DESVIADOS

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CLUBE DO BOLINHA

CLUBE DO BOLINHA

by: velasco

Olá pessoal

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To me amarrando nas estórias do Fantasy Island e finalmente vou poder

contar incógnita um fato que ocorreu comigo quando garota e que apesar

do tesão que senti na época, nunca tive coragem pra contar pra ninguém,

nem pra minha melhor amiga, e graças a Deus os outros participantes eram

de outra cidade/estado e nunca mais conseguiram me localizar, senão eu

estaria literalmente fudida.

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Quando eu tinha meus 15-16 anos, vivia numa cidade do interior de

Santa Catarina, num condomínio de casas com amplos jardins.

Um dos meus vizinhos tinha uma casa que o pai construiu em cima de

uma árvore frondosa, e esse garoto (Plínio) tinha mais dois amigos

(Juca e Lobão), todos de 16-17 anos, que gostavam de brincar de clube

do bolinha na casa da árvore e se reuniam pra jogar xadrez, cartas, banco

imobiliário, War e ler escondido revistas de sacanagem desenhadas

(os tais ‘catecismos’).

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No bar da escola eu os ouvia comentando sobre a delicia que era o clube

deles e eu sonhava em fazer parte. Uma vez perguntei se podia e eles

negaram dizendo que era só pra homem. Aquilo me despertava uma

curiosidade incrível, de tal forma que uma vez entrei de fininho no jardim

da casa do Plínio e me certifiquei que eles não estavam, e subi na árvore

e entrei no clube para examinar. Me deparei com um monte de jogos

espalhados, revistas Playboy e uma dessas revistas de desenhos.

Nunca tinha visto uma na minha mão e devorei ávidamente o conteúdo

com meus olhos de garotinha. Tinha desenhos de posições que eu nem

sabia que existiam. Gente lambendo gente, gente comendo gente como

cachorrinho, e até o pirú entrando na bunda. Aquilo me deu um calor

entre as pernas e me toquei legal por dentro da calcinha até ela

ficar completamente molhada. Acabei adormecendo e só acordei com

os três guris me olhando. Fiquei aterrorizada de ter sido descoberta.

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Eles brigaram comigo por causa da minha invasão e disseram que iam contar

pra minha mãe que eu lia revistas de sacanagem. Daí eu revidei dizendo que

ia também contar tudo pros pais deles. Ficamos nesse impasse até que eu

disse que se eles me deixassem fazer parte do clube eu não contaria nada.

Então o Lobão disse que pra entrar no Clube tinha que passar por uma prova

com várias etapas. Devia ser mentira pois os outros dois se entreolharam

com uma cara de ‘o que que é isso que eu nunca ouvi’, mas não disseram

nada. Eu topei saber como era.

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Daí os 3 me mandaram descer da árvore para confabular entre si e eu

fiquei esperando lá em baixo até ser chamada novamente lá em cima.

O Plínio então disse que a primeira etapa era tirar a roupa toda.

Quase desisti, mas acabei concordando. Eles se deliciavam com cada

peça de roupa que eu tirava, e o Juca até esfregava as mãos..

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Quando chegou na calcinha (e já com meus peitinhos a mostra) disse

que eu só ia até ali. Me mandaram descer... Daí não tive outro

jeito senão tirar a peça também. Nesta época eu já tinha uns

pentelhinhos ralinhos e os guris vieram examinar de perto eu

rubra de vergonha.

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Bom e qual é a próxima prova, disse eu. O Lobão então falou: Fica de quatro

pra gente examinar se você é mesmo certinha ou se ta’ faltando alguma coisa.

Agachei e o Juca foi o primeiro a me examinar, abrindo as maçãs da minha

bunda e examinando detidamente o meu cuzinho e os lábios da minha xoxota.

Deu até um soprinho no meu cú pra me fazer tremer de tesão.

Daí veio o Plínio e disse que com o que ele ia fazer eu não poderia me mexer

senão perdia a prova. Fiquei quetinha aguardando o que ia acontecer e

senti o rosto do safadinho colar na minha bunda e a língua dele meter no

meu buraquinho, mas me mantive firme deixando ele brincar e enquanto

isso minha xoxotinha começou a esquentar a bessa e a umedecer.

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Após um tempo o Plínio parou e o Lobão o substituiu e disse que eu tava

passando nos testes mas que o próximo ia ser mais pesado e falando isso

deu uma cuspida no meu cú e sem mais nem menos enterrou um dedo dele

na minha bunda. Aí eu gritei ‘para.. para..’, mas os outros dois me seguraram

na posição e o Lobão tirou o dedo do meu cú pra depois cuspir de novo no

meu buraco e colocar um indicador de cada mão nele de novo tentando como

que abri-lo. Dessa vez, engraçado, não doeu e eu deixei ele brincar no meu

ânus enquanto os outros dois me afagavam um peitinho cada um e me

falavam um monte de sacanagem no ouvido.

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Aí o Juca falou: Posso tentar enrabar ela ? Aí eu gelei e me desvencilhei deles,

me levantei e encostei minha bunda na parede, dizendo ‘enrabar não, isso eu

não deixo de jeito nenhum’.

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Daí eles começaram a negociar comigo, se eles me lambessem a xoxota eu

deixaria botar a cabecinha só e por aí vai. Como eu tinha visto isso de lamber

a xota na revista, me acendi com a idéia e disse: Ta bom mas primeiro me lambe

depois tenta colocar a cabeça de um pirú so’ (o menor de vocês) no meu cú.

Pessoal... foi uma competição pra mostrar quem tinha (veja só) o menor pinto.

Ganhou o Juca pois era o mais novinho.

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O Plínio deitou no chão e me mandou ir por cima dele ao contrário para ele

poder lamber a minha xota. O Lobão desceu e voltou com um pote de vaselina

do pai dele e começou a me lambuzar o rabo enquanto o Plínio me lambia,

dizendo que aquele creminho is ajudar muito. Nesse momento a língua do

Plínio já tava fazendo miséria na minha bucetinha e eu dançando em cima da

língua dele., tanto que nem senti mais desconforto quando o Plínio enterrou um

dedo todo no meu cú pra ver se já tava bem lubrificado para o Juca.

Mesmo assim falei pro Juca: Lembra que é só pra experimentar a cabecinha.

Ele então me montou, pois ajoelhado ele era mais baixo que eu,

e de cima pra baixo encostou a cabeça do pinto dele no rego

do meu rabo.

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O Lobão ajudou abrindo minhas nádegas e o Plínio acelerou nas

linguadas na xota. Eu estava ardendo de desejo com aqueles

3 guris me assediando.

O tal do Juca mentiu pra mim e depois de brincar um pouquinho

com só a cabeça enfiada, foi metendo o resto e eu gemendo

enquanto o Lobão dava força e falava ‘Come o cú dela Juca,

come, não tem perdão não’. Se quer entrar no Clube tem que

dar o rabo todo mesmo. Nada de só a cabecinha.

Acho que o Juca gozou logo porque desmontou e o Lobão tomou

o lugar dele sem que eu pudesse reclamar ou me recompor.

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Como meu cú já tava aberto pelo Juca, a entrada do pau do Lobão foi bem mais

facilzinha se bem que o pau dele fosse bem maior que o pintinho do Juca.

Já tinha até uma floresta de pentelhos negros em volta. Enrabou como eu

merecia pela minha ingenuidade. Gozou também e aí o Plínio teve uma idéia

de que os outros dois me levantassem de carrinho no alto e me aterrisassem

na piroca dele. Dito e feito já estava eu abraçada em cada pescoço, sentada

no ar e arriando pra então sentir a espetada no ânus. O do Plínio sim era já

grandão e demorou pra entrar, mas meu peso forçou o esfíncter e a naba

entrou toda no meu rabo.   Colocaram meus pés nos joelhos do Plínio e

apoiaram minhas mãos no peito dele, daí os dois começaram a me chupar

as tetinhas e o safado do Plínio a me foder de baixo pra cima.

Daí o Lobão não resistiu e lambeu minha xoxota quase tocando com o

queixo no pau do Plínio.

Gozei pela primeira vez na minha vida e ainda por cima com o pau no rabo.

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Quando a batalha acabou corria porra pelas minhas pernas mas os garotos

votaram e me aprovaram para o Clube.   Foi a glória, e nós passávamos as

tardes depois da escola fazendo sacanagem até que me comeram a xoxota

e eu engravidei aos 17 anos. Foi um rolo dos diabos mas uma tia me ajudou

a tirar. Logo depois nos mudamos para o Rio e nunca mais vi os 3 safados,

mas ainda me lembro deles ao mesmo tempo com tesão mas também com

medo de que eles contem isso para alguém e me prejudiquem no meu

trabalho atual.

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Pronto. Contei e to sentindo um grande alivio de peso nos ombros pois

isto tava guardado no fundo da minha cabeça por décadas..

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