Meu irmão, e o tio da perua escolar
Me chamo Felipe, vamos para mais um conto.
Esse conto se passou quando eu tinha em torno de uns 11/12 anos, eu era gordinho, branquinho e tinha o cabelinho preto e liso, cortado em formato de cuia como a maioria das crianças da minha região tinha na epoca, ali em meados de 2002. Meu irmão era mais novo que eu, e se chamava Luan, tinha de 9 para 10 anos e basicamente com as mesmas características, com a diferença que ele tinha uma bunda bem grande e redondinha por conta de ter sido bem gordinho quando mais novo, aí emagreceu e a bunda não diminuiu.
Era começo de ano e como tínhamos mudado de escola e agora era bem longe de casa nossos pais decidiram pagar o Tio Valdir para nos levar e buscar na escola, o Tio Valdir era um coroa boa pinta, magro e com um bigode grisalho, tinha também uma tatuagem bem grande no braço e usava sempre gel no cabelo, sabe aqueles coroas que tem o estilo de jovens? Usam bermudas e roupas que na teoria são para pessoas mais jovens? Então, o Tio Valdir era assim, um coroa chavoso.
Fato é que moravamos longe da escola, e por uma coincidência na rua de baixo do Tio Valdir, o que fazia com que nós fossemos os primeiros a serem pegos por ele, e os últimos a serem deixados em casa. O carro do tio Valdir era uma Sprinter verde com insulfilm, que devia caber umas 12 crianças na parte de trás, mais os dois bancos na parte da frente ao lado do motorista, e dividindo a parte da frente da parte de trás, onde a maioria das crianças ficava tinha uma especie de varal e uma cortina nele, o que servia para dar alguma privacidade para o Tio Valdir quando ele precisava. Meu irmão sempre foi mais tímido e calado, então sempre ia para parte da frente do veículo junto do Tio Valdir, eu ia na bagunça com as outras crianças, era mais divertido, mas conforme elas iam descendo em suas casas eu ia ficando sozinho na parte de trás do veículo, e quase sempre eu dormia até em casa
Depois de algumas semanas nessa rotina reparei que quando ficavam apenas eu e meu irmão na perua, Tio Valdir fechava a cortina, o que fazia com que ele e meu irmãozinho Luan ficassem isolados na parte da frente, e nesse momento ele sempre colocava um cd baixinho pra tocar.
Sempre depois de entregar a última criança ainda tínhamos um percurso de cerca de 45 minutos até chegarmos em casa, ou seja, esse era o tempo que ficávamos sozinhos na perua.
Em uma sexta feira bem fria e chuvosa depois da última criança descer e eu ficar sozinho na parte de trás da perua, como sempre, acabei ficando entediado ouvindo aquele cd do Falamansa que Tio Valdir sempre colocava pra tocar. Quando eu já estava quase cochilando, com o balanço do carro o cd acabou pulando e a perua ficou em silêncio por alguns segundos, e nesses segundos ouvi um barulho tipo ... Fap! Fap! aquele barulho de rola batendo na língua, sabe?
Imediatamente a cortina se abriu e vi Tio Valdir se certificando se eu tinha percebido alguma coisa, eu por minha vez fingi cochilar na última cadeira, ele ficando satisfeito e se sentindo seguro fechou a cortina novamente, e assim que a cortina fechou fui de mansinho para as cadeiras bem atrás deles para ouvir o que era dito entre eles, era díficil ouvir por conta da música, mas consegui distinguir a voz de Tio Valdir dizendo '' Teu irmão tá dormindo, tá só nós dois aqui agora ''
Fiquei gelado, e ao mesmo tempo curioso, o que estaria acontecendo ali? Por conta do insulfilm ninguém pelo lado de fora podia ver o que acontecia entre eles ali.
Fiquei alguns minutos tentando ouvir o que acontecia mas por conta da musica só escutava sussurros e o que pareciam gemidos... Tio Valdir estava gemendo?
Procurei uma falha na cortina sem sucesso, então acabei descendo ela bem devagar no cantinho e pude ver claramente a parte da frente da perua por cima da cortina, e vi meu irmãozinho fingindo dirigir o veículo, ele estava sentado no colo de Tio Valdir enquanto Tio Valdir movimentava seus quadris para cima e para baixo, pude ver que meu irmão meio que rebolava no colo de Tio Valdir, sua cueca e bermuda estavam abaixadas no joelho, então ele estava sentado peladinho no colo de Tio Valdir, que não perdia tempo e ia roçando naquela bundinha. Pude ver a bundinha do meu irmãozinho pela primeira vez, e ela era bem branquinha, gordinha e redondinha, era um tesão, dava pra entender porque Tio Valdir não resistiu. Ele ia passando as mãos na bundinha do meu irmão, nos seus peitinhos e coxas, ia bolinando meu maninho, e eu gostava daquilo, dava pra sentir o tesão que ele sentia pelo meu maninho
Aquela brincadeira continuou por um tempo enquanto Tio Valdir fingia deixar meu irmão dirigir a perua, meu irmão parecia estar adorando, não sei se ele gostava de fingir dirigir, ou sentir o corpo daquele homem adulto roçando no seu, ou as duas coisas. Em um determinado momento consegui ouvir Tio Valdir falando que para meu irmão continuar dirigindo ia ter que fazer o negocio com a boca de novo, fiquei curioso com o que seria isso, e vi meu irmão se agachar aos pés de Tio Valdir, e só então eu vi que a rola durona de Tio Valdir estava para fora e apontando pra cima, meu irmão estava então roçando nela o tempo inteiro enquanto estava sentado no colo daquele coroa safado, por isso os gemidos dele. De qualquer maneira, meu irmão se ajoelhou e começou a mamar sem qualquer tipo de pudor aquela cabeçona de cogumelo do Tio Valdir, que agora sofria pra se concentrar enquanto dirigia, ele forçava a boquinha do meu irmão em direção ao seu pau colocando a mão na cabeça dele, meu irmão por sua vez fazia o possível para engolir aquele pau cheio de veias, mas não conseguia ir muito mais além o que a cabeça, mas ele se esforçava, fiquei na dúvida se ele fazia aquilo só pra dirigir a perua mesmo, pois parecia estar adorando, senti inveja do meu irmãozinho.
Tio Valdir então deu um gemido mais alto e percebi que ele gozava na boca do meu irmão pois vi a porra escorrendo pelos seus lábios. Enquanto meu irmão subia seu shorts Tio Valdir deu um tapinha na bundona do meu irmão e disse que estava doido pra foder ela, mas teria que ser em um dia mais tranquilo quando eles tivessem a oportunidade certa...
Esse conto se passou quando eu tinha em torno de uns 11/12 anos, eu era gordinho, branquinho e tinha o cabelinho preto e liso, cortado em formato de cuia como a maioria das crianças da minha região tinha na epoca, ali em meados de 2002. Meu irmão era mais novo que eu, e se chamava Luan, tinha de 9 para 10 anos e basicamente com as mesmas características, com a diferença que ele tinha uma bunda bem grande e redondinha por conta de ter sido bem gordinho quando mais novo, aí emagreceu e a bunda não diminuiu.
Era começo de ano e como tínhamos mudado de escola e agora era bem longe de casa nossos pais decidiram pagar o Tio Valdir para nos levar e buscar na escola, o Tio Valdir era um coroa boa pinta, magro e com um bigode grisalho, tinha também uma tatuagem bem grande no braço e usava sempre gel no cabelo, sabe aqueles coroas que tem o estilo de jovens? Usam bermudas e roupas que na teoria são para pessoas mais jovens? Então, o Tio Valdir era assim, um coroa chavoso.
Fato é que moravamos longe da escola, e por uma coincidência na rua de baixo do Tio Valdir, o que fazia com que nós fossemos os primeiros a serem pegos por ele, e os últimos a serem deixados em casa. O carro do tio Valdir era uma Sprinter verde com insulfilm, que devia caber umas 12 crianças na parte de trás, mais os dois bancos na parte da frente ao lado do motorista, e dividindo a parte da frente da parte de trás, onde a maioria das crianças ficava tinha uma especie de varal e uma cortina nele, o que servia para dar alguma privacidade para o Tio Valdir quando ele precisava. Meu irmão sempre foi mais tímido e calado, então sempre ia para parte da frente do veículo junto do Tio Valdir, eu ia na bagunça com as outras crianças, era mais divertido, mas conforme elas iam descendo em suas casas eu ia ficando sozinho na parte de trás do veículo, e quase sempre eu dormia até em casa
Depois de algumas semanas nessa rotina reparei que quando ficavam apenas eu e meu irmão na perua, Tio Valdir fechava a cortina, o que fazia com que ele e meu irmãozinho Luan ficassem isolados na parte da frente, e nesse momento ele sempre colocava um cd baixinho pra tocar.
Sempre depois de entregar a última criança ainda tínhamos um percurso de cerca de 45 minutos até chegarmos em casa, ou seja, esse era o tempo que ficávamos sozinhos na perua.
Em uma sexta feira bem fria e chuvosa depois da última criança descer e eu ficar sozinho na parte de trás da perua, como sempre, acabei ficando entediado ouvindo aquele cd do Falamansa que Tio Valdir sempre colocava pra tocar. Quando eu já estava quase cochilando, com o balanço do carro o cd acabou pulando e a perua ficou em silêncio por alguns segundos, e nesses segundos ouvi um barulho tipo ... Fap! Fap! aquele barulho de rola batendo na língua, sabe?
Imediatamente a cortina se abriu e vi Tio Valdir se certificando se eu tinha percebido alguma coisa, eu por minha vez fingi cochilar na última cadeira, ele ficando satisfeito e se sentindo seguro fechou a cortina novamente, e assim que a cortina fechou fui de mansinho para as cadeiras bem atrás deles para ouvir o que era dito entre eles, era díficil ouvir por conta da música, mas consegui distinguir a voz de Tio Valdir dizendo '' Teu irmão tá dormindo, tá só nós dois aqui agora ''
Fiquei gelado, e ao mesmo tempo curioso, o que estaria acontecendo ali? Por conta do insulfilm ninguém pelo lado de fora podia ver o que acontecia entre eles ali.
Fiquei alguns minutos tentando ouvir o que acontecia mas por conta da musica só escutava sussurros e o que pareciam gemidos... Tio Valdir estava gemendo?
Procurei uma falha na cortina sem sucesso, então acabei descendo ela bem devagar no cantinho e pude ver claramente a parte da frente da perua por cima da cortina, e vi meu irmãozinho fingindo dirigir o veículo, ele estava sentado no colo de Tio Valdir enquanto Tio Valdir movimentava seus quadris para cima e para baixo, pude ver que meu irmão meio que rebolava no colo de Tio Valdir, sua cueca e bermuda estavam abaixadas no joelho, então ele estava sentado peladinho no colo de Tio Valdir, que não perdia tempo e ia roçando naquela bundinha. Pude ver a bundinha do meu irmãozinho pela primeira vez, e ela era bem branquinha, gordinha e redondinha, era um tesão, dava pra entender porque Tio Valdir não resistiu. Ele ia passando as mãos na bundinha do meu irmão, nos seus peitinhos e coxas, ia bolinando meu maninho, e eu gostava daquilo, dava pra sentir o tesão que ele sentia pelo meu maninho
Aquela brincadeira continuou por um tempo enquanto Tio Valdir fingia deixar meu irmão dirigir a perua, meu irmão parecia estar adorando, não sei se ele gostava de fingir dirigir, ou sentir o corpo daquele homem adulto roçando no seu, ou as duas coisas. Em um determinado momento consegui ouvir Tio Valdir falando que para meu irmão continuar dirigindo ia ter que fazer o negocio com a boca de novo, fiquei curioso com o que seria isso, e vi meu irmão se agachar aos pés de Tio Valdir, e só então eu vi que a rola durona de Tio Valdir estava para fora e apontando pra cima, meu irmão estava então roçando nela o tempo inteiro enquanto estava sentado no colo daquele coroa safado, por isso os gemidos dele. De qualquer maneira, meu irmão se ajoelhou e começou a mamar sem qualquer tipo de pudor aquela cabeçona de cogumelo do Tio Valdir, que agora sofria pra se concentrar enquanto dirigia, ele forçava a boquinha do meu irmão em direção ao seu pau colocando a mão na cabeça dele, meu irmão por sua vez fazia o possível para engolir aquele pau cheio de veias, mas não conseguia ir muito mais além o que a cabeça, mas ele se esforçava, fiquei na dúvida se ele fazia aquilo só pra dirigir a perua mesmo, pois parecia estar adorando, senti inveja do meu irmãozinho.
Tio Valdir então deu um gemido mais alto e percebi que ele gozava na boca do meu irmão pois vi a porra escorrendo pelos seus lábios. Enquanto meu irmão subia seu shorts Tio Valdir deu um tapinha na bundona do meu irmão e disse que estava doido pra foder ela, mas teria que ser em um dia mais tranquilo quando eles tivessem a oportunidade certa...
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