O prato principal.
O prato principal.
by: centauro19x5
Estávamos num hotel campestre no interior de São Paulo. Talvez por ser baixa temporada, éramos o único casal. Naquela quente manhã de domingo havia cerca de dez homens na beira da piscina, aguardando o churrasco de asinhas de frango que estava no braseiro.
Minha esposa era a única mulher presente, em meio àqueles homens famintos por ela, mulherão perigosamente tentador cujo diminuto fio dental mais revelava que escondia. Que ressaltava, aliás, como ela bem o sabia.
Este foi o motivo de eu preferir não nadar, fiquei tomando sol aparentemente de olhos fechados, mas na realidade semi-cerrados, numa discreta vigilância.
Simplesmente porque eu notara que aqueles verdadeiros lobos estavam prontos para comer a Chapeuzinho Vermelho que ali estava provocantemente estirada na beira da piscina se bronzeando, as pernas entreabertas, os seios arfando sob o revelador tecido fino.
Ela também percebera que todos eles estavam desejando e querendo estar entre suas grossas coxas, o que a fez maldosamente se virar de bruços, a bunda convidativa em todo seu esplendor.
Uns mais discretamente, outros nem tanto, faziam um verdadeiro rodízio de modo a se colocarem estrategicamente por algum tempo em uma linha de visão privilegiada, uma reta que passava entre seus pés, pernas e finalizava em sua bunda empinada e provocante, oferecida e salientada pelo diminuto fio dental.
Senti que todos eles estavam desconfortáveis com a situação, porque as sungas que usavam estavam declaradamente avolumadas na frente, denunciando que ela havia deixado todos eles de pau duro.
De quando em quando um deles pulava na água, dava algumas braçadas e parava na borda da piscina, exatamente no alinhamento das pernas e bunda de minha mulher, bem próximos. De meu discreto observatório eu via que todos eles ficavam apoiados na borda com a mão esquerda, a direita dentro da piscina, na frente de seus corpos.
A água ondulava levemente, denunciando que a mão estava se movimentando freneticamente em movimentos de vai-e-vem. Em seus pensamentos, por certo, todos eles estavam em cima dela, o caralho enfiado em sua bunda exuberante e desejada.
Fomos convidados para participar do churrasco. Quando ela ficou de pé entre eles, todos se aproximaram e a rodearam. Verdadeiros lobos esfomeados, a vontade por ela só aumentava, os cacetes ostensivamente enrijecidos, revelando que queriam era estar entre suas pernas, enfiando o pau em sua buceta que cobiçavam tanto, sem poder disfarçar o que sentiam.
Todos literalmente a devoravam com os olhos e pensamentos. Quando estava de pé entre eles, frente à churrasqueira tomando cerveja e comendo asinhas de frango, eles só não se roçavam “acidentalmente” nela porque eu estava perto e atento.
Cida sentou-se e eu via disfarçadamente os olhos de todos eles a despindo, deslizando em suas coxas, seios, o ressalto de sua buceta no vértice das coxas grossas, todos querendo agarrá-la, arrancar o fio dental e fodê-la ali mesmo.
Foi quando eu resolvi dar um mergulho. Na realidade, foi o pretexto para me afastar um pouco. Quando saí da água só ela olhava para mim, todos eles olhavam descaradamente para seu corpo cobiçado, muitos não se continham e com a mão pressionavam o pau, olhos fixos em sua bunda tentadora.
Cida percebera a situação, sentira a forte carga elétrica de tesão e desejo por ela, que se irradiava e se concentrava no local. Porque, de repente, arrastou-me para o quarto. Tirou minha sunga, seu fio dental e, totalmente nua, deitou-se de pernas abertas, puxando-me para cima dela. Não houve preliminares, meu caralho agigantado, duro e latejante procurou e encontrou a abertura escaldante de sua buceta. Enfiei-me lenta e gostosamente, sentindo a cabeçorra de meu cacete se aprofundar em sua buceta em fogo. Ela estava extremamente fogosa e até descontrolada em seu tesão, envolveu-me em seus braços e pernas, forçando-me contra si, fazendo meu caralho se enfiar até o fundo de sua racha escaldante e ensopada.
Movimentamo-nos febrilmente até com violência, em poucos segundos Cida gozou aos gritos, sem se importar que aqueles homens a ouvissem, e eu me esporrei todo em sua buceta deliciosa.
Foi quando – enquanto se aquietava ainda com minha pica enfiada em seu corpo – surpreendeu-me dizendo baixinho que queria mais, muito mais, que queria ter todos aqueles homens entre suas pernas, metendo nela.
Não me fiz de rogado. Levantei-me, perguntei quem gostaria que fosse o primeiro. Deixei-a nua em nossa cama, as pernas convidativamente abertas, a buceta ansiando por seu primeiro macho.
Fui até ele, discretamente o chamei de lado e lhe disse que era esperado por Cida em nosso quarto. Pedi que ele metesse gostoso nela, que lhe desse prazer e a satisfizesse como uma mulher de verdade deve ser satisfeita na cama. Incrédulo, ele se apressou em ir para seus braços, talvez temeroso que eu mudasse de idéia.
Fiquei lá fora, vendo a porta se fechar para os dois. Em pouco tempo comecei a ouvir os urros de prazer de minha mulher, anunciando seu orgasmo numa pica que não era a minha, a primeira delas, naquela tarde
Logo ele saiu e chamou um dos amigos, que rapidamente o substituiu. E assim, um depois do outro, ela teve todos eles entre suas pernas, teve todos aqueles caralhos enfiados em sua buceta, em sua bunda, o quarto ficou recendendo a secreções e suor.
Nas noites que se seguiram você me contaria o que havia sentido no cacete de cada um deles, o que eles haviam sentido em sua buceta, que você os tivera sobre seu corpo, as pernas abertas em êxtase e, muitas vezes, de quatro, rebolando a bunda irresistível no pau enrijecido de cada um deles.