendo por seu pescoçinho com mordiscadas suaves, enquanto Tati jogava seus cabelos de um lado pro outro, virando-se de costas e pressionando suas pernas como se estivesse pronta à atingir o clímax. Parei propositalmente quando Tati me perguntara o por que. Disse a ela que isso não era certo, que era minha amiga... Tati, com suas mãos em meu rosto confessara que sua preocupação em relação ao beijo, fora puramente pretexto para poder sentir minha boca junto à sua, e que há muito tempo esperava por um momento como este. Perguntei se ela não gostava de meninos. Ela dizia que sim, mas que sua preferência eram as meninas. O fato é, que eu realmente estava delirando com tudo aquilo que estava acontecendo. Era tudo novo para mim. Então perguntei o que faríamos, quando Tati apenas me respondeu com um delicioso beijo. Ai... Que gostoso! Nossa! Nem Sérgio beijava assim... Ainda assim, voltei a perguntar o que faríamos. Tati apenas disse para irmos ao meu quarto. Claro que a curiosidade me intrigava, mas deixei acontecer. Mal fechei a porta à chave, quando fui interrompida por um beijo extremamente desesperado, desses de tirar o fôlego de qualquer um. Ai... Que delícia de beijo! Que boquinha maravilhosa! A língua dela dentro da minha boquinha, passando de um lado pro outro... Ah, que boquinha deliciosa aquela menina linda possuía! Esqueci todos os meus pudores e então, a abracei com força, pousando minhas mãos sobre seus pequeninos seios ainda em formação, acariciando-os com uma das mãos. Seus gemidos e seus pedidos para que eu a amasse estavam me deixando quente, fervendo por dentro, sentindo algo que jamais sentira em toda minha vida. Deitamos em minha cama. Tati deitou-se por cima de mim beijando meu pescoço confessando ao mesmo tempo em que por inúmeras noites sentira vontade de morder. Aproveitei, e mordisquei sua nuca enquanto sentia sua respiração ofegante e suas mãos tirando a minha blusa e se enfiando dentro da minha roupa, apertando com força a minha cintura e me puxando para junto dela. Sentia sua língua lambendo meus seios, a boca inteira sobre os meus seios sugando com força, mordiscando e deliciosamente. Ai... Que coisa mais louca o que eu estava sentindo! Ah... Que delícia! Então fora a minha vez de descer beijando devagar aquele corpinho gostoso, mordiscando e arranhando de leve até chegar na sua barriguinha. Segurei com força a cintura delineada dela e beijei forte sua barriga, lambendo o umbigo e arrancando suspiros de desejo pedindo que eu não parasse, enquanto ouvia seus gemidos gostosos que me ensandeciam, sentindo suas pernas esfregarem em mim. Tati acariciava meus cabelos com as mãos e arranhava minhas costas com suavidade, deixando sua sensualidade de menina-mulher mexer seu corpo em baixo de mim se levantando pra se esfregar. Meu Deus... Jamais pude pensar que uma mulher pudesse proporcionar tanto prazer à outra! Ah... Que gostoso... Como era boa essa sensação nova! Ah... Que delícia! Passei então a acariciar sua virilha com a ponta dos dedos e passava de leve a mãos por cima do sexo molhado ainda em formação com pouquíssimos pelinhos. Tati se contorcia levantando seu corpo para tentar se encaixar. Mordiscando a parte interna e macia de suas coxas, desci lambendo até a parte anterior do joelho e comecei a morder de leve ali. Beijei-a até os pés e pedi para ela virar de costas. Subi mordendo suas pernas delicadas e macias, passando delicadamente por seu bumbumzinho rígido, pequeno e arrebitadinho, enfiando minha mão por debaixo brincando com seu clitóris. Ela abria as pernas e empinava o bumbum suspirando e gemendo ao mesmo tempo para eu colocar o dedo dentro dela. Coloquei devagar o dedo e fiquei fazendo movimentos de vai e vem enquanto sentia sua bundinha encostar-se ao meu sexo e meus seios grudados em suas costas, agora suados e transpirando desejo ardente. Virei-a de frente e beijei violentamente aquela boquinha gostosa e quente, colocando meu dedo de novo dentro dela. Desci até a virilha, mordi gostoso e comecei a lamber seu pequeno hímem já molhado, sugando com os lábios mordiscando-o delicadamente. Comecei a acelerar meus movimentos com força enquanto ouvia os gemidos de prazer e ela me dizendo para chupar mais, que estava gostoso. Lambia e chupava alternando, ao mesmo tempo em que colocava dois dedos dentro dela, sentia ela apertar por dentro, o corpo subir e descer no mesmo ritmo em que eu estava enfiando os meus dedos até ela explodir num gozo, delirando de prazer, puxando minha cabeça para mais perto. Subi ao seu encontro beijando com carinho seu rosto suado. Com seus olhos ainda fechados, o corpo jogado como se tivesse sido surrada, deliciosa, gostosa como só ela conseguia ser, Tati, desperta abrindo seus lindos olhos verdes, beijou-me apaixonadamente. Permanecemos juntas apenas contemplando uma à outra em meio ao silêncio e aos toques suaves de nossos lábios. Mas eu queria mais... Tati beijou-me novamente, devagar, chupando o meu lábio inferior e acariciando lentamente os meus seios. Mordiscava carinhosamente meu pescoço continuando embaixo de mim, colocando seus dedos dentro do meu sexo. Ai... Eu estremecia toda! Ai... Que sensação maravilhosa! Ficamos nos mexendo, eu, suspirando e gemendo baixinho, pedindo para ela não parasse. Ai... Que gostoso! Tati seguia mordiscando minha orelha enquanto me falava o quanto me queria, o quanto me amava, que seria sempre sua... Sentia agora, sua lingüinha doce e quente dentro de mim chupando-me até eu agüentar mais. Ajoelhada em cima do seu rosto, Tati, brincava comigo, beijando devagar minha virilha e ao mesmo tempo, abrindo o meu sexo, me deixando suas mãos delicadas explorarem cada centímetro do meu interior. Comecei a sentir sua língua roçar delicadamente o meu clitóris, sendo coberto alternadamente com seus lábios, enquanto sentia sua lingüinha quente e macia em meu hímem. Apoiava-me na cabeceira da cama rebolando incansavelmente naquela boquinha molhada sentindo sua língua se enfiando dentro de mim. Pousando suas mãos em meus seios, Tati, apertava com força meus mamilos mordiscando-os de leve, passando em seguida em meu clitóris, retornando e chupando com intensidade, esfregando ao mesmo tempo sua língua deliciosamente quente e macia. Sentia que não agüentaria mais e me segurando forte junto à sua boca em meio a um beijo ardente e apaixonado, gozei não uma, não duas, mas sim três vezes até implorar para que não houvesse uma quarta vez, pois não estava mais agüentando. Cai exausta ao seu lado sentindo seus beijos carinhosamente sobre meus seios. Após alguns minutos, tomamos cada uma o seu banho, sem molhar os cabelos. Nos vestimos, voltamos para a sala e para a nossa surpresa estão todos, cada qual com seu par, assistindo a um filme de terror no vídeo. Tati e eu sorrimos discretamente e fomos até a cozinha. Havia acabado de beber um copo dágua, quando me peguei beijando-a novamente, deixando ser envolvida por seus braços em seu abraço acolhedor. Desde então nós nos tornamos grandes e confidentes amigas e amantes. Claro, que com o passar dos anos, infelizmente perdemos o contato. Assim, passei a aceitar o que sou hoje em dia; sem problemas e sem complicações. E, mesmo sendo vaidosa e extremamente feminina, sou feliz e realizada como mulher, pois tenho orgulho de ser quem sou sexualmente assumida! . Pessoas que estejam dispostas a cultivarem novas amizades e trocar experiências desse tipo entrem em contato comigo. Responderei a todos(as) com carinho. Um beijo carinhoso, Simone.
Leia também:
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- Recomeço
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