DESVIADOS

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Chorei por Diego

Chorei por Diego

by: rela533034

As coisas foram acontecendo muito rapidas desde q eu e Diego começamos a namorar. Tudo eram cores, ele era sempre muito atencioso, passavamos tardes inteiras juntos, so namorando msm...

Passaram cerca de dois meses, e eu ainda me sentia verdadeiramente apaixonado, sem ao menos suportar nao ver akele garoto magrelo me dar seu lindo sorriso.

Certo dia cheguei na escola e ele nao estava na sala. assisti o primeiro tempo e nda dele... fikei preocupado, resolvi ligar mas a sala tava um caos, entao fui na biblioteca q eh mais tranquila...

Cheguei lah e me deparei com uma cena estranha... Diego estava rolando de rir com uma garota do 1 ano c, uma tal de Jessica. Um assomo de desespero tomou conta de mim, nam soube bem o q fazer...

Andei com passos mudos ateh atras dele, ignorei a garota e tampei os olhos dele, sorrindo, mas com uma raiva mortal. Ele apalpou minhas maos e percebi q se assutou ao notar q era eu...

Ele se virou rapidamente, acabou quase derrubando a cadeira e me disse sem jeito

- oi julio

seu rosto ficou rapidamente vermelho, a garota estava meio desorientada, parecia nao saber, como a grande maioria, q Diego tinha dono.

- Essa eh a jessica - disse ele me apresentando a ela.

Nam era feia. Pior, era linda. O cabelo era ondulado e sedoso, com um brilho suave. As feiçoes delicadas e a boca pequena, magrinha e de estatura media, uma pirralha perto de mim ou dele.

sorri forçado e ele me apresentou. Foi quando perceni q nam tinha o q dizer, por isso inventei q ele tinha q ir para a sala de aula pois o professor ja chegara. a garota ficou lah com cara de lesa e ele veio comigo.

Achei q ele jah sabia o q vinha por aih...

- Posso saber pq vc nam foi assistir ao 1 tempo...

- vc viu, fui conversar com uma amiga

fikei muito puto mas nam disse nda

- mas a conversa estava tao animada assim q vc eskeceu de ir falar comigo...

- eu ia falar com vc, assim q...

nam deixei ele terminar. sai andando rapido e passei por um bando de nerds q conversavam no corredor. soh tinha um lugar em mente...

O velho salgueiro q nos acolhera tempos atras ainda tinha em sua casca as varias inscriçoes deixadas por alunos, e bem no meio, entre muitas delas, podia-se ver claramente e bem grande: Judi, pra sempre

Judi era como nos referiamos a nos msms, sendo q judi representava para quem agente nam keria contar, a suposta namorada. (ju julio, di diego)

Me lembrei da vez q ele trouxera um canivete e fizemos a inscriçao, mas pensar nele era muito doloroso...

me sentei de costas para a arvore e fikei ali, parado e com muita raiva...

passou uns 40 minutos, e foi quando ouvi passos. Na esperança, me virei rapido para ver quem era. Em parte estaca certo. Diego vinha andando rapido e Jessica o acompanhava com dificuldade. Ele encontrou meu olhar e veio rapidamente

- como vc some assim!

- sumindo... o q ela ta fazendo aki - falei antes q ela xegasse

- veio me ajudar a axar vc!

- otimo jah axaram...

ele me olhou com censura, virou-se, agarrou pelo braço e saiu arraastando ela´pelo gramado...

senti um turbilhao de emoçoes, nam keria q as coisas acontece-ssem dessa maneira...

a hora do almoço xegou, sendo q eu assisti soh o 1 tempo das aulas da manhan... xeguei no refeitorio e la estava akela fulana pendurada no diego, rindo com ele e com um grupode colegas dele q eu nam suporto...

passei sem nda dizer, almocei e fui para as aulas da tarde... Diego nam falou comigo.

por 3 dias.

na quinta meu estado era lastimavel... ainda nam estava triste, soh conseguia sentir raiva, embora soubesse q ele soh estva fazendo ciumes... nam me permiti pedir desculpas...

ms quando sai no final da tarde, e andei meio sem rumo, acabei por xegar no salgueiro, um lugar magico para casais. mas o casal q estava lah era uma tragedia.

Jessica estava a centimetros de Diego. ele estava envolvido demais. assisti tudo, e seguros 15 metros de distancia, o suficiente para eu nam voar nela e para ele nam me escutar chorar...

sai corredno logo depois... fui para casa por instinto, sem ao menos conseguir parar de xorar durante todo o percurso.

eles ficaram e logo dois dias depois tda a escola sabia de tudo, ele, por ser popular, ficou logo no alto dos comentarios, e ela, esperta, tratou de cerca-lo de carinho.

e eu, chorei.

Minhas lagrimas derretiam do meu coraçao. Eu amava o diego demais... muito.

passaram-se mais uns dias... era sexta.

Nesse dia sairia o resultado de um exame de linguas q diego fizera semanas atras, a procura de intercambio para o curso dele de italiano.

olhei a lista soh por falta do q fazer, diego ficara em 4, sendo q haviam tres vagas.

Meu coraçao deu um salto, como se tivesse escapado de um perigo, ams logo me lembrei q akele cara q eu amava, nam era mais meu. chorei na sala, na frente de uns 20 colegas, sem perceber q ela acabara de entrar.

de tarde, ainda abalado com a noticia, sentei num banco perto da piscina para passar o tempo. de cabeça baixa, nam vi diego se aproximar.

ele trazia um papel na mao. me cutucou de leve, senti o perfume dele e me assustei

- leia por favor

ele me entregou o papel. era uma carta de aspecto oficial. Passei os olhos pela folha e foi como se um fantasma do passado tivesse vindo me estrangular novamente.

ao q parecia, mais 6 vagas tinham sido disponibilizadas pelo governo, e uma delas era para ele.

voltei meus olhos para os dele, castanhos contra o brilho anormal dos olhos negrois dele. sua boca vermelha estava seca, os cabelos pareciam sem vida.

- parabens diego,- tudo o q consegui dizer, embora aestivesse quse xorando.

- eh, eh uma coisa legal

- quando vc vai - disse, dessa vez minha voz falhou

- domingo

abaixei a cabeça e ele me levantou, me deu um abraço. desabei sobre ele, como se soh tivesse ele p mim.

ele sussurrou no meu ouvido, emocionado

- a jessica foi uma ilusao. qro vc

- mas... a viagem... Italia...

- Nam vou

nam me contive. beijei diego, com uma força q nam podia ser limitada. ele me abraçou mais forte, nos unimos ali msm. senti ele em mim.

Passamos direto pelo refeitorio depois disso e enconramos jessica, q veio correndo para ele, aidna sorrindo. Eu na hora passei o braço no ombro dele.

- OI, q bom q vcs sao amigos de novo agora

Diego sorriu, e disse antes de sair andando

- nam voltamos a ser amigos jessica. voltamos a namorar

ela ficou sorrindo da maneira mais idiota q eu jah vi alguem sorrir, segundos depois ainda pude ouvir ela chorando alto , mas ja estavamos longe

fomos p casa dele, um lugar seguro jah q ainda eram 2 da tarde. ele jah chegou tirando a camisa e a calça, ficou soh de sunga e me agarrou ali na sala msm. tirei minha blusa e a calça, joguei os sapatos e fomos nos beijando pela casa ateh o banheiro. ele entrou no chuveiro primeiro, a sunga jah protuberante

- vem, meu amor

reparei nele, e o axei masui lindo q nunk. os cabelos negros e compridos, a boca vermelha, o peito definido, barriguinha de jogador, o volume lindo q jah conhecia, as coxas grossas q se tranformavam em canelas finas.

a voz dele soou ressonante, como a de um homem adulto

- eu te amo

- eu tbm te amo diego

avancei nele e apalpei o pau, deslizando a mao para dentr da sunga e fazendo uma massagem gostosa, do jeito q ele gostava. beijei tdo o pescoço, lambi tdo o meu homemzinhu, e q gostoso ele estava...

tomamos banho, saimos enrolados na msm toalha e nos jogamos na cama dele. fizemos de tudo um pouko, antes de eu abocanhar o pau perfeito dele, e mamar muito. ele gozou como um louko, gemeu simplesmente desabou na cama, sem forças. subi beijando o corpo dele, cheguei nos labios. beijei de leve, chupei, lambi. mordi o queixo dele, e depois me apoiei nos braços dele, deitei ali e dormi, eu e meu namorado, juntos, de novo.

Judi, para sempre

s

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