DESVIADOS

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A irmã do meu amigo

A irmã do meu amigo

by: ralph andersen

A irmã do Amigo

Na semana seguinte a que fui morar na casa de um amigo, após minha primeira separação, combinamos conhecer a mãe dele e as irmãs, que moravam em outra cidade.

Chegamos no início da noite e a recepção foi fantástica.

-Então você e o famoso Sr.R ...

-Não tão famoso assim...

Meu filho fala muito de você e tenho que agradecer o que você fez por ele, a ajuda que está dando...

Ele é um grande garoto dona... Um grande amigo...

A mãe do cara era magrinha, divorciada e estava morando com um garoto com metade da idade dela.

Aí aparece a irmã... Alta, olhos cor de mel, cabelos escuros e longos uma mulher feita (tinha completado dezoito naquela semana ).

Ficou parada um tempão em pé na minha frente sem dizer nada, apenas olhando. Confesso que fiquei impressionado e com o pau duro (fato que foi percebido por todos os presentes).

A noite chegou e todos se ajeitaram em suas respectivas camas. Fiquei na sala, no sofá. Mal havia acontecido a meia noite e alguém me toca...

-Vim deitar com você...Posso?

-Oi, você não acha perigoso demais?

-Já falei com a minha mãe...

O que você falou para sua mãe?

Que eu quero você...Vou embora com você

Está doida? Eu mal a conheço e você ...Bebeu?

E daí? Sou mulher também ... Já percebeu?

Teu irmão vai ficar puto comigo.

Não vai não. Ele é que armou tudo. Eu já estava apaixonada por você antes mesmo de conhecê-lo.

Vocês são uma família de doidos, até onde sei, seu pai chegou em casa um dia e comunicou que tinha duas notícias: a primeira é que havia deixado o trabalho e a segunda é que iria embora com outra porque estava grávida de um filho dele. A sua mãe arranja um cara com a metade da idade dela numa cidade que é um cu de galinha e ainda por cima é funcionário dela, para horror da cidade. Seu irmão se amarra em uma atriz doida e tem um filho ainda na idade adolescente, sem emprego ou profissão, passa o dia todo escrevendo poesia para uma mulher que não está nem aí com ele. Agora você aparece do nada dizendo que vai ser minha mulher? Tenho o dobro da sua idade.

E daí? Vou e quem é que vai me impedir? Você mora na casa que é do meu pai... Vai me proibir?

Bom, vamos dormir. Amanhã falo com seu irmão e sua mãe.

E quem é que disse que eu conseguia dormir, com aquela deusa agarrada, beijando-me a noite inteira...

No dia seguinte, fiquei na minha, mesmo porquê nada havia acontecido além dos beijos.

O dia transcorreu na calma e no fim da tarde a mãe da mocinha aproximou-se puxando conversa:

-Venha aqui, sente ao meu lado...

-Claro, é um prazer...

-Bom, sr R. O sr é um homem e tanto... Qualquer mulher adoraria estar ao seu lado como estou agora... Está me entendendo...

-É , estou...

-Mas, tenho que pensar na felicidade da minha filha...

-Como assim?

È que eu resolvi dar minha filha para o sr... Vai cuidar “bem” dela , não vai?

-A Senhora está brincando...

-Não, não estou... Quero que minha filha tenha sua primeira experiência com um homem que ela goste e que seja maduro o suficiente para iniciá-la da forma apropriada...

-Forma apropriada? A sra. Está dizendo que quer que eu trepe com sua filha e que ela ainda é virgem? E que as duas decidiram que o eleito para a tarefa sou eu?

-É isso mesmo sr. R.

Paramos a conversa por aí. Achei de fato que tudo não passava de uma brincadeira.

No final do dia, preparado para voltar,quem aparece de mala na mão? A própria...

-Vamos?

-Como vamos?

-Eu não disse que ia com você?

-Disse.... Donaaaa ! (chamando a mãe dela), vocês estão de brincadeira, não é?

-Não estamos Sr. R.

-Mas, não posso levá-la...

-Pode.

-Não posso não... (meu amigo ficou a distância e não se meteu na história).

-O sr. Está me dizendo que não quer a minha filha?

-Estou.

-Mas, o que tem de errado com ela?

-Nada.

Eu estou dando minha filha para o Sr e o sr. não a quer de presente?

-Não é que não queira... Ela é linda, mas é muita responsabilidade...

-Ela vai, estou lhe confiando minha menina.O sr quando chegar converse com o pai dela porque eu já liguei para ele e expliquei o caso.

Bom sem mais nada a dizer, lá vem de volta a maravilhosa grudada.

A semana passou dessa forma: a moça dormia na minha cama e eu resistindo...

Até que literalmente fodeu...

Uma noite bem quietinha, abriu a bucetinha que ainda cheirava a xoxota de menina e intimou-me

-Come... E fiquei ali comendo e comendo aquela delícia...Foi difícil enfiar a cabeça... E ela beijando, grudada na minha boca...Fui metendo até o saco encostar na bundinha durinha dela; não agüentei e enchi a xoxota de porra...Mas, descobri algo que ela escondera de todos: não era virgem...

Enquanto isso ela continuava me beijando e alisando meu o pau e... Gozei novamente, mas dessa vez fora, no grelinho dela para que ficasse massageando o grelo com a minha porra e gozando bem quietinha...

-Já que todos queriam que eu a comesse , não é?...

No dia seguinte, O pai da menina me convida para um almoço... apenas eu e ele...

-Sr R., já sabe porque estamos aqui não é mesmo?

-Sei.

-O que o sr. tem a declarar?

-Olha, Sr. B. a sua filha está apaixonada por um homem mais velho e nós sabemos que o sr deixou um grande problema, digamos, na cabeça dela. Só sr. poderá resolver, porque descobri o que houve com a menina, mas, morre por aqui. Confie.

-Tem Razão sr R... Tem Razão...Mas, o que aconteceu com vocês?

-Nada do que o Sr. já não houvesse feito com a sua própria filha não é mesmo sr. B?

-É claro que entendi a história... Ela vem comigo, fica comigo, na sua casa, com sua nova mulher, seu filho e tudo acaba bem certinho como manda o figurino... Eu apareci como salvação do problema que o sr. criou... E com a vantagem de que a garota estará , digamos, bem a sua mão.

-O Sr. é um homem inteligente sr R.

-Não se preocupe Sr B. estou indo embora hoje, e seu segredo está protegido. Para todos os efeitos sempre se poderá dizer que eu quebrei o cabaço da menina. Assim o sr. está limpo e eu assumo.

-Obrigado, Sr R. sinceramente estou arrependido e irei reparar o erro que cometi com minha filha... A propósito, trouxe aqui um objeto que quero lhe dar de presente.

O cara puxou uma Walter PPK, daquelas que eu havia visto nas mãos de James Bond.

-Faço questão que o sr. fique com ela. Está limpa.Trouxe para usá-la, mas, vi que não há a menor necessidade, já que o sr. é um homem que realmente tem culhões... Já que vai mudar, me faça um último favor: Leve minha filha consigo.

Assim mudei, mas, o filho amigo e a filha vieram juntos.

Moral da coisa Imoral:

Se é para o bem de todos e felicidade geral da família...

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