DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

CASAL SAFADO II

CASAL SAFADO II

by: reimann

Sou bem dotado, modéstia à parte, tenho uma jatuleba que já foi medida

com honestidade, sem forçar a barra para dar mais, e deu 19,5cms

(dezenove centímetros e meio), e a coisa que eu mais gosto é de comer

uma boa bunda, enterrando tudo.

Adoro mulher casada, mas meu amigo não sabia disso e numa festa, ele,

ansioso para ficar sozinho o resto da noite para azarar as gatinhas,

aproveitou que eu estava de saída e me pediu encarecidamente para levar

a mulher dele, uma quase mulata, de uns quase trinta anos, com uma

bunda e um par de coxas maravilhoso, que estava largada num canto, num

pileque federal, até a casa deles. Ele estava ansioso para despachar a

mulher dali e vacilou legal fazendo isso, porque eu tinha uma vontade

danada de comer aquele cu e, bêbada do jeito em que ela estava, ele não

ia me escapar. Mas fazer o que? Sorte é para quem tem.

Tivemos que carregar ela até o carro, de tão bêbada que ela estava.

Enquanto estávamos acomodando ela no banco traseiro, o trouxa estava

todo feliz por estar despachando a mulher, cuja presença, bêbada

daquele jeito, o constrangia e o impedia de galinhar. E eu também

estava porque ia finalmente enrabar a mulher dele, no caminho. Ele se

considerava com sorte e eu mais ainda. Ele por se livrar do estorvo e

eu por recebe-lo. Aquele estorvo, naquelas condições, era tudo que eu

queria, um verdadeiro presente.

Eu já estava de olho na bunda da Luci fazia tempo. Já tinha visto ela

de shortinho curto e agarrado e a mulher tinha um cu que era um

espetáculo. Agora, ela ia levar rola naquele rabo, não ia ter perdão

porque oportunidade melhor que aquela não tinha.

Me despedi dele, que agradeceu mais uma vez pelo favor, ansioso para

voltar para festa, dei a partida no motor e sai carregando a encomenda,

adormecida no banco de trás.

"Trouxa! Fica aí, babando atrás das menininhas que eu vou comer o cu da tua mulher", pensei.

Enfim, sós. Agora ela era toda minha, não tinha ninguém para

atrapalhar, nem mesmo ela ia atrapalhar a enrabada que eu ia dar nela.

Já no primeiro semáforo, levei a mão para trás e passei naquela

bundona, bem onde era o rego. Ela estava com uma calça de brim grossa,

então não dava para sentir toda a profundidade dele, mas esse problema

seria resolvido mais para frente, eu só estava ansioso, conferindo a

mercadoria. Ela não se mexeu, estava desacordada, sem consciência

nenhuma, parecia apenas um corpo largado, feito um objeto, no banco de

trás. Meu pau ficou ainda mais duro. Ele tinha urgência em desaparecer

entre aquelas duas nádegas redondas.

Como já tinha em mente, rumei na direção de um lugar que eu conhecia,

que pagando uns trocados, se podia entrar com o carro num box e foder

sossegado por uma hora, pensando comigo: "Quem diria que um dia ia ser

tão fácil comer esse teu cuzão, eim, Luci?". O lugar não era exatamente

no trajeto para casa, então eu tinha que dar uma boa volta, mas achava

perigoso foder no carro ao ar livre e aquela bunda merecia atenção, eu

queria saborear aquele cu sem ter que ficar vigiando a aproximação de

pessoas.

Era início de madrugada e o transito estava livre. Em trinta minutos cheguei ao estabelecimento.

Paguei a taxa na entrada, o porteiro me deu um rolo de papel higiênico,

como era padrão, o número de um box e eu fiz o carro deslizar devagar

pelo pátio pouco iluminado, para dar privacidade aos freqüentadores,

contendo uma fileira de boxes de cada lado, cada qual cabendo um carro,

a procura do meu, de número 27. Era impressionante como aquele lugar

era silencioso. Os boxes não tinham porta, apenas uma cortina de tiras

e, embora não com muita certeza, dava pra ver que a maioria deles

estava ocupada. Era fim de semana e as pessoas saiam das festas e iam

ali foder. Como é natural, por alguns segundos, enquanto embicava o

carro na entrada do meu box, um dos últimos da fileira do lado

esquerdo, eu imaginava quem estaria dentro de cada um daqueles carros e

o que estariam fazendo, quantos estariam enrabando ou sendo enrabados

por travestis, se havia alguém como eu, que estava com a mulher de

algum amigo... será que havia em algum daqueles carros alguém com uma

bunda tão gostosa quanto a que eu estava trazendo comigo para comer?

Pronto! Coloquei o carro perfeitamente dentro do cubículo, desliguei o

motor, apaguei todas as luzes e respirei fundo. Era hora do "crime". A

vacilona estava apagada lá atrás, ferrada num sono que parecia até

morta. Por mim, ela não precisava acordar, aliás, melhor que não

acordasse. Eu só tinha que colocar ela numa posição que me permitisse

meter gostoso no cu dela enquanto ela dormia.

Passei para o banco traseiro, agarrei ela pelo tronco – gostoso agarrar

aquele corpo, apalpar aqueles peitos - e coloquei debruçada no tampão

traseiro, por sobre o encosto do banco, com os joelhos no assento e com

a bunda à minha disposição. Ela só deu um gemido de protesto por alguém

está atrapalhando o seu sono e continuou a dormir, agora na nova

posição. Estava até babando. Apesar de bêbada, a filha da puta estava

cheirosa e meu pau ficou ainda mais duro ao me esfregar nela. Acendi a

luz de dentro do carro e, enquanto tirava a minha calça, apreciava

aquele rabão, tão gostoso e agora tão indefeso, ali à minha disposição,

sem ninguém para impedir que eu o comesse. Me senti deliciosamente

poderoso e até cruel, mas fazer o que? É a lei: Cu não se pode

dispensar, vacilou, toma nele. Ainda mais um cu daquele.

Nu da cintura para baixo e com o cacete na ereção máxima, comecei a

desabotoar a calça dela. Assim que liberei na cintura, desci o zíper e

puxei-a para baixo até a metade das coxas, descobrindo todo bundão

dela. Puta que pariu! Era perfeito. Daquelas bundas poderosas que

parecem feitas para dar cabo das maiores picas. A calcinha estava

enfiada no rego. Aliás, não tinha sido desenhada para cobrir as

nádegas, ainda menos aquelas. O tecido saia de dentro do rego, ali no

final da coluna vertebral, e se abria para as laterais, formando um V

bem aberto, mas já acima das nádegas. Que visão maravilhosa! Dentro

daquele rego estava a minha felicidade, estava a maravilha das

maravilhas. Já com água na boca, abaixei também a calcinha, com todo

prazer, deixando o regão profundo livre. Pronto, agora não havia mais

nada entre eu e aquele cu. Sem perda de tempo, separei bem as nádegas

dela, expondo bem ele - E que bunda boa de pegar, enchia as mãos e era

firme! Ao ver o lindo cu da morena, aquela rosquinha bem no fundo do

rego, cheia de preguinhas encardidas e chupadas para dentro como se

tivesse dando um beijinho ao contrário, eu não resisti, comecei a

lamber imediatamente. Eu adoro o cheiro de cu, me inebria, e um cu

assim que se está a fim de comer faz tempo, não tem preço. Ela

continuou dormindo, alheia a tudo, devia está até sonhando. O álcool

tinha pegado ela de jeito mesmo.

Depois de saciar a minha vontade de lamber aquele cu, eu comecei a

enfiar o dedo médio nele. O dedo abriu caminho pelo esfíncter e ela

soltou um "ai" aborrecido como se tivesse levado um beliscão. Levou a

mão bêbada para trás, tentando alcançar o local do beliscão, mas nem

passou perto. Abanou displicentemente qualquer lugar que encontrou como

se estivesse espantando um mosquito e, sem se dar conta de que tinha um

dedo entrando em seu cu, voltou aos seus sonhos. Eu estava decidido,

agora, mesmo que ela acordasse, ia levar rola. Continuei e fiz o dedo

escorregar para dentro devagar, até o fim, sentindo aquele cu gostoso

apertando ele. Que delícia de cu! Ela tinha um cortador de bosta e

tanto, vigoroso, e lá dentro era macio. Meu pau recebia via cérebro

essa mensagem do dedo e pulsava agitado, querendo invadir aquele

traseiro.

Deixei o dedo enfiado no cu dela recebendo pressão por uns dois ou três

minutos, depois tirei. Passei saliva na cabeça do pau e guiei ele para

dentro do rego, encostando a cabeça bem na entradinha do buraco, já

forçando decidido. Não encostei e depois forcei, já encostei forçando.

Dane-se se ela acordasse, agora ela não escapava mais. A pressão da

cabeça do pau no esfíncter desprevenido o abriu e ela entrou, já

levando consigo uns dois dedos do corpo do pau, que praticamente

escorregou atrás da cabeça, antes do músculo dar a primeira contraída.

Nessa hora, quando o cu rapidamente se deu conta de que tinha sido

invadido, ela deu um gemido dolorido, longo e profundo: "Aiiiii" E

resolveu dar mais atenção ao "mosquito" inconveniente que a incomodava.

Chegou a virar a cabeça para trás aborrecida e, desconfiando que tinha

alguém atrás dela, tateou meu corpo como que para se certificar.

_ O que cê ta fazendo? - perguntou com voz mole e enrolada de bêbada,

mas apenas semiconsciente, sem fazer idéia de quem eu fosse:

Eu estava com muito tesão e fui muito sincero com ela.

_ Comendo o teu cu – sussurrei em resposta no ouvido dela.

_ Tá – disse ela, como quem está mais interessada em dormir e se dava

por satisfeita com qualquer resposta, já voltando a se dedicar ao sono.

Beijei carinhosamente o cangote e o pescoço dela e como ainda tinha muita pica para pôr para dentro, sussurrei mais uma vez:

_ Vai dar só mais uma beliscadinha, tá?

_ Tá – respondeu ela, meiga e sonolenta, apagando.

Então eu comecei a cravar o resto devagarzinho. E que cu gostoso!

Apertado, quente e macio por dentro. Vi ela fazer carinha de quem

estava carregando um peso muito grande enquanto o meu pau escorregava

para dentro de sua bunda, alargando o seu cu ao máximo, e por segurança

sussurrei:

_ Não acorda. Vai ser melhor para nós dois e para todo mundo se você

continuar dormindo e não se lembrar de nada amanhã e nem nunca.

Não sei se ela entendeu, mas não reclamou mais, agüentou firme até eu colocar tudo e estar encoxando aquela bundona gostosa.

Eu estava de pernas bem abertas para deixar o pau trabalhar livre no

rabo dela. Tinha atolado ele meio de cima para baixo e fiquei parado

por uns dois ou três minutos, com o pau todo alojado naquele cuzão

gostoso. Notei que ela tinha cerrado os punhos e que o rabão estava

mais arrebitado e à disposição. Que delícia estar com os meus quase

vinte centímetros de caralho todo dentro daquela bundona! O esfíncter

segurava firme na base dele e mais para dentro as paredes macias,

delicadas e mornas do reto o envolviam causando grande prazer. Ela não

tinha fezes duras no cólon, porque quando a pessoa tem, eu percebo com

o pau. Já as moles, se tiver, o pau, duro, amassa sem a gente perceber.

Mas, daquela mulher, eu queria mesmo era que a cabeça da pica voltasse

marrom, demonstrando o trabalho que fez no interior daquela bunda. As

fezes daquela mulher eram um troféu, que infelizmente não se podia

guardar, mas se podia pelo menos apreciar por alguns momentos. Eu

queria tudo daquela bunda.

Já não agüentando mais, comecei a socar. Nas primeiras socadas, ela

soltou gemidos abafados, cerrava mais os punhos e intensificava a

expressão de sofrimento, mas o bundão continuava arrebitado e para

todos os efeitos ela continuava dormindo. Como eu já disse, eu metia

meio de cima para baixo e puxava a jatuleba para fora quase até a

cabeça e voltava a cravar toda de uma vez. Ela escorregava gostoso nas

paredes do cu da deliciosa dorminhoca, até o talo, e era nessa hora que

ela soltava um som mais ou menos assim: "unr", quando sentia o reto se

encher todo de uma vez e a cutucada da glande nos intestinos. Mas,

apesar de "dormindo", ela estava gostando, porque afastou os joelhos e

arrebitou bem o traseiro para colaborar com a pica. Ela estava

literalmente dando o cu para mim, era impossível não acordar com a

força das minhas cravadas. E eu continuei comendo ele. Ora com mais

força, ora com menos, ora mais rápido, ora mais devagar. O buraco já

estava bem laceado, mas de vez em quando ela ainda soltava o "unr",

acho que de prazer ou pelo cutucão que levava nas tripas. Acho que as

duas coisas. Ela gostava daquele cutucão e de sentir o meu saco bater

na buceta.

Eu estava retardando a ejaculação para aproveitar o máximo daquele cu.

Já sentia o pau todo cagado e aquela crosta de merda se acumulando na

base dele. Passei a mão na xana dela, pelos lábios vaginais, os

pelinhos eram bem aparados, e constatei que estava alagada. Os grandes

lábios estavam inchados e a buceta estava quente como uma fornalha e

pulsando alucinada, em meio a uma quantidade de liquido tão abundante

que alagava as virilhas e escorria pelas pernas. Então resolvi que já

era hora de gozar. Acelerei os movimentos com força, caprichando para

ir bem fundo, e não demorou para eu começar a regar os intestinos dela

com porra. Ela não se agüentou e começou a gemer, "ãim, ãim, ãim...",

gozando junto comigo. Tive os últimos espasmos, esguichando as minhas

ultimas gotas de porra, totalmente atolado no rabo dela.

Cansado me debrucei de vez sobre ela e dei mais umas bombeadinhas como

quem não quer abandonar o local, mas atentei para a hora, já não

tínhamos mais muito tempo, e a contra gosto, com pesar e já sentindo

saudade, tirei o pau de dentro daquele cu. Ela continuava "dormindo".

Agora o cheiro de merda era grande, ia ter que lavar o carro no dia

seguinte, como sempre, mas tinha valido a pena. Cu sempre vale. Comecei

a me limpar o máximo que era possível com papel higiênico. Limpei

também o rabo dela, ajeitei suas roupas e a pus para dormir novamente

deitada no assento do banco. Vesti as minhas calças, coloquei os

sapatos, dei uma última olhada para ela ali atrás, sentei no banco em

frente ao volante, manobrei o carro acendendo as luzes e passei pela

portaria, ganhando novamente a rua.

Quando cheguei em frente a casa dela, a acordei oficialmente:

_ Luci, Luci, chegamos.

Que boa atriz ela era. Abriu os olhos, se esforçou para levantar, eu a

ajudei a sair do carro. Ela procurou as chaves num dos bolsos, ainda

meio tonta. Eu já estava com vontade de comer ela de novo, porque a

filha da puta era muito gostosa, mas perguntei apenas se ela estava

legal. Ela disse que sim. Ajudei-a a entrar em casa e recomendei que

tomasse um bom banho antes de dormir. Ela agradeceu a carona, como se

nada mais tivesse acontecido e nos despedimos, nós dois sabendo o que

tinha acontecido e ambos querendo repetir, mas preferindo deixar para

resolver isso depois.

Foi assim que me tornei amante da Luci, mulher de um amigo, e comendo

muito aquela bunda. É claro que comia também a buceta e fodia a boca

dela, até gozar, porque ela adorava porra, mas sexo anal era nossa

especialidade.

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