Exibindo filha bucetudinha 2 — No colo do desconhecido no ônibus
♡ No colo do desconhecido no ônibus
Sou Maria Antônia, uma cabocla paraense que tem o privilégio de ter uma linda filha que é bucetudinha desde que nasceu. Hoje minha filha já tem seus oito anos de pura inocência e sensualidade.
Minha princesinha ama exibir sua bucetinha volumosa e se sente muito à vontade perto de homens. Eu por outro lado fico doidinha de tesão exibindo minha pequena bucetuda para pedófilos por aí a fora.
No primeiro turno das eleições de 2022 eu tive que viajar a outra cidade para votar. Eu não dirijo e meu marido não pôde ir comigo pois ele vota aqui mesmo. Tive que ir de ônibus junto como a Eve. Foi bom que ela iria ficar na casa da minha irmã e poder brincar com sua priminha Sofia que ela não via já fazia uns meses.
Como estava muito intenso o movimento de passageiros nesse dia, não consegui lugar sentada pois aquele horário já estava lotado. Resolvi arriscar ir em pé mesmo já que são apenas algumas horinhas de viagem e geralmente muita gente vai descendo no meio do caminho em outras cidadezinhas e lugarejos à beira da estrada.
A Eve estava muito linda mas o calor estava insuportável. Estava quente naquele dia. Ainda bem que coloquei nela aquele vestidinho leve. O tal vestido era daquele tecido levinho, quase transparente. Ela ama esse vestido. É bem curtinho e meio transparente de cor branca com uma estampa “infantilzinha” na frente.
Ela tava linda naquele vestidinho. Como o vestido é de alcinha e meio solto, pra não apertar ela, qualquer movimento dela ficava aparecendo o mamilo marronzinho dela dentro do vestido mas ela nem tava ligando pra isso pois nem seios a Eveline tem ainda.
Obviamente ela estava sem calcinha por baixo daquele vestidinho curtinho e soltinho. Quem olhasse bem dava pra ver o formato da bucetinha volumosa que toda hora se desenhava no tecido, dependendo do movimento.
E atrás, o tecido as vezes entrava no meio no reguinho da bundinha redondinha dela, coisa que acontece mesmo quando não se usa calcinha. Nisso ia mostrando o formato certinho do bumbum da minha menina. Mulheres que não usam calcinha sabem bem como é isso.
E como o vestido era curtinho e soltinho, com a movimentação das pessoas e do ônibus, de vez em quando levantava um pouquinho, mostrando ora a polpinha da bunda ora a rachinha da buceta lisinha da minha princesa.
Logo que o ônibus pegou a estrada uma moça simpática me cedeu seu lugar numa poltrona de corredor, pra eu sentar com minha filha. Estávamos mais ou menos na metade do ônibus. Agradeci e sentei rapidamente, colocando a Eve no meu colo.
Logo percebi que na poltrona da janela estava sentado um homem que aparentava ter uns quarenta e tantos anos. Dei um “oi” e passamos a conversar. O homem era muito simpático. Roberto era seu nome. Ele também estava indo votar.
Nisso minha filha estava inquieta querendo olhar pela janela mas não dava. Percebi que o vestido dela estava um pouquinho levantado e a alcinha de um lado caiu, deixando à mostra seu mamilo bicudinho. Eu, claro, fingi que não percebi aquilo até porque o homem não tirava os olhos do corpinho da minha princesa.
Com o movimento, as vezes minha filha ficava praticamente nua no meu colo, com toda aquela sua inocência e naturalidade. Percebi um volume enorme na calça do homem. Obviamente ele estava com o pau ereto. Tive certeza quando ele pegou uma mochila que estava em baixo, entre seus pés, e colocou no seu colo para disfarçar sua ereção.
Minha filha, inocentemente, virou a cabeça pra mim e perguntou com aquele jeitinho meigo se ela poderia ir pra janela. Eu respondi de imediato que não, e expliquei que a gente não poderia incomodar o moço que estava sentado na janela. Ele fez um jeito de choro dengoso…
Ao ouvir o nosso diálogo, mais que de pressa, o homem falou que não tinha problema ela ficar na janela. Minha filha sorriu e disse: “tá vendo, mãe, o tio não liga se eu ficar na janela. Deixa! Deixa! Deixa!…”
Eu disse: “tudo bem, então…”. Perguntei se não iria incomodar e ele, de pronto, respondeu que não. Antes que ele sugerisse, por educação que nós trocássemos de lugar, eu sugeri que ele me passasse a sua mochila e deixasse a Eve no colo dele. Ele não esperava isso, mas pelo sorriso, percebi que ele gostou muito da ideia.
Minha filha também amou e enquanto ele me passava a mochila ela já pulou no colo dele. Nisso de pular no colo o vestido subiu todinho e ela sentou a sua bundinha peladinha diretamente em cima do volume dentro da calça do homem. Minha filha, toda feliz, foi diretamente olhar pela janela.
Eu olhei bem no rosto do homem quando ela encostou sua bundinha em cima do seu pau durinho. Ele não conseguiu disfarçar. Meio que revirou os olhos por um segundo. Tive a certeza naquele momento que ele chegou muito próximo de gozar só pelo contato da bundinha da minha filha no seu colo.
Em poucos minutos a minha filha já tava toda íntima do homem. Já tava chamando de tio Beto e dando beijinho no rosto dele, enquanto remexia a bundinha em cima do seu pau. Ele por sua vez já abraçava minha filha e roçava a mão na bundinha dela.
Em um momento ela cansou de ficar no colo dele e ficou em pé na frente dele, se esticando, tentando olhar por cima da poltrona da frente. Percebi que ele ficou frustrado pois o vestido desceu ela já não tava nua no seu colo, mas ele ficava olhando diretamente para a bundinha empinada marcada no vestidinho da minha filha.
Depois de um tempo ali, ela me disse que tava com fome, eu peguei uma maçã e dei a ela, ela virou de frente pra nós, ainda de pé, e começou a comer a maçã enquanto eu conversava com o homem. Depois que ela acabou a maçã, tinha uns pedacinhos de maçã perto da boca dela e eu disse pra ela limpar.
Nesse momento ela fez uma coisa inesperada que deixou aquele homem atônito. Ela, naturalmente levantou a ponta do vestido e limpou a boca com ele. O homem ficou hipnotizado por alguns segundos, enquanto minha filha, com toda inocência e naturalidade levantava o vestido,mostrando sua nudez infantil.
Nesse momento deu pra ele ver claramente o quanto minha filha era bucetuda. Ele não parava de olhar pra bucetinha volumosa da minha princesinha. Isso durou apenas alguns poucos segundos mas pareceu uma hora. Percebi que o tesão do homem foi a um milhão.
Passado uns minutos percebi que ela tava com soninho. Sugeri que ela sentasse um pouco no colo do homem e tentasse dormir um pouquinho. Ela sorriu e disse que era uma boa ideia. Perguntei se não haveria problema, ele instintivamente falou que não. Então minha filha fez uma coisa que aquele homem não resistiria…
Ainda de frente pro homem ela fez uma coisa que ela tá acostumada a fazer com o pai dela. Ela abriu as perninhas e sentou arreganhadinha com a bucetinha em cima do pau daquele homem, de frente pra ele. Como era de se esperar o vestido subiu e ela encostou aquela bucetinha avantajada e quente toda peladinha no pau duro daquele desconhecido.
Ela, carinhosamente, se aninhou e recostou a cabecinha no peito do homem e o abraçou já com os olhinhos fechados. Ele, por instinto de macho, a abraçou e a envolveu com os braços. Uma mão foi automaticamente por baixo do vestidinho frouxo da minha filha dengosa.
Ela, claramente, estava descontrolado de tesão. Eu deixei fluir. Eu vi que ele apertava forte a bundinha da minha filha e a puxava conta ele, esfregando a bucetona da minha filha no pau dele. Percebi que por um momento ele me esqueceu e vi seus quadris bombando suavemente pra cima e pra baixo.
Eu cheguei a ouvir a respiração forte daquele homem. Ele tava de olhos fechados. Ninguém mais via aquilo acontecendo no tumulto daquele ônibus. E eu ali bem ao lado, enquanto um homem gozava loucamente mesmo com toda sua roupa, só com o cheirinho, e o calor do corpinho e da bucetinha infantil da minha filha inocente.
Surpreendentemente, enquanto isso, eu percebi o quadril da minha princesa se mexendo, esfregando suavemente a bucetinha, que a essa altura deveria estar toda meladinha com aquele ambiente de carinho e de tesão. Era lindo ver ela curtindo o contato carinhoso de um homem que, claramente, se aproveitava de seu corpinho macio.
Achei estranho porque nunca tinha visto essa atitude com o pai dela e ela estava agindo assim logo com um homem totalmente desconhecido que a gente tinha acabado de conhecer. Mas eu lembrei que eu já tinha esse instinto de fêmea mesmo bem mais nova que minha filha. Lembro que com uns três anos a menos da idade que minha filha tem hoje eu já me esfregava no colo do meu tio.
Instinto de fêmea é algo incontrolável mesmo. O homem parou de se mexer e já não estava apertando forte a bundinha da minha filha, apesar de que ele não tirou a mão dele dali. Com certeza dentro da cueca daquele homem se encontrava tudo melado. Ele gozou gostoso. E depois de um tempinho percebi que minha filha realmente dormiu. O homem também estava cochilando. Achei linda a cena.
Depois de uns quarenta minutos chegamos ao destino. Ainda peguei o contato do homem mas tive vergonha de tentar um contato com ele desde então. Mas aquele momento foi inesquecível. Espero viver mais momentos como esses que sempre me dão muito tesão.
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Se vocês, leitores, continuarem se interessando eu vou continuar contando sobre essas aventuras minhas e da Eveline, minha bucetudinha que eu amo tanto…
Ainda tenho algumas sugestões de situações reais pra contar pra vocês na sequência, envolvendo a minha filha. Qual vocês escolhem para a próxima?
1. O homem no parquinho.
2. O professor de educação física.
3. O primo adolescente.
4. O tio Carlos.
5. Eveline sem calcinha na igreja.
6. O vizinho do lado.
7. Eveline na piscina com as amigas.
8. Eveline na praia.
9. Banho só de calcinha no igarapé.
10.
11. Eveline tomando banho com o pai.
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Um beijo a todas as mães de bucetudinhas!
Entrem em contato…
E muitos beijos a todos os pedófilos! Vocês são maravilhosos e me proporcionam muito tesão…
Amo vocês!
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