O costureiro da nora
O costureiro da nora
by: sogro
Estávamos na casa na minha nora de férias agora em julho e
durante a semana veio o assunto de roupas íntimas e ela comentou que já há algum tempo parou de comprar roupas intimas e biquinis, maios e começou a fazer num costureiro que ela havia conhecido através de uma amiga e que gostou muito.
- Sogrinho, conheci um costureiro divino, faz tudo sob medida. Há, acho que ele é meio, voce sabe né....delicado. Ele é uma simpatia, é um cadeirante, teve paralisia infantil, mas é ativo pra cacete, nem parece. Se voce quiser renovar seu guarda-roupa nós podemos dar um pulo lá, voce vai adorar e já fiz a maior propaganda sua lá...kkkkkk
- Propaganda? como assim, o que voce já aprontou?
- Nada não, só comentei que voce tinha uma bundinha mais arrebitada e lisinha que a minha....kkkk e que era uma cara muito lindo e liberal......
- Puta merda, o cara vai pensar que sou gay......
- Vai nada sogrinho, eu falei que voce é muito bem
casado....kkkk
- Tá legal, então quando voce tiver um tempo vamos até lá e ver o que ele faz de tão maravilhoso assim....kkk.
Ela ligou para o costureiro e marcou uma hora no dia seguinte na parte da tarde e como já se conheciam, marcou até um café com direito a brioches e tudo mais.
Chegamos por volta das 3 horas e fomos recebidos por um rapaz cadeirante, acho que uns trinta e poucos anos, bem vestido e apeiçoado.
Entramos e começamos a nos acomodar e minha nora iniciou o papo.
- Oi Carlos, esse é meu sogro que falo pra voce.
- Oi Paulo, prazer, ela comenta sempre de voce quando vem fazer
alguma roupa, acho que é inveja....kkkk
- Inveja do que? essa menina é fogo.......
- Ela fala que é inveja da sua bundinha....kkkkk.
- Mas e aí, o que voces vão querer fazer?
- Ah, eu não preciso de nada mas o sogrinho quer ver algumas peças?
- Ah, desculpe Paulo mas eu não trabalho com roupa masculina?
- Eu sei Carlos a Ana me falou, mas na verdade eu uso roupas íntimas femininas, são mais confortáveis que as masculinas e até os biquinis são.Me mostra os modelos que voce tem?
- Então vamos até o ateliê enquanto a Ana prepara nosso coffebreak...kkk
Fomos até o atelie, e Carlos começou a me mostrar um pouco de cada peça que ele fazia. Eram biquinis, maios, calcinhas corpetes, busties, etc. Peças muito bonitas e de bom acabamento. Escolhi algumas peças que acabei gostando, eram biquinis e calcinhas.
- Hum, vejo que voce tem bom gosto Paulo. Voce fai querer algumas dessas? precisamos tirar as suas medidas ou voce tem alguma peça de amostra?
- Acho melhor voce tirar as medidas, acredito que fica melhor. Falei sem nem pensar em sexo ou algo parecido, visto que a nora havia comentado que ele parecia meio gay, mas não percebi nada demais. Posso ligar o som? eu adoro trabalhar escutando musica....
- Pode sim, fique a vontade respondi.
Enquanto ele ligava o som eu me despi e fiquei só de calcinha, preta asa delta que adoro e esperei ele voltar. Para minha surpresa o cara gostava de funk e soltou um cd conhecido mas que confesso nunca tinha ouvido. A batida da música era legal e as letras provocantes, ate´parecia os bailes funk do Rio.
Quando retornou me encontrou de calcinha e foi logo tirando uma...
- Hum, bem que a Ana havia comentado, voce tem um corpicho que dá inveja em muita menininha...kkkk, de bundinha redondinha e tudo mais...kkk.
- Assim voce me deixa encabulado repliquei....
- Tá legal, mas vamos trabalhar...se quiser tirar a calcinha não tem problema e a medida sai mais exata.
Atendi ao seu pedido e tirei a calcinha ficando nuzinho e esperando ele vir tirar as medidas. Fiquei meio sem jeito pois não sabia como ele tiraria as medidas sendo um cadeirante, mas ele deu um jeito rapidinho, pegou a fita e ao meu lado começou a tirar as medidas enquanto o punk rolava solto.
- Hum...só isso de cintura...kkkk....por isso a Ana comentava. E voce se depila todo? eu também, não suporto o monte de pelo....
Carlos terminou de tirar as medidas enquanto continuava a elogiar as minhas medidas e a depilação completa na bundinha e no pinto, comentando que ele também gostava de se depilar quase todo para ficar lisinho para roçar nos corpos. Aproveitei a ocasião e meio sem jeito perguntei se ele tinha uma vida sexual normal.
- Carlos, desculpe perguntar mas voce tem vida sexual ativa?
- Kkkkkkk, ativa, passiva, na cadeira de rodas, na cama, no banho, tudo...kkkkkkk
- Agora voce me deixou mais curioso ainda? como é que voce consegue fazer sexo na cadeira de rodas? não dá muito trabalho não..kkkkk.
- É que ando de muletas também, a cadeira de rodas é mais para quando quero agilizar as coisas e para trabalhar que é mais confortável visto que adaptei quase todos os equipamentos, mas confesso que já fiz
transas maravilhosas na cadeira.
- Nossa, imagino, fico até pensando em como seria...kkkkk
Terminamos as medidas e durante o cafe que a nora preparou, depois de conversar amenas e picantes, marcamos para vir bucar as peças três dias depois.
No dia de buscar as peças fiquei curioso e pensando em como seria uma transa na cadeira de rodas, então me previni e coloquei na necessaire camisinhas e gel. A nora ficou de nos encontrar lá, visto que iria passar em algumas lojas e depois iria para a casa do Carlos.
Chegando lá ele me recebeu e convidou-me direto para o atelie para experimentar as peças que já estavam prontas. O cd de funk rolava novamente e Carlos somente de shorts pois o calor era muto forte, e batendo o olho notei um volume entre as pernas e logo imaginei o que seria, mas como a nora comentou que ele meio gay, nem liguei. Ele ensaiava a dança na funk na cadeira de rodas enquanto eu me despia e
experimentava as roupas.
Vesti a calcinha de renda tipo short e enquanto olhava no espelho Carlos elogiou como ficou e disse que eu estava vestidinho para dançar o funk...kkkk.
- Eu, nem sei como é isso, só vejo as garotas dançarem nas reportagen da tv.
- É fácil, sua bundinha já é redondinha e meio arrebitada, é só enpinar um pouco, abrir as pernas, colocar as mãos no joelhos e rebolar pros lados e para cima e para baixo, vai se solta e voce consegue...kkkk.
Meio desajeitado acabei atendendo ao seu pedido e começei timido a fazer o que ele falou, coloquei as mão no joelhos e rebolando, descendo e subindo e ao olhar no espelho para ver o resultado notei que ele estava tirando o shorts e ficando nú na cadeira de rodas e confirmando o que achei,aquele volume era mesmo só da vara dele, toda depilada e começando a ficar dura.
- O que é isso Carlos, tudo isso é tesão do meu
funk.....caralho....
- Pões tesão nisso, essa sua bundinha é deliciosa e olha que eu não sou muito dessas coisas não, mas com essa, puta merda, continua dançando e senta na vara.
- Hum, mas tem de vestir ela, tó, pegando uma camisinha na minha necessaire e vestindo a vara dele depois de algumas apalpadas e apertões.Era uma vara enorme e não muito grossa, mas saborosa.
- Vai gostosa, dança pra mim e senta na minha vara, vai delicia.....vem aqui deixa eu tirar essa calcinha..
Carlos tirou minha calcinha e os braços da cadeira de rodas com sua vara já ereta apontando para o teto não via a hora de me saborear.
Rebolando, dei uma primeira abaixada quase encostando na vara e ele aproveitou para passar um pouco de gel na minha rosquinha e o dedo se perdeu dentro dela, despertando suspiros de tesão.
- Nossa, caralho, não acredito, puta que pariu que delicia de cuzinho, ai caralho rebola vai rebola e senta na sua vara minha linda...
A excitação foi aumentando com o rebolado no funk e aprendendo a arrebitar a bundinha e fazer o passo de abrir a perna e ir abaixando rebolando acabei deixando o Carlos cada vez mais excitado e quando encostei na cabeça do pau dele, ouvi somente um gemido de tesão...
- Ai caralho, senta amor senta, ai minha nossa...que rosquinha é essa..puta que pariu, senta logo que não vou aguentar e vou gozar rapidinho....
- Toma Carlos é isso que voce quer? acabei abrindo bem as pernas e sem os braços da cadeira de rodas facilitou minha aproximação e acabei sentado delicadamente na sua vara quase até o fundo. Senti ela me arrombando todo a cada rebolada e descida que eu dava. O prazer era enorme, do tamanho daquela vara e olha que a nora comentou que ele era
meio gay, e com uma vara dessas, que maravilha..kkkk.
- Isso meu tesão, rebola gostoso e vai sentando essa bundinha deliciosa na minha vara, dança o funk popozuda, rebola toda que vou te encher de leite, aí delicia.
Olhei no espelho e me excitei ainda mais ao me deparar sentado no colo daquele cadeirante, rebolando com a vara toda dentro de mim e eu gemendo feio feito louca de excitado e quase não percebi sua vara crescendo e me enchendo de leite quentinho que acabou escorrendo todo
para o saco, fazendo uma lmbança na almofada da cadeira de rodas.
Um último apertão e já ia me preparando para me levantar devagar e sentir aquela vara agora quase mole saindo da minha rosquinha, quando a nora chegou e com a porta destrancada foi entrando e chegando ao ateliê deparou-se com o Carlos nú e exausto na cadeira e eu terminando de me levantar.
- Voces dois hein, quem diria, e voce Carlos que até parecia um gay e olha só a enrabada que deu no meu sogrinho?
- Ah, querida, eu até que prefiro ser passivo do que ativo mas confesso que ao ver o Paulo experimentado a calcinha que fiz não aguentei e tive que saborear essa bundinha e acho que voce também gostou né Paulo?
- E como, retruquei, olha o tamanho dessa vara norinha, não resisti..rsrsrs.
- Voces hein, e agora? vão ter se lavarem e olha a melação que fizeram na almofada da cadeira de roda, vão se levar que vou limpar a cadeira.
Carlos pegou as muletas e me acompanhou até o banheiro com sua vara já mole e a camisinha ensopada de leite. Sua vara balançava solta a cada passo que dava e vendo-o de costas dava para notar sua bundinha depiladinha e meio aberta, acho que indicando que já havia sentado em
muita vara também.
Ele me convidou para entrar na ducha juntos e me pediu para ensaboar seu corpo enquanto se apoiva na barra de apoio na parede. De costas para mim, começei ensaboando seu peito até chegar na vara, mole mas ainda assim grande e depois de uma breve punheta que fez meu pinto endurecer e encostar em sua bundinha, começei a ensaboar suas costas e
chegando na bundinha ele segurou minha mão e a encaminhou junto com o sabonete até seu rego lambuzando seu cuzinho que senti já estava latejando de tesão e arrombado como o meu, deixando meu dedo entrar macio, mas ele queria mais e segurando meu pinto levou-o até seu cuzinho e enpurrou tudo pra dentro.
Como meu pinto é pequeno e não muito grosso, entrou fácil, sem resistência alguma quase até o saco e aí surgiu seu lado gay, apoiado na barra rebolava e gemia de tesão brincando com meu pinto dentro dele.
Ele estava excitado e demorou um pouco para perceber que meu pinto era pequeno e vivia saindo da sua rosquinha, mas logo se acostumou e tratou de engolir tudo e a dançar o funk nele...kkkk
Terminamos o banho e voltamos para o ateliê onde terminei de provar as peças que a nora aprovou todas, achando-as sexy. Nos despedimos do Carlos e voltamos para casa e vestido com a nova calcinha que ele fizera e minha nora já foi logo comentando...
- Sogrinho, não acredito que deu para um cadeirante? e como foi? gostou?
- Hum, voce nem imagina menina...kkk...foi uma experiência nova mas confesso que foi gostoso e a dança do funk foi deliciosa..kkkk.