DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

O que eu fiz com o meu Viadinho...

O que eu fiz com o meu Viadinho...

by: viktor

Antes de dormir eu vou até a tua cama, e te encontro

deitadinho, de bruços, completamente nu, com um

travesseiro entre as tuas pernas, e a tua bundinha

empinadinha para cima. Sei que você adormeceu se

masturbando. Sento na beira da cama e espalmo a minha

mão, larga e forte, sobre a tua bunda. Você acorda e

me olha, ainda sonolento, e me diz, “Meu Papai, estava

sonhando que você tinha me abandonado...”

Eu me deito ao teu lado, e você retira o meu

tapa-sexo, como você sempre faz quando nos aproximamos

um do outro, e me pede para eu te abraçar. Enlaço o

teu corpo frágil com os meus braços, enterro a tua

carinha no meu peito cabeludo, e te digo, em voz grave

e baixa, no te ouvidinho, “Você sabe que eu não vou

fazer isso contigo...”, e nos beijamos, primeiro

ternamente, depois língua procurando língua, as tuas

mãozinhas buscando o meu sexo que já está crescido e

molhado...

Seguro o teu rosto com ambas as minhas mãos e te digo

que você me pertence, e que eu faço o que eu quiser

contigo, e você faz que sim com a cabeça, bem de leve,

com uma lágrima correndo pelo canto do olho...

juntamos os nossos sexos, e nos esfregamos, o meu

caralho procura o teu pirulitinho durinho até se

enterrar entre as tuas coxas, que você aperta, sempre

falando “... mais... mais ... me dá o teu Amor...”

Você me diz, “Papaizinho, teu filhinho dormiu com

muita fome, e quer provar a tua chupetona...” e eu

levo a tua cabeça na direção do meu membro grosso, que

te ofereço com a minha mão, dizendo “vem, meu

Bebezinho, vem mamar no teu Papai Macho...” e você,

guloso, passa o meu caralho primeiro pelo canto da tua

boca, e o lambe até enterrá-lo goela abaixo, e o chupa

com muito fervor, com muita vontade, com muita fome e

sede...” e eu nâo resisto, e viro o meu corpo até

ficarmos em posição de sessenta-e-nove, e o teu

pirulitinho, um enfeitezinho lindo e durinho, está na

direção do meu rosto, e eu o coloco na minha boca e o

chupo como quem chupa um doce gostoso... e eu paro de

chupar você de tanto prazer que você está me dando com

a tua boca e te digo que não aguento mais, que tenho

que descarregar o meu Amor nas tuas entranhas, nas

tuas tripas, te encher com a minha porra até deixar

transbordando de Amor... e você me oferece o teu rabo,

fica de quatro, com toda a beleza que só você pode me

proporcionar, e pede para eu entrar devagarinho... mas

eu não consigo, pois te enrabar, para mim, sempre tem

que ser um ato violento, como que para te mostrar que

sou teu dono e que até te causando dor te causo prazer

também... e te enterro até lá dentro, te fazendo

gritar de prazer e dor, e pedindo sempre mais, agora

chorando só de imaginar a possibilidade que, um dia,

eu parasse de te comer desse jeito... e você agarra o

travesseiro e enterra o teu rosto nele, e esfrega as

palmas de ambas as mãos no colchão, enquanto eu

entro-e-saio de você, ao mesmo tempo que agarro o teu

pirulito e toco uma punheta gostosa, te dando prazer

de ambos os lados...

E eu te digo que só sei gozar te olhando nos olhos, e

seguro ambos os teus ombros e faço você me olhar,

ainda que de lado, nos olhos, e você vê, mais uma vez,

quem te possui, quem é o teu mestre... e você, de

repente, deixa de ser meu filhinho e se transforma na

puta mais vagabunda que eu já conheci, que se vende

para mim por um prato de comida, que só sobrevive às

custas da minha porra e é isso mesmo que você grita,

me olhando sempre ... “ME DÁ PORRA, MEU MACHO... ME DÁ

TODA A TUA PORRA ... TODO O TEU AMOR...” o que me faz

perder completamente o controle sobre os meus

movimentos, enterrando e retirando a minha vara de

dentro das tuas tripas até gozarmos juntos, gritarmos

juntos, numa voz única, uma única palavra... “AMOR!

... AMOR! ... AMOR!...”

E você adormece como uma criança exausta, não sem

antes beijar o meu caralho, e me ver adormecendo ao

teu lado, com a minha mão sobre o teu pescoço, e te

trazendo para perto de mim...

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