DESVIADOS

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De malhoramigo "hetero" a namorado pt 2

De malhoramigo "hetero" a namorado pt 2

by: ricardinhobxa

Continuando o conto anterior.

Mandei uma mensagem ao Nuno.

- Posso ir ai a Aveiro passar este fim de semana contigo?

- Tenho a casa vazia, sim podes vir. Tu ou a Ana? Rsrs

- Eu levo a Ana, não te preocupes.

Preparo a minha mala e resolvo pôr quase só roupas femininas, tirando uns calções e t-shirt mais banais, mas que tanto podiam ser de homem ou mulher. Eu tirando o facto de não ter peitos, consigo passar bem por mulher, não tenho pelos, faço tudo a lazer, barba incluída, tenho cabelo comprido com corte feminino, fui abençoado pela genética para ter um aspeto mais feminino, unhas de gel, trato do corpo, ginásio, alimentação e muitas dicas da minha irmã desde cedo. Tudo isso contribuiu para ser um femboy bonito e que passa bem por mulher sem grande esforço. E alem disso com a ajuda da minha irmã comecei a tomar a pilula para começar a ter um aspeto mais feminino, notei na minha pele e menos pelos, o meu peito começou a ficar um pouco maior, mas nada de muito notável com a roupa vestida, mas sem roupa já se notava um ligeiro crescimento.

Na sexta feira à noite estava a chegar a Aveiro à casa do Nuno que era partilhada por mais 3 estudantes. Ele abre a porta para eu entrar e começo o seu plano.

- Então puto, já estas vestido de Ana.

- Puto não! Ana.

E mal digo isto dou-lhe um beijo na boca, ele resiste inicialmente, talvez pela surpresa ou pelo facto de não ser gay, mas o certo é que uns segundo depois a minha língua já estava enrolada na dele e as suas mãos agarravam o meu cu.

- Estive a semana toda à tua espera.

- E eu estive a semana toda à espera de vir para cá.

Começo a agarrar o caralho dele por cima da calça, já começava a dar sinais de vida.

- Dá-me esse caralho para mamar.

Disse-lhe ao ouvido.

Ele abre as calças e eu imediatamente fico de joelhos e começo a chupar o Nuno, como habitualmente chupei até ele me encher a boca de leite quente para eu beber aquele nectar dos deuses.

- Vamos jantar? Estou com fome.

- Eu não sei cozinhar nada, por isso ou vamos a algum lado ou manda-mos vir alguma coisa.

Fomos a um restaurante perto de casa dele e depois demos uma volta pelo centro da cidade para conhecer os canais. Durante a volta a pé continuo com o plano, volto a agarrar nele e a beija-lo, desta vez sem resistência da parte dele, faço isso varias vezes e cada vez mais sinto que ele está bem à vontade com isso, não sei bem, mas devia estar mesmo com a fantasia de eu ser a minha irmã. Sei que ele tinha uma paixoneta por ela, mas ela à 4 anos mais velha e ela nunca lhe deu a mínima chance de algo acontecer.

Voltamos para casa, ele ficou com uma duvida.

- Não sei como vamos fazer para dormir?

- Na mesma cama, parvo.

- Mas…

- Chiu, na mesma cama, ou vais deixar a Ana dormir no chão?

- Não, claro que não.

- Agora cala-te e vamos. Agora beija-me.

Ele assim fez, sabia bem beija-lo com ele à vontade para isso, as nossas roupas começaram a ir parar ao chão, eu fico de lingerie e ele todo nu. Que tesão de homem, não perco muito tempo assim que ele está despido e mando-o para a cama, ele deitado de barriga e caralho a apontar para cima, aproximo-me devagar e novamente começo a chupar-lhe o pau, ao fim de uns 10 minutos paro e olho para ele.

- Nuno amor, posso pedir-te uma coisa?

- Diz?

- Tenho aqui uma coceira.

- Onde?

- No cuzinho, mas só pode ser coçada com pau. Ajudas-me?

- É para já.

- Posso me sentar nele e cavalgar? Posso?

- Podes sim.

Começo a sentar-me no pau do Nuno, mas desta vez virado para ele, queria que ele visse a minha cara de prazer enquanto enterrava o caralho dele no meu cu.

Gemo de prazer com aquele caralho bem fundo dentro de mim, agarro nas suas mãos, passo-as no meu corpo, ele aperta-me os bicos das mamas, o que me faz gemer mais alto, beijo-o novamente com o caralho dele bem fundo no meu cu. Ele vem-se dentro de mim, mas o caralho continua duro, bem duro, ele não quer parar, mas preciso de mudar de posição. Saio de cima e deito de lado na cama, ele levanta a minha perna no ar e fode-me por trás. Desta vez quem se vem sou eu, ele não para até novamente despejar mais uma carga bem fundo dentro de mim. Ele abraça-me de lado e pouco depois adormecemos os dois.

Na manhã seguinte acordo e vou à casa de banho, tomo um banho, visto uma roupa mais normal sem maquilhagem e sai para comprar algo para o pequeno almoço, quando volto a casa ele já está acordado, banho tomado. Abre a porta sorridente, eu entro ele beija-me. Vamos comer.

Durante o pequeno almoço ele pede para termos uma conversa mais séria.

- Ricardo, nós somos amigos desde sempre.

- Certo.

- Sempre soube que eras gay e nunca tivemos stress com isso .

- Certo, tu foste a primeira pessoa a saber disso e que sempre me deu apoio mesmo nos piores momentos.

- E nunca houve problemas com isso, mas agora estou numa situação difícil.

- Difícil, certo, mas podemos voltar ao que estávamos antes, ou tens outras ideias.

- Sabes bem que eu sempre gostei de mulheres e nunca tive atração por homens, mas estas a fazer-me duvidar de tudo aquilo que eu sempre fui e sempre gostei e acreditei.

- Mas tens estado a gostar. Mas se é a tua vontade, não acontece mais nada e voltamos a ser como dantes, imagina isto como se tivesse sido com a minha irmã e está tudo bem, eu não quero perder a tua amizade e tudo aquilo que foste para mim desde criança.

- Nem eu quero perder a tua, por isso queria falar contigo.

- Então o que queres fazer?

- Preciso de pensar sobre isso.

- Então eu vou voltar para Lisboa.

- Não, estas aqui vamos aproveitar hoje e amanhã.

Nesse dia não houve sexo, era-mos dois amigos a aproveitar o dia, ir a umas esplanadas, até foi um dia bem passado, mas faltava algo.

À noite voltou a haver o mesmo problema da cama com o Nuno, mas agora porque eu era novamente o Ricardo.

- Puto caga nisso, dormimos os dois outra vez, sem stress, já dormimos na mesma cama montes de vezes.

- Pois, mas antes nunca tinha acontecido nada.

- Para de paneleirices, quem levou no cu fui eu, quem mamou o caralho fui eu. Só se tiveres medo que eu te viole com o cu.

- Ha há há há para, ok, bora dormir.

Estava calor, ele só de cueca e eu de fio dental. Deito de lado, ele para outro. Mas passado um bocado ele vira-se, eu dou uma ajeitada de maneira a encostar o meu cu ao caralho dele, ele abraça-me e ficamos de conchinha e isso oh meu deus, estava-me a dar uma vontade louca de dar o cu outra vez, ajeito mais um bocadinho, ele acorda, eu finjo estar a dormir.

Muito baixinho ele pergunta:

- Estas a dormir?

Claro que não respondo, ele continua abraçado a mim, sinto a sua respiração no meu pescoço, ao mesmo tempo sinto o caralho a ficar mais duro. Ele a tentar não me acordar tira a cueca e encosta o caralho duro no meu rabo, eu só o quero sentir dentro de mim e finjo que acordo.

- Hum já é de manhã?

- Desculpa, acordei-te.

- Com esse caralho a encostar no meu cu é difícil dormir.

- Ahh

- Então e vais foder-me ou só a bater à porta?

Afasto a cuequinha e abro as nadegas, num convite para o Nuno me foder assim de lado agarrado a mim.

- Vamos foder sim.

- Isso fode-me o cuzinho ahhh

- Humm cu gostoso do caralho

- Fode isso, mete tudo mete caralho ahh ahh É tão bom esse caralho.

A foda começou lenta, mas logo o ritmo aumentou, eu gemia e pedia mais e mais.

O Nuno pôe-me de 4 agarra os meus cabelos e fode-me com força, bem fundo, os seu colhões batiam nas minhas bolinhas, levei uns tapas no rabo, que fazia com que eu gemesse mais.

- Cu esfomeado do caralho.

- Tem fome do teu caralho, hum ahh não pares caralho, fode o teu amigo paneleiro, fode a bixa que só quer o teu pau no cu.

- Puta paneleira do caralho

- Sim fode a puta, a paneleira, a bixa ahh Amo levar no cu Ahhh fode fode fode

- Vou te encher de leite

Saio de baixo e ponho-me de joelhos à frente dele.

- Enche-me de leite, esporra na minha cara.

- Mama, faz-me vir na tua cara

Mamei até ele se vir e me encher a cara de leitinho quente.

- Humm adoro sumo de piroca

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