DESVIADOS

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QUE PESCAR QUE NADA.

QUE PESCAR QUE NADA.

by: paulo_2009

QUE PESCAR QUE NADA...

Sexta feira dia de sol, fomos a um pesqueiro. Chegamos por volta das treze horas, limpamos o local, pra curtir um bom fim de semana. Quando a maioria dos amigos já estava na beira do rio, aparece uma linda senhora de uns quarenta anos, de boa aparência, oferecendo-nos preparar as refeições por um preço razoável, o que aceitamos de comum acordo. Ela morava com a mãe perto dali e não tinha nenhum problema em cozinhar para nós, pois, vivia disso. Ficamos conversando nós dois um bom tempo. Então ela se foi e nos pusemos a pescar. Quando chegou a hora do jantar, lá estava ela com tudo prontinho, um cheirinho gostoso de comida caseira. Enquanto saboreávamos o jantar, percebi que ela conversava com um dos amigos lá fora sob umas árvores, e me pus a observar curioso. Em um momento eles se beijaram sem se preocuparem se havia alguém perto ou não. Mais tarde eu preparava alguns equipamentos dentro de um dos quartos da casa e ela veio puxar prosa. Falou-me que morava com a mãe num sitio ali perto. Fizemos boa amizade e ela me pediu que a ajudasse a levar os utensílios pra casa dela. A mãe havia saído, e fiquei sabendo de muita coisa de Izabel e nosso relacionamento foi se aprofundando, até que nos abraçamos e nos beijamos. Dona Izabel beijava com avidez, tinha lábios quentes, e entre caricias e sussurros nos despimos e nos entregamos a um amor intenso. Eu chupava os bicos dos seios, ela gemia, procurava meu cacete com as mãos, pegava, apertava, punhetava, sentia ele pulsando e crescendo na mão e sua respiração se agitava. Puxei-a pra cima de mim e iniciamos um sessenta e nove delicioso, eu metia a língua na bocetinha e ela mamava com prazer. Posicionei-me entre as pernas dela e meti a pistola devagar até chegar no fundo da gruta. Dona   Izabel metia, gemia, rebolava, um tesão de mulher e eu metia cada vez mais rápido fazendo ela gozar logo e ela urrava de prazer e eu ali metendo tudo acelerando cada vez mais até que gozei inundando aquela boceta deliciosa apertada pro meu pau grosso. Ficamos ali um tempo até que repuséssemos nossas energias e começamos de novo a meter sem parar. Ela gemia e pedia mais, e metemos mais uma vez. A segunda gozada foi mais gostosa que a primeira talvez por termos demorado mais. Ficamos enroscados um tempo nossos corpos suados até que nos separamos e nos pusemos a conversar. Continuamos nus nos apreciando, olhares gulosos, ela acariciava minha pistola toda esporrada, ora dava umas mamadas, ora apenas acariciava e eu beijava seus bicos, metia a língua na sua boca. De repente ela virou-se de bruços e pediu que a fodesse no cu. Aceitei de imediato, parece que meu pau saltou quando ouviu esse pedido, então, passei a lamber o cu, metia a língua, ela gemia e pedia pistola. Mete querido, fode meu cu fode. Coloquei-me entre as pernas delas ligeiramente abertas, pincelei o cu encostei a cabeça e empurrei. Ouvi um gritinho, abri a bunda dela e empurrei mais, ela gemia eu empurrava e pediu pra eu parar um pouco. Fiquei no cu dela, depois comecei foder de novo num vai e vem delicioso e lento. Ela foi se acostumando e iniciamos então pra valer um vai e vem forte continuo e rápido. Eu a segurava pela cintura, metia a pistola todinha ela se remexia, gemia, chorava, mas dizia que tava gostoso e que a dor tava amenizando. Fodemos muito até que gozamos   juntos. Não parei de foder mesmo depois de gozar e fui diminuindo as estocadas. Empurrei-a pra cama e me deitei sobre ela com a pistola dentro do cu dela e ficamos assim nos curtindo. Nos beijávamos nos acariciávamos e ela pediu que tirasse, pois começava incomodá-la um pouco. Tirei a pistola toda lambuzada de porra e nos deitamos lado a lado. Não sei dizer quanto tempo ficamos ali abraçados e cochilando até que acordamos e fomos pro chuveiro para uma merecida ducha. Tomamos um delicioso banho e então ela se abaixou e começou chupar meu pau limpinho, não gozei pois não agüentava mais e ela me deixou doido de vez. Saímos do chuveiro, nos enxugamos um ao outro nos vestimos e fomos pra cozinha onde eu a ajudei a arrumar tudo, lavar as vasilhas, os talheres, enfim dei uma grande força pra ela. Despedi-me e voltei pro rancho e fui alvo de muitas perguntas, mas, me esquivei de todas. O restante da noite se passou normal dormimos todos e no dia seguinte pescamos muito, limpamos tudo, pois estava chegando nossa deliciosa cozinheira para nos trazer o almoço. Todos se fartaram e foram pra cidade curtir os botecos. Eu fiquei no rancho curtindo a cozinheira. Enquanto ela lavava os utensílios eu a enconchava, passava as mãos na bunda dela, nos peitos, beijava a boca carnuda. Ela continuava lavando não sei de que jeito, mas eu continuava ali curtindo aquele bunda e assim que ela deu por terminada as tarefas, se virou, sentou-se num banquinho e se pôs a mamar a minha pistola, forte cadenciando os movimentos e então eu segurei a cabeça dela com força e gozei tudo. Ela tossiu engasgada mas não tirava a boca e continuava mamando. Puxei a pistola e a levei pro quarto no meu beliche. Nos despimos e fizemos um   sessenta e nove e quando me preparava para fode-la de novo, aparece um colega e vendo aquela cena, quis também participar da festa no que ela topou na hora. Então começamos a deixar aquela mulher mais louca ainda com nossas línguas, nossas pistolas duras grossas. Enquanto eu metia a língua na boceta, o colega metia o pau na boca e ela chupava forte, mamando e punhetando o amigo até que ele gozou também. Então eu me deitei de barriga pra cima, ela veio meter a boceta no meu cacete, enquanto o colega meteu no cu e ele tinha o cacete do tamanho do meu, grosso. Iniciamos uma foda gostosa e lentamente até ela se acostumar e depois nos pusemos a fode-la bem rápido e ela gemia e gritava de tesão nos levando a loucura. Quando eu metia o colega mantinha o pau no cu parado depois eu parava e ele fodia o cu até que chegamos ao clímax, ela dizendo-se cansada de tanta pistola pediu que gozássemos e então foi uma enxurrada de porra naquela boceta e naquele cu. Enquanto gozávamos eu a beijava gostoso até que nos abraçamos a ela, a apertamos e demos a ultima socada naquele cu e naquela boceta ouvimos um grito rouco de Izabel então demos por terminada nossa foda. Tiramos as pistolas e Izabel deitou-se toda esporreada, pernas abertas, demonstrando cansaço e satisfação. Ela foi pro banho e nós ficamos conversando sobre aquela gostosura no alpendre, quando meu colega me perguntou: E agora Paulinho, que faremos mais tarde? Eu respondi: Mais tarde, amigo, nós vamos pescar boceta. Logo Izabel saiu do chuveiro, se arrumou toda, vestiu-se e nos disse toda agradecida: Muito obrigada pintudos deliciosos, adorei essa foda. Então ela pegou seus pertences e se foi. Às cinco horas chegavam nossos colegas todos bêbados e cantando, mas, nada dissemos a eles e fomos pro barranco pescar esperando a noite chegar,   pegamos alguns peixes grandes, preparamos todos, temperamos pro dia seguinte e nos lavamos pro jantar trazido por Isabel, todos se fartaram, pois a comida é de melhor qualidade, muito saborosa. Eu acompanhei depois Izabel até sua casa, pois, já era noite e voltei pro rancho. No dia seguinte, pescamos logo pela manhã e os colegas foram passear na cidade. Eu fiquei e fui visitar Izabel. Quando cheguei percebi já era tarde, meu amigo que junto comigo fodeu Izabel, já estava lá e se preparando pra sair com ela. Nos cumprimentamos os três e eles saíram. Então eu fiquei lá conversando com a mãe de Izabel. Papo vai papo vem dona Mirna me confidenciou que estava feliz porque a filha havia encontrado ótimos amigos, e, se não fosse a idade já avançada ela gostaria muito de participar da festa. Então eu lhe disse que a achava ainda muito charmosa começando envolvê-la num clima gostoso. Ela tinha um corpo médio sem grandes atrativos, mas era simpática e de boa aparência. Ela se levantou e foi pra janela pensativa e esfregando as mãos demonstrando um certo nervosismo e eu fui atrás dela e fiquei acariciando-lhe os braços por trás, sentindo-a se arrepiar toda. Investi mais ousadia e me grudei na bunda já de pau duro e ela estremeceu. Então eu a virei de frente pra mim beijando-a nos lábios demoradamente. Parecendo que desfalecia eu a peguei no colo e a levei pra cama ficando do lado dela lhe acariciando todinha e beijando demorado. Ela se abria todinha e pude sentir a xana molhada. Dona Mirna gemia muito de prazer e eu comecei despir-me. Vendo minha pistola grossa duríssima ela pegou ficou acariciando enquanto eu a despia. Estando ambos nus ela se mostrou preocupada então eu lhe disse: relaxa. Estamos sozinhos. Levei a pistola na sua boca, enfiei vagarosamente até ela tossir, puxei e ali fiquei sentindo a sua língua quente passeando em toda extensão. Puxei dona Mirna pra cima de mim e comecei um 69 caprichado levando-a a loucura. Metia a língua na xana, mexia muito, enfiava um dedo, subia a língua até o cu e dona Mirna chupava e gemia muito. Ela deitou de costas na cama eu lhe abri as pernas, pincelei a xana com a ponta da pistola e enterrei tudo. Ela gritou pois fazia bom tempo que não metia e então comecei um vai e vem lento curtindo aquele momento. Ela estava com muita vontade de meter e eu a atendi com o máximo prazer. Segurava-a pelos flancos, metia a pistola num vai e vem cadenciado, prazeroso, dona Mirna gozava intensamente e gemia muito. Abraçava-me com as pernas me forçando meter mais fundo. Eu socava com vontade pondo e tirando a pistola, sentia o gozo dela aquecer-me ate que gozei. Ela sentindo meus jatos quentes me agarrou e me fincou as unhas nas costas gozando simultaneamente comigo. Ficávamos ali abraçados e extenuados sem querer largar. Beijava muito, chupava sua língua, devorava dona Mirna. Naquele momento nos dois éramos o mundo todo. Deixamos nossos corpos caírem de lado ainda abraçados, nos olhando satisfeitos. Minha pistola sumida dentro dela sem pressa de sair. Minhas mãos corriam pelo seu corpo sentindo cada curva ainda marcante e eu sentia as mãos dela também no meu corpo no mesmo ritmo. Passados alguns minutos, nos separamos e ela se pos a acariciar minha pistola lambuzada de porra, dizendo que eu deveria preferir mulheres mais novas, etc. então eu disse a ela que estava adorando meter nela e que gostaria de comer o cu dela. Então ela assustou-se, disse que nunca tinha dado o cu, mas, eu lhe disse que não tivesse receio, pois, eu meteria com cuidado e carinho e que se doesse eu pararia. Continuei acariciando-a até que ela topou meio ressabiada. Então eu meti a cabeça da pistola dentro dum pote de margarina que estava na mesa da cozinha e mandei que ficasse de quatro com a bunda voltada pra mim. Alisei e acariciei o cu dela sentindo ela se arrepiava toda, piscava o cu com medo, mas, não tive pressa até que comecei enfiar o dedo. Passei a meter dois dedos, girava-os dentro e ouvia aquele gemido convidativo e enfiava mais. Quando percebi que ela empurrava a bunda pra trás, contra o meu dedo eu encostei no cu dela e metendo devagar. Assim que a cabeça começou entrar ela gritou, eu parei e fiquei uns instantes com meia cabeça enfiada e tornei a empurrar com força e ela gemeu mais alto e eu a mandei fazer força com o cu como se fosse expulsar minha pistola pra fora até que a cabeça entrou e eu ouvi o berro maior.. Ela fazia careta de dor e eu ali com a cabeça no cu dela latejando, parado, esperando oportunidade de empurrar mais pistola. Enquanto aguardava, acariciava as coxas dela, a bunda, os peitos, enfiava dedo na boca. Quando percebi que ela estava mais relaxada segurei-a pela cintura e meti a pistola com força, ela gemia e eu empurrava e metia tudo devagar sentindo o cu apertando-me a pistola. Então comecei a por e tirar e ela foi se acostumando e gostando.Comecei meter mais rápido sentindo o cu dela lacear até que comecei cavalgar. Meti até não agüentar mais segurar e lhe enchi o cu de porra, até parecia ser a primeira metida do dia e ela também já gozava dando o cu. Ela estava gostando e eu adorando. Metemos muito e o cu dela não mais oferecia resistência. Depois que gozei fiquei engatado nela sem querer sair e a puxei com jeito pro meu colo com a pistola dentro e ficamos ali conversando por alguns minutos. Algumas vezes ela rebolava pra sentindo o cu preenchido e se deixou ficar no meu colo. Recomecei a meter de baixo pra cima e ela me disse que queria gozar mais, e eu tirei a pistola do cu dela, fomos ao banheiro e ela me lavou na pia com muito carinho e voltamos a meter no sofá. Eu a peguei de quatro metendo na xana, soquei forte, firme até sentir ela relaxar e gozar gostoso e aumentei o ritmo da foda pra gozar também. Metia gostoso acelerava o ritmo, socava pistola toda na xana até que gozei mais uma vez. Abracei-me a ela por trás segurando firme em volta do corpo dela e meti gostoso socando com força. Nos cansamos, paramos fomos pro chuveiro tomamos um banho delicioso e ela gemia cada vez que passava água no cu, mas feliz voltamos pro sofá e ficamos como dois amigos sentados conversando e nos acariciando com gosto, e eram quase duas horas da madrugada eu me despedi dela e voltei pro rancho cansado e de pernas bambas de tanto meter e gozar. No rancho todos dormiam não fiz barulho me deitei e logo peguei no sono. Quando acordei lá pelas onze horas, todos já haviam saído, então me lavei, tomei um banho gostoso e fiquei na rede pensando em fazer algo para as duas, antes de irmos embora. Então tive a idéia de adiarmos nosso retorno e dar uma melhorada na casa das duas mulheres, conversei com os amigos e eles toparam, afinal, somos donos dos nossos narizes. Fomos a casa delas, pedimos licença e avaliamos tudo que precisaríamos fazer para deixar a casa delas bem bonita e aconchegante. Fomos pra cidade e compramos tinta reboque pinceis e começamos a reforma que durou dois dias trabalhando todos os oitos juntos. Remendamos tudo que tinha falha, pintamos todas as paredes combinando com o teto branco, e, quando tudo terminou ficou algo extraordinário e elas adoraram. Então elas disseram que fizeram um bolo pra comemorar tudo e todos comeram com prazer. E como era apenas quarta feira, esticamos a estada até domingo. Deixamos a casa aberta um dia inteiro pra sair o cheiro de tinta e nesse dia elas não cozinharam, pois, nós nos propusemos cozinhar pra elas e foi um ótimo espetáculo. Elas se divertiram muito e nós também. De repente Izabel se atracou com o amigo que a tinha fodido e começou beijá-lo e então todos quiseram beijá-la também. Aí a coisa pegou fogo, pois a mãe dela estava comigo lá fora na beira do rio e me beijando gostoso de tão feliz, dizendo que eu era o novo homem da vida dela. Enquanto eu comia dona Mirna no barranco, os amigos se divertiam com Izabel na casa e então começou uma putaria lascada. Dona Miriam me chupava tão gostoso que tive que me segurar pra não gozar logo. Tirei o pau da sua boca mandei que ficasse de quatro no barranco e comecei foder na boceta Ela gemia e segurei-a pela cintura meti a pistola toda soquei forte e firme ela gozava e urrava de tesão e prazer até que gozei junto com ela. Abracei dona Mirian com força por traz com a pistola dentro nos deliciando e me sentei no barranco com ela no meu colo e a pistola dentro. Que delicia meter no barranco. Ficamos um tempo ali descansando da primeira metida e imaginava como estaria a boceta da Izabel. Então decidimos subir, perguntei se ela toparia entrar no jogo ela aceitou, assim que entramos ela já pegou no meu cacete de novo. No quarto tinha três colegas metendo na Izabel que delirava de prazer. Dona Mirian assim que viu a cena foi logo pegando minha pistola e chupou gulosamente. Como já havia gozado na boceta dela optei por meter no cu macio de dona Mirian, ela se pôs de quatro eu passei saliva e encostei a pistola empurrando firme. Outro colega chegou meteu a pistola na boca dela e começamos então meter. Com a minha pistola todinha enterrada no cu comecei socar bem forte segurando-a pela cintura sem querer saber se doía ou não, fui socando e o cacete entrava gostoso. Eu a ouvia resmungar algo com a pistola do amigo na boca e percebi que chegava o gozo. Não segurei, enchi o rabo dela de porra uns três jatos fortes bem gozados. Assim que tirei a pistola veio outro amigo e aproveitou a porta aberta e mandou pistola na dona Miriam e ela adorou, pois não disse pra ninguém tirar nada. Parei um pouco pra descansar, pois tinha dado duas metidas na dona Mirian, e fiquei observando a putaria. Logo outro colega sugeriu que dona Mirian montasse nele deixando outro colega vir no rabo dela e assim começaram os três a foderem dona Mirian e outros três fodiam dona Izabel. Sobraram eu já cansado de foder dona Mirian e outro amigo esperando pra entrar na farra, pois tinha fodido Izabel antes de trazê-la pro rancho. Era uma festa e tanto e as duas mulheres só pediam pra mudar de posição, pois os joelhos delas doíam e elas então ficavam com o cu no que estava deitado no colchonete, outro por cima na boceta e outro na boca, o mesmo acontecendo com dona Mirian. Até houve um comentário gostoso de Izabel pra mãe dizendo que o pagamento pela reforma da casa estava sendo barato e muito prazeroso. Logo que dois saíram de dentro das mulheres eu e o colega que já havíamos descansado começamos meter novamente, eu na Izabel e o colega na dona Mirian. Metemos a tarde toda, avançando noite adentro e acabamos por dormirmos todos ali no rancho pelados e esporrados. Alguns ficaram com as pistolas atoladas nas mulheres. Foi uma delicia e tanto. No dia seguinte quando começamos a acordar, as mulheres fizeram algum esforço pra saírem de entre os pintudos e foram pro chuveiro. Eu me levantei fui me lavar no tanque e vi as duas indo pra casa dizendo: puxa Paulinho que putaria mais gostosa esperamos que vocês não desapareçam. Eu disse, não se preocupem antes de irmos embora faremos mais uma festinha, ok? Elas sorriram e disseram que hoje não haveria almoço que era pra gente comer na cidade. Aceitamos de bom grado. Teríamos que nos preparar pra despedida durante a última noite no rancho. Nesse dia todos nós ficamos na cidade jogando bilhar, passeando, recordando as delicias saboreadas. Combinamos de nos despedirmos delas nessa noite e partirmos pela manhã assim que acordássemos. Lá pelas, quatro horas da manha voltamos pro rancho, mas, passamos primeiro na casa de Izabel e dona Mirian. Encontramos as duas nas redes que lhes demos de presente. Assim que nos viram se levantaram sorrindo vindo nos receber já nos beijando e nos acariciando e fomos entrando. Todos nos despimos e nos dedicamos às duas com o máximo prazer. Começamos ali uma despedida em regra, elas chupavam nossos cacetes e eram chupadas, beijadas, acariciadas com o maior prazer pelos oito companheiros tarados. Assim que começaram gemer de prazer começamos a meter e fizemos fila, uns metiam nas bocas, outros já começavam meter nas bocetas e outros já procuravam os cus. Elas pediam calma para todos nós, dizendo que meteriam com todos. Comecei meter na dona Mirian segurando-a pelas coxas metendo na boceta enquanto ela chupava a pistola do amigo gemendo de prazer por eu estar dentro dela socando sem parar. Comecei devagar, depois fui aumentando o ritmo, sentia toda aquela boceta passeando na minha pistola grossa, socava fundo, forte e cada vez mais. Ela gozava, gritava de tesão, de prazer e pedia mais pistola, então, eu gozei. Eu tirei a pistola outro colega meteu a dele devagar aumentando o ritmo conforme ela gemia. O colega que tinha a pistola na boca de dona Mirian também a encheu de porra, dando lugar pra outro pintudo meter naquela boca aberta já esperando a próxima pistola pra mamar. Fizemos rodízio de boceta, de cu, de peitos, de bocas gulosas. Um tirava a pistola outro vinha e enfiava e passamos a tarde toda ora em Izabel, ora em dona Mirian. Todos os oito homens foderam as mulheres, e gozaram demais com elas. Nos dividimos em quatro com dona Mirian e outros quatro com Izabel. Depois mudamos os grupos. Cansados de esporrear na boceta, metíamos no cu delas, enquanto um colega ficava deitado uma delas metia a boceta no cacete dele outro ia por trás e metia no cu. Humm que delicia meter no cu de dona Mirian tão apertado. Ela já começava gemer só de sentir a cabeça no cu, pedia calma, chorava e eu metia, assim que passava a cabeça já empurrava tudo pra dentro. Então começava meter de verdade enquanto o colega metia na boceta. Eu cavalgava-lhe o cu branco contrastando com minha pistola negra grossa que sumia dentro dela a cada estocada. E quando ia gozar acelerava as metidas chegando a cavalgar naquela bunda e enchia-lhe o rabo de porra, um, dois, três jatos, que metida mais gostosa. Também ali no cu dela, tão logo eu saia outro vinha e metia de novo, pra não deixar buraco nenhum vazio. Quando era minha vez de meter a pistola na boca de dona Mirian, ela me chupava e me piscava o olho demonstrando o enorme prazer que sentia. Certa hora Izabel pediu minha pistola na bunda e eu não me fiz de rogado. Tirei a pistola da boca de dona Mirian e logo fui meter no rabo de Izabel que a recebeu gemendo e dizendo, fode meu cu com vigor, fode querido. Então obedecendo as ordens, eu meti toda pistola naquele cu, socando até o talo, fazendo Izabel gemer e gozar muito, acelerando cada vez mais, até que gozei também naquele cu enchendo-a com o que restava de porra. Paramos de meter cansados e nos deitamos ali mesmo no tapete e dormimos. A casa toda cheirava porra, mas, todos estávamos mais que saciados. Quando acordamos, fomos pro chuveiro e enquanto algum de nós tomava banho, elas ainda arriscavam uma chupeta num e noutro. Ninguém lhes negou nada. Afinal chegou o momento de partirmos, não sem antes prometer que voltaríamos.

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