Confissões de um corno 6
Confissões de um corno 6
by: sexoplenitude
Caros leitores,
Dando continuidade aos chifres que levei, depois daquela deliciosa foda que dei com minha esposa, no dia seguinte ela levantou cedo, fez café e foi se arrumar para o trabalho.
Eu levantei, fui ao banheiro escovar os dentes e voltei para a cama. Terminando de se arrumar, minha morena gostosa foi até o quarto e disse: já estou indo.
Ela saiu e estranhei o fato de não dizer nada. Pensei até em perguntar: você vai mesmo dar para ele? Porém, fiquei quieto e ela pegou o carro e saiu.
Dei um tempo na cama, as crianças se aprontataram para a escola, levantei e fui levá-las. De lá fui para o trabalho e evitei pensar no assunto, até porque ela não me pediu para eu pegar as crianças na casa da mãe dela.
Assim, pensei: ela não vai dar para ele, que bom. Trabalhei normalmente e no fim do dia passei na casa de meu irmão, com o qual conversei por alguns minutos.
Cheguei em casa por volta das 20:00 horas e me surpreendi com o que vi. Minha deliciosa esposa estava toda arrumada. Usava um vestido verde lindíssimo, comprimento um pouco acima do joelho, maquiagem noturna, calçava uma sandália de salto alto e exalava um perfume delicioso, um Carolina Herrera.
Ela estava linda e maravilhosa. Imediatamente, perguntei: onde você vai assim tão linda? Ela respondeu: esqueceu do combinado? Eu disse: pensei que você não fosse mais. E depois, olha a hora.
Simplemente ela me disse: vou encontrá-lo às nove. Já há muito tempo combinamos isso: um jantar e uma noite maravilhosa de amor.
Fiquei atônito e gritei: está maluca? Ir a um restaurante e passar a noite toda com seu macho? De jeito nenhum. Ela me puxou pelo braço, guiou-me até o quarto e falou: não grite, não esperneie e não tente me impedir.
Falou: espere um pouco e foi fechar a porta do quarto para as crianças não ouvirem. Nisso percebi que ela usava uma calcinha minúscula.
Disse: eu preciso e quero muito fazer isso, inclusive me fale em qual motel eu devo ir porque não quero brigas, também, se eu tiver de ir para São Paulo, ficará longe. Calado, fiquei pensando e notei que eu havia perdido a guerra.
Perguntei em qual restaurante eles iriam e ela me disse que iriam jantar no motel mesmo. Então sugeri que eles fossem em um motel aqui em Santo André mesmo, já que era noite.
Falei: terei algum prêmio por aceitar tudo isso? Você me dará uma noite no motel também? Ela sorrindo disse: sim, você também terá uma noite.
Nisso falei para ela: só não vá no motel Red Sky, porque lá será a nossa noite (o motel havia sido inaugurado há pouco tempo). Ela concordou, me deu um selinho e foi saindo.
Desgostoso, acompanhei-a até a garagem e recomendei cuidado e ela respondeu: fique tranquilo, aliás, vou desligar meu celular, só ligarei se precisar.
Ela ia saindo e perguntei que horas ela voltava e ela me disse: a hora que der vontade. Olhou fixamente para mim e falou: seu prêmio é mais um chifre! passe a noite batendo punheta. Não se preocupe que eu volto, tá!!
Entrei em casa e meio atordoado com a situação fui tomar banho. A essa altura eu tinha dúvidas se ela iria jantar no motel ou em algum restaurante, expondo para todos que eu era chifrudo.
Ela chegou no sábado, por volta de meio dia, com um sorriso radiante. Fiquei aliviado ao vê-la. Apenas me falou: depois eu te conto tudo.
Foram longas horas até irmos para a cama. Perguntei se tinham realmente jantado no motel e ela confirmou. Falou que jantaram ao sabor de um vinho e que ele ficou impressionado com a beleza dela. (nas outras vezes ela não ia tão produzida porque ia direto do serviço).
Me contou que, como sempre, ele a beijou muito, mamou seus peitos e chupou sua buceta. Falou que ele a comeu a noite toda... e só pararam de meter pela manhâ.
Que tinha sido uma noite maravilhosa e que ela tinha gozado muito na rola dele. Que ficarma bem juntinhos como se fossem namorados e que, além de meter, conversaram bastante também.
Ela me falou que ele gozou três vezes e ela perdeu a conta, que a noitada tinha sido inesquecível e que estava muito feliz.
Claro que ela relatou tudo isso, e nesse dia com riqueza de detalhes, batendo uma punheta para mim. Gozei gostoso e como sempre ela perguntando se o corno estava gostando.
Ela havia me amansado mais uma vez. Perguntei se tinha sido uma despedida e ela disse que não, que era algo que eles haviam combinado há muito tempo e, aproveitando que a esposa dele foi viajar, tiveram a oportunidade.
Ainda desconfiado se eles tinham realmente jantado no motel, perguntei em qual eles foram. Para minha surpresa ela disse: no Red Sky!
Falei: nós combinamos que você não iria, que lá seria a minha noite... ela disse: chifre é chifre em qualquer lugar, não está bom para você?
Continuando, ela falou: eu acho que ele está certo quando me fala se realmente você me merece. Deixar que a esposa dê a buceta para outro macho ou o corno gosta muito dela ou é o contrário, não liga para a esposa.
Falei: ele sabe de tudo? Tudo o que? repondeu ela, que você é corno manso? Faz tempo! Ele ficava todo com medo que você pudesse descobrir, então um dia eu falei para ele relaxar, que você é corno manso, e me incentiva a dar para ele, que você gosta de ser chifrudo...
O cara já sabia que eu era manso e como eu não queria que ele soubesse dessa condição, ela me falava que dizia para ele que eu pensava que ela estava na academia, enquanto eles metiam. Na verdade ela sempre me enganou.
Não suportei e falei: acabou tudo! chega! o filho da puta não vai mais comer você! Você vai parar com isso, nem que eu tenha que falar com seus pais.
Ela disse: fale... fale mesmo... só não esqueça que eu também tenho boca e vou contar, inclusive, para os seus, que você gosta do chifre.. que você me induziu a meter com outro... você é o culpado disso tudo... pediu... ganhou... gostou... e agora não aguenta o peso deles (chifres).
Mais calmos, ela concordou que a situação fugira do controle e que realmente deveríamos parar. O problema é que por ela ter mentido, eu sempre fiquei com aquilo na cabeça. Será que ela vai parar de me chifrar?
Abraços a todos.