DESVIADOS

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Rapidinha com minha irmã na cozinha da casa de meus pais.

Rapidinha com minha irmã na cozinha da casa de meus pais. Minha mulher ficou a saber...

by: srginho

Este ano, a Páscoa foi passada em casa de meus pais, e como o vieram também uns tios, minha irmã teve de dormir no sofá da sala.

Minha irmã é uma puta safada e não parou de me provocar. Como no fim de semana, esteve quente ela no sábado à noite tinha vestido um pijaminha de verão. Eu, Sandra e meus pais, estávamos a ver televisão quando ela aparece assim. Nossos tios já estavam deitados. Tudo normal se nós não fossemos amantes.

Do outro lado da sala, e bem de frente para mim ela foi abrindo e fechando as pernas e assim eu podia ver a sua xana depilada. O calção do pijama tinha as pernas largas e dava para ver tudo. Fiquei de pau duro e com vontade de dar um trato naquela puta.

Mais tarde, já na cama fiquei a pensar como seria bom fode-la nesse fim de semana e meu pau ficou tipo pedra. Sandra quis fazer amor, mas não foi grande foda. Apenas a aliviei e ela a mim. Por volta das duas da manhã acordei com cede e fui beber água na cozinha. quando estava a beber água apareceu alguém por trás a beijar o meu pescoço e a meter a mão na parte da frente do pijama. Era a minha mana.

- Estava a ver que não te apanhava sozinho.

Ela massajou os meus testículos e punhetou o meu pau por dentro do calção que não cresceu de imediato.

- Olha, olha. O meu mano já não me quer...

- Claro que quero.

- Mas o teu pai não cresce!

-Já cresce... Acabei de foder com a Sandra.

- Mas agora vais ter de foder comigo por isso vê lá se isso cresce…

- Estás maluca? E se aparece alguém? A mãe... O pai... Os tios?

- Estão todos a dormir e é só uma rapidinha... estou com saudades...

Continuou a punhetar o meu pau que aos poucos foi dando sinais de vida...

Virei-me e ela ajoelhou-se para o chupar. Tirou-o para fora e a boca quente e experiente fez com que ficasse maior e pronto para foder, mas ainda queria sentir o sabor da sua rata. Peguei nela ao colo e sentei-a na banca da cozinha. Não quis tirar o seu calção do pijama, pois podia aparecer alguém. Simplesmente, o desviei para o lado e mergulhei na sua xoxota perfumada. Estava encharcada, mas cheirava bem. O cheiro que nós homens adoramos.

Tinha de ser rápido, pois podia aparecer alguém, mas mesmo assim chupei-a e penetrei-a com a língua.

- Tinha saudades da tua língua.

Chupei mais e mais e depois virei-a com o rabo para mim e ajudei-a a colocar uma perna sob a banca. Voltei a desviar a perna do calção e penetrei-a por trás. Ela gemeu e eu aumentei o ritmo.

- Haaaa. Isso. Mete essa piroca grossa em mim.

Os gemidos eram sussurros, pois os quartos eram muito perto e todo o cuidado era pouco.

Meti fundo naquela putinha safada até nossos orgasmos chegarem.

- haaaaa. Aí, aí. Simmmmm.

Gemia ela quase em silencio.

- Ai que saudades que tinha desta piroca grossa...

Ouvir ela gemer e elogiar a minha piroca fez como que descarregasse meu leite dentro dela.

- Toma leitinho do mano.

- Sim…sim... quero o teu leitinho para dormir como um bebe.

Senti meu leite escorrer para fora. Já me tinha vindo antes com a Sandra, mas mesmo assim ainda libertei muito leite.

Depois fui me lavar e deitar ao lado de minha mulher que estava acordada e perguntou onde tinha estado.

- Fui beber água...

- Tanto tempo?

- Estive um pouco na conversa com minha irmã.

- Na conversa? Não achas que já está na hora de assumires que andas a foder a tua própria irmã.

- Estás louca?

- Não, não estou. Eu por mim não me importo, mas vê la o escândalo que vai ser se os teus pais vos apanham. Tanta mulher para foder e tinhas logo foder a própria irmã?

- Há coisas que não se escolhem. Simplesmente acontecem.

Contei o que tinha acontecido na passagem de ano.

- Tu tiveste de ir embora e ficamos só e simplesmente aconteceu.

Ficamos acordados durante um tempo enquanto lhe contava com detalhes o que estava a acontecer.

- Já vi que é boa na cama.

- Muito boa.

- Melhor que eu?

- Ninguém é melhor que tu. Tua é a minha mulher. A minha puta…

- Obrigado.

- Não te importas que a volte a foder?

- Claro que não, mas, meu menino, não vais voltar a fazer isso aqui na casa dos teus pais.

- Tens toda a razão.

- Promete que tens cuidado. Podes levá-la lá para casa, mas tens de me contar todos os detalhes.

Combinamos que contaria sempre que fodesse a minha irmã e que um dia quem sabe a levasse para fodermos os três.

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