Confissões de um corno 8
Confissões de um corno 8
by: sexoplenitude
Olá amigos,
Dando continuidade nas confissões de corno, eu impedi, ou ao menos tentei, que minha gostosa esposa continuasse metendo com o tal de E......
Naquela época fiquei desesperado, pois achava que ela havia se apaixonado por ele, porque depois que a impedi de dar sua buceta peluda, percebi que ela ficara um pouco diferente comigo. Mais calada, um tanto arredia e também uma certa tristeza em seu olhar.
Não falávamos mais sobre as chifradas e ela não estava mais tão fogosa como na época em que outro a comia. Nossas trepadas continuavam boas, gozávamos gostoso, porém, dificilmente trepávamos duas vezes seguidas.
O tempo passou e em 2008 ela trocou de emprego, vindo a trabalhar em São Caetano do Sul. Esse fato me trouxe uma certa ansiedade, pois o tal de E..... morava nessa cidade.
Isso levantou meus chifres. Eu tinha gostado muito que outro macho comera minha esposa, porém, o medo de perdê-la foi maior que o tesão de ser corno.
Em dúvida, passei a fazer indagações capciosas, e ela, percebendo, disse: você não está imaginando coisas só porque estou trabalhando em São Caetano, está? Eu não gostaria que você ficasse desconfiado de nada, pois não me sinto bem e não gosto de ser pressionada. Disse a ela que não, que estava tudo bem.
Passados alguns dias, ao chegar em casa ela estava no banheiro. Vi o computador ligado e percebi que o e-mail dela estava aberto. A curiosidade foi maior e verifiquei as mensagens.
Não encontrei nada de diferente na caixa de entrada e fui para as mensagens enviadas. Lá estava um e-mail que ela enviara para ele, naquele dia, dizendo que estava trabalhando bem pertinho. Perguntava, ainda, se ele tinha saudade dela e falou que no dia 01 de junho iria fazer um ano que não se viam e que apostava que ele nem se lembrava disso.
Sai do escritório e fui para a sala como se nada tivesse acontecido, no entanto, o e-mail revelou que o tal de E.... continuou a comer minha esposa, praticamente mais um ano sem eu perceber.
Senti novamente o gosto de ser chifrudo, o que me aliviou, pois era realmente isso que eu queria. Eu tinha impedido que ela metesse com ele, mas, no fundo, sempre alimentei a esperança de que as chifradas continuassem, como de fato continuaram até junho de 2007.
Então, passado quase um ano, isso foi em maio de 2008, vi novamente a possibilidade de ser mais chifrudo do que já era. Ela tinha corrido atrás dele, devia estar com vontade de sentir novamente a pica do seu antigo amante, de gritar na rola dele e gozar muito com o macho gostoso que sempre a comera divinamente.
Nesse dia fomos para a cama e senti que ela estava um pouco mais fogosa. Gemia baixinho e de olhos fechados murmurava: que tesão... que tesão..... me come gostoso.... come.... come... mete nessa buceta, mete...
Achei que ela estava pensando nele, mas nada falei. Apenas me envolvi naquele clima deliciosamente sensual e comi sua buceta muito gostoso, imaginando que ela estava dando para o tal de E.....
Ela teve um gozo profundo, me abraçando forte e me beijando gostoso, enquanto rebolava freneticamente em minha pica. Gozei também de forma espetacular.
Dormimos bem abraçadinhos e, eu, feliz, frente à possibilidade dela começar a trepar com o tal de E.... novamente.
No outro dia, encontrei a Andréia e contei tudo o que acontecera, que eu não tinha conseguido impedir que minha adorável esposa continuasse a trepar com o amante e que ele a comeu por mais um ano sem que eu soubesse.
Falei também, do e-mail que a safada tinha mandado para ele e perguntei o que ela achava, que simplesmente respondeu: lá vem chifre!! Está feliz, corninho?
No próximo conto relato como foi esse encontro com a Andréia.
Abraço a todos e aguardo comentários.