Comecei a namorar uma menina de sete anos
Esse conto é a continuação de outro conto:
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Me chamo Carlos, sou gaúcho e tenho 31 anos. Sou casado com Cláudia e tenho uma filha com sete anos chamada Alice. Com a pandemia contratamos uma babá para ajudar com a menina e com as coisas da casa. A babá também tem uma filha de sete anos chamada Ana. A filha da babá fica com ela em nossa casa durante o trabalho e me aproximei muito dela nesse tempo. A aproximação com a menina despertou desejos sexuais que eu não conhecia, investi neles e descobrir que ela é safadinha e já tinha experiências sexuais. Então eu coloquei ela para me mamar até que e gozei toda a carinha dela. Neste mesmo momento eu quase fui pego pela mãe dela e tive que me esconder no quarto. De pau duro e todo gozado fui visto pela minha filha enquanto ela acordava no quarto.
Quando Alice acordou, ao ponto de processar a informação de que eu estava pelado de pau duro no quarto, veio meu alívio. Ela não viu nenhum problema na cena, talvez por ter sua inocência ainda inviolada. Só perguntou porque eu estava pelado no quarto e porque meu pipi estava assim. Falei que eu estava me arrumando para tomar um banho e me dirigi ao banheiro sem estender o assunto. Antes de fechar a porta percebi que ela já estava se arrumando na cama para voltar ao seu sono como se nada tivesse acontecido. A cena me deixou assustado, quase que minha experiência com Ana havia sido descoberta por minha filha, mas o fato de não ter sido me deixou relaxado ao entrar no banheiro. Eu entrei no banho e bati uma punheta pensando na boquinha de Ana e lembrando da forma como ela beijou o meu pau, isso tudo me deixou muito louco e eu sentia a sensação de onipotência apos ter feito aquilo. Masturbava meu pau com o rosto coberto pela água do chuveiro sussurrando “Ana vou gozar no seu rosto todo, Ana vou lambuzar sua bucetinha, Ana vou te engravidar e você vai ser minha namoradinha… Alice vou gozar em você.” E antes que eu conseguisse processar que eu pensei em gozar na minha filha, vários jatos grossos de porra sujaram a parede do box do banheiro. A sensação glóriosa que senti com Ana aos poucos se transformou em culpa. Eu gozei pensando na minha filha, eu não queria ter gozado, jamais senti atração por ela. Gozar pensando na outra menina e efetivamente gozar nela não me parecia mais nenhum problema. Gozar pensando em Alice me pareceu sujo e errado. Sai do banho e mal pude olhar para ela dormindo de bruços e de modo tão frágil em minha cama. Eu me senti mal com aquilo. Ao retornar a sala vi que Julia e Ana estavam tranquilas conversando na cozinha e pelo visto todo o acontecimento havia passado despercebido pela mãe da garota.
Os próximos dias foram muito intensos. As transas com minha mulher haviam retomado o tesão de muito tempo atrás, mas isto porque gozei muitas vezes lembrando de Ana e pensando nas milhares coisas que eu queria fazer com seu pequeno corpo. Outras vezes eu não consegui gozar porque a imagem de Alice me voltava a mente e o sentimento por ela me tornava impotente. Eu não conseguia saber se era desejo ou era culpa. Eu sentia um tesão muito grande ao pensar em Ana e um bloqueio muito grande ao pensar em Alice. Era como se Alice aparecesse como uma sombra para me lembrar que aquilo com Ana era errado. Ainda que isso tenha me atormentado um pouco, não era por isto que iria desistir de investir na garotinha que eu estava apaixonado.
Eu a a filha da babá voltamos a ter outra experiência uma semana após a primeira experiência que narrei no conto anterior, foi em um momento em qje ficamos a sós novamente. Julia iria no mercado fazer as compras do mês e eu ficaria em casa com as meninas. Era a primeira vez que ficamos apenas nós desde então. Elas estavam brincando com o tablet no quarto de Alice. Eu estava no meu quarto trabalhando em alguns orçamentos e conseguia ter a visão delas brincando através da porta. Aparentemente cada uma delas jogava uma rodada de algum jogo no equipamento eletrônico. Na vez de Alice jogar, Ana veio até o meu quarto e se aproximou de mim. Colocou a mão em minha coxa e falou a mamãe dela havia saído. Perguntei se ela estava precisando de alguma coisa e ela sinalizou com a cabeça que não. Eu não sabia se ela havia colocado a mão em mim com malícia ou de modo inocente, mas aquele toque começou a me deixar excitado. Perguntei se estava tudo bem e ela não respondeu. Olhei com atenção para ela buscando entender o que a menina desejava. Ela estava tímida e não conseguia me olhar nos olhos. Querendo tentar algo com ela, perguntei então se ela estava querendo brincar o “tio”. Ela respondeu com um sinal de sim com a cabeça. Nesse momento meu pau já estava duro dentro do calção e investi na brincadeira para ver o que aconteceria.
Falei para a garota sentar no meu colo e me ajudar a fazer o trabalho no computador. Ela sentou sobre minha perna direita e senti seu pequeno corpo quente rente ao meu. Com o pau duro, fiz de conga que estava fazendo as contas com ela e aos pouquinhos ela foi se soltando e se permitiu a pegar no meu pau por cima do calção e passar a mão. Fiquei com muito tesão e perguntei cochichando no seu ouvido se ela queria brincar com ele. Ela fez que sim em um gesto com a cabeça. Levantei e fechei a porta para evitar que minha filha visse alguma coisa, ainda que ela parecesse bem entretida brincando com o tablet no quarto ao lado. Após fechar a porta, peguei Ana no colo e a deitei sobre a cama. Coloquei-a de barriga para cima e fiquei ajoelhado, com um joelho de cada lado da menina. Seu corpo parecia menor ainda em contrate com o meu na posição em que estávamos. Baixei um pouco o calção e a cueca de modo que saísse meu pau para fora. Dava para sentir um cheiro forte pois não havia tomado banho ainda, mas aparentemente isso não a encomodou. Perguntei se ela gostaria de brincar novamente com meu pau. Ela respondeu em sinal que sim. Eu estava com a cabeça do pau bem babada e pedi para ela colocar o dedo na baba e provar. Ela fez exatamente o que pedi e então avancei pedindo para que ela beijasse meu pau como havia feito antes. Tirei minha bermuda e cueca, ficando apenas com a camiseta da agropecuária. Coloquei meu meus joelhos ao lado na cabeça dela e dobrei meu corpo para que meu pau ficasse em frente a sua boca. Ela começou a beijar e mamar com bastante vontade, como se fosse um bezerro se alimentando com aquilo. Cada ver que eu sentia sua boquinha sugar o que conseguia da cabeça do meu pau, eu estremecia de prazer. A mistura de doçura e perversão da cena me deixava completamente louco com aquilo. Aos poucos comecei a forçar a entrada do pau em sua boca e fui sentindo até onde ela aguentaria. Entrou quase a metade e ela me deu uma mordida, talvez aquele fosse o limite. Tirei o pau e ela me pediu desculpas, com vergonha e medo por ter feito aquilo. Falei que estava tudo bem, que isto acontecia e não tinha problemas, mas ela falou que o tio dela batia nela quando ela fazia isto. Fiquei indignado mais uma vez com aquele homem por são saber tratar bem uma preciosidade como Ana. Falei que eu não bateria nela e apenas lhe daria amor. Pude ver sua expressão de felicidade através de um sorriso em seu rosto. Falei que eu queria brincar mais, e levantei o vestido dela abaixando a calcinha da Barbie. Tive a primeira visão de sua bucetinha. Era lisa, rosinha mas um pouco grande para sua idade. Pensei que seu tio já havia explorado esta parte do corpo e perguntei a Ana se ela já havia brincado com ela. Ela disse que ele lambia e colocava o piupiu. Fiquei com raiva por aquele homem brincar com o corpo da menina por quem eu estava apaixonado e falei que iria brincar melhor com ela. Acho que falei isto buscando ser melhor do que seu tio, eu estava com ciúme. Mal terminei de falar isto e eu já estava chupando sua bucetinha.
Comecei com pequenos beijinhos e aos poucos fui dandos beijos usando a língua. Os beijos se transformaram então em chupadas e linguadas com muita vontade. Eu buscava lamber o pequeno clitóris dela e ela começava a gemer de prazer. Aquela cena me transformou em um animal. Eu estava fora de mim e pouco me importava se fosse visto por alguém ou se o barulho estivesse alto. Ter aquela bucetinha na minha boca fazia qualquer coisa valer a pena. Meu pau estava duro feito rocha e eu batia uma punheta enquanto brincava com ela. Eu me lambuzava todo em sua buceta, sentia aquele cheiro e queria cada vez mais. Passava minha lingua e roçava minha barba como quem via uma buceta pela primeira vez. Uma como aquela eu realmente via pela primeira vez. Ela sentia cócegas com a barba roçando e dava risadinhas junto com os gemidos e eu olhava para ela e percebia o quanto estava apaixonado por aquela garota. Tal paixão só me fazia querer me transformar em um junto a ela. Eu queria ter meu pau dentro dela e a preencher com meu amor. Comecei a dedar sua bocetinha com um dedo, depois dois até que eu estava com três dedos dentro dela. Ela gemia alto e estava com os pequenos olhos fechados. Eu a beijei enquanto dedava e senti sua boca macia junto a minha. Após o beijo mordi seu queixo e seu pescoço. Perguntei se podia brincar com meu piupiu na perereca dela, como o tio dela fazia, e ela falou que não sabia de uma forma insegura. Afirmou que o tio machucava ela as vezes nessa brincadeira. Eu falei que não a machucaria e que o tio dela era um rato e não um homem, ela não entendeu muito bem a comparação, mas confiou em mim e me permitiu me aproximar mais dela.
A deitei de frente para mim onde podia ter a visão de quase todo seu corpo com o vestido dela levantado. Peguei um lubrificante na mesa de cabeceira e passei em meu pau e em sua buceta para não a machucar. Fui passando a cabeça do meu pau na entrada de sua buceta e brincando com ela. Eu dava beijos e fazia carinho para que tudo aquilo fosse uma grande brincadeira e ela ficasse confortável. A estratégia surtia efeitos porque aos poucos a cabeça começou a penetrar. Certamente seu tio já havia penetrado muitas vezes, pois ao contrário, não teria tanta facilidade nessa entrada. Fui colocando meu pau nela e falando para ela relaxar. Ela fazia como eu pedia e seu corpo estava completamente entregue a mim. Quando chegou na metade do meu pau comecei a encontrar dificuldade de afundar mais e ela começou a gemer de dor. Comecei então a fazer leves movimentos de vai e volta com a cintura. Ela se soltou toda e parecia estar gostando daquilo. Já eu estava mais do que gostando, estava amando a forma como eu possuía aquela pequena mulher em minha cama. Me sentia completo com aquilo, e queria falar para ela. Eu cheguei com o rosto perto do rosto dela e olhei no fundo de seus olhos. Via em seu olhar a fronteira entre a inocência e a malícia. Seu olhar era de alguém que pedia proteção e também de alguém que sabia que era admirada. Eu precisava falar para ela o que sentia e meio sem jeito falei “eu te amo garotinha”. Ela sorriu ao receber a mensagem. Eu a amava como um amante e a amava como um pai, figura que ela não teve. Eu queria ser a figura masculina na vida dela, não queria que seu tio abusivo fosse e por isso precisava deixar claro que a amava. Enquanto isto, eu aumentava as estocadas em sua bucetinha. Estava colocando com considerável velocidade e força, quase todo meu pau já estava entrando nela e seus gemidos preenchiam o ambiente. Eu estava como um animal no momento de acasalamento ou caça. A única coisa que importava para mim era me transformar em um com aquela garotinha que sumia em meio ao meu corpo. Perdi o controle de tudo e não queria jamais sair daquele momento. Eu já estava cansando mas não queria gozar antes que ela, mesmo que nem soubesse se ela gozava ou quanto tempo ainda tinhamos para continuar. Ainda com a vontade protege-la que tomava minha cabeça, perguntei com a voz ofegante se ela gostaria de namorar comigo. Ela pareceu demorar um pouco para entender a pergunta, mas respondeu que sim com sua voz doce cansada de gemer no meu pau. Eu fiquei muito feliz que não estava mais me segurando. Eu estava namorando com aquela garotinha de sete anos. Estocando forte tive uma surpresa e senti seu corpo ficar todo mole sobre a cama enquanto seus olhos reviraram. Pensei que provavelmente ela havia chegado ao ápice com uma espécie de orgasmo. Isso me cativou mais ainda e em seguida também atingi o ponto máximo. Gozei muito dentro de sua bucetinha. Gozei vários jatos de porra como não lembrava de ter feito em muito tempo. Eu preenchi toda ela com o máximo de amor que um homem da a uma garota, a própria porra. Eu estava tão casando após gozar que deixei ela presa em baixo do meu corpo um tempo. Mal conseguia acreditar no que havia acontecido. Eu havia pedido uma criança de sete anos em namoro e ela aceitou. Eu havia lambuzado toda a bucetinha dela com minha porra. Ainda com o pau dentro, eu sentia a porra escorrer e sujar toda a cama. Estávamos ambos um poucos zonzos após aquilo, mas nós olhamos e sorrimos. Percebi que não era apenas tesão ali, mas tinha algo a mais, tinha um laço de amor se construindo.
Eu sai de cima dela e pude ver sua buceta com um tom mais avermelhado pela penetração e coberta de porra. Meu pau e a cama também estavam. Deixei-a ditada na cama e peguei um papel higiênico no banheiro para me limpar. Após isto comecei a limpar ela e, olhando sua bucetinha, tive vontade de chupa-la. Olhei para o relógio vi que havia tempo para uma rapidinha. Cai mais uma vez de boca nela e pude provar o gosto da minha porra em toda ela. Eu a limpava e me delíciava no ato. Estava batendo punheta enquanto isto e rapidamente gozei de novo. Desta vez os jatos foram todos no lençol da cama. Respeitei fundo, me limpei e a vesti. Após isto pedi para ela sair do quarto e voltar a brincar. Falei que agora ela era minha namoradinha, mas era para mente tudo em segredo. O problema é que ela não manteve…
Este foi meu segundo conto onde narro a história de como comecei a namorar com Ana. No próximo conto vou falar um pouco mais sobre a forma como minha relação com ela atravessou minha relação com minha filha Alice. Avaliem e comentem a baixo. Um salve a todos os tarados!
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