Exibindo a filha bucetudinha 7 – O primo adolescente.
Exibindo a filha bucetudinha 7 — O primo adolescente.
Meus amores, peço desculpas pela demora. Estou com pouquíssimo tempo nesse final de ano. Hoje trago um relato bem simples e bonitinho, chega a ser até um pouquinho romântico, sobre meu sobrinho com minha filha. Escrevi com carinho e tesão. Espero que gostem.
✼ O PRIMO ADOLESCENTE ✼
Sou Maria Antônia, uma cabocla paraense, que tem uma filha linda, bucetudinha, e muito sapeca. Eu tenho um princípio de liberdade que levo para a vida. E deixo minha filha, Eveline, experimentar essa liberdade em suas descobertas sexuais, no auge da sua linda infância, aos oito anos de idade. E também não abro mão da minha liberdade pessoal de me permitir fazer sexo com o máximo de pessoas que eu consigo, pois o sexo é maravilhoso.
Sou casada, e bem casada, e não penso em me separar nunca, jamais. Tenho minhas aventuras com outros homens e com menos frequência até com mulheres. Mas o que mais me dá prazer é o sexo com crianças. Pela parte da minha filha, ela nunca foi penetrada mas tem experimentado muitas coisas gostosas que eu permito e as vezes até incentivo ela a fazer. Ela ama sexo, e eu não forço ela a nada. É natural. É ela quem gosta e quer. Da minha parte, posso dizer que minhas experiências com crianças são mais com meninos. Tenho vários meninos, muitos até bem mais novinhos que a minha filha, com quem eu tenho relações sexuais com certa frequência. Sobrinhos, vizinhos, colegas da Eve, e até desconhecidos, oferecidos pelos próprios pais para me satisfazer sexualmente e para ensinar os meninos e também dar muito prazer a eles. Sempre que tenho oportunidade também dou minha buceta para adolescentes também, pois, apesar da pouca experiência na área sexual, eles tem muita energia para gastar comigo que sou muito gulosa, sexualmente. Já cheguei a sair com vários adolescentes e foram experiências inesquecíveis e muito prazerosas. É maravilhoso ser o centro das atenções de vários machos novinhos com o tesão todo voltado para o meu corpo. Já fiz orgias até com vários meninos pequenos, algumas vezes, mas não vou dar detalhes aqui neste relato.
Tenho um sobrinho lindo chamado Júlio. Na verdade ele não é meu sobrinho de verdade e sim do meu marido, mas considero ele como meu sobrinho de verdade, assim como ele também me considera sua tia de verdade. Dos primos da Eveline, o Júlio, com certeza é o que ela mais ama. Eu e ele temos uma brincadeira um com o outro até hoje, nos momentos de descontração: ele me chama de “Tia Feia”, ou “Tia Mucura”, só para me provocar, mas eu sei que ele quer sempre dizer o contrário. E eu chamo ele de “Urubuzinho”, ou “Carniça”, porque ele vive vestido com aquela camisa do Flamengo. Para quem não sabe, mucura é o nome de um animal da nossa região, de aparência não muito agradável aos olhos e com odor muito forte e nenhum pouco aprazível. Apesar dessa brincadeira nós temos uma relação de muito carinho, e ele também vive me elogiando e dizendo aquele “te amo, tia”, que só ele sabe dizer, e eu vivo abraçando ele e beijando aquela bochecha gostosa. Ele até se acostumou a me tomar a bênção, costume que ainda se preserva por aqui, em alguns lugares do interior, e ele, muito respeitoso, adotou esse costume desde pequeno e nunca deixou, nem mesmo quando eu e ele fazíamos travessuras, juntos.
Júlio tem treze anos, quase catorze, é bem alto, mas, na verdade, é só tamanho porque, apesar de já ser bastante esperto, preserva ainda aquele seu jeito de merino de dez anos. Ele mora em outro estado então vemos ele só de vez em quando, nas vezes que ele vem passar as férias aqui em casa. Ele sempre se deu muito bem com minha filha, e até hoje eles se dão cada vez melhor, justamente pelo fato de que ele tem esse jeitinho de criança, então a Eveline sempre adorou ficar brincando com ele, e ainda mais ultimamente. Só que a última vez que ele tinha vindo aqui foi antes da pandemia, nas férias de julho de dois mil e dezenove, e ele tinha só dez anos, na época, e era bem menor e mais bobo, e a Eveline era bem menorzinha e ainda não olhava para ele com outras intenções. O Júlio veio aqui novamente já nesse ano de dois mil e vinte e dois, enorme, já com seus treze anos completos, e mais lindo do que nunca, quando minha bebê também já está um pouco maior e mais esperta, com oito anos. Ele realmente se tornou um rapazinho lindo, e a Eve reparou a mudança, o corpão de rapaz, a voz já mais grossa, e ficou encantada com o primo, uma espécie de paixãozinha infantil pelo primo gostosinho.
Antes de falar dos fatos mais recentes do Júlio com minha filha, permitam-me falar de quando conheci esse menino. Eu lembro bem, foi em dois mil e catorze, quando a Eve era só uma bebê recém nascida, que eu conheci o Júlio, quando aquele menino lindo veio pela primeira vez nos visitar. De cara, fiquei encantada com aquele menininho, não só pela aparência angelical dele, mas pelo jeitinho meigo e carinhoso que ele tinha. Lembro bem que ele era bastante obediente e fazia tudo que a gente pedia, sem hesitar. Eu, safada que sempre fui, comecei a despertar a curiosidade dele pelo meu corpo. Comecei a me exibir para ele. Ficava só de calcinha enquanto cuidava da minha bebê Eveline. Ficava de camisola sem calcinha com minha filha no colo. Ele, curiosamente, reparava no meu corpo. Foi fácil fazer ele tomar banho comigo a primeira vez, pois ele era muito obediente e não questionava nada que eu pedisse. Quando fiquei nua com ele no banheiro a primeira vez fiquei muito excitada. Ele ficava olhando meu corpo, meus seios, minha buceta depilada, minha bunda, mas não falava nada, eu fiquei com a buceta muito lubrificada só pelo tesão de estar com um menininho peladinho no meu banheiro. O pênis dele era muito pequeno e, a princípio não ficou ereto, mas foi só eu começar a manusear aquele pauzinho, lavando, passando sabonete, que aquela piroquinha ficou bem durinha.
A partir desse dia, nesse tempo, eu lembro que eu passei a fazer isso sempre com ele, sem assustar o menino. Sempre que eu conseguia fazer a Eve dormir eu já começava a safadeza. No começo era só no banho mas não demorou muito e eu já estava chupando toda hora aquele pauzinho de menino. E comecei a fazer muitas coisas gostosas com ele. O pauzinho dele já ficava sempre durinho com o mínimo contato com ele, quando eu acariciava ele, quando eu beijava ele no rosto, ou quando eu, simplesmente, ficava perto dele ou me exibia para ele. Ele adorava tomar banho comigo e eu aproveitava para me deliciar naquele pauzinho minúsculo, eu pegava, eu acariciava, eu beijava, eu chupava e ele só ficava curtindo tudo. Ele não entendia quase nada mas eu passei quase um mês todo fazendo safadezas com ele, era só o meu marido sair para o trabalho que eu já começava. Ensinei ele a meter em mim. Eu botava ele deitado e encaixava minha buceta no pauzinho dele, e passava horas, e não ficava mole. Eu até amamentava a Eve sentada no pauzinho daquele menino. Era uma delícia. Ele não queria outra brincadeira a não ser comer a tia dele a todo momento.
No ano seguinte, novamente nas férias, ele veio e continuei fazendo muitas safadezas com ele. E no ano seguinte de novo, e de novo… Mas quando ele ficou maiorzinho alguma coisa aconteceu que ele mudou. Imaginei que era porque ele tinha começado entender mais sobre os nossos atos, mas eu só sabia que, infelizmente, ele não queria mais fazer. Percebi, nesse tempo, que ele tinha muito medo que os pais dele descobrissem. Depois eu fiquei sabendo que, nesse período, ele foi flagrado fazendo sexo com sua irmã que na época tinha quinze anos, e ele já tinha nove. Ele levou uma surra do pai, e a irmã dele também apanhou e ainda ficou de castigo três meses. Isso traumatizou o menino, que não quis mais saber de sexo. Eu então respeitei e nunca mais forcei nada, mas ele continuou vindo passar as férias aqui no Pará. Inclusive ele sempre se deu muito bem com a Eveline, como já falei. Sempre brincou bastante com ela e com as outras crianças aqui. O Júlio sempre foi muito querido por aqui e todo muito já ficava esperando ele vir nas férias. Porém na pandemia ele não veio e só pode vir nesse ano de dois mil e vinte e dois.
E esse ano, quando ele veio, todo mundo se admirou, pois ele estava muito diferente, na aparência. Ele cresceu bastante. Percebi até que ele também não interagia mais com a gente como antes, e só queria ficar com o celular. Em contrapartida a Eveline só queria ficar com ele a todo momento. Ela literalmente atacava o menino, dava beijo no rosto, sentava no colo dele, e num primeiro momento o rapazinho não reagia. Mas isso mudou quando ela passou a se exibir descaradamente para o primo. Como ela estava sempre sem calcinha, foi muito fácil mostrar a bucetinha para ele. Claro que ele já tinha visto antes a bucetinha da Eve pois ela vivia nua quando era menor, mas quando ele viu a bucetinha dela agora o menino ficou muito excitado. Percebi que ele já estava toda hora com o pau duro, pois eu vi claramente o volume dentro da bermuda dele. E já não era mais um pauzinho tão pequeno, pelo volume, estava bem maior do que quando eu vi pela última vez.
E a Eve continuava os ataques. Era abraço, era beijinho, era “cosquinha”, era sentada no colo, era esfrega-esfrega, quando vi o Júlio já estava passando a mão pelo corpinho da prima. Ele não estava resistindo. Achei lindo a primeira vez que eles se engataram num beijão demorado de língua. Depois desse beijo eles ficavam se beijando quase a toda hora, sem parar, era preciso até interromper eles para poder comer alguma coisa. Como ficava só é eles em casa quase o dia todo, eles já nem se importavam comigo. Ele já botava a mão por dentro do vestidinho da Eve, sem nenhum respeito, e ficava alisando o corpinho da minha filha, enquanto ficavam dando aqueles beijos gulosos, melados, barulhentos e chupados. Eles ficavam com os rostinhos lambuzados de tanto se beijarem e se esfregarem. A Eve ficava arreganhadinha sentada no colo do primo, esfregando a bucetinha, sem calcinha, por cima da roupa do menino. Nunca tinha visto a Eveline assim tão apaixonada e tarada. Nisso, percebi que havia um cheiro forte de esperma. A bermuda do menino estava melada. Ele já tinha gozado várias vezes só nessa esfregação, e nesses beijos.
Para apimentar mais a coisa, eu fui lá, interrompi o beijo infinito dos dois, e retirei o vestido da Eve, deixando ela toda nua no colo do Júlio. Ele ficou doidinho quando viu o corpinho pelado da priminha de oito anos. Voltaram a se beijar e a Eve já quicava em cima do pau do primo, como se estivessem transando de verdade. A bucetinha da minha filha já toda encharcada, como se ela tivesse mijado. E já estava um cheiro forte de safadeza pela casa. E a Eve teve a ideia de tirar a camiseta do primo. Que cena linda, eles se beijando com muita volúpia, minha filha nua, ele só de bermuda no sofá da sala. Vi quando a Eve pegou no cós da bermuda e foi puxando, com cueca e tudo, deixando ele totalmente despido. Quando ela viu o pau lindo do primo, bem duro, ela foi direto com a boquinha no pênis novinho dele e chupou com muita vontade, vi que ele gozou novamente, bem rápido. Ele gozou na boca dela, que nem tirou da boca, só percebi que escorria um líquido meio esbranquiçado pelo canto da boca dela. O pau do menino nem chegou a amolecer. Ela continuou chupando com muita vontade. Percebi que ele não tinha controle diante da situação, e gozou bem rápido, novamente. O pau dele deu uma amolecida e a Eve voltou a beijar a boca do primo com a boca toda melada da porra fina do Júlio. Logo já estava duro de novo. Era muito tesão dos dois.
Dei a ideia de eles irem para o meu quarto, eles foram correndo, o pau duro do Júlio balançando. A Eve já deitou na cama toda arreganhadinha e ele não perdeu tempo e já foi chupando a bucetinha carnuda e melada da prima. Ouvi um gemido alto e agudo da Eve. Ela estava gozando na boca do Júlio. Que menino safadinho. Era muita safadeza acumulada por anos. Alguns anos atrás ele fazia safadeza com a mãe, agora fazia safadeza com a filha. Que lindo! O pau do menino não é tão grande nem grosso ainda, deve medir uns quinze centímetros ou menos, mas é um pau muito lindo. Vi quando ele foi por cima da minha filha com aquele pau bem duro e melado. Pensei que seria ali que ela perderia o cabacinho. Eu estava disposta a permitir tudo pois eu estava muito excitada e encantada com a cena. Quando ele encostou na entradinha da bucetinha da Eve, ela se tremeu todinha e deu uma gozada escandalosa, e ele se derramou em mais um gozo sem nem ao menos meter o pau, só encostando a cabecinha no calorzinho melado da bucetinha da minha menina.
Ele caiu desfalecido na cama, ao lado da Eveline, rindo todo feliz e exausto. Ele já tinha gozado pelo menos umas cinco vezes naquela tarde. Menino nessa idade tem muita energia. Eu já estava até querendo experimentar novamente aquele menino que eu tanto provei, no passado. Os dois dormiram abraçadinhos como dois namoradinhos, na minha cama. O pai da Eveline só chegaria a noite, então deixei os dois lá dormindo. Não tenho certeza se o Paolo iria gostar de ver a sua filha toda lambuzada, nua na nossa cama com o primo, então quando faltava uma hora para ele chegar, acordei os dois sapecas e mandei eles tomarem um banho juntos e se arrumarem. Quando o Paolo chegou eles já estavam bem arrumadinhos e comportadinhos. Eu fui a cúmplice da safadeza do meu sobrinho com minha filha. Confesso que aquilo estava me dando muito tesão. Depois, já na nossa cama, gozei muito com o Paolo, lembrando das cenas da minha filha com o Júlio, o dia todo pela minha casa. Não via hora de chegar o outro dia para ver novamente aquelas cenas. O Paolo dormiu e eu ainda estava excitada e não parava de pensar no pau do Júlio.
Não resisti e fui até o quarto do Júlio. Eu estava só de camisola, sem calcinha. Entrei, ele estava dormindo. Quando sentei ao lado dele, na cama, ela se acordou assustado, fiz sinal de silêncio e ele se acalmou, sem dizer nada, aproximei minha boca da dele e dei um beijo bem gostoso, de língua. Ele sabe beijar, realmente. Ele ainda deitado, só se deixava levar, me trazendo lembranças daquele menininho obediente que agora tinha crescido. Tirei o lençol de cima dele, ela estava só de cueca. O pau estava muito duro. Voltei a beijá-lo, e passei um bom tempo naquele beijo. Eu precisava sentir aquele pau novamente na minha buceta. Retirei a cueca e soltei aquele pau adolescente lindo e duro. Vi o olharzinho sedento do meu sobrinho lindo, aquele mesmo olhar de anos atrás. Vi que ele queria muito comer a tia dele novamente. Minha buceta já estava toda molhadinha. Fui por cima dele e encaixei minha buceta naquele pau que já não era pequeno. Sentei só de uma vez e entrou fácil. Ele gozou no primeiro segundo, pulsando desesperadamente aquele pau, enchendo minha buceta da sua gala juvenil.
Fiquei frustrada pois lembrei que antes ele não gozava e ficava com o pau duro por horas. Ele não conseguia segurar o gozo no primeiro contato com uma buceta melada. Lembrei que ele gozou só de encostar na buceta carnuda da Eve. Fiquei desconcertada com a ejaculação precoce do Júlio mas isso não diminuiu meu tesão, muito pelo contrário, aumentou. Eu precisava gozar. Então me desengatei do pau ainda meio duro do meu sobrinho e me coloquei em cima da cara do Júlio. Eu fiquei esfregando minha buceta toda melada do seu próprio gozo, na boca dele. Ele me lambia como podia. Eu tava quase sufocando o menino esfregando minha buceta gulosa por toda a cara do menino. Ele segurava em minha bunda e eu forçava minha buceta ao encontro da cara do rapaz, como se eu quisesse enfiar minha buceta dentro dele, ou enfiar a cabeça dele inteira dentro de mim, até que gozei violentamente na cara dele. Ele olhou nos meus olhos e não disse nada, eu também nada falei. Só nos beijamos como namorados, senti o gosto do meu gozo na boca dele, havia também o sabor da porra dele, levada momentos antes pela minha buceta gozada à boca dele. Estava claro para ele que se ele quisesse continuar a fazer safadezas com minha filha, teria que fazer comigo também.
No outro dia continuaram as safadezas dele com minha filha. Ela fez ele gozar muitas vezes no sofá, na cozinha, no banheiro, na cama… Haja energia para aguentar minha filha gulosa sedenta pela piroca do primo. Ele fez ela gozar vezes chupando a bucetinha dela. O descontrole com a ejaculação não permitiu que ele pudesse tirar o cabaço da minha bebê pois toda vez que ele só encostava na bucetinha melada da minha filha ele já gozava gemendo e se tremendo todo. Eu não interferia nas safadezas deles, deixava eles livres para se descobrirem, minha filha estava viciada e apaixonada pelo primo. Isso ficou se repetindo durante vários dias até o final de julho. E todas as noites eu ia na cama do Júlio fazer safadezas com ele. O menino já estava até ficando magro de tanta buceta. Tadinho! Eu estava tentando ensinar ele a segurar o gozo, deixando ele mais calmo, e sem perder o controle. Eu já estava conseguindo ficar uns três minutos com a piroca dele dentro sem ele gozar. Eu tirava rápido e sentava de novo depois. Mas já não tinha mais tempo. Acabou o mês e ele teve que ir embora. A Eveline chorou muito quando ele foi. Ele só volta ano que vem, em julho. Quem sabe daqui para lá, se a Eve não tiver perdido o cabacinho ainda ele já consiga fazer isso. Mesmo se ela já tiver sido descabaçada, vai ser maravilhoso ver esses dois primos apaixonados fazendo um sexo lindo e gostoso por toda a minha casa. E eu também vou poder sentar naquele pau por horas como eu fazia uns anos atrás. Vai ser maravilhoso.
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Meus amados leitores e leitoras, mesmo que demore, quero continuar contando os relatos das aventuras da minha bucetudinha Eveline. Tenho gostado das sugestões. Vou tentar fazer uma série paralela dela com o pai dela, que muitos estão pedindo. E já está quase pronto um episódio de vários relatos menores em um só, de pedófilos aleatórios com minha filha. Continuem comentando, nesse e nos outros, que me incentiva bastante a continuar escrevendo, mesmo sem tanto tempo.
Ainda resta algumas sugestões para vocês de possíveis episódios que já vivemos, e posso contar:
1. ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼
2. O professor de educação física.
3. ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼
4. O tio Carlos.
5. ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼
6. O vizinho do lado.
7. Eveline na piscina com as amigas.
8. Eveline na praia.
9. Banho só de calcinha no igarapé.
10. ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼
11. ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼
12. Eveline com sua priminha Sofia.
13. ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼ ✼
14. O Fábio, bêbado, confessou que acha nossa filha gostosa.
15. O professor particular de matemática.
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Comentem, meus amores!
Muitos beijos aos pedófilos e pedófilas!
Beijos a todas as crianças e aos adolescentes que amam sexo.
Amo vocês todos!
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By: Maria Antônia
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