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"Float on" na boleia do caminhão de guincho

📅 Publicado em: 11/01/2024 22:26

👤 Autor: oportunista

🏷️ Tags: #Coroa #Gay #Teen
Quase um ano depois de fazer a loucura com o segurança da passagem de pedestres, num dia em que também tinha exagerado na bebida, me deu vontade de repetir a experiência. Estava há um bom tempo sem sair com uma menina, e acabei ficando com fogo no rabo também. Passei no bar, e depois pelas guaritas, e nada, o cara não estava trabalhando. Voltei para casa chateado.

Ainda passei pelas guaritas em outros horários e dias alternados, mas não o vi, fiquei sabendo que ele não estava mais na empresa. No início, até fiquei frustrado, mas achei melhor assim, com o tempo, depois de sair com algumas meninas, essas idéias sairam da cabeça.

Completei 18 anos, tirei a carteira de motorista, e comprei um carro, um ford scort 88.

Preferi um carro mais velho, para pegar as manhas no volante, e depois comprar um mais novo.

Uns dois meses depois de comprar o carro, estou voltando para casa, à noite, pela Rodovia Airton Senna, e o carro simplesmente pára de funcionar, ainda consegui jogar para o acostamento. Sem conhecer nada de mecânica, fico perdido.

Os pouquíssimos carros que passam no momento, estão em alta velocidade, e passam na via da esquerda, não seria fácil conseguir ajuda.

Depois de um tempo tentando ligar o carro, sem sucesso, resolvo caminhar pela rodovia, até um local com aqueles telefones, para pedir ajuda.

Sem saber qual o lado mais próximo, segui em frente, ao meu destino.

Não caminhei muito, e ouço uma buzina de caminhão, ele se aproxima pelo acostamento, com farol alto..

Era um caminhão de guincho. Ele fica piscando os faróis, e eu acabo voltando.

_Precisando de ajuda chefe? Me pergunta um homem enorme, devia ter quase dois metros de altura, branco, aparentando 50 anos.

_É...tô...o carro parou de funcionar...

Ele abriu o capô, mexeu em algumas coisas, e nada de funcionar.

_É chefe...tem que guinchar...tá indo para onde?

Falei o lugar, e ele me falou o preço. Negociamos mais um pouco, e fechamos o valor.

Carro na caçamba do caminhão, caminhamos pela lateral da rodovia, e ele abre a porta da cabine e fala:

_Fica à vontade chefe...só vou tirar uma água do joelho e a gente segue...

Na hora me deu um comichão. Dei uma inclinada para ver ele mijando, mas não deu, ele estava muito para o lado.

Nesse momento, passam dois carros em altíssima velocidade. O guincheiro se vira para o meu lado e fala:

_Você viu isso? Com certeza estão fazendo racha!

É...agora eu vi sim...ele virou de frente, e a luz do farol deu a nitidez. Lembrei do segurança. A rola do guincheiro era bem parecida na grossura e no comprimento, mas era bem branca, da cabeça bem rosada.

_É...vi...esse pessoal é bem doido. Comentei.

Dei uma olhadinha para a rodovia, e voltei meus olhos para algo mais interessante. Agora, o guincheiro caminha de frente para o caminhão balançando a rola, e a guarda.

Um filme passa pela minha cabeça, o fogo toma conta do meu corpo. Tomara que ele tenha percebido que eu o observava, se ele insinuar qualquer coisa, vou facilitar.

Minha mente viaja, meus pensamentos me consomem.

O guincheiro entra no caminhão e pergunta meu nome.

_Prazer Márcio...eu me chamo Edson. Gosta de algum tipo de música?

_Não Edson...pode por o que você quiser!

E ele não escondeu a idade, colocou na alpha fm. Ligou o caminhão, e partimos.

Ele puxou conversa, e no meio do bate papo, ele me pergunta:

_Tá vindo da casa da namorada?

_Não...não...tô sem namorada, tô vindo da casa de uns amigos...

Ele me mediu de cima a baixo, e depois de um breve silêncio, me faz outra pergunta:

_Você curte?

_Como assim?

Com uma das mãos, ele apertava a rola.

Tímido, não consegui responder, mas meus olhos acompanhavam atentamente, as mãos dele deslizando pela extensão da rola, que pela marca na calça, já estava dura.

_Vem mais para cá...fica aqui no meio. Disse ele.

Na cabine, tinha o banco do motorista, e o outro, era um banco comprido, para duas pessoas. Eu estava do lado da porta, e timidamente vim para a parte central da cabine.

Eu me achava estranho, estava doido para pegar a rola, apertar, punhetar, chupar, brincar bastante, até levar no rabo, mas não conseguia agir, ficava tímido, com vergonha de me soltar.

Quando me aproximei, ele colocou a mão na minha perna, deu um apertão, e disse:

_Você só gosta de ficar olhando...ou curte um algo mais...?

Enquanto falava, Edson pegou minha mão e colocou na rola dele.

Nossa...acho que era disto que eu estava precisando para destravar. Fiquei apertando, e sentindo as pulsações que ele proporcionava.

Descí o zíper, e coloquei a mão dentro da calça dele. Me arrepiei todo sentindo o calor da rola.

Abri o botão da calça, e a puxei até o meio da sua coxa, libertando seu pinto. Lindo, lindo. Me aproximei mais, e beijei a cabecinha rosada. Apertei, punhetei, abocanhei. De vez em quando tirava o pau da boca, e descia lambendo, até chegar nas suas bolas, onde eu enfiava a minha cara. Pronto...já estava soltinho.

O caminhão foi desacelerando, até parar.

Ele abaixou as calças até o meio das pernas, e eu consegui manipular melhor suas bolas e seu pau. Minha calça foi desabotoada, e o zíper desceu. Suas mãos ásperas, "lixam" minha bunda, me estremeci todo. Seu dedo desliza pelo meu rêgo, toca meu anelzinho, e o penetra.

_Ahhh...ahhhh. Soltei gemidos.

_Caralho...tá apertadinho...nunca deu o rabinho?

_Tirei o pau da boca e falei:

_Só uma vez....e já faz mais de um ano!

_Puta que pariu...ainda tá zeradinho...vira... quero meter nesse rabinho.

Me virei de costas para ele, naquele banco que mais parecia uma cama.

Edson puxou um pouco minha calça, e meteu a língua no meu cú. Deixou todo meladinho. Ele veio mais para o meu lado, e tentou meter, mas não entrou. Abaixei mais a calça, para poder abrir mais as pernas, mesmo assim ele não conseguiu.

_E muito grosso.. não vai entrar! Falei.

Ele ajeitou a calça, saiu do caminhão, mexeu em algo do lado de fora, e voltou com um pote de vaselina industrial.

_Vou passar só um pouquinho tá...? Essa aqui não é a ideal...

Edson lubrificou meu cú, e pediu para eu abrir bem as pernas.

_Peraí...já sei o que eu vou fazer. Falei.

Acabei fazendo mais uma loucura, tirei a roupa toda, até a camiseta. Fiquei peladinho na cabine do caminhão.

_Nossa...que bundinha linda...lisinha...caralho!

Abri as pernas o máximo que deu, e ele enfiou a rola com tudo, me arrancando um gritinho.

Bastaram duas bombadas, e eu comecei a gozar, sem tocar no pinto.

Edson curtiu as contrações do meu cuzinho, enquanto eu gozava, depois, tirou a rola da minha bunda e ficou me acariciando, me mordendo, me lambendo.

_Cara....que corpinho delicioso...

Me apertou, me acariciou e depois de vários tapas na bunda, voltou a meter, com força.

Nesse momento um detalhe me marcou bastante, passou a tocar no rádio, uma música que meu pai ouvia bastante, e que depois desse dia, eu também passei a curtir, "float on" dos "floaters".

Essa música fala em flutuar, e era assim que eu estava me sentindo, flutuando.

Quando ele falou que iria gozar, acelerei minha punheta, e ao ritmo de float on, gozamos como animais....

Assim que deixou meu carro em casa, ele me deixou seu cartão.

_Se precisar de alguma coisa, me liga...

_Pode deixar...

Coloquei o cartão no console do carro, e fui dormir feliz da vida.

No outro dia, o mecânico veio buscar o carro para o conserto, e quando trouxe de volta, o carro veio todo higienizado, veio limpinho. Só que nessa limpeza, sumiu o cartão do guincheiro. Que pena!

Ah...acabei escrevendo esse conto ouvindo a música...só para ficar com a imagem do guincheiro na memória...ai....aiii.
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