Fingi estar doente para ficar em casa e fuder com a cachorrinha
- Pois bem, poucos dias se passaram desde que eu tentei comer a mudinha, cachorra de estimação minha e da minha esposa, só tentei não, consegui botar, mas não quis judiar muito. Todo dia depois daquilo foi transa louca com minha esposa, era na hora que dava, minha esposa até estranhou e disse "você ficou com muita saudade heim, só passei uma semana fora e quando volto você não sai de cima de mim, falta não sair de dentro da minha buceta kkkkk", eu ri muito e disse "pois é, eu estava sim", mas parece que não era só sobre isso.
- Desde que eu fodi a mudinha, a vontade de transar intensificou, parece que eu estava com os nervos a flor da pele, então comecei a ter pensamentos de como eu iria ficar a sós com a cachorrinha. Então pensei em várias possibilidades, mas todas elas davam só um curto tempo para mim. Aí veio a ideia de conseguir um atestado e me livrar de um dia de trabalho, foi então que eu consegui com um médico muito amigo.
- No dia, eu me despedi da minha esposa, depois do café, e fechei a porta com a chave atravessada para, caso minha esposa voltasse mais cedo eu não me complicasse. Então fui logo pegando a neném e levei para o sofá, deitei ela de barriga para cima e fui brincar com ela, passei a mão nos peitos e na barriga e levei até a buceta, ela se animou, foi então que eu fui futricar na xotinha dela, bater uma siririca mesmo para ela, mas ainda era só por fora, só que para testar se ela estava lubrificada o suficiente, meti o dedo maior de todos, foi então que ela gruniu baixinho.
- Com o dedo atolado na pepeka dela fiquei deslizando por alguns segundos, ela já estava bastante receptiva, foi aí que eu baixei a calça do pijama e a rola saltou para fora, latejando intensamente. A pontinha do meu membro já estava lubrificada também, parecia gel e eu nem precisei tocar nele, posicionei meus quadris, embiquei meu pinto para baixo em direção aquele bucetão, mas que bucetão! Inchado e suculento, e comecei a penetrar, devagarinho e curtindo o momento, o pau latejava e parecia que ia explodir, a xaninha dela apertava e parecia que ia amassá-lo, o prazer tava imenso.
- Dessa vez eu penetrei até o fim, tava bem mais receptiva, foi uma experiência deliciosa. Não parei por aí, comecei a movimentar, a mudinha dava pequenos gemidos, mas parecia curtir, curtir até demais, ela nunca tinha dado antes, só pra mim, era um sonho realizado para ela.
- Não demorou muito e eu senti vontade de gozar, mas mantive a velocidade de penetração, eu tava curtindo muito o momento, que eu nem queria gozar, porque quanto mais melhor. Até que a vontade aumentou e eu enfiei o membro todo na bucetinha dela pra não ficar saindo muito resíduo para fora. Gozei e minhas pernas enfraqueceram, mas meu pênis latejava e meus testículos contraíam, soltando leitinho nela.
- Levantei, fui ao banheiro, peguei papel e voltei para limpar a mudinha, ela nem tava vazando, então limpei as bordas, apenas.
- Fui me deitar no sofá e esperar a esposa, nem banhei, tava fraco das pernas ainda, queria relaxar. Em poucas horas minha esposa chegou, eu tinha esquecido a chave atravessada e ela teve que bater, eu acordei com a batida, fui abrir e ela tava zangada, dizendo que tava batendo na porta há horas, eu disse para ela que foi sem querer, e agarrei ela. Ela zangada disse "sai, eu tô suada", eu disse "tem nadinha", então eu beijei ela e fui beijando, até que eu baixei as calças dela e passei a língua entre as pernas, minha esposa logo baixou a guarda, então levei ela para o sofá e dei umas chupadas na buceta dela, eu já tava com vontade de fuder de novo, mas lembrei que minha rola tava suja de pêlos e lubrificante da mudinha. Por falar nela, a mudinha ficou até meio inquieta, minha esposa falou "olha o mal exemplo que tu quer dar para nossa filha", mal sabendo ela que a cachorrinha tava mais para amamte do que filha.
- Então eu sugeri terminar no banheiro, fomos ao banheiro, entrei no chuveiro para me lavar antes que ela notasse que eu estava melado de lubrificante canino, da mudinha, limpei bem o pênis e imprensei minha esposa na parede, enfiei com toda força e dei umas lapadas na bunda dela, puxei o cabelo, fodi muito, por quase 40min e nada de vontade de gozar, foi então que passando mais alguns minutos, deu vontade e eu intensifiquei pra terminar logo.
- Fomos almoçar e ela fez um comentário que me deixou sem o que dizer, ela falou assim "para alguém que estava doente, você está muito saudável, sua rola mais ainda", eu ri e disse que ela me deixava daquele jeito, com vontade de transar toda hora, ela deu um sorrisinho que me encantou, minha esposa é muito linda, eu que sou um puto por comer a cachorrinha dela kkkkk.
- Deitamos um pouco e logo deu hora dela ir para o trabalho, antes dela ir demos uma rapidinha só baixando a roupa dela e depois ela foi. Aí fiz o mesmo esquema, chave atravessada, e peguei a mudinha e levei para o sofá, nem perdi tempo alisando ela, minha rola já tava lubrificada da rapidinha, meti com gosto, nem lembrei que a buceta dela era pouco rodada, meti como se metesse na minha esposa, com força, ela deu um grunidos alto, parecia ter sentido muito tesão, eu também senti, é claro.
- Com a rola toda enfiada nela, o lubrificante canino ficava tentando pingar, eu já tava com medo de melar meu sofá, botei minha cueca em baixo, e mandei vara, entra vara, sai vara, e a cachorrinha gemia de prazer e nada de eu gozar, mas também, três vezes ao dia nem tem mais o que gozar mesmo. Eu então, levantei a mudinha e botei de quatro, com a barriga para baixo, e tome rola naquela buceta, o tempo que eu passei comendo minha esposa foi fichinha para o tempo que eu passei traçando a neném, parecia que não ia terminar, e a mudinha já tinha melado minha pica de tanto lubrificante que escorria pelos meus testículos.
- Já que eu não conseguia gozar, parei, não tirei de dentro, mas parei, minhas pernas estavam cansadas, e só ficar dentro também dava prazer, muito prazer até, depois que parei, fui fazer carinho nela, passando a mão e alisando, quando recuperei as forças tirei devagarinho de dentro pra ela baixar a guarda e enfiei de uma vez, ela gruniu muito alto, não foi de dor, então eu continuei fazendo, tira devagarinho, bota com força, os meus testículos faziam barulho quando eu botava, e assim foi, quando eu tirei pela quinta vez e botei, nesse momento ela lubrificou total, como nunca antes havia.
- O prazer tava imenso mas eu não podia demorar a tarde toda, então acelerei, botava com força e velocidade e a bucetinha dela toda arregaçada e escorrendo lubrificante. Com mais de uma hora de sexo, senti vontade de gozar, parei, tirei e virei ela de frente, fiz ela lamber um pouco e tentei botar na boca dela, mas na boca ela recusou, depois de dar poucas lambidas ela virou a raba pra mim, eu já tava nos finais mesmo, optei por gozar dentro dela novamente, nem demorou na hora que botei, o pau começou a tremular, eu falei alto "droga" porque eu queria fazer o vai e vem acelerado e só depois estocar lá no fundo, mas já que a gala vinha sem querer, fiz só empurrar todo pra dentro.
- Eu enchi a bucetinha da cachorrinha de porra pela segunda vez no mesmo dia, tirei a rola, passei na cueca, limpei ela com a cueca também, e fui banhar, lavei a cueca, é claro, quando eu saio do banho, a mudinha tava quietinha no cantinho dela, parecia que tinha matado a vontade, fui até a porta e desvirei a chave para possibilitar a abertura.
- Fui para o nosso quarto e tirei uma soneca, acordei com a esposa me beijando e dizendo que queria terminar a rapidinha de antes, eu falei "tu quer me matar mulher? Eu tô doente e vc não dá descanso?", Ela disse "eu sei que você quer" e eu queria mesmo, mas tava cansado de fuder a filhota, então eu optei só por chupar a buceta dela e ela chupar minha vara, eu comecei, dei umas lambidinhas e dedadas e minha esposa ficou toda lubrificada, na vez de ela me chupar, ela olhou e disse que estava muito vermelho e inchado, kkkkkk, mas também, pudera né, comi a cachorra, comi ela e depois enrabei a cachorra de novo, só poderia estar inchada mesmo, então eu respondi que era só impressão dela e que tinha ficado vermelho porque havíamos transado mais cedo, e disse "chupa logo porque eu tô morrendo de vontade. Só nesse dia, ganhei três surras de buceta, sendo duas da cachorra, e dois boquete, mas o da esposa foi mais bem feito.
-- Pensa num dia produtivo, fiz o que não tinha feito antes, me aprofundar mais na xoxota da mudinha, a experiência foi de lascar, tanto que fiquei doido por mais.
---- Se você gostou da minha história de vivência na zoofilia, dá cinco estrelas no conto 5x⭐.
- Desde que eu fodi a mudinha, a vontade de transar intensificou, parece que eu estava com os nervos a flor da pele, então comecei a ter pensamentos de como eu iria ficar a sós com a cachorrinha. Então pensei em várias possibilidades, mas todas elas davam só um curto tempo para mim. Aí veio a ideia de conseguir um atestado e me livrar de um dia de trabalho, foi então que eu consegui com um médico muito amigo.
- No dia, eu me despedi da minha esposa, depois do café, e fechei a porta com a chave atravessada para, caso minha esposa voltasse mais cedo eu não me complicasse. Então fui logo pegando a neném e levei para o sofá, deitei ela de barriga para cima e fui brincar com ela, passei a mão nos peitos e na barriga e levei até a buceta, ela se animou, foi então que eu fui futricar na xotinha dela, bater uma siririca mesmo para ela, mas ainda era só por fora, só que para testar se ela estava lubrificada o suficiente, meti o dedo maior de todos, foi então que ela gruniu baixinho.
- Com o dedo atolado na pepeka dela fiquei deslizando por alguns segundos, ela já estava bastante receptiva, foi aí que eu baixei a calça do pijama e a rola saltou para fora, latejando intensamente. A pontinha do meu membro já estava lubrificada também, parecia gel e eu nem precisei tocar nele, posicionei meus quadris, embiquei meu pinto para baixo em direção aquele bucetão, mas que bucetão! Inchado e suculento, e comecei a penetrar, devagarinho e curtindo o momento, o pau latejava e parecia que ia explodir, a xaninha dela apertava e parecia que ia amassá-lo, o prazer tava imenso.
- Dessa vez eu penetrei até o fim, tava bem mais receptiva, foi uma experiência deliciosa. Não parei por aí, comecei a movimentar, a mudinha dava pequenos gemidos, mas parecia curtir, curtir até demais, ela nunca tinha dado antes, só pra mim, era um sonho realizado para ela.
- Não demorou muito e eu senti vontade de gozar, mas mantive a velocidade de penetração, eu tava curtindo muito o momento, que eu nem queria gozar, porque quanto mais melhor. Até que a vontade aumentou e eu enfiei o membro todo na bucetinha dela pra não ficar saindo muito resíduo para fora. Gozei e minhas pernas enfraqueceram, mas meu pênis latejava e meus testículos contraíam, soltando leitinho nela.
- Levantei, fui ao banheiro, peguei papel e voltei para limpar a mudinha, ela nem tava vazando, então limpei as bordas, apenas.
- Fui me deitar no sofá e esperar a esposa, nem banhei, tava fraco das pernas ainda, queria relaxar. Em poucas horas minha esposa chegou, eu tinha esquecido a chave atravessada e ela teve que bater, eu acordei com a batida, fui abrir e ela tava zangada, dizendo que tava batendo na porta há horas, eu disse para ela que foi sem querer, e agarrei ela. Ela zangada disse "sai, eu tô suada", eu disse "tem nadinha", então eu beijei ela e fui beijando, até que eu baixei as calças dela e passei a língua entre as pernas, minha esposa logo baixou a guarda, então levei ela para o sofá e dei umas chupadas na buceta dela, eu já tava com vontade de fuder de novo, mas lembrei que minha rola tava suja de pêlos e lubrificante da mudinha. Por falar nela, a mudinha ficou até meio inquieta, minha esposa falou "olha o mal exemplo que tu quer dar para nossa filha", mal sabendo ela que a cachorrinha tava mais para amamte do que filha.
- Então eu sugeri terminar no banheiro, fomos ao banheiro, entrei no chuveiro para me lavar antes que ela notasse que eu estava melado de lubrificante canino, da mudinha, limpei bem o pênis e imprensei minha esposa na parede, enfiei com toda força e dei umas lapadas na bunda dela, puxei o cabelo, fodi muito, por quase 40min e nada de vontade de gozar, foi então que passando mais alguns minutos, deu vontade e eu intensifiquei pra terminar logo.
- Fomos almoçar e ela fez um comentário que me deixou sem o que dizer, ela falou assim "para alguém que estava doente, você está muito saudável, sua rola mais ainda", eu ri e disse que ela me deixava daquele jeito, com vontade de transar toda hora, ela deu um sorrisinho que me encantou, minha esposa é muito linda, eu que sou um puto por comer a cachorrinha dela kkkkk.
- Deitamos um pouco e logo deu hora dela ir para o trabalho, antes dela ir demos uma rapidinha só baixando a roupa dela e depois ela foi. Aí fiz o mesmo esquema, chave atravessada, e peguei a mudinha e levei para o sofá, nem perdi tempo alisando ela, minha rola já tava lubrificada da rapidinha, meti com gosto, nem lembrei que a buceta dela era pouco rodada, meti como se metesse na minha esposa, com força, ela deu um grunidos alto, parecia ter sentido muito tesão, eu também senti, é claro.
- Com a rola toda enfiada nela, o lubrificante canino ficava tentando pingar, eu já tava com medo de melar meu sofá, botei minha cueca em baixo, e mandei vara, entra vara, sai vara, e a cachorrinha gemia de prazer e nada de eu gozar, mas também, três vezes ao dia nem tem mais o que gozar mesmo. Eu então, levantei a mudinha e botei de quatro, com a barriga para baixo, e tome rola naquela buceta, o tempo que eu passei comendo minha esposa foi fichinha para o tempo que eu passei traçando a neném, parecia que não ia terminar, e a mudinha já tinha melado minha pica de tanto lubrificante que escorria pelos meus testículos.
- Já que eu não conseguia gozar, parei, não tirei de dentro, mas parei, minhas pernas estavam cansadas, e só ficar dentro também dava prazer, muito prazer até, depois que parei, fui fazer carinho nela, passando a mão e alisando, quando recuperei as forças tirei devagarinho de dentro pra ela baixar a guarda e enfiei de uma vez, ela gruniu muito alto, não foi de dor, então eu continuei fazendo, tira devagarinho, bota com força, os meus testículos faziam barulho quando eu botava, e assim foi, quando eu tirei pela quinta vez e botei, nesse momento ela lubrificou total, como nunca antes havia.
- O prazer tava imenso mas eu não podia demorar a tarde toda, então acelerei, botava com força e velocidade e a bucetinha dela toda arregaçada e escorrendo lubrificante. Com mais de uma hora de sexo, senti vontade de gozar, parei, tirei e virei ela de frente, fiz ela lamber um pouco e tentei botar na boca dela, mas na boca ela recusou, depois de dar poucas lambidas ela virou a raba pra mim, eu já tava nos finais mesmo, optei por gozar dentro dela novamente, nem demorou na hora que botei, o pau começou a tremular, eu falei alto "droga" porque eu queria fazer o vai e vem acelerado e só depois estocar lá no fundo, mas já que a gala vinha sem querer, fiz só empurrar todo pra dentro.
- Eu enchi a bucetinha da cachorrinha de porra pela segunda vez no mesmo dia, tirei a rola, passei na cueca, limpei ela com a cueca também, e fui banhar, lavei a cueca, é claro, quando eu saio do banho, a mudinha tava quietinha no cantinho dela, parecia que tinha matado a vontade, fui até a porta e desvirei a chave para possibilitar a abertura.
- Fui para o nosso quarto e tirei uma soneca, acordei com a esposa me beijando e dizendo que queria terminar a rapidinha de antes, eu falei "tu quer me matar mulher? Eu tô doente e vc não dá descanso?", Ela disse "eu sei que você quer" e eu queria mesmo, mas tava cansado de fuder a filhota, então eu optei só por chupar a buceta dela e ela chupar minha vara, eu comecei, dei umas lambidinhas e dedadas e minha esposa ficou toda lubrificada, na vez de ela me chupar, ela olhou e disse que estava muito vermelho e inchado, kkkkkk, mas também, pudera né, comi a cachorra, comi ela e depois enrabei a cachorra de novo, só poderia estar inchada mesmo, então eu respondi que era só impressão dela e que tinha ficado vermelho porque havíamos transado mais cedo, e disse "chupa logo porque eu tô morrendo de vontade. Só nesse dia, ganhei três surras de buceta, sendo duas da cachorra, e dois boquete, mas o da esposa foi mais bem feito.
-- Pensa num dia produtivo, fiz o que não tinha feito antes, me aprofundar mais na xoxota da mudinha, a experiência foi de lascar, tanto que fiquei doido por mais.
---- Se você gostou da minha história de vivência na zoofilia, dá cinco estrelas no conto 5x⭐.
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