Aos 17, voltando de madrugada de uma balada, cheio de tesão. Transei com uma baita cadela bucetuda
O que relato a seguir, aconteceu há algum tempo...
Na época era adolescente de 17 anos, loiro, hormônios á flor da pele. Dono de um pênis de 19 cm e bem grosso. Nada baixava meu pau. Já havia fodido muitas cadelas incontáveis vezes. Já tinha feito sexo com vacas e experimentado dar o pau para os terneiros mamarem o que foi ótimo, um boquete sofrido mas alucinantemente delicioso. Das primeiras vezes deixa o cara com as pernas se forças e parece que os testículos vão sair pelo pau de tanto gozar. Acho que todo homem deveria experimentar um vácuo tão forte quanto o sugar de um terneiro querendo porra!
Era umas 03:00 da manhã e eu vinha para casa de uma festa. Tinha bebido algumas cervejas e havia passado grande parte da noite enroscado com uma garota que no final das contas não transou comigo, o que resultou em um tesão imensamente gigante que deixou meu cacete pulsando nas calças.
Eu vinha de motocicleta, Honda CG125 97, farol que parecia uma vela, bem devagar quando vinha pela estrada no sentido contrário a mim, um cachorro enorme, seguido por outros dois menores atrás. Resolvi parar um pouco antes e conferir o que para minha sorte, era uma cadela. Eu fiz carinho nela e quando passei a mão na xoxota da danada, ficou evidente que ela estava no início do cio, já que minha mão veio molhada. Quando percebi a situação da cadela, meu pau começou a latejar na bermuda e já me imaginei 5 minutos depois engatado nela e me deixava ansioso.
Como estava escuro, à luz da lua, longe de casas e sem a possibilidade de alguém passar pela estrada, resolvi que seria alí mesmo que eu faria sexo com àquela cadela em período fértil, afinal eu era um macho com tesão e ela uma fêmea no cio, ainda que nossa transa não pudéssemos reproduzir, iríamos matar a vontade de ambos, um favor para os dois já que queríamos...
Ainda que um pouco alterado pelo efeito das cervejas, fui para a parte traseira daquela cadela grande e de mão boba dando uns carinhosos tapinhas na bucetinha inchada dela que apenas respondia com uns pequenos choquezinhos, mas paradinha, parecendo receptiva a este macho que a queria traçar. Me ajoelhei atrás dela e ficava passando a mão naquela vagina grande, de baixo para cima e deixando um dedo sempre esfregar na entradinha da racha, meio que abrindo os beicinhos. Devo ter feito esse movimento umas 10 vezes apenas, quando a buceta dela começou a ficar tão molhada que pingava, molhou a mão e me deixou louco de tesão querendo colocar meu pênis que a essa altura estava doendo, para dentro dela e explorar o prazer em ambos. Ela estava tão doida para dar quanto eu em preencher sua buceta com meu cacete.
Baixei a bermuda, pequei meu pau e esfreguei a cabeça no melzinho que estava saindo da buceta, deixando a cabeça do pau bem molhada já que ele desapareceria enterrado dentro dela em fração se segundos, se não fosse a altura dela que eu de joelhos, só o pau pincelava na rachada, eu teria que ficar meio de cócoras para finalmente penetrar ela o que para surpresa não foi preciso...
Quando estava de joelhos, pincelando a cabeça do pau na vagina inflamada de tesão, ela ficou dando pulinhos sentando no meu colo, tipo querendo “espetar” a buceta no meu pênis duro. Tive que segurar na cintura dela para direcionar as sentadinhas que ela dava e quanto a cabeça do pau abriu os beicinhos, abrindo caminho para àquele buraco infernalmente quente, nem tive a chance de meter, ela simplesmente sentou com tudo em cima da minha virilha, enterrando meu pênis de 19cm numa sentada só. Que sorte que tive. Ela queria mais que eu. Lá dentro, meu pau estava em uma fornalha de tão quente, úmido e um tanto apertado, mas nada como ainda estava por vir...
Fiquei uns 30 segundos parado, com o pau dentro dela, sentado em cima de mim, mas nada acontecia e resolvi começar a socar nela. Comecei dando uns movimentos para encontro do traseiro dela, o que fazia meu pênis entrar um pouquinho dentro da vagina dela. Caralho, que quente que era. Coloquei as duas mãos na cinturinha dela e consegui socar nela umas 20 estocadas no máximo, até ficar tudo ensopado da lubrificação dela e eu sinto começar a escorrer na perna. Me levando para tirar a bermuda, já que não queria sujar a roupa e não ter como explicar...
Quando me levando para tirar a bermuda e ficar pelado da cintura para baixo, a cadela se vira, me olha e começa a lamber meu pau. Deu umas duas lambidas de surpresa, mas não a deixei fazer, já que minha vontade estava totalmente direcionada para a parte de trás dela. Fiz um carinho e quando me ajoelhei ela só se virou e ficou de bundinha para mim, mostrando o tamanho do que ela queria que eu comesse e para meu desespero, era gigante e pingava um mel viscoso que lubrificava a vagina dela, de tanta vontade que a coitadinha estava. Só peguei com uma mão na cintura e puxei para minha pica. Encaixei e ela com mais desespero que eu, ajudou a encaixar e ir ao meu encontro. Caralho, foi bom demais. Adoro até relembrar...
Estávamos os dois alí no escuro, no meio da estrada, parados eu atrás daquela cadela tesuda no cio, metendo na buceta dela, num vai e vem bem gostoso, molhadinho, quente que não dava vontade de parar nunca. Uma delícia.
A cadela era bastante grande, mas ela ficava contorcida sobre minha pica, curvando a parte traseira dela para que eu pudesse meter nela com bastante vigor e virilidade. Uma transa que vale a pena repetir.
Como eu estava um pouco alterado por conta das cervejas, a vontade de gozar demorou bastante e pudemos ficar transando por uns 45 minutos, aumentando e diminuindo o ritmo das estocadas. Eu fazia com carinho até que ela ficava um tanto impaciente e daí eu reagia socando com bastante vigor o que parecia ela gostar muito.
Ela de 4, eu de joelhos atrás dela. Eu via meu pênis entrando e saindo da bucetona dela, uma cena de dar muito tesão. Puxava o pau, parecia que a vulva dela mordia meu cacete e uma parte vinha junto, revelando uma xoxota maior ainda. Eu empurrava para frente mais lentamente e a vulva ia prendendo, mas como estava bem molhado, era visível o pau desaparecendo na racha a dentro, com aquele volume dela bem saltado de encher os olhos. Relembrando me deixa de pau duro até hoje. Foi uma transa deliciosa numa madrugada de sexta à noite, pude meter por bastante tempo numa vagina quente, sedenta por pica. Aproveitei que ela estava no cio, querendo instintivamente se reproduzir, para matar minha vontade e a dela, pelo menos por algumas horas, já que sei que ambos iriam querer novamente depois.
Fodi com muito prazer, tesão e vontade a buceta daquela cadela até então estranha, na estrada deserta, apenas à luz da lua. Estávamos matando nossas vontades, apagando o fogo, o desejo que nos consumia, fazendo um favor para ambos. Um instinto da reprodução ainda que entre uma cadela e um homem e não possa gerar prole, era uma sacanagem biológica deliciosamente permitida naquele ato sexual entre uma fêmea e um macho. Porque tem que ser tão gostoso...
Fodemos bastante e com muita vontade até que sinto que se aproximava a hora de gozar e acelerei ainda mais. Isso fez ela contrair intensamente e esmagando meu pênis dentro dela. Uma mistura de prender com mastigar, apertar, uma coisa muito boa. Em segundos ela estava ensopada, encharcou meu pau e acabei gozando enormemente dentro da vagina dequela cadela faminta por sexo. Puta merda, que transa boa. Quando tirei o pênis dentro da buceta dela, eu estava enxarcado de suor, molhado dos líquidos lubrificantes dela da cintura para baixo. O resultado daquele entrosamento sexual era uma catástrofe.A buceta dela estava um buraco inchado e meu pau bastante inchado também, de tanto socar, meter, enfim, foi um estrado delicioso.
Me levantei de trás dela e ela ficou alí parada se lambendo e limpando, mas não parecia querer ir embora. Ficou perto de mim. Acho que ela estava ainda em transe por ter tido mais de um orgasmo em 45 minutos de sexo. Pelo menos eu estava muito feliz. O papel de macho desempenhado com sucesso e satisfação.
Ficamos alí na estrada, no escuro, metendo por uns 45 minutos num vai e vem louco até que ela começou a apertar a vagina e prender a cabeça do meu pau o que eu deixei acontecer sem nenhuma resistência. Ela estava tendo um orgasmo para minha satisfação. Eu sentia que a cabeça do pau estava depois do anel que prendia me pau dentro dela e lá parecia estar encharcado de líquido e sem esforço ou resistência, deixei derramar dentro dela meu sêmen o que ficou saindo por umas 20 pulsadas e quando puxei o pau para fora dela, escorreu porra e o líquido dela...
Vesti as calças e fui para casa com as pernas bambas, satisfeito sexualmente e com sentimento de dever cumprido. Não sei de quem era àquela cadela e nunca mais a vi. Foi caso de uma transa apenas e foi bom pra caralho... Nos dias seguintes passei algumas várias vezes pela mesma estrada na esperança de reencontrar àquela cadela gostosa, mas não tive sorte.
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Sexogang
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