Comi o cú da minha filha de 12 anos
*** Identidade Bourne ***
A incrível história de Orlando, um homem e sua familia confinados me casa
Se você é contra o lockdown, não leia.
Parte 1
/2020/11/comi-minha-filha-ao-lado-da-minha-mulher/
Sou Orlando, tenho 37 anos, casado com Marina 31anos. Temos duas filhas, Jaqueline de 12 anos e Jéssica de 10 anos.
Vou ser direto, eu to comendo a minha filha. Sim, e ela tá gostando. Tive culpa no começo, mas acho que sou pervertido. Amo minha esposa e minhas filhas, mas o sexo é algo que toma conta de nossas mentes. Já tive pensamentos antes, mas era coisa normal de homem, o que eu nunca imaginei era que uma pre-adolescente pudesse sentir algo sexual pelo pai, isso me deixou surpreso, era como um sonho secreto. Sou o pai, antes eu que um marmanjo qualquer.
Depois da noite que tirei o cabaço da minha princesa, eu fiquei sem jeito no outro dia, não falamos nada do assunto. Eu fiquei com vergonha mantendo distância, mas percebi que Jaqueline estava mais alegre, se maquiava pra ficar em casa, conversava com suas amigas, parecia orgulhosa de si, brigava mais com a irmã e ficava me rodeando. A mãe delas, minha esposa, Mariana tinha cada vez menos desejo sexual devido aos seus calmantes, comprimidos pra insônia. Eu ficava na sala acordado até tarde, Mariana já dormindo no quarto, eu mandava as meninas dormirem cedo, mas elas acabavam me enrolando. Numa dessas noite, numa brincadeira de rebelião, as meninas me atacaram no sofá, me prenderam por trás e caiam na risada, eu deixava elas ficarem na sala por mais um tempo, por terem ganhado a luta, e depois iam dormir.
Já ainda meia da noite, deixei minha esposa dormir, desci do banho vestindo um samba canção, eu queria ver tv, mas Jaqueline estava na sala, sentada no sofá tomando sorvete só de camisola.
– Ei mocinha, já tá tarde! Tem que manter rotina!
– Ainda tá cedo!
– Ah é, agora é só você contra mim, quem em mais força? – eu disse desafiando uma lutinha.
Ela veio brincando me empurrando, a segurei pelo ombro mas ela meteu a mão e segurou minhas bolas, ameaçando apertar. Eu a soltei e vi sua mão por cima do tecido apertando eu saco, senti um tesão me subir a espinha.
– Nem sabe pegar direito, criança ainda! – eu zombei.
Ela largou e saiu dando risada. Eu me acomodei na minha poltrona, minha filha estava me atentando de novo, acho que gostou do que eu fiz e queria de novo. Ouvi um barulho vindo da piscina, era Jaqueline, ela estava muito rebelde, eu tinha que dar um jeito nisso. Da porta dos fundos eu chamei sussurrando não falar alto.
– Ei, mocinha, vem pra dentro já!
– Mas acabei de entrar pai!
– Psiu! Para de responder, pra dentro agora, vamo! – ordenei firmemente com as mãos na cintura.
Ela saiu da água com um bico de emburrada veio se enxugando e arrumando seu biquini, senti meu pau esquentar e um monstro crescer entre minhas pernas, fiquei parado na porta sem me mover, ela forçou para passar se esfregando em mim, sua mão resvalou no meu membro e a segurei pelo braço, já estava muito abusado essa mocinha! As luzes estavam apagadas, era um penumbre, ela não reagiu só deixou cair sua toalha, tava toda arrepiadinha essa minha filha atrevida. Eu a puxei pra área de serviços num breu, encostei-me do tanque e baixei meu shorts, pus as mãos dela no meu pau e bolas, eu fungava de tesão ao sentir minha filha examinando meu membro. Eu a olhava na sua cara olho no olho, expressando meu gemidos de prazer, ela sabia que quanto mais ela sentia meu membro, mas eu enlouquecia em suas mãos. Caraca! Então é isso, o elo perdido que muitos pais e filhas deixaram de lado. A claridade que vinha de fora era suficiente para ela ver e sentir o membro da masculinidade de seu pai, um mostro peludo nas mãos delicadas dela.
– É assim que pega filha, ó! – eu disse ensinando a ela massagear gostoso.
Vi em seu rosto uma cara de submissão, empurrei ela pra baixo e mandei ficar de joelhos.
– Abre a boca pro pai filha!
Ela abriu sua boca me olhando no rosto, devagar enfiei meu pau ensinando ela a chupar.
– Cheira as bolas do pai, cheira! – eu disse sovando a cabeça dela pra baixo do meu saco.
Minhas bolas cobriram a metade de seu rosto, e sua lingua deixou meu saco babado. Segurei sua cabeça enfiando meu pau dentro de sua boca.
– Você ama o pai filha? Fala que ama! – eu não deixava meu pau sair da boca dela, então ela murmurava.
– Pai também te ama muito!
Perdi um pouco a noção forçando meu penis mais a fundo até sentir ela empurrando e esmurrando minha cintura, larguei meio com medo, que ela ia correr e me chamar de louco!
– Aiiiii !!! – reclamou sem fôlego. Mas logo ela tomou um ar e voltou a mamar, parecia um cabritinha, minha filha.
– Agora é hora do pai retribuir!
Eu a levantei a sentei em cima da máquina de lavar, soltei seu biquini e me deparei com a buceta da minha gatinha, cai de lingua, pedindo pra ela não fazer barulho, ela reclamou da minha barba, então fui mais com cuidado, deixei sua bucetinha inchada de tanto sugar. Fui pro seus peitinhos.
– Ai pai, ai pai!
– Minha barba machuca?
– Um pouco!
Cara, eu estava abocanhando minha própria filha, a mesma xaninha que lavei quando era pequena agora se abre pra mim. Nunca me senti tão pai, eu sugava todo o corpo de minha querida, cheirosinha, macia, feita por mim. Ela se retorcia roçando sua buceta no meu corpo e sem eu esperar ela me lascou um beijo de língua. Da pra acreditar? Minha filha de 12 anos me beijando na boca, ela só podia estar louca! E eu um sortudo! Consegui ser o macho pra ela, nunca me senti tão completo, tão paterno! Vou dar sete voltas de joelhos na Basílica de Aparecida.
Eu a desci pro chão, senti minhas bolas pesadas entre minhas pernas, a virei de costas pra mim, dobrei meu joelho até meu pau alcançar a bunda dela, minha filha estava tão safada, que empinou a bunda, eu não sabia se brigava com ela ou se deixava passar, não podia imaginar ela empinando assim pra outro homem. Posicionei minha rola de pai na vagina da minha princesa, e fui forçando entrada, ela estava toda afobada e depois viu que não era tão fácil assim receber de novo a tora do pai dentro dela.
– Ai pai, devagar ai pai! – cochichou pra ninguém ouvir.
– Ta bom, tá bom, pai vai devagar.
La estava eu, por atrás da minha filha, vendo ela sofrer na pica do pai. Mas ela estava muito safada o dia inteiro, gosta de responder e de ser a rebelde, isso me fez forçar mais, segurei seus braços pra trás.
– Você não é a sabida? Fica desobedecendo, fica procurando, tá merecendo mesmo uma surra!
– Ai pai, me solta, acho que assim não, também não quero mais! Ta doendo!
– Ah mas é assim mesmo! Aqui é seu pai, sabe que não é pra qualquer uma, não sou moleque da sua idade não, que nem ‘é homem formado ainda!
Lentamente, pegando ela por trás eu atolei o máximo que pude na buceta dela, esfreguei seu clitoris com meu dedo. Eu tinha minha filha presa no meu pau, se segurando pra não gemer com um mostro gigante babando em cima dela.
Ela estava com a pernas rígidas travadas, puxei meu pai pra fora, ela se sentiu aliviada. Virei ela de frente a fiz pegar no meu membro, sentindo minhas bolas pesadas.
– ‘É grande pai! Ta vendo que não cabe em mim?
– Você que fica atras dele, fica provocando?! Agora tá aqui agarrada no pênis do seu próprio pai!
– Não sei porque me dá essa vontade pai, fico pensando nisso, por que? Não sei mas eu…
– Porque você você ama e admira seu pai! Vira, deixa o pai fazer de novo!
– Não Pai! Agora que não sou mais virgem, quero experimentar outros! – minha filha fez pirraça pra mim!!! Ah tá pensando o que? Fiquei puto!
Eu a virei de bunda pra mim, e fiz ela ficar de quatro no chão. Dobrei meus joelhos até meu pau alcançar sua bunda, dei uma cuspida bem no buraquinho dela. Ela deu um pulinho de susto.
– Aí pai que quente!!! Que você ta fazendo pai? – disse baixinho.
– Psiu! Fica quietinha. – eu disse cuspindo mais e mais. – Você tá muito abusada Jaqueline, eu já devia te surrar faz tempo! Agora vai ser pela portinha de trás! Se na outra você diz que não cabe, aqui sempre cabe tudo!
– ‘Ahn?
A cabeça do meu cacete afundou a região anal da minha filha, ela se apavorou.
– Shhhh, fica quieta Jaqueline!!! Fica quieta! – eu falei com firmeza, sem ao menos usar minha mão pra segura-la e ela ficou de quatro obediente.
– Quer aproveitar a oportunidade que seu pai tá te dando ou não! – falei cochichando com autoridade em sua nuca. – Você tem sorte de ter um pai como eu, porque eu poderia fazer igual aos outros e não dar o que a filha quer, deixar você só na imaginação, frustrada, rejeitada!
– Ta, ta pai!
Ah essa menina brincou com fogo. Falar na cara do pai que vai atrás de macho! Você deixaria sua filha falar isso??? Esse mundo tá perdido mesmo, essas meninas nem respeitam mais. Vou meter meu cacete no cuzinho dela pra aprender a me respeitar, pai que pune a filha assim é porque ama!
Demorou muito, precisei ter muita paciência. Ela engatinhava pra frente mas eu seguia em cima dela sem tirar a cabeça do meu pau, eu metia ela engatinhava pra frete.
– Ai pai, chega! Não aguento! Por favor! – disse chorando.
– Jaqueline, isso não é nada não entrou nem a metade! Eu ainda to fazendo com cuidado de pai.
Passei meu braço por debaixo dela e dedilhei sua buceta, ela pulou igual uma cabritinha, retorcendo o quadril, e fez meu cacete entrar mais um pouco.
– Ai, ai, ai, pai, pai, me solta pai… tá doendo muito, quero fazer coco!
Esses movimentos dela e seu dengo fizeram eu acabar gozando, ejaculei dando uns tranco pra frente, senti ela esguichar algo nos meu dedos, ela escapou do meu pau, jorrei em suas costas, ela assustada se virou sentada no chão e foi jatos no seu rosto, jorrei pra todo lado, até em mim mesmo e parecia não acabar, eu me segurava pra não urrar mas meus músculos e veias estavam contraídos e estufados. Jaqueline nunca tinha me visto assim e parecia meio assustada. Eu me soltei e sentei-me no chão, mole, sem ar.
– Você tá bem pai?
– Sim…. – disse sem fôlego. – Molei a gente tudo! Você tá bem?
– Sim pai, acho que também melei a gente, com xixi!
Jaqueline pegou a toalha começou a se limpar, e também a mim. Passou a toalha no meu suor, nas minhas mãos e coxas meladas de porra. Estava preocupada comigo, achou que eu iestava tengo algum derrame. Eu me levantei e a enrolei na toalha, vesti meu shorts.
– Filha, agora vai dormir! Você teve um dia duro! – eu beijei sua testa, ela foi caminhando dentro de casa, virou para me dar uma ultima olhada e entrou.
Quem que vai acreditar se eu disser que comi o cu da minha filha!!! Tenho que contar isso pra alguém!!! Tenho que compartilhar isso! Senão ‘é como não ter acontecido!!! Será que meu camarada iria acreditar?
®Identidade Bourne
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