Pai e avô, sem quere virei amante da filha e neta (Parte 1)
Meu nome e Ricardo e conto minha história para que outros que não previram isso, possam se conscientizar que nem tudo e errado ou certo, apenas acontece.
Hoje com 50 anos, tenho coragem, pois, nem sempre e coisa de tarado, apenas acontece na vida certas maravilhas e quando tudo tem consenso, e possível ser feliz.
Sou comerciante e minha vidá sempre foi simples, como muitos, me casei cedo, acabei engravidando a namorada de 16 anos (tinhas a mesma idade) e meu pai me forçou a casar, pois, isso seria atitude de homen da minha época.
Emprestou-me um dinheiro para começar um negocio e por sorte ter trabalhado com ele desde cedo consegui manter e melhorar, comprando casa e carros e dando conforto a minha esposa e recém nascida filha.
Passado muitos anos, nunca olhei minha filha com outros olhos senão o de pai, conservador a mantive em rédia curta, minha mulher pelo contrário, queria dar mais liberdade, pois, não teve esse tempo, até entendo.
Quando estava com 28 anos descobrimos um câncer em minha esposa, infelizmente tivemos menos de seis meses, estava muito avançado. Agora tinha uma filha de 12 anos e uma tristeza que perdurou por bom tempo.
A família pedia para que eu me encontrar alguém, criar uma menina sozinho seria muito difícil, mas não sentia vontade para nada, me apeguei ao trabalho e a dar o que minha filha quisesse.
Ela sofreu por um tempo, mas se recuperou mais rápido que eu, achei que foi para me ajudar ao ver minha tristeza, agora vejo que nem tanto.
Aos poucos comecei a notar que certas mudanças no comportamento dela, usava mais sai ou vestido, sempre colados ao corpo e um pouco de maquiagem. Logico, afinal uma menina quer ser mulher e o contexto da vida, como crescemos.
Tomava as tarefas de casa como suas obrigações, mesmo tendo empregada para cuidar, ela gostava de mandar ou mesmo fazer. Dizia ”olha pai, igual a mamãe fazia¨ , sempre acenava com aprovação.
O tempo foi passado e mais de dois anos voaram, e neste meio tempo, voltamos aos velhos hábitos de masturbação no quarto ou no banheiro, quase sempre pensando em minha falecida.
Minha filha, Sabrina, agora com 14 anos estava sempre próxima a mim, minhas irmãs falavam que não estava certo, ela tinha que sair mais com as amigas e fazer coisas da idade, mas eu não cobrava e ela falava que estava feliz assim, perguntava de namoradinho e sempre me respondia que preferia estudar e depois pesava nisto. Achei normal e bom, menos uma preocupação.
Mas um dia caiu a minha ficha, percebi que não tinha mais uma menininha em casa, passando pelo quarto suite dela, me deparei com a porta aberta, quase nunca isso acontecia, sempre foi reservada até quando virou mulher, minhas irmãs e avó foram chamadas, mas não eu, olhei achando que o quarto estava vazio, vejo ela nua saindo do chuveiro indo direto para a frente do guarda roupa, aquilo me travou, era como ver a mãe dela rejuvenescida, peitos pontudos e firmes, uma pele lisa e clara, um bumbum e buceta com pelinhos de boneca. Fiquei travado, ainda bem que ela não viu, estava entretida com a música. Demorei mas voltei a mim e sai dali para meu quarto, ainda tonto e ao chegar percebi como estava duro, sem pensar muito em nada tirei a roupa e me masturbei por segundos, gozei ate o teto, como nunca antes.
Passado aquilo, bateu na minha memória, ¨e minha filha, seu retardado.¨ e tentei focar em outras coisa aquela semana, mas nada tirava aquela imagem da minha mente. Passava os dias e sempre que masturbava, só conseguia gozar pensado nela.
Fiquei puto comigo, pois, acaba passando na porta dela e sempre parava para ver se estava aberta e quando estava em casa, ela de shorts e camiseta sem sutia, fica de pinto duro. Principalmente quando sentava no sofá com as pernas dobradas, e dava para a bucetinha ou as dobrinhas da bunda. Saia disfarçando e ia bater uma no banheiro.
Tentei arrumar uma namorada, afinal, aquilo não era certo, mas só quebrei a cara, tentei comer uma, mas o pinto nem levantou, por sorte ela me entendeu, e falou que devia ser saudade de minha esposa.
Com o passar dos dias, notei que após ter saído com essa mulher, milha filha ficou com muito ciumes e de cara feia pra mim. Acredito que ate normal, mas as mudanças vieram.
Comecei a ver que ao chegar em casa, notei a porta do quarto sempre aberta, se quando passava ela saia do banheiro com a toalha enrolada, “oi pai, que bom que chegou” aquilo me deixava mais louco, mas me segurava. Outras vezes começou a vir ate a porta e pular em mim, sempre de shorts curto e notadamente sem calcinha, eu sentia aquele sexo quente enroscar nas minhas pernas e bicos duros encostando no meu peito, com beijos molhados e “eu te amo”, o pior e que fica duro como pedra e não tinha como desfarçar, ela fica pendurada em mim… em infelizmente eu não queria que ela souta-se.
Perdurou alguns semanas assim, até um dia que fui busca-la na escola e vi que estava de mãos dados a um garoto, primeiro momento deu vontade e espancar o garoto e depois pensei “que bom, assim ela segue uma vida normal” mas ainda com raiva por dentro, moloque filho da puta.
Ela entrou no carro, ficamos quietos, ate que ela me pergutou, “estava pravo comigo? Falei não, por que? “esta estranho, nem falou nada, foi por causa do menino? Eu falei que não, deixa disso, mas fica atenta, você já mocinha,,, pai, já sou uma mulher e você sabe! Mas em casa a gente conversa.
Fiquei besta, sem entender nada.
Chegamos em casa, eu gosto de tomar um banho antes de fazer um lanche e ela tambem pegou o costume. Ao sair do banho, tomo um susto ao ver minha filha sentada na cama olhando pra porta, como sou sozinho, sai completamente pelado e de pinto duro, logico que ia bater uma antes da jantar. Falei filha você tem que avisar antes de entrar, e já coloquei a mão sobre o pinto. Ela com a maior calma, mas um pouco vermelha no rosto falou “ pai, precisamos conversar, e precisa ser hoje, senta aqui, assim mesmo.
Quero que entenda que não planejei isso, mas faz tempo que sinto algo mais que amor de filha, desde que virei mulher, tenho esses pensamentos que não sai da cabeça, começou na verdade quando era pequena e vim até a porta de vocês a noite e vi você comendo a mamãe, eu não parei de olhar aquilo, hoje eu entendo que até gozei vendo essa cena, logico sai antes de vocês me verem.
Com o tempo venho me mostrando pra você mas você nem percebeu até o dia do banheiro.
– Achei que você não tinha me visto.
– Venho deixando a porta aberta a tempos, e assim que você entra em casa, eu sai do banheiro.
– Mas por que?
– Pai, eu sempre senti isso por você, e até tentei arrumar um namorado, mas nada sinto pelos meninos, só você.
– Não, acho que podemos falar com alguém, deixa eu me vestir e vamos falar.
– Não pai, eu quero resolver isso hoje,
Ela se lavantou e deixou a toalhar cair , mostrando todo aquele corpo de menina mulher, peitos duros, corpo torneado e branco e ao mirar a buceta, completamente encharcada.
Pai, eu quero você, quem melhor que o homen que eu mais amo para ser o primeiro, até assisti que em algumas tribos na africa e costume o pai tirar a virgindade da filha. Eu quero você, veja como eu estou molhada, não da mais pra ficar um dia assim.
Nisso ela venho direto pra mim, não consegui raciocionar, apenas aceite e a tomei nos braços, meu pinto entrou encostou direto na buceta dela, como estava quente e molhada,
– Pai, já gozei se de encostar em você, sei que e o certo, não quero beijo por agora, mas quero chupar você primeiro, tenta não gozar.
Eu ainda sem palavras, duro como pedra nem pensava, nisso ela ajoelhou e metou meu pinto em sua boquinha carnuda, deliciosa. Começou a chupar devagar mas depois rapido, sem experiencia.
Falei
– Devagar, se não eu não controlo, já que quer assim, deixa eu fazer você primeiro,
levei-a a cama e a deitei, admirando aquele corpo lindo, ela logo abriu as pernas pedindo para chupa-la. Mas comecei pelos seios, duros e firmes de menina, aquilo era fora do real um sonho.
Desci devagar até a sua buceta molhada, ela gemia com toda aquela sensação nova e incontrolável.
Meti a boca, que suco maravilhoso, alguns segundos senti os dedos segurando minha cabeça e um gozo deliciosa na minha boca. Naquele momento gozei sem tocar meu pinto, jatos e jatos.
Mas continuei duro como pedra, aquilo era perfeito.
-Vem pai, e isso que eu quero, ser a mamãe, você ficou muito tempo sozinho, eu preciso e você precisa de mim, como mulher… vem mete em mim goza, quero saber como é.
Nem pensava mais, era só o homen ali, coloquei a cabeça bem devagar, já senti o cabaço, e ela se mecheu, voltei mas ela já me puxou … pai eu quero, mete ate entrar e não para por nada ate gozar.
Fiz o que me pediu meti com tudo, gemeu ate chorar, mas aquele corpo quente não me deixava parar e fui mentendo ate sentir romper entrar tudo, ela me segurou e me puxou novamente e fiquei metendo até gozar.
Fui sair dela depois de alguns minutos em cima, nisso ela falou.
– Pai, ainda tá duro, continua dentro, começa de novo. Por incriável que pareça o pinto vou a ficar mais duro, continuei a meter nela, agora por mais tempo, nem acreditei.
– Pai, deixa eu experimentar e sentar?
– Você não esta dolorida?
– Não, ainda estou molhada, antes de você gozar de novo.
Me deite sem sair dela, e ela começou a cavalgar, devagar e depois pegou o jeito rapido ate que gozei..
-eu te amo com pai e homen, e não quero nada diferente,, nunca estive tão feliz.
Deitamos e largamos o corpo.
Fica para o próximo contos os dias e semanas que mudaram minha vida pra melhor.
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