Viagem do prazer.
Viagem do prazer.
by: centauro19x5
Numa noite chuvosa fiz uma viagem até a praia, levei uma conhecida cuja família lá residia. Na serra um caminhão havia tombado numa das curvas e o trânsito foi interrompido por cerca de duas horas. Estava frio, ficamos conversando um pouco, jogando conversa fora para o tempo passar.
Na primeira meia hora resolvi descer e avaliar a situação, realmente não havia como prosseguir, a Polícia Rodoviária estava aguardando um guincho para liberar a pista, restava aguardar. Voltei para o carro, tremendo de frio.
Fiz um resumo para minha caronista e continuamos a conversar. Dentro do carro estava mais quente, os vidros embaçados, lá fora o chuvisco fino continuava a cair.
- Que tempo horrível – comentei. – Espero que lá na praia não esteja chovendo e nem tão frio.
- Tem razão. Como vai demorar, este tempo está bom para namorar um pouco aqui no carro.
Para minha surpresa, colocou a mão em minha perna e se aconchegou a mim, oferecendo os lábios, nunca houvera nada entre nós.
Retribuí o beijo naqueles lábios macios que se movimentavam agradavelmente sobre os meus. Abraçamo-nos, eu sentindo seus seios arfando contra meu peito. Pouco a pouco os beijos começaram a aumentar de intensidade, as pontas de nossas línguas se roçando de quando em quando.
Coloquei a mão sob seu casaco e fui subindo até empalmar um seio por sobre a roupa, Andréia afastou-se um pouco para facilitar meu acesso, receptiva. Soltei dois botões de sua blusa, meus dedos encontraram o seio nu e intumescido, fiquei brincando com o mamilo enrijecido, fazendo-a se retorcer de prazer.
Sua mão em minha perna começou a subir lentamente, em pouco tempo acariciava meu pau latejante, fazendo-me soltar seu seio e retribuir esta carícia. Levei a mão para seu joelho e avancei por sua coxa, meus dedos encontraram sua racha quente e convidativa molhada por suas secreções lubrificantes, ela também nada usava por baixo da saia.
Andréia desfivelou minha cinta, ajudei-a descendo o zíper, o caralho saltou enorme, ela imediatamente o pegou e começou lentos movimentos de vai-e-vem. Beijei sua nuca e enfiei a ponta da língua em sua orelha, ela não agüentou mais protelar.
- Como reclino este banco? – murmurou.
Os vidros embaçados nos ocultariam de algum olhar indiscreto, desci o que deu o encosto de seu banco. Com dificuldade passei por sobre o câmbio, enquanto ela erguia a saia, abria e dobrava as pernas. Coloquei-me entre elas, Andréia agarrou meu pau latejante e o conduziu para a racha esfomeada.
No frio da noite o caralho penetrou profundamente aquela buceta escaldante. Ela ajeitou-se, de modo que meu pau a preencheu completamente, abraçou-se a mim, envolveu-me com suas pernas e começou a se movimentar com volúpia, minha pica indo e vindo deliciosamente dentro dela.
Andréia arfava e gemia sob minhas estocadas, em pouco tempo um forte orgasmo tomou conta e estremeceu seu corpo. Imobilizei-me dentro dela, sentindo no caralho as contrações de sua buceta. Tirei o pau de sua buceta encharcada e fui para meu banco, lá na frente os primeiros carros estavam acionando os motores.
- Lá na praia farei você gozar de verdade – prometi.
Fomos conversando, ela de pernas abertas, ainda deitada no assento reclinado, a mão segurando meu caralho em suaves movimentos.
- Cuidado com essa punheta – preveni. – Quero gozar, mas dentro de você.
Ela riu, dizendo que não via a hora de chegarmos na praia.
Cerca de uma hora e meia depois eu estava guardando o carro na garagem. Acendi as luzes da sala, entramos, ela começou a subir as escadas à minha frente. Para me provocar ergueu a saia, fiquei apreciando suas pernas grossas subindo os degraus, a bunda ondulando, convidativa.
Abraçamo-nos defronte a cama e nos despimos a seguir, com gestos febris e apressados. Andréia então deitou-se, fiquei admirando por alguns momentos seu corpo delicioso que eu iria foder, agora sem pressa e sem interrupções
Pernas estiradas e ligeiramente entreabertas, os pés delicados se ligando a tornozelos finos, as pernas se alargando em panturrilhas grandes e torneadas, os joelhos roliços. As coxas grossas se alargavam cada vez mais em direção ao vértice onde se encontravam na racha recoberta por pêlos negros e sedosos, os quadris largos e generosos, ressaltados pela cintura fina, mais acima os seios túrgidos que pediam para serem acariciados.
Eu, por minha vez, estava de pé ao lado da cama, o caralho em riste, grande, grosso, duro, inchado, latejando de tesão e vontade de me enfiar nela.
- Venha... me fode... – pediu, abrindo e dobrando bem as pernas. A buceta se entreabriu ainda mais, brilhante, encharcada por suas secreções, ansiosa por pica.
Coloquei-me entre suas pernas e encostei a cabeçorra do caralho em sua racha faminta. Sem me deitar sobre Andréia, comecei a avançar e recuar meu corpo, a glande de meu cacete entrava e saía, deixando-a louca de tesão. Propositadamente lento, fui me aprofundando pouco a pouco em sua buceta deliciosa.
Quando eu enfiava o caralho, Andréia erguia os quadris, projetando a buceta contra meu cacete, fazendo-o penetrá-la e preenchê-la com sofreguidão. Estendeu os braços e me fez deitar sobre ela, os seios comprimidos sob meu peito, o cacete, gigantesco, indo e vindo sem parar naquela buceta apertadinha, o estrado do colchão rangendo sob nossos movimentos desencontrados.
Sob minhas fortes estocadas Andréia começou seguidamente a gemer baixinho. Eu intercalava movimentos fortes com lentos, levando-a à loucura sob mim. Arfante, aos poucos seus gemidos se transformaram em gritos, e ela gozou fortemente em minha pica, eu indo e vindo sem parar em suas profundezas.
Tirei o caralho de sua buceta encharcada e virei Andréia de lado, cavalgando uma de suas pernas e mantendo a outra dobrada. Meti o caralho nela, encaixei-me naquele vértice e fiquei a fodendo deliciosamente, sentindo e vendo o caralho entrar e sair naquela racha apertadinha, suas nádegas gostosamente pressionadas por minha perna.
Enquanto a fodia febrilmente eu acariciava um dos seios, o mamilo intumescido entre meus dedos, aumentando ainda mais as mútuas sensações de prazer em nossos corpos. Aos urros ela gozou mais uma vez, eu sentindo as fortes contrações de sua buceta que pressionavam meu caralho.
Ergui-me, e sem tirar o pau de seu corpo fogoso, terminei de vira-la. Andréia se acomodou de bruços sob mim, as pernas abertas e estiradas, começou a oscilar para cima e para baixo a bunda encaixada em meu corpo, gemendo sem parar.
Eu avançava o caralho com volúpia em sua bunda deliciosa, as nádegas fartas se esfregando em meu pau que ia e vinha sem parar em sua buceta gostosa. Fiquei por alguns momentos segurando-a pelos quadris, acompanhando o entra-e-sai em sua abertura fervente.
Coloquei-a de quatro. No valo profundo entre as nádegas, seu ânus oscilava sob seus movimentos, ligeiramente aberto, denunciando que Andréia também praticava sexo anal com regularidade. Diante desta constatação meu pau ficou maior ainda em sua buceta.
Reclinei-me em suas costas, envolvi seus seios com as mãos e a fodi delirantemente, fazendo-a gozar aos berros mais uma vez, tive que me segurar para não acompanhá-la.
Tirei o caralho pingando de sua buceta e a virei na cama outra vez. Deitada como no início, Andréia abriu e dobrou as pernas outra vez. Recoloquei-me entre suas coxas e fiz o caralho entrar e sair mais algumas vezes de sua racha apertadinha. Comecei a deslizá-lo ao longo de seu grelinho, avancei meu corpo, minha pica ficou quase que na vertical. Com nossos movimentos, a cabeçorra de meu pau começou a empurrar o molhado da buceta de Andréia cada vez mais para baixo, besuntando seu ânus sem que ela se desse conta disso, ou melhor, se desse conta de minhas intenções.
Então abracei os quadris daquela mulher fogosa e os ergui, em seguida dobrei ainda mais suas pernas, colocando seus joelhos praticamente sobre seus seios. Sob ela sua bunda se projetou ainda mais, curvilínea, volumosa, o negro de seus pêlos sedosos recobrindo parcialmente sua racha.
Segurei o cacete com a mão direita e encostei a cabeçorra naquele cu agora lubrificado externamente. E então devagarinho, bem devagarinho, me empurrei para dentro dele, sentindo aquele anel de fogo se dilatar e abocanhar deliciosamente meu caralho. Com um gemido de prazer Andréia se imobilizou para que eu a penetrasse.
Fiquei parado, sentindo a cabeçorra de meu pau engolido e pressionado indescritivelmente, comecei a fazer pequenos e cuidadosos movimentos de vai e vem.
Aos poucos aquela mulher deliciosa começou a corresponder, também oscilando seu corpo de encontro ao meu. Abaixei meus quadris, deixando o caralho agora praticamente na horizontal, acompanhando a direção de sua espinha. Venci sem dor para ela a barreira de sua outra abertura e com cuidado fui me aprofundando naquele cu apertadíssimo. Indo e vindo lentamente, cada vez mais fundo, aos poucos me enfiei totalmente nela, meus dezenove centímetros totalmente cravados em seu corpo, o caralho gigantesco, latejante, indescritivelmente comprimido naquele outro túnel de fogo.
Ela não acreditou onde eu chegara, inseriu a mão entre nossos corpos até chegar onde eles se uniam, constatando incrédula que realmente o caralho estava todinho dentro dela.
- Está inteirinho dentro de mim... não acredito... – murmurou.
- Na buceta não cabia... inteirinho só no seu cu. Como você é gostosa, Andréia...
Ela me abraçou e me puxou para si.
- Mete, come meu cu... – começou a repetir vezes sem conta, movimentando-se fogosamente sob mim enquanto o caralho ia a vinha sem parar em seu anel de fogo e seu grelinho se atritava contra meu púbis, seus seios roçando meu peito.
Eu mal conseguia me mover, completamente enfiado naquela mulher maravilhosa que eu estava levando às nuvens, e que também para lá me conduzia.
Seus gemidos de prazer se acentuaram e transformaram-se em gritos de êxtase quando ela gozou desvairadamente em minha pica, seu cu me comprimindo e sugando com sofreguidão.
Virei-a de bruços novamente, Andréia abriu bem as pernas e empinou a bunda, seu cu, dilatado pelos cinco centímetros de diâmetro de meu pau, me aguardando esfomeado.
Não a deixei esperar, reclinei-me sobre ela.
- Me enfie em você – pedi.
Ela agarrou meu pau latejante e o levou para o cu onde me enfiei lentamente mais uma vez. Conforme meu caralho ia se aprofundando aos poucos, naquele vai e vem delicioso, Andréia começou a se movimentar selvagemente sob mim, fogosa, gulosa por minha pica que a preenchia com volúpia
Envolvi um dos seios com a mão esquerda, enquanto a outra dedilhava seu grelinho. Aos urros ela começou a gozar mais uma vez, apertando as nádegas contra meu pau que, gigantesco, profundamente enfiado nela, finalmente começou a esporrar profusamente, inundando seu outro túnel de fogo com meus jorros quentes e densos.
Extenuado, deitei-me de lado e a puxei para mim, dormimos ligados por nossos sexos.
De madrugada acordei ainda dentro dela, meu pau se enrijeceu novamente em suas entranhas quentes, ela despertou e recomeçamos tudo outra vez.