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Meu irmão e o filho do caseiro

📅 Publicado em: 14/02/2025 01:13

👤 Autor: putinho-voyeur

🏷️ Tags: #Gay #Teen #Tween #Voyeur
Olá, me chamo Felipe e vamos para mais um conto.

Eu tinha 11 anos na época em que se passou essa situação.

Era um menino magrinho, cabelos e olhos pretos, pele branquinha, assim como meu irmão mais novo de 9 anos chamado Caio, só que ele sempre teve uma bunda avantajada, daquelas que as bermudas e calças ficam bem apertadas. Por ter uma bunda bem grande, redondinha e empinada, meu irmãozinho chamava atenção por onde passava, tanto que as vezes eu ouvia um comentário ou outro de algum colega do bairro ou da escola sobre a bundona do meu irmão, via sempre os garotos mais velhos cochichando quando ele passava.

Bom, em dezembro de 2001 estávamos de férias, e em uma quinta feira a noite nossa mãe chegou nos comunicando que iriamos no final de semana para um sitio, iria bastante gente do bairro em um tipo de excursão, como nossa mãe era mãe solo, ela tinha muita amizade com as mulheres do bairro e durante a viagem nossa mãe já se envolveu com suas amigas do bairro e foi no meio da bagunça, e como só tinha eu e meu irmão de crianças, ficamos mais na nossa mesmo.

Tudo ocorreu normal durante a viagem e quando chegamos no sitio os adultos já trataram de tomar conta de onde cada um dormiria e começaram seu churrasco com bastante bebida e música.

O caseiro que tomava conta do sítio era um senhor de meia idade muito prestativo e simpático que deixou tudo pronto para nós e acabou fazendo amizade com os adultos, o que fez com o que ele participasse da bagunça também.

Ele tinha um filho de 15 anos com o apelido de Pelé por parecer de fato com o jogador famoso quando jovem. Pelé era um garoto franzino de pele escura, ombros largos e bem alto para sua idade, já tinha aquele bigodinho típico de adolescentes e pelos ralinhos que iam do seu peito descendo pela barriga, indo até sua virilha, e aquele jeitão de moleque de bairro.

Como estávamos mais perto um da idade um do outro acabamos nos aproximando, apesar de eu só ter 11 anos, ele não tinha muita escolha, era eu e meu irmãozinho ou os adultos

Como era um sitio grande, ficou definido que meu irmão Caio e eu, dormiríamos no mesmo quarto, tudo certo pois tínhamos medo de dormir sozinhos mesmo, e nossa mãe já estava na 4 latinha de cerveja e contando, ela sempre fazia isso, e vez ou outra eu que tinha que cuidar de Caio.

Quando colocamos nossos sungas e partimos em direção a piscina vi a encarada de Pelé na bundona de Caio, realmente chamava a atenção de qualquer macho que olhasse, era bem suculenta pois a sunga estava pequena nele e deixava as popas da bunda de fora.

A partir desse momento vi o olhar de Pelé mudar, vi malicia neles, ele não tirava os olhos da bundona de Caio, vi até um volume suspeito crescendo em sua sunga. Pelé tratou logo de entrar na piscina conosco e começamos a brincar e nos divertir, adorava piscina e não tinha tantas oportunidades de entrar em uma, então queria aproveitar ao máximo.

Estava me divertindo tanto que demorei para perceber que Pelé ficava levando Caio o tempo inteiro para a area mais funda da piscina, onde eu não conseguia ir pois não dava pé. Eu me fazia de sonso e fingia estar concentrado na brincadeira, mas Pelé não saía de trás de Caio, notei que ele estava encoxando meu irmãozinho, sempre prestando atenção para ver se algum adulto notava, mas todos já estavam ocupados demais ficando bêbados e curtindo a musica, não tinham tempo para se preocupar conosco. Mas eu só tive certeza do que acontecia quando me aproximei deles segurando na borda da piscina e notei um movimento na água perto deles, Pelé arfava e parecia sem ar enquanto a água continuava agitada ao redor, meu irmãozinho só empinada a bundona na direção de Pele enquanto ele roçava aquela pica por cima do tecido da sunga. Como eu não tive reação e continuei brincando com a água, Pelé ficou corajoso pois entendeu que eu era inocente e não sabia o que estava acontecendo ali

Meu irmãozinho parecia adorar aquilo, não sabia que ele era tão putinha assim tendo somente 9 anos, eu já imaginava que ele podia estar fazendo algo com os meninos mais velhos da escola por conta dos cochichos pelos corredores, mas eu via o jeito que ele deixava a sunga, dobrando para parecer ainda menor e evidenciar ainda mais o seu rabão, via que ele queria chamar a atenção de todos os machos dali. Diversas vezes eu peguei uma troca de olhares entre Pelé e ele. Pelé parecia um cachorrinho babando por aquela bunda, e Caio provocava ainda mais.

Depois de algum tempo nisso os adultos nos chamaram para tomar refrigerante, eu e Caio saímos correndo da piscina, enquanto Pelé inventou uma desculpa qualquer para continuar na água (Hoje eu entendo que ele não quis sair ali pois estava com o pau duro e de sunga, todo mundo ia notar)

Quando voltamos a piscina já estava com algumas pessoas, os adultos começavam a entrar na água, e o plano de Pelé de continuar se esfregando no meu irmãozinho não deu mais certo, continuamos brincando mais algum tempo até que Pelé perguntou se queríamos ir ver a cachoeira que tem ali perto, aceitamos, e como tínhamos que pegar só uma trilha de uns 5 minutos, e pelo álcool que já fazia efeito no sangue dos adultos, eles permitiram

Conforme íamos caminhando pela trilha pude notar o pau de Pelé cada vez maior em sua sunga e quando chegamos na cachoeira já estava impossível não notar o quão duro aquele pau estava. No auge dos seus 15 anos Pelé já tinha um pau invejável para um garoto dessa idade. Por estar na adolescência e com os hormônios a flor da pele, ele não podia desperdiçar a oportunidade de bolinar uma bundona tão grande como a de Caio, e como ele percebeu que meu irmão gostava precisou agarrar a oportunidade.

Interpretei bem meu papel de irmão mais velho bobo, pois Pelé nem escondia mais a ereção em seu sunga, quase dava pra ver a cabeça da sua piroca saindo pela parte de cima da sunga. Vi que Caio não tirava o olho daquele pau, em um determinado momento Pelé até apertou seu pau olhando direto para meu irmãozinho que parecia se deliciar com aquilo.

Bom, entramos no laguinho da cachoeira e Pelé sempre arrumando motivos para encoxar Caio, como ele viu que eu não reagia, e na cabeça dele eu não estava notando nada, ficou mais corajoso e sugeriu uma brincadeira chamada trenzinho, basicamente fazíamos uma fila na água e íamos andando um atrás do outro com a mão na cintura do colega da frente.

Na hora de formarmos a fila até argumentei que Caio por ser o mais novo deveria ficar na frente, eu queria ficar no meio para ser encoxado por Pelé, mas ele disse que Caio era no meio sem abrir para discussão, meu irmão me olhou com um olhar de superioridade.

A contra gosto fiquei na frente da fila e começamos a brincar, percebi que Pelé estava grudado em Caio assim que começamos a brincadeira, olhava de relance e via sua coxa grudada na de Caio, com certeza meu irmão estava sentindo aquela rolona toda, me aproximei do meu irmão e pude sentir um leve movimento de vai e vem, por baixo da água Pelé roçava seu pau na bundona de meu irmãozinho, depois de alguns minutos sentindo esses movimentos e entendendo a putaria que me rodeava, sem pensar muito argumentei que Caio devia ir na frente agora e troquei de lugar com ele, tão repentinamente que Pelé nem teve tempo de impedir.

Caio adorou ficar na frente da fila e vi que Pelé hesitou um pouco na hora de me encoxar, mas assim que fez eu pude sentir toda a extensão daquela rola que meu irmãozinho estava sentindo antes de mim, empinei minha bunda o máximo que pude, e para minha surpresa Pelé tinha abaixado a sunga, meu irmão estava sentindo o pau mesmo daquele garoto, eu até rebolei um pouco com a surpresa. Pelé pareceu relaxar mais, colocou a mão na minha cintura e começou a me encoxar com gosto, roçando seu pau por cima da sunga na minha bundinha, como o tecido era fino, pude sentir tudo roçando em mim, até suas bolas, o safado do Pelé ainda piscou o pau na minha bunda um pouco, pra ter certeza que eu estava gostando, Pelé segurava na minha cintura e me fazia sentir seu pau pulsando nas minhas costas, eu delirei com aquilo.

Até que meu irmãozinho cansou de ficar na frente do trenzinho da brincadeira que fazíamos e logo voltou a ficar em seu lugar preferido, no nosso meio sendo encoxado por Pelé, eu gostava também de sentir o corpo de Pelé roçando no meu irmãozinho, me excitava do mesmo jeito. Eu e Caio trocamos algumas vezes de lugar, e continuamos os dois a serem encoxados por Pelé, que parecia adorar aquele brincadeira, seu pau ficava cada vez mais duro, até que eu senti quando Pelé abaixou a sunga de Caio, e agora seu pau estava tocando diretamente na bundona de meu irmão, para ter certeza que meu irmão estava peladinho na água empinei minha bunda para trás e pude sentir seu piruzinho pequeno na água, o garoto estava pelado.

Senti que as roçadas pararam um momento, Pelé estava posicionando o pau na portinha do cu de Caio, houve silêncio e parece que tudo congelou por 1 segundo, e foi quando o gemidos manhosos de Caio começaram (Não era possível que Pelé estivesse comendo o cuzinho do meu irmãozinho atrás de mim) eu continuava rindo e fingindo me divertir, mas atrás de mim a coisa estava ficando séria, me concentrei para escutar o que Pelé sussurrava no ouvido do meu irmãozinho, e consegui ouvir um '' Deixa ele entrar, relaxa, abre esse cuzinho para mim '' depois de mais alguns minutos de provavelmente prazer e dor para Caio, seus gemidos já estavam ficando mais intensos, pude ouvir também no final do trenzinho Pelé urrando de prazer, e foi quando eu ouvi ele no ouvido do meu irmãozinho dizendo '' Pronto neném, entrou até as bolas, agora deixa eu comer, deixa? '' Meu irmãozinho estava com aquela tora preta atolada em seu rabo, eu não conseguia acreditar.

E começaram os movimentos de vai e vem, a principio eles foram lentos, mas depois de alguns minutos Pelé já estava literalmente fodendo meu irmãozinho como um cachorro no cio, ele grudou na cintura de meu irmão, eu escutava os barulhos de sexo e empinei o máximo possível minha bunda para tocar no corpo do meu irmão e poder sentir o choque dos corpos, e senti o corpo do meu irmão indo pra trás e pra frente, no ritmo da metida de Pelé, empinei tanto minha bundinha que Pele agora fodia meu irmão segurando na minha cintura, eu podia sentir tudo ali, até que Pelé gemeu de uma forma muito intensa, quase gritando, implorando, ao ouvir aquilo senti como se fosse uma explosão no meu piruzinho, nunca tinha sentido aquilo antes, era muito gostoso, será que era isso que Pelé e Caio estavam sentindo ? Será que eu tinha gozado? Sei que depois disso ele se desgrudou do meu irmão, subiu a sunga e se deitou na margem da cachoeira, ele tinha gozado.

Meu irmão levantou a sunga e continuou brincando comigo, como se nada tivesse acontecido, e foi bem na hora pois minutos depois alguns adultos chegaram na cachoeira...
Nenhuma reação ainda.

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