DESVIADOS

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No quartinho com o padre.

No quartinho com o padre.

by: fofa1234

Moramos em um casebre na favela, minha mãe e eu, e duas vezes na semana recebemos a visita do padre João. Ele trás alimentos. Assim q chega me leva pro quartinho nos fundos, minha mãe deixa.

Lá ele senta numa cama velha e me deita em seu colo, abro as pernas e ele tira minha calcinha de lado e soca o dedo do meio dentro da minha bucetinha . Soca com força... e bem fundo q minha barriga até sente... fica me penetrando com o dedo do meio por quase ou mais de meia hora. Até terminar e ir no banheiro e depois ir embora.

Duas vezes na semana ele me leva pro quartinho e faz isso com minha bucetinha.

Depois de meses nisso ele deu pra subir minha blusa e amassar minhas tetinhas.. as vezes chupa as bolinhas enquanto mete o dedo sem dó na minha rachinha..

Um dia ouvi ele conversando com mamãe, pedindo ela pra eu ir morar na casa paroquial onde poderia auxiliar a empregada. Q pagariam bem e pra ela. Claro q ela aceitou né e lá fui eu morar na casa paroquial.

O padre João me levou pra um quartinho e sentou na cama e fiquei em pé entre suas pernas longas.. ele colocou sua mão dentro da minha calcinha e ficou esfregando meu grelinho e disse:

- Glorinha, aqui somos 3 padres, padre Pedro e padre Antônio, e as vezes eles vão te trazer nesse quartinho, vão usar sua rachinha.. por isso vou abrir ela mais..

Fiquei apenas sorrindo e obediente, minha mãe pediu pra ser.

Ele retirou minha calcinha e me deitou na cama, nem tirou minha roupa, apenas subiu meu vestido e abriu minhas pernas.

Saiu e voltou com um pote de lubrificante.. pegou uma pouco e passou na minha xoxota, em volta da entrada e dentro tb..

Então, subiu a bata e deitou-se sobre mim.. entre minhas pernas, pôs a rola na entrada e socou bem forte pra dentro. Dei varios gritos ao sentir minha xoxota sendo rasgada por aquele pau grosso e duro como pedra..

- psiuuuuu... fica de boca fechada.. isso... agora vou cavalgar em vc..

Ele começou o vai e vem.. a cama afundava com suas investidas.. eu segurava pra não gritar e nem gemer.. corria lagrimas nos meus olhinhos.. o padre estava com seus olhos fechados e não me abraçou.. estava com seus braços dobrados em cima dos cotovelos na cama, ate q deu uns três socadas bem fortes e gozou dentro de mim.. Quando controlou a respiração, saiu de dentro de mim e me mandou me limpar.. minha xana ardia demais. Depois de limpa, vesti minha calcinha e ele me levou pra cozinha pra ajudar a empregada. Disse q quando os padres solicitasse eu tinha q ir, era só tirar a calcinha e deitar na cama de pernas abertas.

No primeiro dia nenhum me procurou. No segundo o padre pedro, me levou pro quartinho, tirei minha calcinha e deitei de pernas abertas.. o padre não perdeu tempo, subiu a bata e deitou sobre mim, golpeando minha xoxota várias vezes.. esse padre era diferente do padre João, ele gostava de chupar minha língua... e mandava eu gritar..

- grita cadela do inferno.. isso... assimmmmm... gosto de ouvi grito de vadia..

E grudava sua boca na minha e descia a lenha no meu picheu.. ate q deu uma bem forte e gozou..

Outro dia foi o padre Antônio.. me levou pro quartinho e me mandou sentar na cama, subiu a bata e pegou no pau..

- abre a boca, meretriz..

Assim q abri, ele pegou meu cabelo por trás e enfiou sua rola bem fundo na minha boca.. Fiquei sem ar.. mas ele tirou e voltou a por.. ia fundo e voltava.. ele socava e tirava..mandou agora eu chupar a cabeçona e lamber toda a extensão da sua vara e chupar as bolas uma por uma.. depois voltou a socar na minha garganta..

- Isso puta.. regaçar sua boca de meretriz.. aaaaaaaaaaaaaa...

Gozou e me fez engolir.

Um dia o padre João me chamou no quartinho.

Tinha um outro homem lá, era o coronel Altair, um senhor muito bondoso e fazia doações a igreja.

- Glorinha esse é nosso maior doador, quer te conhecer..

Comprometei, ele ficou me olhando e veio até mim e pegou na minha bundinha e apertou e disse:

- Essa bundinha parece apetitosa... hummm.. tira a calcinha... isso... padre tem lubrificante?

O padre deu a ele.. q me virou e mandou eu abaixar a cabeça a suspender a bunda, sentir ele meter os dedos no meu cuzinho... colocou lubrificante dentro dele dando varias dedadas.

Depois ficou pelado e sentou na beira da cama, pegou na minha cintura e foi me guiando pra sentar no seu pau.. de costas pra ele.. meu cuzinho foi engolindo aquele pau grosso.. foi indo ate me sentou nele todo.. e mesmo com lubrificante doia muito.. eu gritava.. mas não tinha jeito.. ele me segurava pela cintura, me subia e descia no pau.. minhas pernas bem abertas.. as vezes ele parava e esfrega meu grelo... o padre João apenas assistia ele me comer..

Ele me abraçava e apertava meus peitinhos e mordia meu pescoço..

- que cadelinha gostosa.. aaaa.. padre se quiser vender.. eu compro aaaaa.....

O padre nada respondeu.. ele continuou me comendo o rabo até q gozou dentro dele.. ficou respirando com dificuldades.. até q me tirou de cima do colo.. se ajeitou e saiu com o padre.. meu rabinho ficou dolorido por uns 3 dias.

Todos os dias eles me comem, as vezes um em cada dia, as vezes no mesmo dia.. minha xana fica sempre ardendo e o cuzinho tb..

Padre João leva alguns bons homens no quartinho pra me comer tb, são fiéis doadores e bons maridos q não querem ir pra zona.

Fico de quatro na cama e recebo pau na xoxota e cuzinho.

Hj estou peladinha sentada na vara do padre João.. ele me faz cavalgar rápido.. seu pau bate fundo dentro de mim..

- isso prostituta... aaaa.... cavalga mais rápido ou apanha sua cadela...

Ele dá um tapa no meu rosto e acelero... mais forte e rápido.. a cama mexe.. ele aperta meus peitinhos já sentindo q vai gozar... ate q geme alto me enchendo de esperma.

Mal sai e chega padre pedro..

- Deita com a bunda pra cima.. hj quero seu rabo vadia..

Faço o q ele manda e ele fica pelado, e deita sobre mim e sem cerimônia me penetra.. cavalga q nem um bicho faminto.. mordo o travesseiro... ele acelera e faz com mais força.. até q goza.

Vivi alguns anos ali.. ate q o padre João me vendeu, claro, minha mãe adorou a grana.

O coronel me comprou e me levou pra fazenda pra ser sua puta.. na fazenda fico em um quarto q parece uma cela.. tem grades e me coloca coleira, durmo numa caminha bem no canto. Quando quer me usar alguem vem me buscar e levar pra ele e no seu grande quarto sofro de tudo.. ele sente prazer em me ter com muita violência.. aos poucos fui me acostumando e hj mesmo já sendo de outro, adoro uma boa surra rsrs e lógico e uma boa trepada.

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