Vivendo em meio ao nudismo e ao sexo explícito.
Vivendo em meio ao nudismo e ao sexo explícito.
by: rela466074
Meu nome é Daniel, tenho 15 anos e vivo com minha madrasta Paula, que tem 40 anos e com a filha dela, Marcela, que tem 25. Minha mãe morreu quando eu já tinha 5 anos, ela já era separada do meu pai, então meu pai me levou pra morar com ele e com a Paula, com quem ele havia acabado de se casar. 3 anos depois meu pai morreu em um acidente de carro e eu passei a ficar sob a responsabilidade da Paula, que nessa época tinha 33 anos e a Marcela tinha 18. A minha madrasta é linda, morena clara, tem cabelos longos, olhos castanhos, 1,70 de altura e 52 kg, nem parce que já tem 40 anos. A filha dela, Marcela, também não fica atrás: ela também é morena clara, como a mãe, tem cabelos longos, olhos castanhos, 1,68 de altura e 51 kg. 1 ano depois da morte do meu pai, a Paula resolveu não usar mais roupas dentro de casa e incentivou a Marcela a fazer o mesmo também. Desde então as duas andam peladas dentro de casa e tomam banho juntas. Eu andava apenas de camiseta e short, sem cueca por baixo. Quando eu tinha 8 anos, a Paula e a Marcela resolveram passar o fim de semana na chácara de uma amiga da Paula e me convidaram pra ir junto. Quando chegamos lá, fomos informados de que tinhamos que tirar todas as nossas roupas antes de entrar. A Marcela me explicou que todos lá andavam nus e pediu que eu não me ficasse com vergonha de tirar a roupa. Eu então tirei toda a roupa. A tal amiga da Paula se chamava Laura, aparentava uns 30 anos e vivia com seu filho Júnior que tinha 14 anos e com a irmã dela Lúcia, que tinha 28 anos. A Lúcia quando me viu, ficou bastante excitada. Mais tarde quando todos já haviam se acomodado(a casa era quase uma mansão com uma escada e uma piscina no quintal) ela foi ao meu quarto, eu dormia num quarto que haviam arrumado pra mim. Ela acendeu a luz e se aproximou de mim falando:
-O que você acha de estarmos todos nus aqui?
Eu, meio sem jeito, disse que era meio esquisito. Ela riu e me disse que lá eu não precisava ter vergonha e se deitou diante de mim, puxou meu lençol pro lado, descobrindo meu pauzinho. Começou a acariciá-lo e depois perguntou se podia colocar meu pinto na boca. Eu, sempre sem jeito, disse que sim. Ela então começou a chupar o meu pauzinho com vontade. Depois mandou eu pegar nos peitos dela. Os seios da Lúcia não eram muito grandes, mas estavam bem duros e eu os acariciei, depois chupei eles. Aí ela se deitou de frente e apontando para a buceta, pediu que eu colocasse um dedinho lá dentro. Eu enfiei o dedo e depois lambi aquela buceta deliciosa. Aí ela começou a brincar com minha piroca e a me masturbar. Ficamos naquela brincadeira alguns minutos e sempre rindo. Depois ela me explicou algumas coisas sobre sexo e ficamos a conversar durante a noite toda. Acabamos adormecendo. No dia seguinte, assim que a Lúcia acordou, ela voltou pro quarto dela pra não levantar suspeitas. Todos nós fomos tomar café, completamente nus. Mais tarde eu vi a Laura chupando a piroca do filho dela, o Júnior, perto da piscina. Depois vi a Lúcia e a Marcela se agarrando e chupando uma a outra no quarto delas. Mais tarde, vi a Paula se masturbando no quarto dela. Tudo isso no mesmo dia. No domingo á noite voltamos pra casa. Nós morávamos numa mansão em Praia Grande, no litoral de São Paulo, perto da praia. Em casa voltei a andar de camiseta e short como sempre fazia. Quando eu completei 11 anos, a Paula me deu de presente uma coleção de revistas de mulher pelada. Eu vibrei ao recebê-las e fui para o meu quarto. Tranquei a porta, tirei toda a roupa e comecei a bater punheta lendo aquelas revistas. A Lúcia tinha me ensinado a tocar punheta. Quando eu já estava perto dos 14 anos, comecei a notar que minha madrasta Paula e a filha dela Marcela me olhavam de um jeito malicioso. Mas eu fingia não perceber. Teve uma noite em que eu estava assistindo TV na sala. A Paula chegou, foi para o quarto dela e voltou completamente nua. Só aí ela viu que eu estava assistindo ao canal Sexy Hot, onde só passa filmes de sexo explícito. Eu me levantei e perguntei se ela queria que eu mudasse de canal e ela respondeu que não precisava, que eu podia continuar assistindo sem problema nenhum. Aí ela se aproximou de mim e perguntou porque eu não tirava a roupa também, já que só elas ficavam peladas. Eu, meio sem jeito concordei e tirei a camiseta e o short, ficando peladão. Ela viu o meu pau duro e disse:
-Ah assim está ótimo!
E falou que de agora em diante eu também iria andar nu pela casa e que eu podia bater punheta na sala também que não tinha problema nenhum. Eu fiquei nas nuvens e daquele dia em diante eu fiquei tocando punheta no sofá da sala, e mesmo depois que a Paula ou a Marcela chegavam eu não me incomodava. Eu viva com uma toalha de rosto nas mãos para colocar em cima da piroca quando eu esivesse perto de gozar. Um dia, eu estava tocando punheta na sala e vendo um filme pornográfico quando minha madrasta apareceu, nua como sempre, e vendo que eu estava bem excitado, falou:
-Se você quiser eu engulo a seu gozo!
Eu fiquei de boca aberta ao ouvir aquela mulher falar que iria engolir minha porra e disse que ela podia engolir. Ela então bateu uma punheta no meu pau e o chupou. Quando eu gozei, ela engoliu toda a minha porra. Em seguida mandou eu chupar os peitos dela e lamber a buceta dela. Eu chupei aqueles peitos com vontade e depois lambi a buceta dela até ela gozar. Em seguida passamos a fazer sexo vaginal. Ela mandou:
-Mete essa piroca na minha buceta que eu não tô mais aguentando de tanto tesão!
Eu a obedeci e passamos a fazer um sexo vaginal bem gostoso. Depois meti o meu pau no cu dela. E isso se repetiu a noite toda, até que fomos dormir na cama dela. A Marcela ainda não tinha chegado em casa. No dia seguinte quando fomos os três tomar café, a Paula relatou o que tinha acontecido para a filha. Depois do café, peguei uma das minhas revistas de mulher pelada e fui bater uma punheta na sala. A Marcela ficou eufórica e disse pra mãe que era muito melhor eu gozar na boca delas do que sujar a casa de gozo. Ela se aproximou de mim e passou a me masturbar. Depois ela chupou o meu pau, eu gozei na boca dela e ela engoliu tudinho. A mãe dela fez o mesmo comigo. Daí eu trepei com as duas ao mesmo tempo. Depois elas passaram a transar na minha frente enquanto eu tocava punheta. Depois de toda essa brincadeira, elas disseram que teriam que sair. Eu perguntei como eu faria pra gozar quando estivesse me masturbando e elas não estivessem em casa. Naquele dia, a Paula pediu que eu fosse bater punheta no jardim e gozasse lá, que no dia seguinte resolveria o problema. No dia seguinte ela contratou uma empregada e prometeu pagar bem a ela se ela satisfazesse os meus desejos sexuais, quando ela e a filha não estivessem em casa. E ordenou ainda que ela ficasse pelada. E passou a ser sempre assim: quando a Paula e a Marcela saem de manhã, a empregada fica na nossa casa nua e sempre que eu chamo ela transa comigo e engole minha porra sempre que eu gozo. Eu vivo muito feliz aqui em meio ao sexo explícito e ao nudismo.