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Eu Acho que te Amo Parte III

📅 Publicado em: 02/08/2021 18:59

👤 Autor: inox

🏷️ Tags: #Incesto #Sado #Teen
– Catarina, tá tudo bem? Você tá aí tem um bom tempo.

– tô bem sim – responde, bem tímida.

– eu queria te perguntar algo.

– pode perguntar.

Ela olha o corredor e pergunta:

– o Ares te fez alguma coisa?

– não.

– é que hoje de manhã eu tive a impressão de ter ouvido gemidos.

– foi só impressão sua mesmo. A propósito, tenho algo pra te falar.

– o quê?

– não sei se foi impressão também mas acho que te vi chorando com uma fotografia na mão.

– era uma fotografia dos meus pais. As vezes eu olho pra ela e acabo chorando – explica, como se disfarçasse algo.

– entendi.

A empregada sai. A menina torna a ver a mesma sala mau-iluminada com a mulher usando um chicote. Ela caminha até o canto e pega algo. Em sua boca é posta um abafador com uma bola que utiliza quase todo o espaço de sua boca. Uma fogueira é acesa perto dela. Seu corpo nu sofre com a dor. Ela debate-se, sem sucesso para escapar. Seus gritos são abafados.

– isto é para crianças maucriadas.

Sua recordação é novamente interrompida pela porta.

– sai daí, eu quero meu momento pessoal.

A toalha está perto da banheira. A água cobre até os peitos. Seu irmão não sai da porta. Ela fica apreensiva, mas sem alternativa, levanta-se e pega a toalha, enxugando-se de cabeça baixa. O garota observa sua vagina com pouquíssimos pêlos. Ele tranca a porta e caminha até a pia, tirando sua toalha. A garota observa tudo, desde o pau ereto até o lugar onde ele guardará a chave, mas isso ela não consegue ver. Ela anda até o banco onde colocou sua escova de dentes, enquanto ele entra na banheira. Envergonhada, ela pergunta:

– onde tá a chave?

– deixa isso pra lá.

– o que você quer de mim?

– você tirou a toalha quando eu tava no banheiro.

– sim, antes de você me bater.

– você tá brava?

– não. Você só expressou o que tava sentindo – responde depois de alguns segundos.

– que bom que entende. Vamo conversar.

Ela aproxima-se da banheira.

– aqui dentro.

Hesitante, ela fecha os olhos, suspira, tira a toalha e entra. Os dois ficam aproximadamente um minuto entreolhando-se. Ela, constrangida, olha para muitos ângulos. Ele olha para ela e para o horizonte.

– eu tava com raiva de você, e ainda tô. Você é uma putinha, uma pessoa que nunca vai chegar aos pés do meu irmão. Não tenta ser minha amiga ou irmã, quero que seja outra coisa.

– o quê?

O garoto torna a ficar em silêncio. Por mais um minuto ela o analisa, tentando decifrar seu olhar. Como aposta ela decide falar o que lhe vem à mente:

– eu faço o que você quiser que eu faça. Eu sou o que você quiser que eu seja.

Ele cerra os punhos, range os dentes, encolhe as pálpebras, força a respiração. Levanta-se bruscamente, expondo seu pênis ereto.

– se quiser ter moral comigo, chupa! Quero ver tu sendo a puta que tu é. Não quero mimimi. Ou faz o que eu mando ou sofre as consequências.

Contemplando o pau, ela abre a boca levemente. Ele puxa seus cabelos e encaixa, fazendo vai-e-volta. Surpreendida, ela respira fortemente. O pênis encosta quase na úvula, dificultando seu fôlego. A dor de ter seus cabelos puxados a faz colocar as mãos nas pernas, arranhando um pouco, ao que ele responde com um tapa.

– eu não gosto que me arranhem, vadia.
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