DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

PAIZÃO TESUDO DEMAIS !!!!

PAIZÃO TESUDO DEMAIS !!!!

by: reimann

Hoje não tive aula no colégio. Um professor faltou e como só teríamos

aula no último tempo, fomos liberados. Voltei pra casa mais cedo do que

o de costume.

Achei ótimo, pois assim poderia encontrar meu pai em

casa, pois ele fica a manhã toda em casa. Resolvi fazer-lhe uma

surpresa, ele não esperava que eu chegasse aquela hora. Meu pai é

separado de minha mãe, eu estou morando com ele, pois como minha mãe

mora no interior, aqui é melhor para eu estudar. Vou

sempre para a

casa de minha mãe no final de semana. Assim levamos uma vida super

legal. Ele é advogado, tem 38 anos, super conservado, parece um garotão,

corpo

malhado, alto, olhos verdes, cabelos castanhos, pernas de jogador de

futebol delineadas pelo futebol de areia que joga toda quinta na praia.

Eu me pareço com ele, tenho 18 anos, mas não sou tão malhadão como

ele, mas sou um cara tipo boa pinta também. Quando cheguei em casa,

entrei sem fazer barulho

e fui na cozinha beber água. Nesse momento,

ouvi ruídos vindos do escritório e fiquei prestando atenção. Eram

gemidos. Acho que havia alguém trepando lá.

Na hora fiquei com o pau

em ponto de bala. Fui na ponta dos pés para ver o que acontecia. Sabia

que não era certo, mas o tesão tomou conta. Quando olho pela porta,

tomei um baita susto com a cena que me deparei. O Zeca, um amigo meu

que mora na casa em frente estava nada menos deitado de costas na

escrivaninha

de meu pai, com as pernas para cima, apoiadas nos

ombros de papai, todo arreganhado, com meu pai metendo na sua bunda.

Ele gemia gostoso e falava de um

jeito que parecia que tinham uma

certa intimidade: “Vai, seu Daniel, mete mais, vai, isso, seu Daniel,

me fode gostoso, isso, vai, arregaça esse meu cuzão, vai, isso seu

Daniel, puta que pariu, que pauzão gostoso, que delícia dar o cu pra

ti, isso, me fode todo, me arromba, vai...” Eu fiquei pasmo.

Primeiro

porque

não imaginava que meu pai curtisse comer homens. Segundo porque não

sabia que o Zeca era viado. Eu saía sempre com ele para as baladas e o

cara pegava todas, era o maior garanhão da história. Ele já havia

arranjado muita mulher para mim, era ótimo sair com ele, pois nunca

ficávamos na mão, pois

as gatinhas se amarravam no seu jeito meio

surfista, pele bronzeada, andava sempre com uma roupa despojada, e se

destacava pelos seus olhos azuis e cabelos bem lourinhos. Eu sabia

até que o Zeca tinha um pauzão de fazer inveja, pois sempre estávamos

juntos, e na academia eu sempre o via nu. E nem precisava,

pois pelo

sua sunga de praia já dá pra ver que o cara era responsa. No entanto,

olha ele ali, sendo enrabado pelo meu pai. E logo papai, que tinha se

separado de mamãe por causa das várias mulheres que ele andava

pegando... Pois é, mas os dois estavam na maior putaria, meu pai dizia

para ele, já completamente

envolvido pelo tesão: “Então, viadinho,

você não gosta de vara? Então toma, seu arrombadinho, você não queria

dar esse cuzão pro meu filho, então toma uma vara de um macho de

verdade, toma, quer mais rola?” e ele respondia com a voz bem máscula

de sempre: “Isso seu Daniel, me arregaça todinho, vai, isso,

me

fode, vai, ui, mete tudo, até o talo, come esse meu cuzão, porra!!!

Mete esse pauzão todo” E segurava meu pai pela bunda, como se quisesse

mais pica dentro do rabo.

Eu fiquei ali paralizado, com o pau em

ponto de bala, e eles logo gozaram loucamente, juntinhos, então percebi

que papai pagava uma punheta

para ele. Logo depois da loucura que

foi aquele gozo, ficou um silêncio imenso, os dois ficaram se olhando e

rindo um para o outro, pareciam dois adolescentes que fizeram alguma

aventura juntos e se olhavam com cumplicidade. Resolvi sair dali e fui

para a sala em silêncio e não conseguia pensar no que fazer diante

da

situação. Fiquei ali por mais uns 15 minutos e eles nada. Daqui a pouco

comecei a ouvir barulho no banheiro do escritório, estavam tomando

banho. Eu fiquei morrendo de curiosidade para saber o que rolava.

Mas depois de uns 10 minutos eles saíram do banheiro e foram para o

quarto de papai. Como eu não

me agüentava mais de tesão, fui atrás

para ver o que estava rolando. Ainda bem que a porta estava aberta e eu

fiquei de um jeito que eles não podiam me ver. Papai e Zeca estavam

no maior 69. Ficaram assim por um tempão, e vi que Zeca enviava o dedo

no cu do meu pai, enquanto ele rebolava suavemente demonstrando

que

estava gostando. Aquilo tudo estava me dando um sentimento de raiva,

misturado com ciúme, uma espécie de decepção, surpresa, tesão, tudo

misturado.

Eu estava tão louco de tesão que comecei uma punheta ali

olhando eles escondido. Então ouvi papai dizer pro Zeca: “Vamos lá,

garoto, quero sentir essa piroca todinha no meu cu, vamos, deixa eu

sentar nela, que cavalgar essa tua vara.” Eu fiquei mais louco ainda,

então olhei e vi Zeca deitado e papai ajeitando

a seu pauzão na

entrada de sua bunda. Papai estava de cócoras e ajeitava sua bunda,

mexendo de leve. O pau do Zeca duro é uma coisa de louco, parece um jumento,

pensei que papai não ia agüentar, mas que nada, logo a coisa entrou e

foi devagar, mas firme arrombando o cuzão do meu pai. Era esquisito,

papai

tem uma bunda de homem bem feita, toda musculosa, formando um

conjunto legal com suas pernas, e no entanto, estava ele ali, tomando

no cu, e parecia que estava adorando, pois gemia enquanto cavalgava

o Zeca, sem demonstrar qualquer tipo de incômodo. “Ô pauzão delicioso,

Zeca! Que vara gostosa, garoto! Adoro

sentir você todinho dentro de

mim... Ai, que delícia, garoto, que pau maravilhoso...” Enquanto papai

ficava ali rebolando em cima daquela vara, fazendo ela entrar e sair

até quase escapulir de seu cu, Zeca falava um monte de putaria pra ele:

“Isso, seu Daniel, senta nessa vara, isso, engole ela todinha,

vai,

que cuzinho macio, isso, rebola nela, vai, rebola gostoso, ai, que

delícia...” Assim os dois trepavam adoidado ali e eu observava tudinho

escondido.

Minha vontade era entrar ali e pedir papai para eu

participar também, queria fuder com aqueles dois machos, senti uma

vontade imensa de sentir um pau, pegar numa vara, chupar, lamber,

ser rasgado por um cacetão bem grande como Zeca fazia com papai, e como

papai agora pouco havia feito com ele, devia ser

muito bom. Se papai

fazia, porque eu não podia fazer? Enquanto eu meu deixava levar por

esses pensamentos, papai, avisou a Zeca: “Aí, vou gozar nesse cacetão,

ai,

tô gozando, ai, caralho, que pau, ui, que pauzão, ai, ainda to gozando,

porra!” Nisso papai dava pulos em cima do Zeca, rebolava como nunca

imaginei que fosse capaz de fazer, pulava de um jeito que parecia um

peão em cima do cavalo bravo e seu leite espichava na barriga, peito e

até no rosto de Zeca.

Assim que acabou de gozar, Zeca pediu para ele

sair e foi logo mandando papai chupar sua vara, no que foi prontamente

atendido. Zeca ali deitado na cama e papai de quatro pagando um

boquete para ele de um jeito que seu cuzão ficou todo empinado para

cima e eu pude ver o estrago que Zeca tinha feito no papai,

pois seu

cu estava até meio aberto.

Também o pau do Zeca é um exagero, bem maior

que o de papai... Logo Zeca avisou que ia gozar e papai acelerou a

chupada, até que ele gozou, soltando urros, gemidos, e papai não

tirava seu pau da boca. Quando terminou de gozar, papai ainda ficou o

com o pau dele na boca, parece

que tinha engolido toda a porra do

Zeca. Nesse momento, fiquei sem saber o que fazer e fui para meu

quarto, sem fazer barulho e lá permaneci pensando no

que fazer depois disso tudo. Eu não acreditava no que havia presenciado, parecia um sonho. Mas um sonho bom, concluí.

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