Confissões de um corno 7
Confissões de um corno 7
by: sexoplenitude
Olá leitores,
Passado alguns dias sem tocar no assunto das chifradas que minha querida esposa me deu, fiquei pensando na minha postura de corno enciumado.
Conversamos abertamente e pedi para ela ser sincera e me contar tudo, não me esconder nada, o que ela concordou. Me falou sobre tudo o que ele sabia a nosso respeito e pediu desculpas por me esconder, que não me contou toda a verdade por receio de eu ficar bravo por ela ter revelado minha condição de corno manso.
No final, cheguei à conclusão de que realmente ela estava certa... eu a induzi a me chifrar, pois eu sempre ficava perguntando se ela gostava de pintão... de rola grossa..., entre outras sacanagens. Assim, despertei nela o desejo e o tesão por outra pica, e também, era tudo o que eu queria: ser chifrudo... saber que outro homem comia minha mulher.
O problema é que não prestei atenção e o filho da puta estava fazendo a cabeça dela. É indiscutível que, mesmo com uma pica menor de que a minha, o cara fodia a minha esposa com maestria. Ele a fazia gozar muito mais que eu, ao ponto de comer ela duas vezes por semana.
Assim, ele a envolveu e começou a falar que ela deveria pensar se eu realmente a merecia, pois eu deixava outro homem a comer, aliás, eu a incentivava a dar a buceta. Percebi, então, que o cara era fudido: além de me fazer um belo chifre, de ser um bom comedor, de fazer minha esposa gozar como nunca gozou comigo, ele também era muito bom de lábia.
Hoje penso que ele também tinha ciúmes da minha mulher e medo que eu a fizesse dar para outro e ela o deixasse. Isso, porque ela contou tudo para ele, que eu gostava de ser chifrudo, que comprava a lingerie que ela usava quando metia com ele e que eu tinha falado para ela arrumar um cara mais pintudo. Ele queria ficar comendo ela sempre, queria comer sozinho.
O resultado foi que meu casamento quase acabou por conta disso. Com medo de perdê-la e só me restar vários pares de chifres, eu a impedi de se encontrar com ele. Expliquei que eu não a estava entregando a outro homem, mas que estava oferecendo outro homem a ela, uma forma dela se satisfazer completamente... de saciar sua vontade de pica grande e grossa, mas que não era para ela ter um amante fixo, ainda mais um que não era pintudo.
A idéia inicial era de que desse sua buceta para outros machos que a fariam gozar muito e satisfazer minha tara de corno, mas que não fosse um relacionamento duradouro.
Mesmo assim, ela disse: você acabou com uma coisa gostosa ... ele é casado e só queria me comer... não passava disso.... tinha química... sintonia... tesão... nunca falamos de amor... mas, agora, acabou mesmo... quem não quer mais sou eu, porque não vou ficar me estressando com suas crises de ciúme. Se você não tinha certeza de que poderia suportar, não me induzisse a isso.
Concordei com ela, em parte, e disse que ela também havia errado, pois se tornara uma mulher egoísta, pensando somente em seus prazeres, se mostrando despreparada, pois se envolveu muito.
Combinamos que não iríamos tocar mais nesse assunto. Mas, agora, eu era um corno desconfiado. Ela mentiu várias vezes e eu tinha perdido toda confiança. Assim, passei a observar seu comportamento.
O tempo passou e não percebi nada que indicasse que ela continuava me chifrando, entretanto, o que eu realmente queria era isso: ser chifrado. Ficava observando suas atitudes na esperança de descobrir que o tal de E.... ainda estivesse comendo minha adorável esposa.
Como a vontade de ser corno era muita, certo vi uma garota saindo de uma boate, em direção do ponto de ônibus. Fiz o retorno e a chamei, perguntando quanto era o programa. Ela me disse que já havia encerrado o expediente e precisava ir para casa rapidamente, pois tinha compromisso.
Perguntei onde morava e ela me respondeu que morava na Aclimação, São Paulo. Ofereci carona, ela aceitou e fomos conversando sobre um pouco de cada um de nós, até que contei a ela que minha esposa havia me chifrado.
Ela se interessou pelo papo e fez várias perguntas sobre como havia acontecido e falou que minha putinha não sabia o que estava perdendo, pois eu seria o marido dos sonhos de qualquer mulher safada.
Contei tudo a ela e fiquei com um tesão enorme e ela percebeu meu pinto duro e ficou pegando nele por cima da calça. Falou que eu merecia tudo o que aconteceu porque eu procurei o chifre e encontrei, agora não podia reclamar.
Chegando próximo à sua casa, ela pediu para eu parar em uma rua pouco iluminada e bateu uma punheta para mim, perguntando se eu gostava muito de ser corninho. Eu dizendo que sim, que adorava, mas que infelizmente eu estragara tudo e ela me falou: de hoje em diante faça de conta que sou sua esposa e que vou por muito chifre em você.
Adorei a idéia. Ela continuou me punhetando e falando que tinha dado para um cara de pinto muito grande e bem grosso, que sentiu sua buceta abrir completamente para receber a jeba dele.
Falou que o cara a comeu em várias posições, o que me fez lembrar minha esposa. Continuou me chamando de corno manso e perguntando se tinha algum pintudo comendo minha mulher e se eu gostava disso. Eu dizia que sim, que tinha um pintudão arregaçando a buceta da Si.... e que eu adorava ser corno.
A Andréia (nome dela) foi alimentando minha imaginação e eu gozei fartamente. A partir daquele dia, nos tornamos amigos e fizemos inúmeras e divertidas brincadeiras pelas ruas de São Paulo e do ABC, as quais contarei oportunamente.
Abraços aos leitores.