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Memórias de um brasisleiro bissexual - o Início

Memórias de um brasisleiro bissexual - o Início

by: sexo bi

Estava sumido, trabalho e mais trabalho, passei um mês viajando, sem tempo pra mais nada, mas finalmente ai vai meu terceiro relato, onde relato o início de tudo.

Quando eu tinha 06 anos minha tia ficou viúva, ela não tinha filhos, tínhamos muitas afinidades, eu sempre estava na casa deles, tratavam-me como filho, assim fui morar com ela.

Foi ótimo para mim, era tratado como filho único, tudo era sempre em função das minhas vontades. Mas também, acredito que isso colaborou para minhas opções sexuais que até hoje influenciam na minha vida, mas vamos aos fatos.

Próximo de onde eu morava tinha um menino na mesma idade que eu, já contava com 07 (sete) anos, ele tinha uma irmã que acredito ter uns 14 anos na época. Nós brincávamos sem brigar, assim nossas famílias achavam conveniente a amizade e sempre eu estava na casa dele, tinha muita liberdade, podia entrar sem bater, até dormi na casa dele algumas vezes. Tudo mudou um certo dia, era um sábado a tarde, tinha ido com minha tia na casa dos meus pais, quando retornamos fui logo visitar meu amigo, entrei na casa dele e vi sua irmã com amigas, todas com poucas roupas, mas ninguém estava nu, perguntei por ele:

- Entre, ele está nos fundos, disse ela.

Como tinha total liberdade na casa fui procurá-lo, mas não o encontrei e quando virei-me para falar algo, vi algo o que poderia deixar-me com sério trauma, simplesmente ela estava vestida só de blusa, sem calcinha e a xaninha dela estava em direção ao meu rosto com as amigas olhando e rindo, não deu outra, dei um grito bem alto de medo mesmo, pois nunca tinha visto nada como aquilo, lembro era bem cabeluda. Assim foi minha primeira “experiência” no sexo, poderia ficar com trauma de buceta e detestá-las, mas ao contrário adoro-as, rsrsrsrs.

Depois disso, nunca mais fui na casa deles, todos entranharam, mas com isso acabei conhecendo outro menino, próximo de casa, já estava próximo dos 08 (oito) anos e ele com 09 (nove) anos, a casa dele ficava no trajeto do colégio onde estudava, fizemos amizade ia sempre a casa dele, ele tinha duas irmãs, mas à tarde ele sempre ficava só e às vezes eu ficava na casa dele e brincávamos muito. Um dia ele disse pra mim:

- Vamos fazer uma coisa que eu vi minha irmã fazer com o namorado dela, disse ele.

Eu bobo concordei na hora, ele pediu para eu ficar de costa pra ele, obedeci e ele chegou por trás e ficou roçando em mim, assustei-me no primeiro momento, quis sair, mas ele segurou-me e disse-me:

- Fique é assim que eles fazem e ela disse que é gostoso, vamos fazer assim também.

Acabei obedecendo e confesso que depois de algum tempo comecei a gostar, sentia algo cutucando por trás em mim e uma sensação muito gostosa. Percebi que com o tempo, nos dias que correrão, que ele fazia com mais força e ficava mais gostoso ainda. Então disse eu também quero fazer em você, ele deixou, achei bom, mas gostava mais quando ele fazia. Então fazíamos sempre eu primeiro, pouco tempo, e depois ele ficava por trás na maior parte do tempo.

Era uma brincadeira inocente, só fazíamos quando estávamos sozinhos é claro, mas muito prazerosa, nós já tínhamos uma certa ereção e ele, por ser mais velho, tinha o pinto maior que o meu. Com o tempo a coisa foi ficando mais quente, pois ele procurava imitar o cunhado. Assim, ele disse pra gente ficar nu, pois viu o cunhado fazer na irmã dele, baixei o short e ele também, pude sentir o pauzinho dele roçando na minha bunda, agora só ele que fazia em mim, pois era muito bom senti-lo por trás. A cada dia ficava melhor, mais intenso, eu encostava na parede e ele encoxando-me, era muito bom, embora tínhamos inocência dos nossos atos. E tudo evoluía de acordo com o que ele via a irmã fazer. Certo dia ele disse vamos fazer na minha cama, claro que ele viu a irmã fazer. E lá fomos nós, eu sem entender como seria, baixei o short e ele também, obedeci deitando na cama, ele pediu pra virar, ficar de bruços obedeci e ele veio por cima, no inicio não quis, mas era isso ou eu ir embora, acabei obedecendo, no fundo depois adorei, era mais gostoso mesmo, ele por cima roçando na minha bundinha e meu pauzinho roçando na cama. Tudo estava muito gostoso, mas depois algum tempo, não sei o que ele viu a irmã fazendo, só sei que ele começou a mirar seu pauzinho no meu buraquinho e fiquei com medo daquilo, quando comecei a recusar ele ficou violento querendo fazer a força, isso foi terrível, só estávamos nós dois na casa, fui para debaixo da cama com medo, ele tentava pegar-me de todo jeito, por sorte a dita irmã chegou em casa, deu tempo de vestirmos a roupa, mas ela percebeu algo errado, sai correndo pra casa e nunca mais voltei a casa dele, menos outro amigo, rsrsrsrs.

Depois de um ano mudamo-nos para outra casa, para que pudesse estudar numa escola melhor, naquela época televisão colorida era coisa rara, tínhamos em casa uma preto e branco mais comum naqueles anos. Mas, próximo onde morava tinha uma casa que os meninos sempre iam lá assistir desenho animado, sempre no período da tarde. O dono da casa era Mário, filho único, que tinhas uns 16 anos, os pais dele trabalhavam o dia todo, com ele morava um primo, Cláudio, de 15 anos. Ouvia os comentários do que acontecia lá. Alguns meninos, normalmente entre 9 a 12 anos, fazia serviço doméstico e / ou brincavam de sentar no colo deles, normalmente eles de cueca, as vezes nu, mas sem machucar, assim fiquei sabendo.

Aquilo de ter um pau roçando na minha bunda não sai da minha cabeça, mas tinha certo receio, pois eles já eram adultos e ficava com medo. Mas, Carlos um dos freqüentadores disse que eles nada obrigavam, mas quem não sentasse no colo tinha que lavar pratos, valia apenas porque assistia os desenhos coloridos e lá fui encarar minha sorte. Entrei meio desconfiado, de cara simpatizei com o Mário, acho que ele também pela forma como tratou-me. Dando uma de menino sério fui lavar os pratos, tinha que sentir o clima, pois tinha medo de chegar aos ouvidos de minha tia qualquer coisa do gênero. Naquela época, não “existia” o nome pedofilia, vinha alguns meninos sentado no colo deles, eles só de sunga, as vezes dava pra notar o volume do pau, bem maior que meu amigo anterior, deu uma vontade, mas segurei-me e fiquei só no lavar dos pratos. O Cláudio tinha atos mais brutos, as vezes o que estava no colo dele reclamava e Mário pedia mais cuidado ao primo, acho que foi aquilo que mim fez ficar atraído pelo Mário, ele também notou, pois depois de alguns dias, sobre o pretexto de beber água, deixou todo mundo na sala foi até a pia, pegou um copo, eu pude ver mais próximo o volume sob a sunga, não segurei olhei e ele disse pra mim:

- Os meninos só chegam depois das 16:00h, se você quiser venha depois das 14:00 estou sozinho, pois Cláudio dormi até próximo as 16:00h.

Fiquei mudo na verdade não sabia o que dizer ou que pensar, ele bebeu água foi colocar alguém no colo e esse alguém era o Carlos. As vezes Mário olhava-me com um olhar bem safado.

No outro dia estava meio confuso, mas não resisti e lá fui, Mário já estava esperando-me, ele sabia que eu também queria, e como eu queria. Entrei e vi que ele estava só, tomamos suco, percebi que ele tava de short, ele perguntou se eu queria que tirasse balancei a cabeça dizendo que sim, era uma sunga branca meio transparente, estava meio assustado pelo volume, mas ao mesmo tempo com tesão. Ele sentou numa almofada, sentei ao lado dele sem tirar os olhos do volume, ele perguntou se eu queria pegar já levando minha mão, não ofereci resistência e pude senti aquele volume, hummmmmmmm, adorei aquilo um pau de verdade, que delicia, lembrei como era gostoso senti um pau roçando em cima de mim, quase pedia pra fazer com ele.

Fiquei alisando o pau dele, ele gemia bem baixinho, o volume aumentava mais ainda, ele delicadamente puxou-me e eu sentei no colo dele, gostei muito daquilo, ele ficava puxando-me pra frente e pra trás sobre o pau dele, era muito gostoso aquilo, muito mesmo. Antes dos outros chegarem, eu saia e só voltava quando estava todo mundo lá e claro o santinho só fazia lavar prato pra ninguém desconfiar, mas já tinha algumas regalias. Os outros dias foram do mesmo jeito às 14:00h lá estava eu para minha tortura, rsrsrsrs. No terceiro dia, não resistimos e eu fiquei nu, embora ele ficasse sempre de cueca, mas pude sentir seu pau no meu rego, o que deixou os dois com tesão, que delicia, por mim ficava a tarde toda no colo dele, ele também já ensaiava beijos no meu pescoço, no início achava estranho, mas acabei aceitando. Era tudo de forma carinhosa, as vezes via a cabeça do pau dele fora da sunga e ficava mais excitado, até aprendi apressar os movimentos de vai e vem no colo dele, e nesses movimentos senti algo molhado e disse você mijou, está todo molhado, mas seu mijo é todo gosmento. Ele riu e disse meu mijo é assim mesmo (bem que ele podia dizer a verdade), fomos pro banheiro onde nos limpamos, ou melhor, ele limpou-nos, pude sentir seu dedo no meu rego.

Com o tempo ele também ficou nu e ai sim, pude ter o prazer de ver e senti um pau bem gostoso, eu sempre no colo dele, ele sempre gozava e dizia que eu era o mais gostoso que ia na casa dele (tinha uma bundinha bem redondinha), não sei porque, mas eu gostava de ouvir aquilo. Havia uma sinergia gostosa, ele nunca tentou penetrar-me. Um dia, assim que fiquei nu, deitei de bruços sobre a almofada, ele ao meu lado alisou minha bunda e ficou o com dedo brincando com meu buraquinho, depois veio por cima de mim, sem colocar seu peso sobre meu corpo ele roçou seu pau bem gostoso na minha bunda, como se tivesse fudendo meu cuzinho, que tesão, acho que se ele quisesse comer meu cuzinho tinha deixado, tava muito gostoso, não demorou muito ele gozou, minha bunda e costa ficaram cheia do leitinho dele, depois era banho como sempre ele limpando-nos. Foram vários dias nessa brincadeira, as vezes ele ficava alisando minha bunda e rego e batia uma punhenta e gozava em cima de minha bundinha. Mas o que é bom não dura para sempre, um certo dia, quando lá cheguei o portão tava aberto, mas não vi Mário, quando entrei seu primo foi logo fechando o portão e perguntei pelo Mário e ele disse saiu, mas que não demoraria, quis ir embora, mas ele foi logo dizendo que via sempre eu e Mário, tudo que fazíamos, se fazia de dormir, mas já tinha visto tudo e não tinha comentado com o primo, pois queria ter a vez dele, mas tinha que ser sem ele saber, eu prontamente disse que não tinha vontade de fazer com ele e contaria para Mário, ele mais esperto, falou logo:

- Então vou contar tudo a todos os meninos até que sua tia fique sabendo.

Puxa, engolir seco, e agora o que fazer, comecei a chorar e ele disse que era atender a ele e pronto. Não tive escolha, a contragosto deixei ele tirar minha roupa, deitei na almofada, ele também ficou nu, deu para perceber que o pau dele era menor que do Mário, e logo veio pra cima, de forma violenta começou roçar o pau dele já duro na minha bunda, queria sentir tesão, mas minha raiva e a forma violenta dele não colabora, fiquei naquele martírio, ele então saiu foi na cozinha e voltou com manteiga, eu perguntei pra que aquilo, adivinhem, pois ele queria penetrar-me, para minha sorte, quando ele pensou em usar a manteiga, meu salvador chegou, quando entrou não pensei duas vezes, corri para perto dele e contei tudo, ele só faltou bater no primo e disse se abrisse a boca para contar a alguém ia falar com os pais para mandar ele embora. Fiquei uns dias sem ir lá, mas o tesão falou mais alto e agora todas as vezes que ia lá, para castigo do Cláudio, Mário fechava a porta do quarto por fora quanto eu tava lá, embora fosse algo chato, mas eu sentia muito tesão pelo Mário, das gozadas gosta que ele dava.

Com ele, ainda arrisquei duas coisas: encostar os nossos lábios (de fato não foi um beijo) e beijar o pau (também não foi uma chupada) e até deixava ele colocar a cabecinha do pau dele na mira do meu buraquinho e ele gozava bem gostoso, forçava minha bundinha em direção a seu pau, ele adorava isso, mas nunca ouve de fato penetração. Lembro que uma vez ele passando o pau nos meus lábios, eu já até deixava minha língua de fora pra sentir melhor o gosto, ele quase gozava na minha boca. Mas, ele gozava mesmo com gosto era na minha bunda.

Pouco tempo depois meu pai faleceu, novamente tivemos que mudar, assim fomos morar próximo de minha mãe, na verdade fui morar com ela e nos fins de semana ficava com minha tia, isso foi muito traumático no inicio, pois minha tia morria de saudades, eu também dela, e muito do Mário também, era difícil sentia falta das nossas tardes maravilhosas, sem contar que agora era tudo dividido com meus irmãos, com minha tia era tudo pra mim.

Novas amizades, já estava eu com 11 anos, e sempre as brincadeiras de meninos. Brincávamos de esconder, e tinha dois meninos, Julio e Carlos, que eram os viadinhos, assim eram chamados pelos outros, pois eles gostavam de roçar o a bunda deles no pau dos outros, fui na balada, mas de início não mostre o meu lado, pois tinha medo. Mas próximo da casa de minha mãe tinha uma chácara aberta, com muitos frutos, só podíamos ir lá com os mais velhos, os meninos com idade entre 09 e 12 anos e eles já tinha de 23 a 30 anos, imaginem, claro eles levavam a gente e aproveitava para roçar nas nossas bundas. Faziam assim, cada um escolhia o seu, botava o pau pra fora e baixava nosso short e carregava a gente lá pra dentro, mas claro ficava nisso, quase todo dia tinha essa festa, de certa forma era gostoso, como todos meninos passavam por isso, ninguém falava de ninguém. Apesar das experiências já vividas, e Mário foi de longe a melhor delas, eu nunca tinha gozado nem sabia como masturbar-me, embora Mário fazia eu nunca fiz, mas um amigo de infância, José, o irmão do Silvio, falou que tinha feito e disse como deveria fazer. Não deu outra um certo dia a tarde, tomei banho, fui para o quarto, tranquei a porta e comecei a fazer, ou seja, bater uma punhetinha, meu corpo começou a estremecer, deu um grande tesão, lembrei do Mário, das gozadas gostosas que ele dava em mim, não conseguia mexer só minha mão no meu pau, minha coluna doía muito forte, tava sem movimentos no resto do corpo, uma dor muito forte tomava conta do meu corpo, estava paralisado, ao mesmo tempo da dor sentia uma prazer muito grande, diferente, não conseguia para a punheta, e de repente gozei, gozei muito forte, senti uma dor intensa, não conseguia mover-me, não sentia meu corpo, por um bom tempo fiquei estático sobre a cama, foi uma gozada fenomenal, minha primeira esporrada, foi algo sem comparação, nunca mais senti prazer daquela forma, nem quando perdi minha virgindade, dos dois lados por sinal, e nem quanto bati a segunda punhenta. Gostaria de receber comentário se alguém sentiu isso também.

Nesse período também já começava a minha vida com mulheres, aquelas brincadeiras de casinha, de papai e mamãe, essas experiências foram com minhas vizinhas, embora também existia aqueles namoros de criança no colégio, pois na minha época, menina até 14 anos praticamente não tinha seios desenvolvidos.

No próximo relato vocês saberão como foi com minhas vizinhas esse início com mulheres e quem é Silvio, o homem que marcou minha vida bissexual.

PS: Quem é da minha época sabe que não era comum contatos íntimos com meninas, brincávamos de casinha, de papai e mamãe, e outras brincadeiras, havia uma certa intimidade sim, mas o contato sexual mesmo era na maioria das vezes com meninos e por vezes com adultos. Depois que cresci não senti tesão por crianças e não sinto. Não relatei todas minhas experiências, houveram outros meninos e adultos na minha vida, mas acho que seria falar mais do mesmo, embora na última tarde que passei com Mário nós fizemos coisas maravilhosas, pela 1ª vez ele gozou duas vezes comigo. A primeira gozada foi no meu rosto, brincamos tanto ele roçando o pau na minha boca que nem deu tempo de tirar, eu também queria que assim fosse, senti o gosto do seu esperma, era algo diferente, salgado, mas gostei, muito por conta do tesão, e a segunda gozada foi melhor ainda, pois queria ser penetrado por ele, mas ele tinha medo e eu também tinha claro, ele ficou roçando na minha bunda seu pau gostoso, ao mesmo que beijava-me na nuca perguntava se eu queria mesmo sentir seu pau dentro de mim, claro que dizia que sim, ele então foi a cozinha e pegou manteiga, passou no meu buraquinho e no seu pau, tentou penetrar um dedo em mim, doeu muito, pedi para ele parar com o dedo e deitar em cima de mim, ficou roçando e levou seu pau em direção ao meu buraquinho, uma sensação bem gostosa tomou conta de mim, sentindo a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho, aos poucos ele foi tentando entrar e não deu outra, quando senti seu pau abrindo caminho, soltei um grande grito, que dor horrível, ele parou na hora, pediu desculpas, comecei a chorar, mas acho que não foi pela dor e sim pela decepção de saber que não conseguiria continuar, de senti ele dentro de mim, continuamos da mesma forma de antes, e ele gozou na minha bunda, só que dessa vez ele continuou roçando em mim. Comentem, principalmente aqueles que vivenciaram momentos iguais aqui relatados. Por último, gostaria de frisar que não tenho a menor intenção de incentivar a pedofilia, sou completamente contra, é completamente errado isso, apenas estou relatando o que ocorreu comigo, algo que pela 1ª vez vem a público, pedofilia é crime, entendeu, é crime.

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