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Meu pai me levou a um médico especial _ prólogo

📅 Publicado em: 07/07/2024 03:11

👤 Autor: noel

🏷️ Tags: #Coroa #Gay #Incesto #Teen
Meu pai estava muito nervoso, já tínhamos ido a muitos médicos e nenhum tinha conseguido resolver o meu problema. Todos eles falavam coisas que eu não entendia, mas alguns diziam que era caso de me dar algumas surras, outros diziam pra me levar na igreja e outros diziam que não tinha jeito.

Um dia ele chegou e me disse que tinham indicado um médico em outra cidade, que teríamos que viajar e passar alguns dias fora para consultar esse médico. E estávamos ali, esperando a nossa vez, numa antessala de um prédio comercial de uma cidade grande. A secretária nos chamou e entramos.

Entramos e o médico era bem simpático, cumprimento a gente sorrindo e perguntando qual era o problema e meu pai, muito nervoso, foi logo falando.

- Dr, o caso é sério, mas não é muito comum. É muito constrangedor, mas eu faço de tudo pra resolver esse problema.

- E qual é o problema?

- Eu não sei falar de outra forma, mas peguei esse menino enfiando um negócio lá atrás.

- Negócio? Que negócio? Lá atrás onde? _ perguntou o médico confuso

- Na primeira vez era um lápis, depois foi uma escova de dentes e depois nem lembro mais o quê.

- Mas onde?

- Dr, no...rego, no rabo, onde não se deve.

- Ah, compreendo.

- Pois é, Dr. Não sei mais o que fazer, já fui a muitos médicos pedindo ajuda pra saber como agir, mas nenhum ajudou.

- Mas o senhor já conversou com ele? Disse que não se faz isso? Que isso não é coisa de um menino bonito desses fazer?

- Muitas vezes, Dr, mas não adianta. Já perdi as contas das vezes em que peguei ele fazendo isso e briguei e ele continua. Já dei várias surras nele, mas não adianta.

- Entendo.

- E pior, Dr, o senhor não sabe. Já peguei ele me olhando enquanto eu tomo banho, vê se pode? Quer me ver nu! O próprio pai!

- Ah, isso eu já posso dizer pro senhor que é um tanto normal, muitos meninos têm curiosidade de saber como ficarão quando forem adultos e usam o pai como espelho.

- Verdade, Dr?

- Sim, o senhor pode tomar banho com ele, às vezes, conversar com ele, perguntar se ele tem dúvidas com o seu corpo. Todos os meninos passam por essa fase.

- Mas ele também já ficou olhando dois vizinhos, Dr. Eles vieram me dizer, me alertar. Imagina se meus vizinhos não fossem de confiança? Imagina o que teriam feito com ele.

- É, pode ser só curiosidade, mas pode ser...

- O que, Dr? _ meu pai gritou, assustando o médico.

- Calma, o senhor está muito nervoso. Sente-se, por favor.

Meu pai se sentou angustiado e eu não conseguia mais olhar pro médico, eu queria era sair dali correndo, com vergonha. Mas era capaz de apanhar ali mesmo, se fizesse isso. Ficou um silêncio em que o médico pensava no que iria fazer. Até que ele falou:

- Escute aqui, senhor. Eu vou tentar te ajudar, mas nesses casos, infelizmente, não há garantias.

- Não tem?

- Muitos pais vêm até mim com casos parecidos e em 90% dos casos, eu consigo ajudar, mas alguns não saem satisfeitos.

- Por que, Dr?

- Porque não tem jeito, cada menino é de um jeito e reage diferente ao tratamento.

- E qual é o tratamento?

- Calma, terá que confiar em mim. Faltam 3 pacientes até o fim do dia. Eu gostaria que vocês me deixassem atende-los primeiro e vocês seriam os últimos.

- Esperar mais?

- Sim, é um tratamento mais demorado. Se quiserem, vão dar uma volta, retornem daqui a umas 2 horas e eu estarei aqui esperando por vocês. O que o senhor acha?

- Não sei, Doutor!

- E o senhor terá que se acalmar um pouco, ou vai ter um enfarte e terei que cuidar do senhor e não do menino.

- Desculpa, doutor. Mas não estou conseguindo me acalmar ultimamente.

- Sim, claro. Por isso, darei a vocês o calmante. Esse é pro senhor e esse é pro menino.

- Ele também?

- Sim, vocês tomam um agora e outro na volta. É necessário. Vai ver como vão se sentir melhor.

- Mas vai dar certo, Doutor?

- Aí eu não posso garantir, mas vou fazer o que posso.

Tomamos os calmantes e saímos para fazer um lanche. Alguns minutos depois meu pai parecia outra pessoa, estava muito carinhoso comigo.
Nenhuma reação ainda.

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