DESVIADOS

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Sedutoras e Marrentas - 9

Sedutoras e Marrentas - 9

by: tom jones

A partir daquele dia, os dois pouco se encontravam. Tom saia bastante e Silvia passava o tempo estudando e treinando com o seu time de handball. Bebel, as vezes, aparecia na casa dos pais com a esperança de encontrar Tom, mas este parecia evitar qualquer contato com ela. Tom, na realidade, depois de saber que era tudo armação de Silvia e Paula, resolvera evitar contato com as irmãs. Certo dia, Paula deixou Silvia em casa. Tom estava no portão com uma garota. A conversa parecia bem intima.

- hmmm - disse Paula, ainda dentro do carro. - ele se consolou rapidinho, heim?

- ele tem todo direito... ainda bem... to mais aliviada - disse Silvia.

- e a garota é bem bonita... e ele tá todo babão... - provoca Paula.

- ele merece, coitado...depois do que fizemos com ele...

- mas repare só...o tipo da moça... com quem ela se parece?

- não sei... com quem? - pergunta Silvia, intrigada.

- se parece com uma amiga minha... olha só: ela é branca, pernas e coxas grossas, cabelos ondulados... ihh! se parece com vc, amiga...

- pára com isso, boba...rsrsrs...vc tem cada uma...

- só falta ela ser pentelhuda que nem vc.... kkkkkkkk

- vc é uma idiota!!! sua besta... rsrsrs... nem sei como ainda sou tua amiga...

- porque sou o teu oposto... kkkk... vc é toda santinha, e eu sou a devassa... a gente se completa... mas o que eu disse é verdade... ele tá com uma garota que é o teu tipo fisico...

- vc tem cada uma... bem, vou entrar... tchau.

Silvia desceu do carro, e passou pelo irmão e pela garota que estava com ele. Deu um "olá" e entrou em casa.

Tom ficou por ali mais algum tempo, depois ele e a garota se beijaram e ela foi embora.

Dias depois, Silvia estava em casa ajudando na limpeza, quando Bebel chegou.

- oi,maninha...! tava louca pra te encontrar... - disse esta, sorrindo com malicia para a irmã.

- Oi, Bel... como anda o maridão? -provocou Silvia.

- hmmm... eu e ele estamos melhor do que nunca... e vc? to preocupada com vc..

-por que?

- desde que vcs voltaram da fazenda da Paula, eu não te encontrei... aconteceu alguma coisa desagradável por lá?

-claro que não. O passeio foi super legal...

- imagino... vc, o Tom e a Paula... um trio e tanto...rsrs

- o que quer dizer?

- pensa que não sei o que vc queria? vc e o Tom...

- eu e o Tom... somos irmãos... jávc se esqueceu disso, né?

- ah, vc quem começou...

- vc transou com ele, com teu próprio irmão.. só para me atingier... se a mamãe e o papai souberem...

- vc não teria coragem de contar... conheço vc...

- mas me dá uma vontade louca de fazer isso... não faço pelo Tom... vc usou ele pra me atingir...

- e ele gostou de ser usado por mim... e por vc, ele gostou?

- eu não usei ele... eu e Paula planejamos aquele passeio só pra vc pensar que eu e ele... enfim, que a gente tava ficando... mas ele nem sabe disso, coitado. Vc caiu como uma patinha... bem feito...

- mas ele ficou comigo.. e como ficou!

- vc é uma tarada...! vc me dá nojo!

- mas eu ganhei essa disputa... reconheça!

- vc usou seu corpo pra atrair ele...

- vc devia fazer o mesmo... vc não é de todo mal.. rsrsr

- eu poderia... e tenho certeza que ganharia ele... sua besta! Mas agora chega, não toque mais nesse assunto comigo,senão não respondo por mim... !

-hmmm.. calma! eu não falo mais sobre isso... pra mim tá encerrado! bjs, maninha. a gente se vê.

Silvia engoliu a raiva. Mas aquilo era um assunto encerrado. E ela não queria mais confrontos com Bel.

Uma semana depois, Silvia e Paula foram ao cinema. Estava passando um filme que as duas queriam ver. Na bilheteria, Paula e Silvia conversavam.

- Amiga, tem um carinha que eu conheço bem ali... vou falar com ele e já volto..

Silvia ficou ali, esperando a amiga, com o bilhete na mão. Nisso, ela viu Tom entrando, e olhando os cartazes dos filmes. Parece que ele não percebeu a presença da irmã.

-hmm.. deve estar esperando a namorada.. -pensou.

Paula voltou.

- Si... vc pode ver o filme sozinha? eu e o Nando... bem, a gente vai a um barzinho... quer vir com agente?

- mas eu ´já paguei pelo bilhete... e a gente...

- Sisinha,por favor..., eu to super a fim do carinha...e..olha só quem tá ai!? - Paula acabara de ver Tom. - a salvação da lavoura.

Paula arrastou Silvia até o irmão.

-Oi tom!! - saudou ela.

- Oi,Paula.. oi, mana... as duas amigas inseparáveis.. - disse ele. Olhou para a irmã. Silvia estava linda!

- É.. só que pintou um lance pra mim... bem, vc tá sozinho?

- tô, sim. por que?

- bem... vc pode fazer companhia pra tua irmã? ela tá louca pra ver esse filme...

Silvia enterveio.

- Paula!! o Tom deve estar esperando a namorada!!??

- Não.. - disse Tom. - eu vim sozinho mesmo... tudo bem.

- Tá vendo, Si? - Paula, apressada, se despediu da moça,dando dois beijinhos na face. - fica com o mano, a gente se vê mais tarde ou eu te ligo. Tchau.

Silvia sorriu, meio constrangida.

-Mano... eu posso vero filme sozinha... não quero te atrapalhar...

- não me atrapalha... sem problemas... - disse ele. - vamos?

Os dois entraram na sala, e escolheram um canto onde havia pouca gente. Sentaram-se em silêncio. Havia aquele aroma de pipoca no ar. Alguns casais se beijavam.

- me disseram que esse filme é de arrepiar...- disse Silvia. - a Paula adora esse tipo de filme... não entendo ela.. rsrsrs

- ela escolheu ficar com o namorado...

- bem... espero que o filme não seja tão amedrontador..

O filme era daqueles tipo "o massacre da serra elétrica..." e vai por ai.

As luzes se apagaram e começou o filme. Realmente, o filme era puro suspense. Alguns gritos se faziam ouvir. Silvia se continha. Não gostava daquele tipo de filme, mas ficou ali. Tom permanecia quieto. Num dado momento, a tensão era tanta, que Silvia se refugiou o ombro do irmão. Este a acolheu, colocando as mãos no seu ombro.

- desculpe... me assustei -disse ela, sem jeito.

- tudo bem...

Novo susto. E ela se abraçou a Tom, trêmula. Tom a acolheu. Desta vez, seus rostos ficaram muito próximos. Tom sentiu o perfume da irmã.. naquela penumbra, olhou o rosto, a boca da garota... lembranças recentes vieram fortes.. lembranças de beijos ardentes, de caricias ousadas.. mãos que tateavam, dedos que se introduziam em recantos proibidos... Seus lábios estavam muito próximos... e o beijo foi inevitável.

Silvia se entregou naquele beijo de forma intensa. Sentia-se protegida. Seu coração acelerou agora, mas não era por causa do filme de terror. Abriu a boca e recebeu a do irmão. Suas linguas se tocaram, se entrelaçaram, e uma emoção bem forte tomou conta de ambos. Não se sabe quanto tempo ficaram ali. O tempo parecia não contar para eles. Silvia sentiou a mão de Tom pousar um pouco acima do joelho. E ela, intimamente, torceu demais para que aquela mão subisse por sua coxas, que se adentrasse por sob o seu vestido... e a sua torcida foi recompensada... Tom subiu a mão devagar e explorou a maciez daquela grossa coxa da irmã.. Silvia se apertou ainda mais a ele, e seus beijos se tornaram mais ardentes, como se fosse possível... Silvia vibrou de emoção quando a mão do irmão subiu até o alto da coxa e por ali ficou um tempo, tateando, sentindo, até fazer o caminho de volta... seus lábios se desgrudam, lentamente... ela o olha profundamente... ela então pega a mão atrevida e o coloca, suavemente, entre as coxas, um pouco acima dos joelhos.. Tom estremece ante aquela iniciativa da irmã.. Os lábios da irmã parecem implorar por seus beijos... e ele a atende. Sua mão desliza entre as duas deliciosas coxas, subindo devagar... no seu intimo, Silvia quer demais... deseja demais que aquela mão suba ainda mais... e ela entreabre suas coxas, liberando passagem... seu corpo reage, se movimentando, quando a mão de Tom atinge o alvo... como ela quer... e Tom sente a calcinha fofa... ele tateia por ali, sente fios de pêlos que escapam fora da calcinha... Silvia sabe que Tom já a conhece por inteira... já lhe beijara demoradamente sua parte mais intima, já lhe tocara profundamente... mas agora, alí, parecia a primeira vez... a emoção era demais..

Silvia sai dele, sentindo o dedo atrevido lhe tocando.. olha para o irmão, e seu olhar diz tudo: gosta daquilo, gosta demais de fazer aquilo com ele. Seus labios emitem um gemido quando sente ele tirar a calcinha de lado, liberando o tufo de pêlos, fartos e macios.

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