DESVIADOS

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Confissões de um corno 4

Confissões de um corno 4

by: sexoplenitude

Olá galera,

Novamente estou aqui para contar as chifradas que minha deliciosa esposa me deu.

Depois que ela começou a me por chifres, ela teve um trabalho fudido: me transformar em um corno manso, obrigado a aceitar o chifre da forma que ela queria. Isso porque o seu amante a estava comendo toda semana, às vezes até duas vezes.

Eu achei que era demais, até porque quando ela ia dar para ele, ela não dava para mim nem dias antes e nem depois. Meu sonho, esse nunca se realizou, era ver o macho comendo a buceta dela ou, então, comer ela em seguida, ou seja, quando ela chegasse em casa.

Acontece que ela nunca quis. Guardava sua buceta para ele e quando chegava em casa não dava para mim, dizendo que já tinha levado muita rola.

Dessa forma, fiquei muito enciumado, pois eu facilitava em tudo para que o outro a comesse. Eu permiti que eles se encontrassem à noite, então, ela saía do serviço por volta das 17:30 horas e ia direto para o motel foder muito com o tal de E..., enquanto isso, eu, como bom corno, pegava nossos filhos na casa dos pais dela e levava para casa. Muitas vezes, quando ela chegava do motel, a janta estava pronta.

Ela se gabava disso para sua amiga Renata, dizia: eu estou dando para outro, enquanto ele cuida das crianças e quando chego em casa a janta está prontinha.

O problema maior é que eu queria logo saber os detalhes da trepada, porém, na maior parte das vezes que o cara a comeu, ela não contou. Me contou os detalhes somente algumas vezes.

Com essa atitude, comecei a achar que a estava perdendo para o comedor e quis por um fim naquilo, porque já estava durando muito tempo e eu não tinha mais o controle da situação.

Ela, muito esperta, dizia pela manhã: hoje eu vou por mais chifre em você. Pegue as crianças na minha mãe e vou chegar tarde. Não tente me ligar.

Eu já ficava de pau duro na hora e perguntava: você vai chupar o pau dele? vai deixar ele comer sua buceta? E ela respondia: Vou! você gosta? o que mais que você quer que eu faça? Eu dizia: tudo! faça tudo, aumente o meu chifre.

Ela fazia tudo iso, como forma de me excitar e permitir que ela fosse meter com outro, mas quando chegava em casa, saciada e feliz por ter trepado muito ou como ela mesmo dizia: ter levado muita rola, não estava nem ai com o marido corninho.

Assim, eu pedi para ela parar de dar para o cara, sugeri, inclusive, que ela desse para outro, que arrumasse um pintudo, mas que terminasse aquele relacionamento. No entanto, ela dizia que não via nemhum problema no fato do cara a estar comendo há mais de seis meses.

Então me abri com ela e disse: ao menos tenho de ter algum prazer nessa história, não quero ter apenas chifre. Você tem que chegar em casa e dar para mim também. Ela disse: negativo! para quebrar seu galho, que você já tem muito, quando eu chegar em casa vou contar alguma coisinha enquanto você bate punheta. Concordei.

A partir daquele dia, toda vez que ela ia me chifrar, logo que ela saia de casa eu já corria para o banheiro e batia uma punheta pensando nela dando para o macho, imaginando o cara comendo aquele bucetão peludo e fazendo ela gritar e gozar muito.

Quando ela chegava me casa, eu já estava na cama e quando abria a porta do quarto eu perguntava: onde você estava, amor? Te chifrando! Dando para outro, ela respondia.

Tirava a roupa e ficava somente de calcinha e sutien (que eu tinha comprado para ela meter com ele) e me mostrava como tinha ido ao encontro do comedor.

Deitava ao meu lado e, não tão malvada, pois pensei que eu mesmo teria de bater, pegava no meu pinto e começava a me punhetar e falar: ele me comeu muito... comeu gostoso... seu corno... está feliz com mais esse chifre? Ele comeu minha buceta de todas as formas... eu chupei muito o pinto dele.. ele me fez gritar muito.... ele é meu macho... ele me faz gozar muito, mas muito mesmo....

Eu não resistia e logo explodia em uma gozada fantástica. Depois disso, eu ia para o banheiro me lavar e ela tomava banho, no entanto, sozinha, para que eu não visse como estava a bucetona dela.

Assim, aconteceu por diversas vezes, eu levando chifre à maneira dela. Apesar de não completamente satisfeito, eu adorava aquela situação.

Meu medo mesmo, era que o comedor tomasse ela de mim, pois ele fez alguns comentários, que me deixaram de chifre em pé, o que relatarei no próximo conto.

Já ia me esquecendo... nessa época ela deixou de trabalhar em Diadema e foi trabalhar em São Paulo, pois a empresa montou uma unidade dentro de uma concessionária de veículos.

Muito tesão a todos.

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