DESVIADOS

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GAUCHO PARRUDO

GAUCHO PARRUDO

by: reimann

Essa história também aconteceu em Balneário Camboriú. Eu estava com

minha amiga Ninette me fazendo companhia no carnaval do ano passado, ou

seja 2004... Estávamos em casa e minha amiga já estava dormindo quando

percebi que estava sem cigarros. Eu costuma fumar quando estava na

praia, mas já perdi esse vício, ufa! Saí e fui num barzinho a duas

quadras de onde estávamos hospedadas. Coloquei meu vestidinho rosa

básico, um chinelinho mais básico ainda e fui.

Ao atravessar a primeira

quadra, na escuridão daquele local percebi que havia um carro parado

com as luzes internas acesas. Notei que havia um cara lá dentro. Passei

devagar, ele me viu e acenou pra mim, pedindo para que eu fosse

conversar com ele. Eu fui, ao chegar na janela de seu carro, deparei-me

com um moreno sexy que estava usando apenas um shortinho amarelo. Ele

com um cigarro na boca e perdido em meio a muitos papéis que tentava

organizar, perguntou-me o que eu estava fazendo por alí. Programa?

Falei que não, eu estava indo comprar cigarros. Gentilmente ofereceu-me

um dos seus que prontamente aceitei. Conversamos um pouquinho e

enquanto ele beijava meus seios praticamente enfiados nas suas fuças,

eu alisava o seu pau, que cresceu, cresceu e saiu pra fora do

shortinho. Nossa! O que é isso? Eu falei vendo o tamanho do seu

pau...Ele disse que podia ser todinho meu.

Fiquei com uma coceirinha no rabinho e meu pau começou a latejar. Hummm

que vontade! Disfarcei e disse que já voltava, pois o bar onde eu iria

estava já baixando a porta de ferro... Pedi pra que ele me aguardasse e

que quando eu voltasse queria vê-lo sem o shortinho e de pau bem duro!

Fui até bar, comprei uma carteira de cigarros, dois chicletes e voltei.

Voltei a mesma janela e lá estava ele, todinho nu e com aquele pau

imenso todo duro esperando por mim. \Ele alisa aquilo tudo e me olhava

com uma cara de tarado. Pediu então para que eu entrasse e chupasse

aquilo tudo! Atendendo o pedido dele, mais que depressa entrei no

carro. Sentei-me ao seu lado e comecei a pegar e a ficar impressionada

com o tamanho e a beleza da sua pica! Ele perguntou se havia um

lugarzinho onde a gente pudesse ficar mais a vontade. Pensei em levá-lo

pra casa, mas hesitei. Lá já estava minha amiga dormindo e sei lá quem

era a figura...

Sugeri que ficássemos alí mesmo, pois a rua estava deserta, escura e

passava somente um ou outro carro que nem nos via. Eu não largava seu

pau e não via a hora de ter aquilo tudo dentro de mim... Ele pediu pra

eu desse um beijinho na sua picona, mas então vi que não havia

camisinha. Ele disse que tinha e se pôs a procurar no meio daquela

bagunça que só ele entendia, já estávamos quase desistindo quando ele

encontrou e confirmou que sabia que tinha visto uma ali dentro.

Desenrolei a camisinha na sua vara e ela ficou um pouco abaixo da

metade. Então me agachei e comecei a chupá-lo. Tentava colocar na boca

o máximo que conseguia, enquanto isso ela dava bons tabefes na minha

bunda, também afastava a calcinha e enfiava o dedinho no meu rabo.

Chupava, salivava, aproveitava aquela saliva toda que eu fazia no seu

pau já ia lambuzando meu rabinho, pois a vontade de dar era grande, mas

sabia que iria sofrer. Que falta faziam minhas pomadinhas mágicas

naquela hora. O cara era de Porto Alegre e trabalhava como

representante comercial e estava apenas de passagem por alí. Maior

gato, sorriso lindo e uma carinha de safado. Eu queria sentar na sua

vara, mas estava com um pouquinho de medo! Pode crer, eu estava com

medo que a camisinha estourasse, enfim que me rasgasse também, porque

alí estava uma pica de dar medo. Naturalmente devia ter uns 23 cms de

comprimento e além de tudo muito grossa... O que fazer? Ele

posicionou-se no banco pra que eu sentasse em cima dele. Mal cabia ele

naquele espaço e eu toda sem jeito fiquei em posição de sentar-me. Ele

me prendeu nos braços e foi cutucando devagarinho com aquela vara no

meu cuzinho. Por sorte já estava lubrificadinho e o negócio começou a

entrar. Então ele me puxou com tudo e entalou-me literalmente!

Eu tentei gritar, mas minha voz não saía. Que dor!!! Ele agarrado aos

meus peitos, apenas bombava-me com brutalidade, e eu não tinha pra onde

fugir, pois estava presa no teto..Meu pau, naquela hora já havia até se

recolhido... Ele continuava metendo e dizendo que eu era um putinha que

tinha levar muito pau no cuzinho e ainda fazia eu confirmar! Eu gemendo

confirmava, mas gemia era de dor mesmo!!! Eu achei que iria perder os

sentidos, não queiram estar numa situação dessas, é desconfortável, a

dor domina tudo e você só quer é sair dalí o mais rápido possível...

Por sorte, ele não demorou muito e gozou jatos fortíssimos dentro do

meu cu... Eu estava travada, amortecida, só caí no banco ao lado e

tirei a camisinha que por sorte ainda estava inteirinha e cheia de

porra. Ele ainda deu um belo tapão no meu rabo e perguntou se eu havia

gostado! Eu toda torta e dolorida disse que estava pronta pra outra. Já

pensou se ele também estivesse? Mas tudo bem, saí do carro, dei um

beijinho nele, trocamos números de telefone e fui pra casa dormir...

Corri ao banheiro e tomei uma duchinha, ao colocar a duchinha no meu

buraquinho senti o estrago, ele estava com uma bela fissura, isso quer

dizer que eu havia sido rasgada! Tentei dormir, mas a dor foi constante

a ponto de ter que levantar e procurar uma fármacia onde comprei

xilocaína e um comprimido analgésico.

Voltei pra casa fiz mais uns banhos de assento com água bem morna e

depois passei xilocaína. Com o comprimido em seguida pude dormir, mas

fiquei usando a pomadinha durante os próximos quatro dias, pois não

dava de fazer limpeza interna e muito menos transar sem a dita

pomadinha. Que coisa hein? Isso sim é que é tomar no cu!!!

Mas, se estivéssemos numa cama, onde eu pudesse dominar a situação tudo

poderia ter sido muito mais gostoso. Daquela trepada no carro, só o

sabor da aventura mesmo! Porque de resto, como eu poderia ter prazer se

até quando falava, eu sentia a fisgadinha no cuzinho! Esse gauchão de

Porto Alegre, violentou-me, sentiu prazer e o mais importante, não

posso dar queixa do abuso, eu permiti, eu o induzi, eu fui a safada e

como diz o ditado: "quem procura acha"...

Tome cuidado ao sair louca atrás de um pauzão! Mais vale muitos

pauzinhos no cuzinho e você feliz, do que uma jebona que deixa de molho

quase uma semana! Ainda bem que não existiram maiores complicações, o

que também poderia ter acontecido. Mas, olha que sinto saudade. Saudade

daquele abuso concensual.

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