Cuidando da fazenda sozinho, a cadela foi pra rola p.II
No relato anterior falei sobre minha foda com a Rajada, a cadelinha da fazenda, nós transamos e eu fui dormir. Como eu estava muito exausto, dormir até tarde, nem queria levantar, quando o telefone tocou, esses comuns de zona rural com antena, era minha mãe para perguntar se estava tudo bem, ela até me deu brinca por não acordar cedo para alimentar os animais, mas aí eu desdobrei e disse que já iria fazer isso, mas nada, voltei pro sofá.
Quando sai do sofá, Rajada ficou dormindo, quando voltei, fiz de tudo pra ela não se espantar e deitei devagarinho, ela estava em minha frente, deitada também, de ladinho. Então tentei cochilar um pouco mais, porém não consegui, em minha mente estava fresca a lembrança de que eu havia traçado a cadelinha, mas ao mesmo tempo que eu estava puto comigo mesmo eu tava com tesão, a sensação tinha sido ótima. Logo então a rola deu um salto, ficou dura, e já que o meu consolo tava na minha frente deitada, comecei a fazer carinho.
Ela nem se alertou, só mexeu a orelha, eu passei a mão na xereca, fiz carinho lá e comecei devagarinho batendo uma
Siririca nela, ela não se espantou, mas ficou mexendo as orelhas. Levei o pau até o lugarzinho e tentei botar, ela tomou um susto e virou a metade do corpo, mas ficou com a traseira arriada, eu levantei e subi em cima, com um pé no chão e outro no sofá dobrado segurei e fiz força sobre o corpo dela para ela não escapulir, então consegui botar, foi quando ela gruniu, lá de fora o Oto escutou e danou-se a latir.
Nesse momento eu fui enfiando devagarinho até ficar tudo por dentro, a satisfação era enorme, quem já deu uma atolado numa bucetinha dessas sabe do que eu estou falando, nem me movimentei, só curti o momento, passei a mão nela, na barriga, orelha, fiz bastante carinho e então comecei a tirar, bem devagar, tava toda lubrificada, parecia gel, e fui tirando até que saiu, meu membro todo lambuzado de lubrificante de cadela, o cheiro nem era ruim, mas era forte.
Quando botei novamente, desceu liso, parecia uma buceta carnívora engolindo minha pika, então não tinha motivos para me segurar, estiquei com força e cada vez mais veloz, dava até pra escutar as batidas. E foda vai, foda vem, ela começou a pingar, foi quando me preocupei porque caiu no sofá, então levei ela para o chão para terminar, já não estava muito longe de acabar. Foi quando eu senti a vontade, logo ali tirei de dentro e fui caminhando para o banheiro, ela estranhou e foi a trás, já que ela queria mais.
Chegando no banheiro esperei ela entrar, posicionei ela de costas, fiquei de quatro e mandei brasa, rola naquela buceta, não tinha nada a perder mesmo, aumentei a velocidade até ela dar um gemidinho e nesse momento, minha rola encheu a bucetinha dela de gala, quer dizer, não encheu tanto porque eu havia gozado na noite passada, mas de pra escorrer, por esse motivo eu quis fazer no banheiro, para não melar outra parte da casa, e alí mesmo eu dei banho nela, passei até sabonete na xoxota dela.
Nesse dia eu decidi deixar a boneca presa, para o parceiro dela não tentar comê-la, já que os dois iam ficar presos e separados. Acabado ali, fui dar comida aos animais, todos, sem exceção, a bezerrinha eu deixei por último, levei a mamadeira e dei até a metade, foi quando pensei em botar o pênis pra fora, ela nem exitou, abocanhou e foi chupando, chupando, meu membro que estava me foi se endurecendo, mas não fiz durar muito, terminei de amamentar ela e voltei pra casa.
Chegando lá fui assistir um pouco e a Rajada todo tempo grunindo e arrudiando e encostando em mim, ow diabo chata, não sei porque eu fui inventar de comer, desliguei a TV e me virei de costas para dormir, ela veio e deitou comigo no sofá, tocando minhas costas. Cochilei até de tarde e quando acordei, lembrei que tinha que fazer algo pra comer, tinha uns pedaços de carne e eu pus o arroz no fogo, e a Rajada todo tempo se esfregando em mim, eu peguei um pedacinho de carne ainda com sangue e joguei, ela foi buscar e comeu, então eu baixei as calças e fiquei de joelhos e joguei a carne perto de mim.
Ela veio em minha direção, comeu a carne e encarou minha rola, cheirou e lambeu, deu três lambidas e virou a raba, eu não tinha nada pra fazer mesmo, punhetei um pouco porque não estava duro e encostei na xota dela, parecia que ela tava sempre no ponto de dar, tava toda melada, nem tive dificuldade de entrar, fiquei no vai em vem, e deu meia hora, apaguei o fogo do arroz e nada de eu gozar, e continuei enrabando ela e nada de eu gozar, mas não parei, comi, comi, que a cabeça da pika já tava dolorida então parei.
Eu acho que é porque eu já tinha gozado muito, e não conseguia mais chegar ao final, então almocei e me deitei. Naquele dia eu não quis mais, então soltei a Rajada e o Oto, só não sei se eles copularam. Passou uns dois dias, eu tava assistindo como de costume e a Rajada e o Oto entraram, a Rajada subiu no sofá e o Oto ficou no chão, eu pensei "tô fazendo nada, vou pelo menos foder", levei o cachorro para fora enquanto a cadelinha nem se mexeu do sofá, fechei a porta de casa, fiquei em pé na frente do sofá e a bichinha virou a traseira, eu passei o dedo, enfiei e depois enfiei o membro, ahr krlho aquilo era muito bom.
Quando penetrei, a cadelinha lubrificou toda, pois quando tirei, meu pênis veio encharcado de lubrificante de cadela, eu curti o momento, foi melhor do que dois dias atrás, então botei de novo e de novo e o mais estranho é que ela não esboçava reações, levando rola na xana como se fosse a coisa mais normal, só reagiu quando eu intensifiquei, queria aguentar muitos minutos igual antes, mas priorizei por gozar mesmo, demorou pouco tempo e ejaculei, penetrei o mais fundo pra ver se não vazava pata o sofá e depois pus a mão debaixo da xereca dela, então a levei para o banheiro, nós banhamos e então brincamos um pouco.
Voltei para o sofá, soltei o Oto e ele veio na direção dela, arrudiando e cheirando, tentou botar nela e ela não deixou, mas ele insistiu e botou. Eu nem tirei, deixei os dois se divertirem, fiquei só ali assistir, mais tarde, já de noite, mesmo esquema, amarei o Oto e levei a raja pra cada, dei banho, lavei a xaninha dela e fomos para o sofá, nem fizemos nada, eu tava com preguiça, então dormimos, lá pras duas e tantos da madrugada, acordei e botei de ladinho nela, no escuro mesmo, fodi devagarinho, sem pressa e tirei a rola, pra cochilar novamente, nem gozei, lá pras quatro tanto da manhã acordei de novo, e adivinha, botei novamente, devagarinho e sem pressa o tesão foi aumentando e passei vários e vários minutos abrindo aquela buceta e deu vontade de gozar, nem esquentei não, fiquei com preguiça de levantar e levá-la ao banheiro, então gozei ali mesmo, só empurrei até entrar por completo. Nesse momento bateu o sono e eu dormi engatado nela mesmo.
De manhã, olhei se não tinha esperma no sofá e não tinha, levei a cadela pro banheiro e a banhei. Depois disso só tentei comer ela com intervalos de dois dias.
Então não se esqueça de avaliar bem ⭐⭐⭐⭐⭐ a minha história de aventura e dizer se gostou da forma como ela foi contada, se vc tem alguma história sua com zoo, compartilha com a gente nos comentários.
Quando sai do sofá, Rajada ficou dormindo, quando voltei, fiz de tudo pra ela não se espantar e deitei devagarinho, ela estava em minha frente, deitada também, de ladinho. Então tentei cochilar um pouco mais, porém não consegui, em minha mente estava fresca a lembrança de que eu havia traçado a cadelinha, mas ao mesmo tempo que eu estava puto comigo mesmo eu tava com tesão, a sensação tinha sido ótima. Logo então a rola deu um salto, ficou dura, e já que o meu consolo tava na minha frente deitada, comecei a fazer carinho.
Ela nem se alertou, só mexeu a orelha, eu passei a mão na xereca, fiz carinho lá e comecei devagarinho batendo uma
Siririca nela, ela não se espantou, mas ficou mexendo as orelhas. Levei o pau até o lugarzinho e tentei botar, ela tomou um susto e virou a metade do corpo, mas ficou com a traseira arriada, eu levantei e subi em cima, com um pé no chão e outro no sofá dobrado segurei e fiz força sobre o corpo dela para ela não escapulir, então consegui botar, foi quando ela gruniu, lá de fora o Oto escutou e danou-se a latir.
Nesse momento eu fui enfiando devagarinho até ficar tudo por dentro, a satisfação era enorme, quem já deu uma atolado numa bucetinha dessas sabe do que eu estou falando, nem me movimentei, só curti o momento, passei a mão nela, na barriga, orelha, fiz bastante carinho e então comecei a tirar, bem devagar, tava toda lubrificada, parecia gel, e fui tirando até que saiu, meu membro todo lambuzado de lubrificante de cadela, o cheiro nem era ruim, mas era forte.
Quando botei novamente, desceu liso, parecia uma buceta carnívora engolindo minha pika, então não tinha motivos para me segurar, estiquei com força e cada vez mais veloz, dava até pra escutar as batidas. E foda vai, foda vem, ela começou a pingar, foi quando me preocupei porque caiu no sofá, então levei ela para o chão para terminar, já não estava muito longe de acabar. Foi quando eu senti a vontade, logo ali tirei de dentro e fui caminhando para o banheiro, ela estranhou e foi a trás, já que ela queria mais.
Chegando no banheiro esperei ela entrar, posicionei ela de costas, fiquei de quatro e mandei brasa, rola naquela buceta, não tinha nada a perder mesmo, aumentei a velocidade até ela dar um gemidinho e nesse momento, minha rola encheu a bucetinha dela de gala, quer dizer, não encheu tanto porque eu havia gozado na noite passada, mas de pra escorrer, por esse motivo eu quis fazer no banheiro, para não melar outra parte da casa, e alí mesmo eu dei banho nela, passei até sabonete na xoxota dela.
Nesse dia eu decidi deixar a boneca presa, para o parceiro dela não tentar comê-la, já que os dois iam ficar presos e separados. Acabado ali, fui dar comida aos animais, todos, sem exceção, a bezerrinha eu deixei por último, levei a mamadeira e dei até a metade, foi quando pensei em botar o pênis pra fora, ela nem exitou, abocanhou e foi chupando, chupando, meu membro que estava me foi se endurecendo, mas não fiz durar muito, terminei de amamentar ela e voltei pra casa.
Chegando lá fui assistir um pouco e a Rajada todo tempo grunindo e arrudiando e encostando em mim, ow diabo chata, não sei porque eu fui inventar de comer, desliguei a TV e me virei de costas para dormir, ela veio e deitou comigo no sofá, tocando minhas costas. Cochilei até de tarde e quando acordei, lembrei que tinha que fazer algo pra comer, tinha uns pedaços de carne e eu pus o arroz no fogo, e a Rajada todo tempo se esfregando em mim, eu peguei um pedacinho de carne ainda com sangue e joguei, ela foi buscar e comeu, então eu baixei as calças e fiquei de joelhos e joguei a carne perto de mim.
Ela veio em minha direção, comeu a carne e encarou minha rola, cheirou e lambeu, deu três lambidas e virou a raba, eu não tinha nada pra fazer mesmo, punhetei um pouco porque não estava duro e encostei na xota dela, parecia que ela tava sempre no ponto de dar, tava toda melada, nem tive dificuldade de entrar, fiquei no vai em vem, e deu meia hora, apaguei o fogo do arroz e nada de eu gozar, e continuei enrabando ela e nada de eu gozar, mas não parei, comi, comi, que a cabeça da pika já tava dolorida então parei.
Eu acho que é porque eu já tinha gozado muito, e não conseguia mais chegar ao final, então almocei e me deitei. Naquele dia eu não quis mais, então soltei a Rajada e o Oto, só não sei se eles copularam. Passou uns dois dias, eu tava assistindo como de costume e a Rajada e o Oto entraram, a Rajada subiu no sofá e o Oto ficou no chão, eu pensei "tô fazendo nada, vou pelo menos foder", levei o cachorro para fora enquanto a cadelinha nem se mexeu do sofá, fechei a porta de casa, fiquei em pé na frente do sofá e a bichinha virou a traseira, eu passei o dedo, enfiei e depois enfiei o membro, ahr krlho aquilo era muito bom.
Quando penetrei, a cadelinha lubrificou toda, pois quando tirei, meu pênis veio encharcado de lubrificante de cadela, eu curti o momento, foi melhor do que dois dias atrás, então botei de novo e de novo e o mais estranho é que ela não esboçava reações, levando rola na xana como se fosse a coisa mais normal, só reagiu quando eu intensifiquei, queria aguentar muitos minutos igual antes, mas priorizei por gozar mesmo, demorou pouco tempo e ejaculei, penetrei o mais fundo pra ver se não vazava pata o sofá e depois pus a mão debaixo da xereca dela, então a levei para o banheiro, nós banhamos e então brincamos um pouco.
Voltei para o sofá, soltei o Oto e ele veio na direção dela, arrudiando e cheirando, tentou botar nela e ela não deixou, mas ele insistiu e botou. Eu nem tirei, deixei os dois se divertirem, fiquei só ali assistir, mais tarde, já de noite, mesmo esquema, amarei o Oto e levei a raja pra cada, dei banho, lavei a xaninha dela e fomos para o sofá, nem fizemos nada, eu tava com preguiça, então dormimos, lá pras duas e tantos da madrugada, acordei e botei de ladinho nela, no escuro mesmo, fodi devagarinho, sem pressa e tirei a rola, pra cochilar novamente, nem gozei, lá pras quatro tanto da manhã acordei de novo, e adivinha, botei novamente, devagarinho e sem pressa o tesão foi aumentando e passei vários e vários minutos abrindo aquela buceta e deu vontade de gozar, nem esquentei não, fiquei com preguiça de levantar e levá-la ao banheiro, então gozei ali mesmo, só empurrei até entrar por completo. Nesse momento bateu o sono e eu dormi engatado nela mesmo.
De manhã, olhei se não tinha esperma no sofá e não tinha, levei a cadela pro banheiro e a banhei. Depois disso só tentei comer ela com intervalos de dois dias.
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