DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

Dupla penetração com os meus sobrinhos em Barcelona

Dupla penetração com os meus sobrinhos em Barcelona

by: graca

Olá amigos.

Depois daquela foda fantástica com aqueles dois jovens espanhóis em Ibiza, o cruzeiro continuou a sua viagem e no dia seguinte atracou em Barcelona. Sentia-me um pouco cansada e durante o dia não saí do navio e só saí do meu quarto para ir à piscina nadar um pouco e fazer um jacuzzi.

À noite saí com os meus sobrinhos e fomos até uma zona de diversão noturna beber uns copos e dançar um pouco. Já tínhamos percorrido alguns bares quando comecei a sentir os sintomas já familiares dos efeitos de um afrodisíaco. Senti um calor enorme a percorrer-me todo o corpo, principalmente na cona e no grelo, que latejava de tesão. Disse-lhes que me queria ir embora e quando chegámos à rua perguntei qual deles tinha posto o afrodisíaco na minha bebida e eles riram à gargalhada acusando-se um ao outro e fiquei sem saber quem foi, mas também não interessa. Puxei-os pelos braços e caminhámos em direção ao porto de cruzeiros e fui-lhes dizendo: “- Ó meus safados, preparem-se porque vão ter que me foder toda a noite.

Mal entrámos no meu quarto, eles foram-me despindo, abraçando-me e apalpando-me toda, cheios de ansiedade, como se fosse a primeira vez que estavam com uma mulher. Tom puxou-me a cabeça e literalmente devorou a minha boca e a minha língua. Enquanto isso, Mike abaixou-se atrás de mim, levantou-me o vestido e, vendo que eu não trazia cuequinhas, enfiou a cara no meu rabo, fazendo deslizar a língua e a boca pelas minhas nádegas e pelo rego do meu cu e acabou enfiando a língua no olho do meu cu, fazendo-me estremecer toda e gritar de prazer com o meu primeiro orgasmo dessa noite: “- Aaaaaahhhh… venhoooooo… uuuuuuhhhh…”.

Estávamos os três doidos de tesão e não perdemos tempo com preliminares. Ainda toda eu estremecia com as ondas de prazer do meu orgasmo e já Tom se tinha deitado de costas e eu cavalgava-o freneticamente com o caralho dele saindo e entrando na minha cona a um ritmo louco, chupando gulosamente a vara de Mike, que se colocara na minha frente de pau em riste.

Mike deitou-se e eu cavalguei-o de costas, chupando agora o caralho de Tom, que começou a xingar-me: “- Chupa sua puta… issooooo…” O afrodisíaco deixou-me perdida de tesão e eu fodia que nem uma doida e não tardou para estremecer toda com outro orgasmo, mas os meus gritos ficaram abafados na minha garganta, pois eu não deixava de mamar sofregamente no caralho e nas bolas de Tom: “- Huuuuuummmm… huuuuuummmm… huuuuuummmm…”

Tom voltou a foder-me de 4 enquanto eu mamava no caralho do irmão. Eles colocaram-se ambos na minha frente de pau em riste e eu não me fiz rogada e chupei os caralhos de ambos com tanta gana que eles reviraram os olhos de prazer. Mike colocou-se atrás de mim e penetrou-me de lado por trás e eu continuei a mamar no caralho de Tom. Mike insultava-me enquanto me fodia selvaticamente: “- Toma nessa cona minha cabra. Gostas de pau? Então toma puta do caralho.”

Mike fez-me deitar de costas e Tom colocou o caralho no rego das minhas mamas e fodeu-me à espanhola e eu aproveitei a posição para lhe chupar as bolas e enfiei a minha língua no olho do cuzinho dele. Tom ficou doido e gemeu de prazer como louco: “- Aaaaaaaahhhh… isso é tão boooooommmm… sua putaaaaaa… oooooohhhh…”

Estávamos possuídos de tesão e mudávamos constantemente de posição. Colocaram-me novamente de lado, com Tom a foder-me por detrás enquanto eu mamava gulosamente no caralho de Mike.

Colocaram-me de 4 e Mike pegou-me no rabo e enterrou-me o caralho todo na cona com uma só estocada. Tom incitou o irmão a foder-me como uma cadela: “- Mano, a tia é mesmo tarada por piroca. Fode-a como uma cadela”. Incitado pelo irmão, Mike começou a foder-me selvaticamente gritando: “- Toma cabra… toma nessa cona… sua puta…” Os colhões dele embatiam fortemente nos lábios da minha cona e eu gritei como uma cadela com outro orgasmo: “- Aaaaaahhhh… venhoooooo… oooooohhhh…”

Faltava a cereja no topo do bolo, que era uma boa e deliciosa dupla penetração. Tom deitou-se de costas e eu sentei-me no seu colo, com o caralho dele bem entalado no meu cu e Mike começou a foder-me na cona. Finalmente eu tinha a boca livre e comecei a gemer e a gritar todo o meu prazer com toda a energia que tinha nos pulmões: “- Oooooooohhhh… fodam a tia meus safados… issoooo… aaaaaaaahhhh…”

Mike reclamou que também queria foder-me no cu e eu, que amo os dois com a mesma intensidade, imediatamente me virei, enfiei a minha cona no caralho de Tom e gritei a Mike que me enrabasse: “- Anda safado… fode o cu da tia… olha ele aí a piscar… enterra aí o teu caralho todo… jááááá…”

Ele ficou doido e enterrou-me o caralho todo no cu com uma estocada só e eu afastei uma das minhas nádegas com uma mão para ele me foder melhor o cu. Tom era mesmo safado e divertia-se a xingar-me: “- Tia és mesmo uma puta do caralho.” Eu respondi: “- Eu sei… mas agora… sou a tua puta… e do Tom… fode a tia e cala-te…”

Poucas bombadas depois tive outro orgasmo explosivo e gritei como uma selvagem: “- aaaaaaaahhhh… venhoooooo… oooooohhhh…” Mike tirou o caralho do meu cu e ejaculou uma série de jatos de esperma no meu rabo e eu deliciei-me toda a senti-lo, quente e cremoso, escorrendo suavemente pelo rego do meu cu.

Tom ainda estava um pouco demorado e eu tirei o caralho dele da minha cona, enfiei-o no meu cu e gritei-lhe: “- Vou-te esfolar… esse caralho todo… com o meu cu… meu safado…” Ele ficou doido de tesão e poucas bombadas depois também ele ejaculava todo o seu esperma no rego do meu cu, enquanto eu movimentava o meu rabo com o caralho dele ainda bem entalado no rego do meu cu e lhe gritava alto e bom som: “- Issooooo… vem-te safadooooo… esporra-te todo… no cu da tia… cachorroooo...”

Quando acalmámos escutámos batidas na porta do quarto. Mike vestiu um roupão e foi à porta. Era um vigilante dizendo que alguém ouviu uma mulher a gritar no nosso quarto. Mike respondeu que estava tudo bem e o vigilante foi embora mas nós continuámos a foder e ele voltou meia hora depois. Dessa vez foi Tom que foi à porta e repetiu que estava tudo bem, mas o vigilante ficou meio desconfiado. Demos a nossa terceira foda e o vigilante voltou. Dessa vez fui eu e ele disse que já sabia o que se estava a passar, mas pediu-me para gritar menos porque estava a incomodar os outros passageiros. Então, peguei na gravata dele e puxei-o para dentro do quarto. Se querem saber o que se passou a seguir leiam o meu próximo conto. Aguardem-me.

Espero que tenham gostado e, caso positivo, votem e comentem por favor. Obrigada por lerem os meus contos.

Graça Garcia

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