DESVIADOS

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No Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro

by: maridodaisabela2

Depois do casamento, que não teve maiores fatos, viajamos novamente.

No vôo até o Rio de Janeiro Isabela começou a me falar exatamente o que íamos fazer lá.

- Pois então, recebi um telefonema do Jair, que era sócio do Walter nos negócios que ele tinha.

- Ele tinha uma empresa que eu sei e parecia também trabalhava com pornografia.

- Não sei também tudo, não conheço o Jair, mas sei que era muito amigo do Walter e ajudava nos negócios.

- Mas o que ele quer conosco?

- Disse que era negócios, continuar os planos de Walter.

- Que planos?

- Vamos saber tudo em breve, se acalme corno, não somos obrigados a nada vamos escutar o que tem pra dizer.

No avião ainda, olhavam muito para Isabela, estava sempre com aquelas roupas provocantes.

Na chegada fomos direto a um hotel que estava pago por Jair, hotel quatro estrelas, quarto top de linha.

Haviam flores no quarto quando chegamos e outras decorações.

Isabela telefonou para Jair como combinado avisando que chegamos e como já era fim de tarde marcamos para o dia seguinte de encontrar, ele mandaria alguém nos buscar.

Estávamos cansados e logo fomos dormir, no dia seguinte acordamos cedo e tomamos um belo café da manhã.

Pelas 9:30 horas veio um motorista nos buscar e logo estávamos a caminho de nos encontrar com Jair.

Fomos até jacarepagua e chegamos até a casa de Jair, uma mansão.

Jair nos recebeu, era um homem franzino, feio, sem charme algum, mas percebia-se nele liderança e respeito.

-Muito bem casal amigo, sejam bem vindos vamos falar de muito negócios hoje.

A casa de jair parecia uma casa de campo no Rio de janeiro, tinha uma área grande com verde, piscina e campo de futebol.

Nos sentamos abaixo de umas árvores, serviram bebidas e ele depois de amenidades disse:

- Bem, vamos conversar sério agora, de negócios. O amigo Walter nos deixou e faz falta, tínhamos junto vários negócios, bares, casas noturnas, casas de jogo e prostituição, vocês sabiam de parte disso.

A idéia de Walter era investir para vocês serem um de nossos produtor principais, uma linda mulher e um corno, valem muito, pagam por isso.

- Walter me falou que tinha uma empresa, disse Isabela.

- Sim, uma empresa de sexo e prostituição minha querida, onde você iria participar ativamente. Mas ele misturou negócios com sentimentos e não colocou em plano tudo o que havíamos conversado e planejado pra vocês.

Esse é o motivo de estarem aqui, hoje vou propor abertamente o que ele deveria ter conseguido com aquele pausão que tinha. Eu não tenho esse privilégio e nem transo com sócios ou possibilidades de lucros, quanto a isso fiquem tranquilo comigo.

- Pois bem Sr. Jair pode falar, disse meio nervoso.

- Resumindo, um casal corno é muito procurado e quero prostituir vocês com o seu consentimento. Temos um clube de sexo alternativo, sexo assim diferente com fetiches e preciso de alguém como prato principal. Estou disposto a pagar 20% dos lucros, o que daria em torno de 20.000 reais mensais. Além disso teriam moradia e carro pagos sem qualquer custo, o que acham?

Olhei para Isabela esperando ela se manifestar.

- Olha Sr. Jair, não sei o que o senhor pensa de nós, mas uma coisa é que não sou uma puta barata. Com Walter existia motivo e me contentava com o que me dava. De forma alguma aceitaremos essa porcentagem, o que posso fazer é oferecer meus serviços e do meu corno por 50% dos lucros e além do mais, serei a gerente do clube com um salário fixo e independente da porcentagem. Cuido de tudo isso para o Senhor, mas terá que pagar o justo.

Sr. Jair riu e disse que gostava de uma mulher negociante.

- E tem mais Sr. Jair, isso com tudo livre, se tiver moradia, locomoção e o salário que prop´^es lhe ajudamos a tocar todo o negócio que precisar e ainda seremos seu produto comercial principal.

- Vamos pensar, temos tempo, por enquanto divirtam-se aqui no RJ. Nos encontramos daqui 3 dias e vou analisar a sua proposta.

Ficamos mais um pouco, nos despedimos e ficamos de esperar o telefonema do Sr Jair dali uns dias, voltamos ao hotel.

Conversamos sobre a possibilidade.

- Você acha que o Sr Jair vai aceitar querida?

- Vai sim, eu até me arrependi, pedi pouco de volta.

- Mas vamos conseguir viver aqui e asim?

- Bem, você vai ver eu levar pau, vai levar pau e vai ganhar dinheiro, o que você gostaria mais meu putinho?

- E não temos muitas opções depois que fechei os negócios por causa de Walter.

Fomos almoçar em um restaurante próximo a beira mar em Ipanema.

Voltamos ao Hotel e Isabela foi para a piscina tomar sol e eu fui descansar um pouco no quarto.

O Sr Jair ligou uma hora depois me acordando e dizendo que era para pegar um papel e caneta, passou nomes e telefones.

- Corno, diga pra sua vadia que aí é dinheiro fácil. Todos já conhecem ela de vídeos e querem foder ela, é só ela ligar e passar o preço. Anotou?

- Sim Sr. jair.

- Você realmente é um bom corno, Walter falava isso. Até mais!

Desci e fui até a piscina passar o recado para Isabela, entreguei a lista com 4 nomes e com os telefones, disse que eles estavam esperando ela ligar quando pudesse.

- Corninho você não percebe?

- O que?

- O Sr. Jair está nos testando, ver até onde chegamos. Disse para nós darmos o preço, quer saber nossa ganância como é.

- E o que faremos?

- Você vai ligar para os quatro, se apresentar como meu corno e vai negociar com eles. Diga que o valor por hora são 2.000 reais, que podemos fazer um abatimento de for diária ou tempo maior. Pergunte também como são, a descrição física e o tamanho do pau que posso abater no preço final. Esse valor é aqui no Hotel e se quiserem o corno junto são mais 1.000 reais.

- Mas amor, melhor você ligar.

- Não corninho, você vai negociar sua vadia. Não queria que eu fosse puta? Vai logo, liga e depois vem me contar.

Subi novamente no quarto e não sei como liguei ou o que falei, mas voltei com as propostas. Um deles não aceitou e os outros três aceitaram. Dois deles queriam que eu estivesse junto. Disseram que pagariam mas que ela seria exigida de acordo com o valor. Dois deles tinham um pau de 18/19 cm e outro de 21 cm.

Todos queriam ficar com ela por no mínimo duas horas e marcamos cada um para um dia diferente.

Na piscina falei tudo pra isabela.

- Muito bem corno, venha passar protetor solar em mim.

Prontamente atendi.

- Você gosta de ser corno seu puto, não esqueça que eu mando, nunca esqueça disso!

- Sim meu amor.

Os garçons do bar da piscina estavam vidrados nela, não tiravam os olhos, eram dois rapazes novos e um mais velho. Ela percebeu é claro.´

- Corninho, quer ver sua esposa se exibir?

- O que está pensando?

- Vai lá e pergunta para o garçom que parece o chefe, se tem algum problema fazer top less aqui na piscina do Hotel.

- Sério?

- Vai lá corno, não me desobedeça, essa puta aqui que vai te sustentar.

Pior que era verdade, ela estava com a 'gerência' da casa. Fui até o garçom e meio sem jeito perguntei. Ele respondeu que sem problemas poderíamos ficar a vontade, que muitas mulheres faziam top less ali e era normal.

- Sem problemas amor.

Ela se levantou e todos ali olhavam, tinham umas 12 pessoas fora os garçons, a maioria solteiros e uns três casais.

- Tira meu biquini corno e mostra a tua esposinha. Passe protetor nos meus seios também.

Prontamente atendi. Um das mulheres dos casais meio que se indignou, mas logo tudo voltou ao normaç abaixo dos olhares é claro.

Ela deitou gostosa ali e continuou tomando sol, disse que se não tivesse que trabalhar iria dar para os garçons, mas queria se poupar.

Voltamos para o quarto e ela me mandou deitar na cama, sentou na minha cara e começou a esfregar aquela buceta gostosa em mim.

- Quer me comer corno, quanto tempo não me come?

- Faz tempo né querida.

- Você é um corno mesmo, chupa gostoso pra eu gozar na tua boca e vou tocar uma punhetinha pra você. Minha buceta é dos outros agora seu puto, viado.

Meu pau ficou duraço com ela falando.

- Tá vendo, você gosta de pica mesmo e de ver tua mulher com outro macho. Mostra pra mim que é isso, goza na minha mão corno.

Esfregava a buceta cada vez mais forte na minha boca. Logo gozei tamanho o tesão que estava, ela gozou na minha boca também e dormimos.

No dia seguinte acordamos cedo e fomos a praia, voltamos, almoçamos e esperamos o primeiro cliente chegar.

Ele pegou um quarto no hotel como combinamos.

As 15 horas Isabela esperava ele na piscina com o minúsculo biquini, esse não queria o corno perto. Assim, fiquei da janela do quarto olhando a piscina.

Logo ele chegou, se apresentou, sentou ao lado dela e ficaram conversando um tempo. Depois subiram juntos para o quarto dele sob os olhares dos garçons do bar da piscina e de outros hóspedes, que alguns já tinham percebido o que estava contecendo.

Ela ficou no quarto com ele até as 18 horas.

Voltou frustrada e disse que tinha sido uma merda, que o cara não foi muito competente.

Nem me deu a bucetinha pra eu limpar e foi pro banho.

Ficamos deitados, nos outros dias a coisa foi melhor, mais animada mas ela parecia não muito satisfeita.

Só no quarto cliente que queria o corno junto que ela pareceu realmente gostar.

Fomos para a piscina esperar Paulo, que chegou as 11 horas e disse que iria almoçar no Hotel e dormiria lá.

Logo chega um moreno de um aproximadamente 1,90, atlético, peludo e forte.

Após as apresentações iniciais, pedimos drinks e ficamos na piscina.

- Bem, essa puta já é minha né corno, aqui está o valor da diária. Então, agora deixa eu começar a experimentar ela.

Pegou ela, a abraçou e começou a beijar apaixonadamente. Os garçons se ouriçaram.

Ele de sunga e ela de biquini com os corpos colados e se beijando, logo o volume começou a aparecer no meio de suas pernas e era grande.

Paulo pulou na água por isso e chamou Isabela. Ela foi e ficaram namorando dentro da água, com eu e os demais olhando. Me sentia o verdadeiro corno, todos ali sabiam que ela estava comigo.

Petiscamos alguma coisa ali para não ficar de estômago vazio, mas nem almoçamos, logo ele disse que queria subir e foder ela que não aguentava mais.

A puxou pelas mãos e foram andando em direção ao quarto. Peguei as coisas e os acompanhei. O garçom mais velho sorria levemente.

No quarto:

- Corno, deixa essa puta peladinha, tira o biquini dela.

Atendi.

- Agora, se ajoelha e chupa a bucetinha dela, deixa bem molhadinha pra eu foder, pois vou meter sem dó nessa puta.

Paulo tirou a sunga e apresentou a pica de 21 cm mas era bem grossa. Comigo de joelho ali chupando ele a abraçou e começou a beijá-la. O pau dele duro já encostava na buceta e perto da minha boca.

- Este teu corno é obediente? Manda ele chupar teu macho também!

Isabela segurou minha cabeça e levou ao pau dele para chupar. Chupava uma hora um, depois outro.

- E você é obediente puta? Senta aqui nesse cacete.

Isabela se dedicou aquele cacete em várias posições até receber uma gozada e depois me dar a buceta pra limpar.

Assim passamos a noite, com três gozadas de Paulo. Buceta, cuzinho e boca, sempre me humilhando em frente dela. Limpei ela toda com minha lingua todas as vezes.

Isabela me humilhava percebendo que Paulo gostava disso.

Já era tarde e dormimos, acordamos cedo, Isabela ainda dormia. Paulo acordou depois de mim e depois de mijar ainda estava de pau duro.

- Limpa meu pau corno, chupa até tua puta acordar que vou meter nela de novo.

Fiz o que ele mandou. Logo Isabela acordou e viu aquilo, me xingou de corno viado novamente.

- Esse viado merece apanhar você não acha Isabela?

Os olhos de Isabela se acenderam, parece que ela relembrou muitas coisas com aquilo.

Ela retirou a cinta da minha calça e deu para Paulo.

- Todo corno merece e gosta de apanhar. Vadias também!

Paulo segurou a cinta e mandou ficar de quatro na cama, começou a dar cintadas cada vez mais forte e deixou minha bunda doída e vermelha.

- Agora você puta, achou que ia ficar sem apanhar?

Colocou Isabela de quatro também e deixou a bunda dela toda vermelha.

- Você quer bater no corno um pouco puta?

Isabela pegou a cinta e ficou doida, começou a me dar cintas fortes na bunda e me xingar.

Paulo pegou ela, a jogou na cama enfiou aquele cacete nela e socou até encher ela de porra. Foi o único que comeu ela sem camisinha.

Ele mandou eu deitar e fez ela sentar na minha boca enquanto a beijava e fazia ela limpar seu pau.

Depois do almoço e de Paulo ir embora dormimos. Voltaríamos no dia seguinte a nos encontrar com o Sr. Jair.

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