No aconchego do inverno
No aconchego do inverno
by: sogro
O inverno chegou e essa é uma estação de contrastes extrmos, uns adoram outros detestam. Eu prefiro o verão, o sol, o bronzeado, que é mais difícil de manter no inverno, apesar de ultimamente o sol dá as caras as vezes e consigo manter o bronzeado.
Mas não posso me queixar pois nos últimos invernos tenho dado e comido de várias formas e locais deliciosos, no campo, na fazenda, na praia, com minha esposa ou com meus parceiros habituais, minha nora, meu enteado, meu cunhado e minha cunhada.
Nesse inverno em especial na da de novo aconteceu, não alugamos casa na serra e nem fomos para a fazenda de nudismo. Ficamos na casa do meu enteado, só nós quatro e curtindo o fogão a lenha que ele comprou nos esbaldamos de comer e beber.
O charme ficou com a lareira virtual que ele comprou e instalou na sala. Tudo bem que ela a gás mas o visual e a quentura ajudaram a manter o clima de serra. Depois de um foundi no jantar, regado a queijo, vinha e chocolate, com a sala quentinha a ponto de saborarmos o deguste todos nus, terminamos e colocamos um dvd para terminar a noite ao pé da lareira nova.
Retiramos a mesinha de centro e trouxemos travesseiros e cobertores para nos esparramarmos no chão. O dvd rolava um filme de ação mas em determinado momento como habitual, a mocinha acabou dando pro mocinho, nada de espeical, apenas algumas cenas dela nua com seus seios maravilhosos e bundinha deliciosa se ajeitando emcima dele.
Essa foi a deixa para que nos excitássemos e debaixo dos cobertores o tesão começasse a fluir. As meninas começaram a roçar suas mãos quentinhas em nossas varas ou varinha no meu caso..rsrsr, mas o suficiente para elas começarem a despertar e uma delicada punheta se iniciasse.
O filme ainda rolava mas nossa atenção era outra, os corpos das meninas, quentinhos e excitados, as duas com os mamilos durinhos aguardando nossas mãos a acariciá-los, as pernas insaciáveis começavam a se dobrar e a dar espaço para que nossas mãos as explorassem, apertando suas coxas e descendo delicadamente encontrassem suas bucetinhas já molhadas e implorando um carinho mais abusado.
As punhetas aumentaram de ritimo, agora quase frenéticas fazendo os cobertores se erguerem e abaixarem rapidamente, enquanto o dvd rolava cenas de tiroteio, persiguições e coisas mais, mas a principal persiguição era nos seios das meninas que começamos a sugar freneticamente enquanto nossos dedos exploravam as bucetinhas molhadinhas, um, dois, até três dedos de uma só vez enquanto elas rebolavam e gemiam de prazer.
Os cobertores viraram cabaninhas para acorbertar um 69 delicioso com mamadas nas vara e lambidas nas bucetinhas e nos cuzinhos rosasos incluindo dedadas deliciosas que se perdiam ora nas bucetinhas ora nos cuzinhos. Queríamos per=manecer assim por muito tempo mas nossas varas não aguentaram e começaram a jorrar leite nas bocas famintas das meninas enquanto ela fechavam as pernas expremendo nossas línguas dentros das bucetinhas até gozarem quase logo em seguida.
As meninas se levantaram e correram para o banheiro se lavarem enquanto eu e o enteado permanecíamos deitados exaustos embaixo dos cobertores. Nossas varas, a minha principalmente ainda latejava já adormecida, das lambidas e mordiscadas da esposa, mas a do meu enteado ainda hasteva meio pau, como que bucando forças para recomeçar tudo de novo.
Ele virou-se pra mim chegando quase a encostar em mim e comentou...
- Nossa, que tesão, essas meninas ainda nos matam disso.....mas ainda quero mais......
Abri um pouco os braços e minha mão encostou na sua vara.
- Nossa! ainda esta assim, a minha já dormiu faz tempo...rsrsrsr.
- Ah, acho que aguento mais uma, voce vai querer..rsrsr.
Sem hesitar dei um apertão com a mão na sua vara e virei-me empinando a bundinha para ele que mais do que depressa esticou a mão e pegou uma camisinha na mesinha de centro ao lado e vestiu rapidinho.
Ainda de lado pincelou sua vara no meu cuzinho e com um pouco de gel na camisinha começou a me penetrar alí de lado mesmo. Sua vara entrou toda mas a posição não ajudava no rebolado, então mudamos rapidinho. Fiquei de quatro com as pernas bem abertas esperando para ser montado.
De pé, ele ajeitou o cobertor nas suas costas e começou a me montar delicadamente, fazendo-me sentir cada centimetro da sua vara me arrombando até que as bolas do saco se acomodaram na minha bundinha e começou a me cavalgar bem devagar enquanto eu gemia e começava a rebolar na sua vara.
Nessa hora as meninas voltavam para a sala com taças de vinho e deram de cara com um cobertor feito cabaninha no meo da sala e logo desconfiaram do que estava acontecendo. Tiraram o cobertor e lá estava meu enteado me cavalgando gostoso, enfiando a vara e tirando quase toda enquanto eu gemia e rebolava de tesão.
- È, não podemos deixar voces dois sozinhos nem por um minuto e um já procura o outro....rsrsrs, mas confesso que esta cavalgada esta deliciosa de ver, comentava minha nora olhando a vara do marido se perder dentro da minha bundinha.
- É mesmo, comentava minha esposa, também com uma bundinha lisinha dessa e redondinha, quem aguenta....
Terminamos a cavalgada com os olhares atentos das meninas até a última gota da gozada que levei na rosquinha e quando meu enteado desmontou dela tirando sua vara quase mole era visível o tamanho da arrombada que levei. Minha rosquinha deflorada estava rosada e arrombada e sentia latejar toda, então deite-me de bruços e relaxei um pouco tomando um vinha e eperando ela se recompor para então tomar uma ducha e depois voltarmos ao dvd que a essa altura já estava quase terminando.