sexo com femea canina
EU sempre tive uma grande atração por animais. Na verdade eu penso que todo ser humano deveria ter algum animal de estimação.
Com seis anos de idade ganhei meu primeiro animal, que no caso era um cachorro poodle que desapareceu de casa misteriosamente,
até hj desconfio que uma vizinha tenha levado ele pra longe do bairro, afinal ele vivia cavocando no jardim dela...
Depois de sofrer por uns dois meses a ausencia do meu poodle meus pais resolveram não adotar nenhum animal até que eu já sou-
besse cuidar dele sozinho. Era muito desgastante minha mãe ter de organizar a casa, cuidar de mim e meus irmãos e ainda dar conta de
um animal.
Anos mais tarde eu já nem me lembrava mais do meu cãozinho desaparecido, mesmo pq com 25anos eu estava numa rotina de trabalho
e fazendo faculdade o que nao me deixava tempo nem pra pensar na minha namorada que eu tanto amo.
No começo desse ano, exatamente numa segunda feira eu tinha ficado de hora extra no serviço e cheguei em casa por volta das
21:00 e tão logo estacionei o carro na calçada percebi que tinha um cãozinho encostado no muro bem pertinho do portao social.
Meu primeiro instinto foi de espantar o cachorro pra me livrar dele. Até bati o pé com força e tentei assusta-lo mas de nada
adiantou, acho até que o animal achou que eu estivesse brincando e ficou em pé e abanando a cauda como se estivesse feliz em me ver
ali.
Foi neste instante que eu percebi que se tratava de uma linda fêmea. pra ser mais especifico era uma linda labrador de cor ama-
relo e alguns tons de caramelo o que a deixava ainda mais linda parecendo uma cadela bem tratada e saudavel.
Neste momento me veio a lembrança do meu cãozinho de infância e por esse motivo resolvi ficar brincando com ela ali mesmo no
portao até que minha mãe sai no quintal e me chamou pra jantar.
Eu não poderia simplesmente deixa-la na calçada, fechar o portao, e continuar minha rotina normal. Quando me levantei pra en-
trar ela me olhou com carinha de quem diz "me leva junto também vai" e eu sem pensar duas vezes, abri o portao e deixei ela entrar
no quintal.
De ínicio minha mãe reclamou, argumentou de que a cadela devevia ter donos e que em breve eles iriam aparecer mas logo entendeu
que não tinha jeito, aquela cadela escolheu a nossa casa pra morar.
No dia seguinte, antes mesmo de ir trabalhar levei a minha nova companheira no veterinário e ele foi super camarada e me deu
todas as informações necessarias. Assim como eu havia dito, ela era mesmo uma labrador, tinha aproximadamnte uns 10 meses e estava
bem tratada e com a saúde em dia. _ "Vc tem um belo animal", foi o que o veterinario concluiu
Depois da visita ao veterinario fui trabalhar mas com a preocupação em escolher um nome e também um lugar pra acomodar a minha
labrador. Minha mãe já tinha avisado de que não queria ela nem na garagem e nem na lavanderia e eu não queria deixa-la solta no quin-
tal, afinal meu quintal é gramado e isso iria dar confusão na certa.
O nome foi meu irmão mais novo quem escolheu, POLY!! esse seria seu nome.
Pelo telefone eu comprei uma casinha de cachorro e mandei entregar em casa e assim que voltei do trabalho a POLY já tinha a sua
própria casa. Durante um mês consegui convencer minha mãe a deixar a casinha da POLY na garagem, mas a paciencia dela se esgotou e
eu tinha que dar um jeito naquela situação.
Passei uma noite toda acordado pensando numa saída e não encontrei outra alternativa a não ser, ou deixa-la pra ser adotada num
pet shop ou entao deixa-la dormir dentro do meu quarto que na verdade é separado da casa dos meus pais.
Pronto! estava decidido! durante o dia ela ficaria no quintal e assim que eu chegasse do serviço ela ficaria na casa dos fundos
junto comigo. Achei que seria ruim ter um animal dentro de casa.
Até entao eu não sabia o quanto essa raça é carinhosa e brincalhona...é claro que eu perdi a privacidade de assistir tv e ficar
horas jogando na net, mas eu não podia reclamar pois a POLY era extremamente calma e carinhosa..
Depois de ter feito suas necessidades no quintal e ter comido sua ração ela se deitava no tapete da sala e ali ficava até o ou-
tro dia na hora de sair novamente.
Chegou a época de inverno e a POLY já estava com um ano e tres meses, e depois de pesquisar na net descobri que ela estava na
fase de entrar no cio. Até me passou pela cabeça mandar castra-la, mas com tanta correria do dia a dia não tive tempo de fazer isso.
Numa quinta-feira que parecia ser igualzinha a todas as outras eu cheguei em casa. fiquei um tempo na casa da minha mãe, jantei,
e fui pro minha casa no fundo do quintal, a POLY não fez festa na hora que me viu, pra ser franco ela nem se levantou de onde estava
deitada, achei estranho e fui ver o que estava acontecendo e logo que cheguei perto dela percibi que ela estava entrando no cio, notei
alguns pequenos pingo de sangue mas nao me preocupei, pois eu já estava esperando isso.
Lógico que seria um período complicado, minha preocupação era que os cachorros da rua ficassem latindo no portao ao sentir o odor
do cio da minha companheira, por esse motivo resolvi deixa-la presa na coleira durante o dia e só soltar anoite quando eu estivesse em
casa.
Já bem informado sobre o assunto só me restava esperar passar os 15 dias de cio da cadela.
Nos primeiros sete dias ela ficou impaciente e por vezes eu ficava morrendo de dó de deixa-la presa, mas não tinha outro jeito.
Quando entrou no oitavo dia o sangramento parou e eu fui examina-la pra ver se estava tudo normal. Não acreditei o quanto a vulva da
minha cadela estava inchada. Incrivelmente minha cadelinha tinha se transformado, em apenas sete dias, e agora estava desfilando den-
tro da minha sala com a cauda empinada deixando a mostra aquela vulva enorme e suculenta parecendo um pêssego cortado ao meio.
Já no Nono dia de cio ela já estava mais animada e não ficava mais deitada..pelo contrario..aonde e ia ela tb vinha atras aba-
nando o rabo se esfregando na minha perna e simulando umas bombadas eroticas.
Nessa noite eu estava meio chateado devido a um desentendimento com minha noiva. Cheguei em casa umas 20:00 e já fui direto pro
quarto deitar e pensar na vida. Eu nunca deixei a POLY dentro do meu quarto, ela se restringia a circular na sala e no quintal, mas nes-
se dia eu nem percebi a presença dela ao lado da minha cama com a carinha de carente pedindo um cafuné. Sem pensar e sem intenção nenhu-
ma soltei o braço pra fora da cama e logo a POLY começou a lamber a minha mão. Acho que só me toquei disso depois de uns cinco minutos
que ela já estava lambendo e ae prestei atenção na textura da lingua dela. Nunca tinha notado o qto é aspera e macia ao mesmo tempo, a
lingua dela agarrava na minha pele e puxava me proporcianando uma sensação diferente mas muito prazerosa.
A curiosidade deu lugar a minha chateação e logo me vi brincando com a POLY e fazendo com que ela lambesse meu braço todo.Fica-
mos nessa brincadeira de lambidas uns 20 minutos e decidi que eu precisava de um banho pra relaxar e esquecer a tal briga com minha na-
morada. Tomei um banho demorado e ao voltar pro quarto encontrei a POLY toda folgada em cima da cama e abanando o rabo na maior felici-
dade. Achei engraçado e nao tive como mandar ela sair. Ela me fez um carinho lambendo minha mão e eu nao poderia mandar ela embora do
quarto. Apenas afastei ela pro lado da cama e me deitei ao lado dela acariciando seu pescoço enquanto assistia tv.
Mesmo com o frio do inverno resolvi apenas me cobrir com uma manta e ficar pelado assistindo a um filme que na verdade eu nem
estava prestando atenção.
Vagarosamente eu sentia que a POLY se aproximava do meu corpo. Achei que ela estava com frio e num impulso a cobri com a mesma
manta que eu estava usando. Em segundos meu corpo já estava bem proximo ao dela e involuntariamente reparei que meu membro ficou duro.
Levantei a manta e fiquei segurando a rola sem intenção nehuma, mesmo com ela dura eu estava tranquilo..apenas mexendo no pau.
Denovo a POLY começou a lamber meu braço e lentamente sua lingua estava explorando meu braço cada vez mais pra baixo até o ponto
onde eu estava com a mão, ou seja, na rola!!
Minha cadela estava carente, precisando de carinho, e eu estava meio chateado, e por isso nem tentei afastar aquela lingua quen-
te e aspera que já explorava toda minha rola inclusive a cabeça que neste instante começava a soltar uma babinha que logo era sugada pe-
la lingua feroz.
Eu já nem pensava no dia fatidico que eu tive. Meu tesao já estava a flor da pele e eu já estava acariciando a barriga da minha
companheira que nesta altura estava de barriga pra cima, com as pernas bem abertas e com a vulva toda molhada de tesao.
Meu tesao era tanto que por vezes eu precisava apertar a cabeça da rola impedindo a proxima lambida. caso contrario eu iria ex-
plodir em jatos de porra e de prazer. A textura da lingua da POLY era algo que eu nunca tinha imaginado. Com aqueles 12 centimetros de
lingua ela podia envolver meu membro dando uma volta de 360º e depois puxar de uma só vez pruduzindo a sensação de que meu pau estava
sendo massageado e sugado ao mesmo tempo. Era deliciosamente agonizante ter aquele músculo envolvendo a cabeça da minha rola me fazendo
quase gozar a cada linguada que ela me aplicava.
Eu já não estava mais aguentando de tanto tesao, Meu corpo já não respondia ao meu comando...percebi que o tesão já estava domi-
nando a situação e eu não tinha o que fazer a não ser aproveitar cada segundo daquela tortura de tesao e de prazer...
Num momento de lucidez tive que falar duro com a POLY afim de que ela paresse de lamber o freio da cabeça da minha rola. Ela mes-
ma estava num desespero tão intenso que dava a impressão de que ela sabia o que iria sair de dentro do meu pau, e por isso ela lambia
freneticamente me fazendo contorcer de tesao na cama.
Consegui afasta-la do meu pau e ae pude resgatar o controle da situação. Agora sim seria a minha vez de comandar, agora estava na
hora de retribuir o tesao que ela me deu...e confesso que devolvi em dobro..
Devagarzinho comecei acariciar seu peitoral, fui descendo pra barriga levemente passava a mão nas suas virilias e logo ela mesma
se virou de barriga pra cima como se estivesse oferecendo seu corpo pra ser usado.
Minha rola não parava de babar, pulos involuntarios revelavam que meu pau precisava sentir o calor daquela vagina e num instinto
de um animal macho passei a mao em cima da vulva da minha cadela e notei que meus dedos ficaram lambuzados com o nectar que a buceta dela
tinha produzido.
Outra passada de mão sobre a xana dela e mais nectar lambuzava meu dedo. Eu já tinha resistido tempo demais...minha mente não permi-
tia penetrar aquela buceta, mas meu instinto animal me falava o contrário.
Como posso resistir a uma fêmea carente na minha cama, de pernas abertas, vagina todo lubrificada e com a carinha de quem precisa
ser fudida?
Deixei de pensar racionalmente eu me deixei levar pela curiosidade, anciedade e necessidade de faze-la realizada.
Minha companheira já estava totalmente entregue e relaxada apenas esperando seu macho pra descobrirem juntos o prazer de uma transa
de um homem com uma cadela.
Aquilo tudo pra mim era novo e por um instante a insegurança quase me impede de experimentar algo que seria, e foi, a melhor transa
da minha vida...
Com muito cuidado pra não dispersar o transê em que a minha cadela estava de tanto tesao eu me sentei de frente pra ela, abri minhas
pernas e com muito jeito consegui fazer com que ela ficasse entre minhas pernas com a buceta direcionada pra meu membro. Com uma das mãos fi-
quei acariciando sua barriga e com a outra mão segurei no meu pau e comecei a pincelar a cabeça da rola naquela vagina totalmente molhada e
que a cada pincelada da minha rola se abria e fechava como se estivesse esperando o momento certo de me abocanhar. O desejo de ser penetrada
era visivel, e a cada vez que a cabeça da minha rola encostava naquela buceta ela se contraia e relaxava automaticamente.
Sem parar de acariciar sua barriga estiquei o pau pra baixo fazendo com que a glande ficasse bem esticada e exposta, juntei saliva na
boca e cuspi no meu pau.
A xana dela não parava de se contrair e nao tive outra alternativa a não ser encostar a cabeça da minha rola na buceta dela.
Foi apartir dae que percebi que a vagina de uma cadela é totalmente diferente de uma mulher.A começar pela temperatura.
Inacreditavel !! essa é a palvra correta !!..Nunca imaginei que meu pau algum dia fosse experimentar algo tão envolvente.
Bastou colocar a cabeça da rola na "capa" que cobre a vagina da cadela, que senti que minha rola estava entrando numa fornalha de prazer.
Era um calor que não queimava e sim te envolvia a ponto de vc não conseguir retrair. Depois que a cabeça entrou senti bem na ponta da rola um
obstaculo. Na minha ignorancia aquele era o limite que eu poderia penetrar e com medo de gozar procurei ficar imovel pro meu tesao e adrenalina
abaixar um pouco. Foram exatamente tres minutos parados e comecei a sentir que aquele obstaculo começou a ter um movimento e logo percebi que
se tratava de um tipo de anel vaginal.
Eu tinha ido até esse ponto e por nada eu iria retroceder. Apenas fechei os olhos e me deixei ser seduzido por aquele anel que foi se
abrindo bem devagar e um calor dando a passagem justa e apertado pra que a cabeça da minha rola entrasse. Eu já não sabia como agir e por isso
continuei inerte esperando o desconhecido. O anel ainda se contraia e antes que eu tomasse a iniciativa de começar a explorar esse anel senti que
algo começou a sugar a minha rola e neste instante ouvi minha cadela grunindo e gemendo bem baixinho de prazer. Aquela sucção já tinha devorado a
cabeça da minha rola, ou seja, meu pau já tinha ultrapassado o segudo orificio que tem dentro da vagina da cadela e qual foi minha surpresa qdo
olhei pra baixo e notei que todo meu pau já estava dentra da Poly.
Agora sim eu podia relaxar e aproveitar dessa caverna quente que envolvia todo meu pau...eu podia sentir todos os músculos da vagina dela
mastigando minha rola da base até a cabeça e além de toda essa massagem peniana o anel que já estava contraindo começou a sugar com mais força e
algo como se fosse milhares de tentáculos grudaram na cabeça da minha rola segurando e sugando fortemente.
confesso que fiz uma certa força pra tirar minha rola daquele tunel dos prazeres mas foi em vão!
Como um cachorro feroz. como um garanhão, como um animal irracional eu estava grudado na minha cadela. Agora eu e a POLY estavamos grudados,
estavamos ligados pelo membro e pela vagina.
Reparei que ela estava incomodada e que estava procurando uma posição confortavel. fiquei com medo de forçar a retirada da rola e acabar me
machucando e por isso deixei que ela mesma fizesse o serviço. Com uma certa dificuldade ela mesma conseguiu ficar em pé e os movimentos dela me in-
duziram a fazer o mesmo. E como a natureza é sábia logo uma das minhas pernas passou por cima da POLY me deixando na posição de quatro tb..Resumindo
ela estava de costas pra mim e eu de bunda pra ela como se fossemos um casal canino acoplado um ao outro...
Eu não pensava em nada. Só ouvia bem de longe a respiração ofegante da minha cadela e sentia a musculatura da vagina dela contraindo com meu
pau lá dentro. Ficamos assim por certa de 15 minutos. minhas pernas estavam moles de tanto tesao...a agonia de gozar tinha me contaminado, eu me
desconhecia, nunca tinha entrado em transê de tanto prazer...Senti uma enxurrada cremosa e super quente passando na minha rola e descobri que a mi-
nha fêmea estava gozando, gozando como se fosse um rio de prazer onde meu pau estava dentro dele. Já quase me contorcendo de tesao senti minha porra
inchar meu penis e logo depois um jato de esperma invadiu o canal da uretra transportando todo meu semem pra dentro da cadela. Nunca gozei tão forte..
Parecia que os jatos de porra inundaram toda a vagina da minha fêmea e não demorou e senti o anel se laciando e liberando o meu caralho pra
poder me desprender da minha cadela.
Mesmo cansada a POLY ainda se lambeu toda...lambeu cada gota de esperma que eu a presentiei e depois veio lamnber meu pau como se quisesse
deixar tudo limpinho como estava no inicio...parecia que a lambida dela era um agradecimento por ter sido realizada e que apartir daquela noite
iriamos transar quase toda noite.
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