DESVIADOS

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Eu e minha Colaboradora, em “Chuva Dourada”

Eu e minha Colaboradora, em “Chuva Dourada”

by: ksn57

Chegado de mais uma semana de trabalho, no Norte do País, deparo-me com minha Prima e Sócia, meio tristinha, dentro da parte “Fábrica” de nosso Barzinho.

As moças do balcão fazem-me sinal, que algo está mal com Cristina, mas não adiantam nada.

Cumprimentei-as, e logo entrei.

Aqui chegado, estava a Cris, com um olhar meio distante, e de lágrima no olho, mas fiz, que nem percebi, e logo entrei a brincar, perguntando se estava tudo bem, dando-lhe dois beijinhos.

Conforme lhe dou os dois beijinhos, Ela abraça-me e diz:

- Tudo bem, tudo bem estava quando fazia a vida, que continuas a fazer.

Pergunto Eu:

- Como assim, não estou a perceber?

Ela: - Aquele filho da Puta, do “Manel”, anda com outra, e diz, que vai sair de casa.

Eu: - E Tu, que achas disso?

Ela: - Estou desfeita, até estava a gostar do filho da Puta…

Eu: - E agora, que vais fazer, brigar ou dizes xau, vai-te, que vais bem, e não voltes?

Ela: - Não sei, estou desfeita!

Eu: - Sabes do que precisas?

Ela: - De Ti!

Eu: - Não, de umas férias!

Ela: - Férias…

Eu: - Sim, próximo fim-de-semana, pegas o carro, e vais até Évora, que Eu ligo já a marcar quarto para Ti, levas a tua Filha, e ficam lá as duas, uma semana, com direito a massagens, SPA e tudo resto…

Ela: - Ia para Évora sim, mas não era com minha filha.

Eu: - Com Ele ou sozinha?

Ela aperta-me bem contra si, e diz:

- Ia para Évora, mas era contigo, um fim-de-semana, vínhamos de lá fresquinhos.

Eu: - Comigo, e quem ficava aqui?

Ela: - Ora a Ana e a Lurdinhas, as duas davam cabo disto, durante dois dias, não?

Eu: - Não sei, se o dizes, mas era melhor, não dizer nada, de que íamos os dois, ou…

Ela: - Ana sabe de nosso relacionamento, a Ela podíamos dizer, que dizes?

Eu: - Sim, mas mais ninguém.

Ela: - Vou pensar nisso!

Eu: - Posso marcar para o próximo fim-de-semana?

Ela: - Podes…

Trocamos mais uns beijinhos, desta de língua, com uns amassos, e voltei a sair, despedindo de nossas colaboradoras.

Alguns minutos depois, estou Eu em casa a tomar um banho, entra Cris e pergunta:

- Posso entrar Primo?

Eu: - Estou a tomar banho, mas podes!

Ela entrou e disse:

- Quando saímos de casa, 6º feira, ou Sábado?

Eu: - 6º feira depois de Eu chegar do Escritório, pois estamos com muito trabalho.

Cris: - Ok, vou dizer às moças, depois vou Eu para casa.

Entretanto fecho a água, e pegando a toalha, saio, Ela vendo-me assim nuzinho e de Pila esticada, diz:

- Safado, á quanto tempo não te via assim, continuas tesudo, e Eu aqui cheia de fominha.

Eu: - Se isso é problema, porque não lhe fazes um carinho, Ele ia adorar.

Não é, que a cabra pegou logo Nele, começando a fazer festinhas, com a ponta do dedo, a roçar a cabecinha?

Depois deu-me um beijo, e escorregou ficando de joelhos, começou por lhe lamber a cabecinha, muito Ela lambeu a cabecinha, para de seguida o enfiar até ao fundo de sua garganta, e ai ora tirava, ora enfiava todo, sempre fazendo aquela pressão com a língua, que tanto gosto.

Quando sentiu, que Ele engrossava, voltou a subir, beijando minha barriga e peito, até chegar a minha boca, mas nisto, desabotoou sua calça, e pediu:

- Primo, enfia Ele em minha Ratinha, enfia, quero sentir Ele a alargar minha Ratinha, quero sentir teu Leitinho em Mim, de novo.

E nisto virou, arqueou-se, levantando o rabo, e pediu:

- Enfia Ele, enfia…

Eu ao ver minha Priminha assim, pirei, e em lugar de lhe enfiar a Pila, cai de língua, entre o cuzinho e a Ratinha, que estava toda molhada de tesão, mas também de xixi, pois isto foi no final do dia.

Ela ainda disse:

- Não Kapa, isso não, estou toda suja…

Não lhe liguei nenhuma, e continuei, a passar a língua, tanto na Ratinha, quanto no cuzinho, até que às tantas Ela pede:

- Enfia Ele, enfia, quero sentir Ele dentro de Mim.

Foi isso, que fiz, larguei a língua, e enfiei a Pila em sua Ratinha, cm a cm, até estar todo dentro daquela Ratinha molhada e quentinha.

Depois agarrei em seu peito, e ficou bem encostada a Mim, coisa, que íamos dando uns beijinhos, e só nossas ancas se mexiam, Eu empurrava para a frente, entrando todo, Ela rebolava.

Isto, sempre bem agarradinhos e de pé.

Numa hora, fiquei bem enterrado dentro de sua Ratinha, e Ela começa a rebolar e a dizer:

- Caraças á quanto tempo não fazia algo assim, tira, e mete no cuzinho, mete Primo, já gozei duas vezes, quero sentir-te gozar bem dentro de Mim.

Voltei a beijá-la, e fui saindo de mansinho, de sua Ratinha, para logo encostar em seu rabinho, que pedia Pila.

Encostei bem devagar, mas fui logo fazendo pressão, e Ele entrando, Cris empurrava seu cuzinho, contra Mim, e Ele desaparecendo dentro daquele buraquinho lindo.

Todo enterrado, naquele buraquinho, Cris ronronava, e rebolava Nele, Eu ora entrava até ao fundo, ora saia até à cabecinha, uma vez, por outra trocávamos beijinhos, e Eu ia fazendo caricias em seus seios tapados com a camisa, ora lambia-lhe o pescoço e mordia a orelha, de mansinho.

Às duas, por três, começo a bombar com força e digo:

- Prima, vou gozar!

Por sua vez, Ela pede:

- Goza, primo, goza, bem no fundo de minha tripinha, vem-te, esporra-te todo dentro de Mim, dá Leitinho de saco, á Priminha, dá, que Ela adora o teu Leitinho…

Pegando-a bem, pela cintura, dou mais duas ou três bombadas, e dou um grito, Gozoooooooooo, e sinto meu Leitinho a sair às golfadas, dentro de minha Priminha Querida…

Mantive-me bem no fundo de minha Prima, talvez mais uns dez minutos, sempre a fazermos carinhos, dar beijinhos, até que a Pila ficou molinha e saiu, trazendo um monte de Leitinho, junto.

Ajudei-a a lavar o rabo, pois não quis tomar banho, para não dar muito nas vistas no Bar, e se foi.

Mal a ouvi fechar a porta, voltei para a banheira, e tomei novo banho, depois de seco, vesti a roupa da limpeza, e voltei a descer, para ir ocupar meu lugar no Bar, pois era hora das moças, e Cris saírem.

Chegado ao Bar, Ana olhou para Mim, com cara de safada, e disse:

- Kapa vai ter de me levar, pois Cris já foi, mas só levou a Lurdinhas, disse, que Você depois me lavava num pulinho.

Não achei gracinha nenhuma, mas que remédio, Ana estava sem carro naquele dia…

Depois do último Cliente sair, Ana virasse para Mim e diz:

- Kapa, posso fechar a porta?

Olhei o relógio e disse:

- Deixa ficar mais um pouco, depois vou levar-te, agora ajuda aqui, e chamei-a para dentro.

Dentro da “Fábrica”, disse-lhe:

- Que dizes a aguentar isto Sábado e Domingo, com a Lurdinhas, achas, que aguentam?

Ela: - Onde vais Tu levar a Cris, hen?

Eu: - Ela está a precisar tirar uns dias, zangou-se, ou vai separar do “Manel”, então pediu-me para a levar a algum lugar, para descontrair!

Ela: - E Eu? Também ando muito estressada, estou a precisar de pelo menos, pelo menos, uma boa fodinha com meu Patrão, pois já nem sei á quanto tempo, não tenho direito a nada…

Eu: - Espera ai, e teu namorado?

Ela: - Esse é corno há tanto tempo, e não muda, fica corno de novo!

Eu: - Sua cabra é assim? Vai mas é fechar a porta, que tratamos já desse assunto…

Caramba, ainda há pouco tinha comido a Patroa, agora ia ser a empregada.

Mas não foi, rss.

Quando Ana, ia fechar a porta, aparece um carro, que ao apitar, Ela só disse para dentro, para que tanto Eu, quanto o condutor, ouvíssemos:

- Kapa, já não precisa ir-me levar, está aqui meu Pai!

Sai, e fui convidar o Sr. a beber um cafezinho, mas este agradeceu e disse, que ainda não tinha jantado.

Entretanto Ana foi buscar sua mala, e quando ia a sair disse-me:

- Escapaste hoje, mas vais ter de pagar com juros, sei muito bem, o que Cris foi fazer lá acima, aqui á pouco…

Olhei para Ela com cara de espanto, e lá foi Ela ter com seu Pai, foi nessa hora, que Ela ia a entrar no carro, que reparei bem, Ana está uma Mulherona, espectacular…

Bem, fui para dentro, fiz minha limpeza, arrumei tudo no lugar, ainda terminei uns licores, e fui para cima para ir dormir.

A semana passou sem grandes rodeios, início do dia Escritório, Almoço-Escritório, final do dia Bar, fazer limpeza, já sem Sócia, nem Colaboradoras.

Chega a 5ºfeira, reunião no Bar, há hora, que chego para o jantar.

Aqui combinamos tudo como deve ser, para Sábado e Domingo, as Moças fazerem o trabalho, sem confusões, pois há 2ºfeira o Bar está fechado.

Tudo combinado, Cris convida Lurdinhas e Ana, para as levar para cima, mas Ana diz, que fica um pouco mais, pois o Pai vem busca-la.

Desconfiei, que estava mal essa história, mas….

Conforme Cris e Lurdinhas saem, logo Ana vai até à porta e fecha-a, sem me perguntar nada, e volta para dentro.

Já dentro da “Fábrica”, agarra-se a Mim, por trás e diz:

- Meu Pai hoje trabalha até às oito da manhã, vou ter de ficar aqui até essa hora, ou meu Kapazinho, depois de fazer amor comigo, vai levar a casa, que dizes, querido?

Comecei a rir, e disse:

- Imaginei isso, por isso não Te disse nada, quando fechas-te o Bar, como é hen, queres aqui, ou vamos para cima?

Ela: - Aqui é mais saboroso, dá mais pica, encima da mesa, toda esparramada não gostas aqui?

Nisto, agarra-se a Mim, e começa a beijar, enfiando sua língua dentro de meu ouvido, massajando minha Pila, e bolinhas, meus mamilos, e chupando-os.

Por minha vez, ia-lhe massajando os lindos seios, enquanto lhe ia arrancando a camisa, a saia, o sutiã, até por fim sua cueca, e ai pegar nela, e depositar na Grande mesa, onde se fazem nossas “Obras de Arte”.

Aqui, Ela arqueou toda, pois a mesa de “Mármore” estava gelada.

Peguei então uma camisola, e meti por baixo de suas costas, mas puxei-a para, que as pernas ficassem de fora, e ai cai de língua em sua Ratinha depilada, e meio aberta, já saindo seus sucos.

Lambi, entre seus lábios, em seu botãozinho, além de o lamber, o suguei, fazendo-a gemer de gozo, depois fui enfiando dois dedos, dentro daquela Ratinha, que largava seu Mel, às golfadas, e Eu ia lambendo.

Às tantas lembrei, que Ela também gosta de um dedo em seu rabinho, e comecei com muita calma e carinho, a enfiar um dedo cuzinho dentro, se Ela gemia e gritava, passou a gemer ainda mais, rebolando, e pedindo, Pila, mas eu estava disposto, a fazê-la sofrer na minha língua, e dedos, antes de Ela pegar minha Pila, rss

Depois fui para seu lado, mas fora da mesa, passei a lamber e massajar seus seios, com minha boca, e mão, enquanto, que os dedos, da outra mão continuavam, dois em sua ratinha, e um em seu cuzinho, ora entravam, ora saiam, e sugava seus seios, Ela gemia rebolava e dizia:

- Dá-me Pila, Kapa, quero uma Pila rijinha a entrar em Mim, dáaaaaaa, aiiiiii gozooo,uiiiiiiiii dá Pila, quero chupar tua Pilola, dá Ela a Mim, aiiiiiiiii gozooo dá, queroooo Pilaaaaa enfia Ela na ratinha, dáaa mete no cú, não me importo, mas dá-me Pila, aiiiiiiiiii gozo, gozo aii issso isso aiiii tão bom, quero Pila.

Não é que a sacaninha, gozou á doidada, a mesa onde estava, deitada, estava toda lambuzada de seu Melzinho, na direcção de sua Ratinha…

Bem, depois de a ver já bem saciada, (sabia, que ia querer mais), ajudei-a a sair da mesa, e cair de joelhos à minha frente, pegando logo em minha Pilola, que a lambeu, chupou, e pegando em minhas nádegas, o enfiou goela abaixo, lambendo-o assim mesmo no fundo de sua garganta.

Depois foi tirando-o, e passou só, ora lambia a cabecinha, ora chupava, deixando nossas babas em quantidade escorrer queixo abaixo.

Às duas por, três, mete um dedo na boca e estica o braço para cima, para que Eu o chupasse também, coisa, que o fiz.

Quando vai para descer o braço, passa esse dedo, em meu buraquinho, que piscando, o engoliu todo.

Ela riu e disse:

- Continuas a gostar de um dedo no cuzinho, não é, meu doido?

Ri e disse:

- Adoro, não um, mas sim dois, três ou uma Pila bem rijinha, coisa, que não tens, mas Eu posso meter o meu no teu rabinho, que dizes?

Ela, ri, mete três dedos na boca, e ao tirar, diz:

- Quero Ele no cuzinho, sim, mas Tu antes, vais sentir estes três, no teu, para ver se é verdade, o que dizes.

E nisto, encosta os três dedos no meu buraquinho, e não é, que entraram direitinho?

Depois foi ora entrando, ora saindo, sempre mamando minha Pila, e em menos de nada, dei um gemido mais forte, e enchi sua garganta de meu Leitinho.

Ela até assustou, mas engoliu, o que pode, tendo deixar escorrer algum, pelos cantos da boca.

Depois subiu, directo à minha boca, beijando-me.

Após o beijo, disse:

- Quero-te dentro de minha Ratinha, agora, ou preferes o cuzinho?

Virei-a de costas para Mim, e com muito jeitinho, encostei a Pila, em sua ratinha, pois esta sempre é mais larguinha, e a Pila estava meio murchinha, pois tinha acabado de gozar.

Entrou toda bamba, mas foi entrando.

Depois Ela apertou as pernas, e Ele foi ficando de novo rijinho, comecei então no entra e sai, devagar no inicio, para depois ir fazendo com mais força, Ana gemia e dizia, que estava bom demais.

Quando por fim, vi que realmente Ele estava de novo bem rijinho, sai fora, e fui encostar em seu buraquinho, entrando cm por cm, entrou até as bolinhas encostarem na entradinha do cuzinho.

Ai parei, puxei sua cara para Mim, e voltamos aos beijos.

Até que comecei o entra e sai, bem calminho no inicio, para aos poucos, começar o entra e sai, mais forte, arrancando-lhe gemidos e frases como:

- Fode-me, fode-me caralho, só Tu, sabes foder meu cú assim, aiii dá um gozo tão grande, fode meu cú, fode, esporra Ele todo, enche Ele de Leitinho, enche, já que o cabrão, não gosta de comer cú, que tenha alguém, que saiba, e goste de comer meu buraquinho, ai dá com força, dá caralho, fode meu cú.

Enquanto dizia isto, e Eu entrava e saia, Ela rebolava de uma forma, que me fazia gozar, ainda mesmo, não tenha esporrada, era um gozo diferente, além de estar para breve meu gozo final.

Eu puxava-a para Mim, pelos seios, que os ia amassando, e Ela a rebolar, até, que também Eu grito e digo:

- Aiiiiiiiiiiiiiii caralho, vou gozarrrr, vou encher-te de meu leitinho, aiiii é agora, é agora, aiiiiiiiii gozoooooo.

Eu enfiava tudo, e Ela rebolava, e foi assim, que enchi o cuzinho de minha Colaboradora de meu Leitinho!

Depois desta, fiquei ainda um pouco, dentro, e ao sair, de lá, cai a seus pés, e lambi aquele cuzinho, bem arrombado, e de onde saia algum do meu Leitinho.

Ela deu umas piscadelas, e fechou, não tendo saído muito mais.

Depois viramo-nos um para o outro, e mais uns beijos, até, que aos poucos saímos, para nos ir lavar, e vestir.

Foi no duche, que Ana perguntou:

- Amor ainda gostas de sentir uma Pila no cú?

Ao que respondi:

- Gosto de uma Pila no cú, e aprendi a gostar de uma outra cena, já agora, não tens vontade de fazer xixi?

Ana olha para Mim, e pergunta:

- Porquê essa agora?

Eu de novo: - Tens vontade ou não?

Ana: - Se espremer é possível, porquê?

Deitei então no Poliban, e pedi:

- Espreme, e faz xixi por cima de Mim, faz por favor!

Ana: - Que Te deu, hen?

Eu: - Fazes ou não, hen?

Ana, mete por cima de Mim, e fazendo carinhos por cima de seus lábios, começa a fazer xixi, primeiro para cima de minhas pernas, mas Eu puxo-a para mais perto, e quando sai um bom esguicho, cai mesmo em minha cara, apanho com a boca, que tal como entra, vai saindo, escorrendo pelo meu peito, até minha Pila, bolinhas e por fim cú, entrando no ralo.

Ana ficou sem cor, depois olha muito séria para Mim, e diz:

- Muito já ouvi falar nisso, mas nunca imaginei seres Tu a pedir tal coisa.

Nessa hora senti uma vontade grande de fazer xixi e perguntei-lhe:

Queres saber qual a sensação?

Ela: - Porque dizes isso?

Eu: - Porque estou a sentir vontade, de fazer xixi, queres?

E nisto levantei e pegando na Pila, fui fazendo.

Ela pede: - Pára, deixa sentar também!

Ela sentou, e comecei a fazer xixi, para sua cara, seios, e todo o corpo.

Ela ficou louca, pois apanhava com as mãos e passava por todo o corpo, bebendo algum também, e quando viu, que restava uma gotinhas, levantou, e pegando na Pila, meteu-a na boca chupando-a, e passando-a por sua cara seios, e depois vira-se para Mim, e diz:

Quero fazer Amor contigo de novo, assim, e aqui.

E nisto, voltou a lamber minha Pila.

Ai fi-la parar, e deitamos os dois lado a lado, em um louco 69, onde tanto a Pila, quanto a Ratinha, cheiravam, e sabiam a xixi, acabado de sair.

Após bem rijinho, trocamos de posição, e Ana se sentou de frente para Mim, com sua Ratinha, toda enterrada em minha Pila, e onde enquanto fazíamos os movimentos, de entra e sai, nos esfregávamos, corpo contra corpo, com muita troca de beijos, com sabor de xixi.

E foi assim, que segundo Ana e Eu, dissemos depois, foi o melhor orgasmo, que alguma vez tivemos, com parceiros.

Findo este orgasmo, tomamos um banho, vestimos e fui levar Ana a sua casa, para regressar ao Bar, onde tive de limpar tudo, pois dia seguinte, seria dia de trabalho.

Na 6ºfeira seguinte, findo o trabalho, lá fui mais a Cris, para um fim-de-semana, que também foi louco, mas isso fica para um próximo conto…

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