Uma noite com a cunhada
Uma noite com a cunhada
by: centauro19x5
Morava no bairro do Méyer, Rio de Janeiro, quando tive que retornar para Taubaté. A mudança já seguira de caminhão, fiquei mais dois dias para finalizar alguns compromissos. Na casa vazia apenas um colchão de solteiro e algumas roupas pessoais.
Pouco mais de 22:00 horas a campainha tocou. Surpreendentemente era Joana, uma das cunhadas. Sem a menor idéia do que estaria fazendo ali, abri o portão e a deixei entrar.
- Preciso ficar aqui esta noite – pediu.
- Mas estou de mudança, Joana, sua irmã já foi, estou com a casa praticamente vazia, não vai dar. Só tem um colchão de solteiro, nem tem cama...
- Estou sem dinheiro, durmo até no chão...
Eu também estava com os cruzeiros (na época) contados, não houve como dizer não.
- Entre... – capitulei.
- Acabei de chegar de Taubaté, tenho algumas coisas para ver aqui amanhã – explicou.
Meu primeiro casamento já era há muito tempo, mas não pude deixar de fazer a pergunta fatal:
- Sua irmã sabe que você está aqui?
Ela sorriu.
- Nem sonha. E não vai ficar sabendo.
- Preciso disso, apesar de tudo não quero mais encrencas com ela. Já basta as que tenho. Está com fome? Ainda tem um resto de pizza aí.
Ela comeu o que havia com apetite. Conversamos um pouco, evitando o assunto casamento naufragado.
- Tem uma toalha? Gostaria de tomar um banho – pediu
- Tenho, deve estar meio úmida, mas dá para se enxugar. Você conhece a casa...
Ela foi para o chuveiro e eu para o quarto. Nem tinha pijama, achei melhor deitar logo, só de cueca, coberto por um lençol naquela quente noite carioca. O colchão era diminuto, só havia um travesseiro, de súbito a percepção de que seu corpo delicioso estaria junto ao meu me atingiu e me fez ficar de pau duro na hora.
Cerca de 1,60m, talvez uns 58 quilos, cabelos castanhos claros, um corpo bastante curvilíneo. Cheinha, mas com tudo no lugar certo, a típica mulher troncudinha e gostosinha. Gostosíssima, para ser mais preciso. Pernas grossas e roliças, uma bunda proeminente e generosa que inevitavelmente chamava a atenção de todos os homens quando ela passava deliberadamente requebrando, um tesão de mulher. Era casada, mas ali estava, sozinha. E irresistivelmente tentadora.
O quarto estava na penumbra quando ela chegou, um pouco de claridade vinha da rua, havia um poste bem defronte a janela. Deitado no colchãozinho no chão vi aquela mulher deliciosa de baixo para cima, os seios provocantes desnudos, as pernas grossas, trajava apenas uma diminuta calcinha. Meu pau duro virou pedra, no mesmo instante.
Ergui o lençol e ela se deitou de lado junto a mim, mal cabíamos os dois naquele colchonete, eu sentindo a suave pressão de seu seio macio contra meu braço.
- Obrigada – murmurou. – Não podia passar a noite na rua.
- Bobagem... Mas este colchão é pequeno demais para nós dois...
- Ah, a gente dá um jeito...
Sem a menor cerimônia aconchegou-se mais e deitou em meu ombro, o calor de suas pernas junto às minhas.
- Boa noite – murmurei, sem poder disfarçar o pau enrijecido e latejante.
O silêncio entre nós durou pouco.
- Fer?... - começou
- Sim?
Nossos olhos já haviam se adaptado à penumbra, agora uma débil claridade. Voltei-me para ela, diante de meus olhos, bem próximos, estavam seus olhos castanhos. Bastou apenas avançar um pouquinho para que nossos lábios se encontrassem num beijo esfomeado, cheio de intenções, as melhores possíveis para aquele maravilhoso momento.
Joana reclinou-se sobre mim, seus lábios movimentando-se com ardor nos meus, senti sua língua invadir profundamente minha boca. Involuntariamente sincronizados, ao mesmo tempo que sua mão descia de meu peito em busca do caralho latejante, eu envolvia um de seus seios, acariciando-o suavemente.
Sua mão, em meu pau, começou uma punheta deliciosa. Joana era muito experiente na cama, já havia sido garota de programa durante alguns anos, até se casar. Mulher fogosa e cheia de tesão, sabia muito bem como enlouquecer de prazer um homem na cama.
Em poucos minutos ela soergueu-se, livrou-se da calcinha, tirou minha cueca e avançou para minha pica, que estava gigantesca. Num delicioso estremecimento senti seus lábios tocarem minha cabeçorra. Sua boca entreabriu-se levemente, afastou o prepúcio que ainda me cobria o pau e me abocanhou voluptuosamente, senti o calor de sua boca me sugando, ela ia e vinha gostosamente em meu cacete.
Abandonei-me por algum tempo a seus carinhos, acariciando seu seio, brincando com o mamilo intumescido entre meus dedos. Mas eu não podia ser egoísta, separei-me dela e inverti minha posição, minha língua encontrou e se inseriu em seu grelinho molhado, Joana voltou a abocanhar meu caralho, num delicioso 69.
Meu pau ia e vinha em sua boca, de quando em quando ela descrevia círculos com a língua em torno da cabeçorra e voltava a engoli-lo. Por minha vez eu retribuía tomando seu grelinho em meus lábios, sugando-o com volúpia, até que ela estremeceu e gozou em minha boca.
Puxou-me então para si, nossos lábios se encontraram novamente quando me coloquei entre suas pernas e encostei levemente o caralho em sua racha. Senti os grandes lábios encharcados de sua buceta se entreabrirem e conterem gulosamente minha cabeçorra, empurrei-me lentamente para dentro dela, fazendo Joana arfar de prazer.
O caralho penetrou com dificuldade naquela buceta apertadinha. Aos trancos, em estocadas febris, forcei caminho, sentindo minha pica abrir caminho em suas entranhas gulosas com sofreguidão.
Comecei a ir e vir em sua abertura deliciosa, ao mesmo tempo que ela correspondia plenamente, fogosa, exigente. Joana gemia suave e deliciosamente em meu ouvido, provocando-me mais tesão ainda.
Suas pernas fortes me envolveram, ela cruzou os pés às minhas costas, fiquei preso nos carinhos daquela cunhada gostosa. O caralho ia e vinha sem parar em seu corpo que ondulava febrilmente sob o meu, em busca de mais um orgasmo.
Enfiei o que pude meu pau enrijecido e latejante naquela abertura em fogo e me imobilizei, sentindo deliciado as inúmeras contrações de sua buceta quando ela gozou em minha pica, abafando um grito.
- Solte-se – pedi. – Urre com vontade com o meu pau...
Joana continuou a se movimentar e logo mais outro orgasmo voltou a estremecer seu corpo, desta vez ela gozou aos gritos, sua buceta sugando gostosamente meu cacete.
Separei-me dela e me sentei no colchão, costas contra o travesseiro na parede e as pernas estiradas. Joana prontamente veio para cima de mim, passou uma das pernas sobre as minhas, colocou o caralho em sua abertura insaciável e soltou o corpo, minha pica se enfiou até o talo.
As mãos em meus ombros e roçando os seios em meu peito, começou a subir e descer em meu caralho em riste, comendo-me alucinadamente. O caralho a penetrava e preenchia, um som cavo se intercalando a seus gemidos. Eu, naquela posição, não podia me mexer, abandonei-me à volúpia daquela mulher no cio.
Seu rosto, olhos fechados, oscilava frente ao meu. Abracei-me a Joana beijando seus lábios com sofreguidão enquanto sua buceta sugava meu pau que deslizava sem parar em suas entranhas, sua bunda gostosa batendo ritmicamente em minhas pernas.
Envolvi seus quadris em meus braços, segurei-a pela bunda e comecei a acompanhar seus movimentos. Até que, mais uma vez, ela gozou aos gritos. Suada, fogosa, aquele tesão de mulher estava se satisfazendo verdadeiramente em minha pica que continuava rija e latejante dentro dela.
Separei-me dela e pedi:
- Fique de quatro, quero enfiar meu pau na sua buceta sentindo essa bunda gostosa rebolar no meu caralho enquanto você goza...
Ela prontamente se posicionou. Na falta da cabeceira da cama ajoelhou-se, pernas entreabertas, a bunda empinada para o alto, o rosto bem baixo, no travesseiro. Coloquei-me diante de sua bunda carnuda e encostei o caralho em sua racha em fogo. Agarrei-a pelos quadris e a puxei para mim, meu pau se enfiou de um só golpe até o fundo de sua buceta esfomeada, eu sentindo seus glúteos volumosos se apertando e rebolando contra mim.
Fiquei fodendo assim minha cunhada gostosa até sentir o caralho gigantesco dentro dela, maior ainda, prenunciando a ejaculação merecida. Joana gemia sem parar sob minhas estocadas.
Tirei o cacete de seu corpo e a fiz deitar de bruços no colchonete.
- Empine esta bunda gostosa – pedi.
- Estou empinando – respondeu. – Me fode, enfia este pau grande dentro de mim... não pare mais...
A cabeçorra roçou o valo entre suas nádegas. Trouxe o caralho para trás até senti-lo tocar suas coxas. Então deitei-me sobre suas costas, avançando os quadris, minha pica encontrou sua abertura encharcada e se enfiou lentamente, indo e vindo até tocar o fundo.
- Feche as pernas – pedi.
Joana assim fez, fiquei indescritivelmente contido e preso em suas entranhas, o caralho movendo-se com dificuldade em sua buceta apertadinha. Ela erguia e baixava os quadris em movimentos desencontrados, fazendo minha pica ir e vir deliciosamente sem parar. Aos poucos ela começou a gemer mais forte e, quando gozou, esporrei-me todo dentro dela, sentindo seu útero contrair-se incontáveis vezes saciando-se em meus jorros quentes e densos.
Dormimos nus e abraçados. De manhãzinha, antes de seguir seu caminho, Joana abriu as pernas mais uma vez para mim, revivendo e marcando as lembranças daquela nossa única noite juntos.