DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

férias em Arrail da Ajuda

férias em Arrail da Ajuda

by: lucianagostosa

Meu nome é Luciana e sou uma mineirinha gostosa de BH.

Como muitos de vocês sabem, Belo Horizonte é uma

cidade muito sexy, com uma vida noturna ótima cheia de

gatas e gatos. Eu adoro sair no verão com um

saltinho, uma minissaia curtinha e um topinho, e como

malho bastante e tenho tudo no lugar, atraio bastante

os olhares de desejo.

Tenho 25 anos, 1.64 de altura, 50 kilos, peitinhos

médios e bem empinadinhos, 63 de cintura e uma

bundinha bem malhadinha. Sou bem clarinha mas gosto de

me bronzear um pouquinho para ficar com marquinhas de

biquini. Compro biquinis sempre bem pequenos.

Adooooro provocar.

Meu namorado é um gatinho muito gostoso, que adora me

ver bem sexy. Isso me levou a ficar ainda mais

safadinha, porque quando eu provoco a ele a gente

transa bem gostoso. Com isso fui aprendendo a ser

safada.

Gosto de ir ao Minas Tenis Clube para tomar sol, com

um biquininho bem pequeno. Sempre chega alguem para

azarar aí eu provoco, deixo aparecer uma beiradinha do

biquinho depois que eu pulo na água, como eu não

estivesse vendo, ou uma beiradinha dos meus pelinhos

bem aparadinhos. Logo vejo o pau crescendo dentro da

sunga.

Quando saio a noite com meu gato, as vezes vou sem

calcinha e sento em uma posicao que algum outro gato

possa me ver, como estou acompanhada sei que nao vou

ser atacada! E o meu gatinho so descobre no fim da

noite quando vai me comer que eu estava sem calcinha e

já estou molhadinha.

Mas a história que eu quero contar aqui é outra.

Estava programada de viajar para Porto Seguro em

Janeiro passado com meu namorado, e na ultima hora ele

ficou preso no serviço pois era urgente. Eu estava

muito cansada e era a única época que eu poderia tirar

férias, ai resolvir ir sozinha.

O que foi uma decisão feliz, pois entrando no avião eu

já me sentia toda sexy e liberada! 10 dias de diversão

em Porto Seguro.

Chegando em Porto, eu tinha planejado ficar uns 3 dias

lá, no hotel que tinha reservado e depois eu iria para

Arraial da Ajuda, para uma pousada na beira da praia.

Os primeiros tres dias eu tomei um pouco de sol na

piscina, fui dançar a noite com uma galera que conheci

no hotel. Paquerei um pouquinho mas nada demais. O

tesão de estar na praia vestindo roupa quase nenhuma

ia crescendo dentro de mim, e na terceira noite eu me

masturbei bem gostoso no quarto do hotel, gozando

muito, gemendo e molhando a cama toda.

Ai chegou a hora de mudar-me para Ajuda.

Quando eu estava saindo de meu hotel, tinha um carinha

alto, bem bonito, saindo tambem. Conversamos e vi que

ele era estrangeiro e falava mal portugues. Como falo

ingles comecei a dialogar o que foi um alivio para

ele. Ele era de Israel e se chamava Robert. Iamos os

dois para ajuda, então resolvemos ir juntos. Ele era

muito relaxado e logo ficamos intimos e conversamos de

tudo no caminho. Achei graça que ele falou que no

Brasil tinha muito sexo no ar, e que tinha uma mulher

no quarto ao lado dele ontem a noite que gemia muito e

ele não aguentou, teve de sair pois aquilo estava

deixando ele louco. Eu perguntei o número do quarto

dele e quem diria! Era do lado do meu... Imaginei que

ele se masturbou me escutando e já fiquei molhadinha e

corei. Ele perguntou qual era o meu quarto e eu não

respondi, mudando de assunto.

Chegando em Ajuda fomos cada um para uma pousada.

Deixei tudo no meu quarto e cheia de tesão coloquei um

biquini, o menor de todos, uma canga e fui fazer umas

comprinhas. Comprei um adorno para meu tornozelo

(tenho uns pezinhos lindos!).

E vi umas tatuagens de henna que deu vontade de fazer

só para ficar ainda mais safada.

Voltei para a pousada caminhando pela praia, deixei a

bolsa no quarto e fui tomar sol. Já era mais no fim

da tarde e tinha um bar da pousada com cadeiras e

redes para os hóspedes. Estava cheio de gente bonita

de vários paízes e algumas garotas muito lindas

estavam de topless. Sentei em uma cadeira e pensei.

Eu nunca fiz topless, taí uma boa chance.... e tirei a

parte de cima, deitada de bruços. Aí veio um carinha

argentino conversar comigo e minha bundinha já

queimadinha fazia aquela curvinha que ele ficava

olhando. Eu as vezes levantava um pouco o corpo e

meus peitinhos apareciam e ele ficava de olho. Já vi

que o pau dele estáva duro e ele super curioso.

Sentei-me e ele e outros homens ficaram olhando meus

seios que se arrepiaram, me virei e fui correndo tomar

um banho de mar, furei algumas ondas e voltei. As

mulheres ficaram com inveja pois todos olhares eram

para os meus peitinhos que tinham aquelas marquinhas

de biquini bem gostosas. Cheguei e renovei o filtro

solar, pois estava muito um sol muito forte. Eu

passava as mãos pelo corpo e ficava arrepiada de tesão

e com o contraste da agua fria e de brisa no meu

corpo.

Fiquei tomando sol mais uma meia hora e resolvi tomar

alguma coisa no bar. Coloquei o biquini para nao dar

muita bandeira e enrolei a canga e pedi uma

caipirinha. Fiquei conversando com o barman que era

um baiano, mulato, forte e bonito. Contei a ele

porque estava sozinha e tudo mais. Vi que ele também

tinha olhos de desejo para mim e pude notar que em seu

calção largo sem nada por baixo tinha um belo cacete

doido para me comer. Chegaram mais duas meninas

argentinas para pedir bebidas e ele se distraiu com

elas que também eram gostosas. A atmosfera era de

sexo para todo lado. E eu adorava.

Anoiteceu e eu tomei meu banho para ficar cheirozinha

e me aprontei para sair. Já não queria ficar sozinha e

depois de colocar uma minissaia bem baixinha que

acentua minha cintura e um topinho. Sai andando pela

vila para encontrar um lugar para comer e encontrei-me

com Robert, que já estava acompanhado de uma garota

inglesa. Nos falamos um pouco e eu disse que estava

indo jantar. Resolvemos ir juntos e ficamos

conversando um pouco. A inglesa foi embora dormir, e

saimos para caminhar, eu sem calcinha escorria de

tezão. Robert caminhou comigo até a pousada e eu

entrei, ele foi embora e combinamos nos encontrar na

praia em frente no dia seguinte. Fui para o quarto e

me masturbei mas uma vez gozando gostoso. Tomei um

banho que estava toda suada e ouvi movimento de gente

saindo mais ou menos meia noite. Eu estava bem

acordada e fui para a entrada da pousada. Tinha um

pessoal saindo para o forró e me chamaram para ir

junto. Corri no quarto para colocar uma sandália

baixinha e uma calcinha e sai com eles. No forró eu

dançava com vários. Os estrangeiros não dançavam bem

de uma maneira geral, mas aí pintou o barman da

pousada, super cheirosinho e me tirou para dançar.

Demos nosso show e eu rebolava bastante. Eu suada nas

costas e ele me passando a mão me deixava com muito

tesão. O pau dele meio duro me encostava e eu já

imaginava aquela tora dentro de mim. Tinha bebido um

pouco então já me entregava toda e meu mulato me dava

umas cheiradas no cangote. Resolvi descansar um pouco

e meu amigo argentino chegou e ficou me abraçando e

foi querendo me beijar não resisti e deixei. Ele me

chupava o pescoço e eu ficava toda arrepiada. Eu

passava a mão no corpo musculoso dele sem camisa.

Sentia o pau duro me encostando. Resolvi tomar um

pouco de ar fresco e ele me seguiu até a praia, onde

eu tirei a roupa, fiquei só de calcinha (afinal ele já

tinha me visto de topless) e pulei na água. Juan veio

atrás e nos beijamos mais um pouco. Ele me chupava os

peitinhos e passava a mão na minha bunda.

De volta na praia ele tirou um pau muito gostoso para

fora e eu me assustei, pois não pretendia tanto. Gosto

de provocar os homens mas até então nunca tinha traído

meu namorado. O tesão falou mais forte e eu fiquei

sarrando ele e batendo uma punhetinha ele gozou em

cima dos meus peitinhos. Eu pulei na água mais uma vez

para me lavar e sequei com a camisa de Juan. Coloquei

a roupa e voltei toda molhadinha para o forró.

No forró dançei mais com meu amigo Barman, Antonio,

que queria saber o que eu estava fazendo e eu não

contei. Já estava amanhecendo e fomos um grande grupo

nadar mais uma vez e eu fiquei de topless já bem

relaxada. Um carinha do Rio Grande do Sul veio e me

disse que eu tinha o corpinho mais lindo da praia.. Me

derreti e dei um beijo na bochecha dele e um abraço

sem camisa que deixou o pau dele duro na hora.

Eu estava adorando aquela situação de dominio com

aqueles machos todos me querendo...

Fui dormir já de manhã e acordei a uma hora da tarde e

me lembrei do meu encontro com o Robert. Tinha

combinado meio dia. Tomei um banho rápido. Coloquei um

biquini e canga diferente e corri para a praia. Ele já

estava lá. Fomos para a sombra que o sol de meio dia

estava fortíssimo. Comi um açaí de café da manhã e

queria nadar. Começei a passar filtro solar e como

ele estava com os ombros muito vermelhos passei um

pouco nas costas dele. Adoro homem grande. Ele

perguntou se eu precisava de ajuda para passar filtro

nas costas e eu disse que sim. Virei de costas, em pé

e desamarrei o biquini e tirei só para provocar. Ele

não podia ver meus peitinhos e me passava filtro solar

que eu sentia as mãos tremendo de excitação. Meu

amigo argentino, Juan apareceu e me viu, fez cara de

ciúmes e ficou olhando para os peitinhos que ele

chupou e gozou na noite anterior. Virei de frente para

o Robert e ele estava com o pau duro que não dava para

esconder. Deitou-se na areia e eu vi que aquele pau

dentro do short era até maior do que o de Antonio (o

barman)!!! Aqueles tres homens estavam me deixando

louca.

Ficamos conversando uma parte da tarde e Antonio

chegou para o turno dele. Fui até o bar de topless

mesmo e Antonio me olhava com desejo. Perguntei se

ele tinha perdido alguma coisa ali nos meus peitos,

ele ficou sem graça e disse. A senhora é muito linda

e eu gosto muito de mineira! Me derreti e encostei

meu peito na mão dele sobre o balcão e esfreguei.

Respondi que tinha namorado e que era fiel, porque

senão eu ia querer provar o que ele tinha dentro do

calção. Ele respondeu que Ajuda era o lugar para se

esquecer disso e que eu ia adorar experimentar.

Robert chegou até nós e eu me sentia ótima no meio

daqueles homens. Ele me chamou para almoçar e eu

disse que ia tomar banho e trocar de roupa. Perguntei

se ele queria esperar no meu quarto ou na praia e vi o

ciúmes nos olhos de Antonio.

É claro que ele veio para o quarto, e eu de propósito

esqueci a toalha fora do banheiro. Pedi ele para pegar

para mim e ele quis entrar no banheiro. Pedi para

esperar e coloquei um vestidinho de alcinha. Ele

escutava musica no walk man e me mostrou algumas, a

alcinha dovestido caia toda hora mostrando o meu

peitinho queimadinho. Conversamos e eu disse a ele,

sabia que meu quarto era do lado do seu em Porto

Seguro? Ele sorriu, colocou a mão no meu peitinho e me

beijou. Eu correspondi e deixei a parte de cima do

vestido cair e ele me chupava os peitinhos. Agachei-me

sobre ele, sem calcinha e ele passava a mão na minha

bunda redondinha, no meu cuzinho e gemia enquanto me

chupava os peitinhos. Ai ele tomou a iniciativa e me

deitou na cama, e me beijava todo o corpo, passava

pela bucetinha, ia em frente para as cochas. Eu já não

aguentava mais. Precisava de uma pica grossa na boca,

na buceta gozando em mim. Ele me chupou todinha e

chupava minha bucetinha bem delicadamente. Minha

inchadinha pulsava e eu deitei ele na cama, tirei o

short dele e enquanto beijavamos. Ai tirei aquele pau

lindo e duro para fora, enorme. Eu so havia transado

com meu namorado Henrique com o qual eu perdi a

virgindade aos 18. Henrique tem um pau gostoso, que

eu achava que era grande, mas depois que vi aquilo

mudei de opinião. Eu segurava o pau de Robert com as

duas mãos e chupava a cabeça e mais um bom pedaço que

sobrava. Não era um desses animais de filme porno,

mas era um belissimo cacete que eu me refestelava.

Chupava e lambia todinho até o saco enquanto ele me

chupava a bucetinha e me passava a mão toda. Eu

tentava engolir o máximo daquele pau e mexia a cabeça

e ele gemia. Nunca tinha ficado tão fogosa. Ele

queria me comer e eu estava com medo, não sabia se

devia, afinal nunca tinha transado com outro homem

além de Henrique. Virei me e sentei de frente na boca

e ele me chupava e batia uma punheta, eu louca passava

as mãos pelo meu corpo e pelo dele. Ai decidi-me.

Coloquei uma camisinha nele com a boca e fui

assentando devagar. O tesão e calor que subia pelo

meu corpo era indescritível. Eu estava muito molhada

e foi entrando muito fácil. Eu fiquei rebolando na

cabecinha um bom tempo, me abaixava e deixava ele

chupar meus peitos, me levantava e passava a mão no

saco dele e apertava bem minha grutinha e ele gemia.

Fui enfiando cada vez mais, mas nunca chegava ao fim.

Então ele me pegou e resolveu me comer, me deitou na

cama e ia rebolando gostoso e devagar. Eu gemia e

adorava aquele homem de 1.90 de altura em cima de mim.

Ele já enfiava tudo e minha bucetinha aguentava sem

problemas, acho que era a excitação. Robert deitou-se

de novo e eu fui por cima e me sentava já confortavel

enfiando tudinho e aproveitando cada centimetro

daquele cacete. Senti que ele ia gozar e pedi para

ele me comer de quatro um pouco, que eu adoro. Ai

comecei a ter um orgasmo atrás do outro e ele me dizia

que aquela vista de meu corpo por trás era a melhor

que ele já tinha tido no Brasil. Fui por cima mais

uma vez e ele gozou imensamente, enchendo a camisinha.

Nos beijamos e tomamos banho e saimos de mãos dadas

para jantar como namorados.

Eu já estava mais calma, pois tinha um macho para me

comer, aquilo que eu precisava e como toda mulher

romântica já estava satisfeita, queria dormir nos

braços dele. Resolvi ir descansar um pouco antes de

sair para o forró e Robert foi para a pousada dele

para trocar de roupa e descansar também.

Cheguei no forró as 11:30 e procurei por Robert, não

encontrei e fiquei dançando com outros. Naquela noite

eu estava bem vestida e perfumada para o pausudo do

Robert. Vestia um vestidinho de alcinha bem cavado

atras para que pudessem passar a mão nas minhas costas

e que se eu bobeasse dava uns lances dos meus

peitinhos. Uma calcinha branquinha para contrastar

com o bumbum queimado que aparecia quando me rodavam

dançando.

O Antonio apareceu pelas 12:30 e começamos a dançar.

Eu gostava que ele era um bom dançarino. Ele tirava

umas casquinhas deslizando as mãos pela minha cintura

e meus peitos, ou encostava o pau semi-duro em mim.

Eu gostava daquele mulato safado e bonito. O Robert

não aparecia e eu já cheia de tesão fui beber uma

caipirinha para relaxar e descançar. No bar eu me

encontro com o Gaúcho, aquele que me elogiou na praia

e que ganhou um abraço. Ficamos conversando um pouco e

meus peitinho arrepiados insistiam em sair do vestido

e ele ficava de olho. Não aguentou e me disse que

pensava em mim desde do dia que eu abracei ele. Ele

era muito bonito e tinha uma boca gostosa, começamos a

nos beijar ali mesmo e ele já alvoroçado tentava me

passar a mão. Corri os olhos pelo salão e vi Antonio

assistindo a tudo. Mandei ele parar que ali não era

lugar para isso e fui dançar mais com Antonio. Ele me

disse que já não aguentava mais esse negócio de me

deixar com tesão e os outros que aproveitam, eu já

descontrolada disse para que ele não se preocupasse

pois eu guardava o melhor para ele. Mas ele ia ter que

esperar. Ele me pegou e me deu um beijo e me encostou

o pau já bem duro, que parecia ser do tamanho do pau

do Robert. Deixei ele no salão pensando que ainda ia

aproveitar daquele cacete e fui tomar mais uma

caipirinha, o Gaúcho me seguiu novamente e disse que

sabia qual era a minha, que eu gostava de provocar mas

não dava para ninguém. Eu não gostei daquele papo e

saí fora e para minha surpresa! Robert apareceu na

minha frente. Eu dei um longo e gostoso beijo na boca

dele, na frente do Gaúcho e de Antonio e saimos de mão

dada caminhando pela praia. Eu cheia de tesão e

suadinha com o suor misturado de vários homens,

principalmente Antonio, tirei a roupa e fui dar um

mergulho só de calcinha mais uma vez. Quando voltei

Roberto estava nu, e com o pau duro. Eu me agachei e

caí de boca me regalando toda naquele pauzão. Chupei

até ele gozar na minha boca e na minha cara e eu

esfregava aquele pau no meu rosto. Entramos no mar

novamente e eu perguntei e eu? Estava com tesão.

Fomos para a pousada dele que era mais perto e

transamos mais uma vez bem carinhosamente e gozei mais

uma vez no pau e na boca de Robert. Ele dormiu e eu

me sentia ainda fogosa. Tomei um banho vesti minha

roupa e voltei para o forró. Antonio tentava ensinar

forró para uma Alemã e o gaúcho conversava com um

amigo que me chamou a atenção. Fui até lá e ele me

perguntou onde estava meu namorado. Eu disse que ele

não aguentou e dormiu e que eu queria dançar mais um

pouco. O amigo do gaúcho se prontificou na hora e

dançava muito bem. Pronto... mais um macho se

aproveitando de mim, passando a mão e dando beijinhos

no meu pescoço. Fui dormir mais uma vez cheia de

tesão naquela noite. Apesar de já ter sido bem comida.

Não sei o que acontecia comigo, mas se já ouviram o

ditado que mulher que conhece duas picas na terceira

não fica, era verdade para mim. Eu queria

experimentar mais.

Duas noites em Ajuda e eu já havia beijado 4 caras!

Batido uma punhetinha para um, e transado com outro.

Que loucura. Fazendo topless e vários olhando meus

peitinhos.

Acordei mais uma vez a 1 da tarde e coloquei um short

de lycra bem apertadinho e curtinho, uma camiseta

folgadinha e saí pela vila, já que o sol estava muito

quente. Estava na hora de fazer aquela tatuagem de

henna. Para minha surpresa o amigo do gaucho da noite

anterior trabalhava de tatuador! Que coincidencia.

Conversamos um pouco e me disse que seu nome era

Claudio e que se eu quisesse ele me faria uma tatuagem

de henna de graça pois o movimento era pouco até de

noite. Eu disse que queria, mas queria bem na marca

do biquini, então teria de ser em algum lugar mais

privado. Fomos para uma sala onde tinha uma cama

dessas de médico para as tatuagens de verdade.

Debrucei-me pois não queria deitar e abaixei o

shortinho só um pouco e ele viu que não tinha

calcinha. Tinha escolhido uma tribal que cabia bem

naquela área branquinha e ele começou a desenhar. A

caneta deslisava e eu suava de calor e de tezão. Ele

perguntou se eu estava com calor, porque não tirava a

camisa, ele já estava sem aí eu tirei. Debruçada na

mesa e vulnerável eu sentia que ele passava a mão na

minha bunda e me encostava muito mais que o

necessário. A caneta se aproximava do meu cuzinho e

eu arrebitava ainda mais a bundinha. Ele terminou e

eu fiz carinha de triste, porque estava gostando.

Pergunte se tinha de secar. Claudio disse que sim e

perguntou se eu queria outra no peitinho e passou a

mão. Mas disse que essa eu teria de pagar. Eu

perguntei quanto e ele disse que eu ia ter de tirar o

shortinho e deixar ele aproveitar de mim um pouco. Eu

disse que não era dessas. Dei um beijo na boca dele e

um abraço sem camisa. Meu peito encostava no peito

forte dele, que era mais baixinho e logo senti o pau

endurecer e me encostar nas minhas coxas. Ainda me

sentia recatada mas pensei. Quer saber, vou ficar uma

putinha de agora em diante. Desabotoei a bermuda dele

e tirei aquele pau duro para fora, que era menor que o

do meu namorado, mas muito duro. Iniciei um boquete e

ele gemia, o pau cabia quase inteirinho na minha boca.

Eu parava esfregava nos meus peitinhos e chupava mais

e ele se deliciava. Eu lambia as bolas em um boquete

profissional e ele passava a mão nos meus peitos. A

gente se beijava e eu mexia, ele queria tirar meu

short e eu não deixava, até que Claudio começou a

gozar na minha boca e eu fui engolindo aquela porra

quente e gostosa. Quando terminou eu dei um beijo

quente na boca dele, vesti minha camisa e sai para

rua, até tonta pelo que tinha acontecido. Claudio me

disse na saida que me devia uma tatuagem que eu já

havia pago. Eu respondi que ainda ficaria uma semana

por lá em Ajuda. Logo ao sair encontrei com o Robert

tomando cerveja em um bar com amigos e amigas. Ele

percebeu logo minha excitação e perguntou o que eu

estava aprontando. Eu não respondi mas disse que

tinha uma surpresa para ele ver mais tarde. Eles

estavam combinando sair até trancoso e eu aceitei ir

junto. Fomos apertados em um carro, eu sentada no

colo de Robert que já estava excitado enquanto me dava

uns beijos e me passava a mão. Chegamos a trancoso e

fomos logo para um bar na praia. Aí! Meu Deus, eu não

tenho biquini. Ele disse para eu nadar de calcinha

mas eu não tinha calcinha também. Como estava com

calor, andamos para um lado mais remoto da praia e eu

tirei a roupa toda e pulei na água. Ele ficou louco

pela tatuagem e queria me comer ali mesmo e eu disse

que não. Só na pousada. Mesmo assim tive de dar uma

chupadinha para aliviar o tezão pois ele não poderia

voltar de sunga com aquele pau duro. Queriamos enfiar,

mas como não tinhamos camisinhas eu não deixei. Eu já

louca depois de chupar o Claudio e ele no mesmo dia

não aguentei e pedi para ele me chupar até que gozei

gostosamente na boca dele. Voltamos de mãos dadas

pela praia e cheguei a conclusão que Robert era meu

"namorado" em Ajuda. Voltamos para Ajuda direto para

o Hotel de Robert, onde transamos mais uma vez bem

gostoso, e eu acolhia aquele cacete todinho de 4,

papai mamãe, e por cima. Já cansados dormimos um

pouco e acordei já as 11 da noite, doidinha e cheia de

energia para dançar forró. Chamei o Robert para ir

mas ele não quiz. Eu disse que ia sozinha e ele não

queria deixar, pois sabia que eu ia aprontar alguma.

Não dei importância e fui tomar meu banho na minha

pousada e colocar uma roupa sensual. Dessa vez um

macaquinho bem folgadinho cavadíssimo nas costas que

dava uns lances da minha tatuagem de henna! Não

coloquei calcinha nem soutian de propósito, assim

veriam minha tatuagem. Coloquei um pouco de maquiagem

para ficar ainda mais bonita, um baton bem vermelho e

fui. Esperando conhecer o quarto cacete de ajuda, o

quinto da minha vida. Chegando lá encontrei logo com

o Gaúcho, que se chamava Cleverton. Ele me disse que

queria ver a tatuagem, que o Claudio já havia contado.

Eu disse que ia ser difícil e fiz um charme. Ele

ficou meio puto e saiu fora. Claudio apareceu e

dançamos um pouco. Ele falou que queria fazer amor

comigo, eu sai fora e fui dançar com outros. Dancei

um bom tempo com um negro nativo muito forte, que em

um lance viu minha marquinha e tatuagem e como todo

negro safado me encostava aquela vara dura. Disse que

adorava comer uma gostosinha magrinha como eu, e me

assustei com aquilo tudo e quando tentava me

desvencilhar ele me agarrava mais, como um animal.

Aquilo foi me excitando e graças a Deus o Antonio

apareceu. Eu disse ao Negro, que eu tinha de ir ao

banheiro e ao voltar fui dançar com o Antonio, que

adorava dançar forró comigo, que eu dançava bem e

ficava agarradinha. Ele também viu minha tatuagem e

perguntou se eu estava me divertindo, que ele não

tinha mais tido o prazer de ver meus peitinhos na

praia em frente a pousada, que tinha sentido falta.

Fiquei com peninha e perguntei se ele queria ver

agora! Ele disse que sim e com o macaquinho meio

desabotoado, nos sentamos para uma cerveja e eu dava

lances do peitinho para ele. Fiquei super excitada

com aquele exibicionismo e resolvi que era hora de

deixar o Antonio experimentar essa gatinha aqui.

Chamei ele para ir a pousada e ele disse que não

podia, porque poderia ser despedido. Eu disse que

tinha mais para ele que poderiamos na praia, já que

ele estava esperando a tanto tempo. Fomos para a

minha pousada e ele entrou escondido pela varanda do

quarto. Deitei ele na cama, já sem camisa coloquei

uma musica e virei-me de costas e deixei o macaquinho

cair devagar. Ele me vendo toda nua tirou um belo

cacete para fora, grande como de Robert, mas ainda

mais grosso. Eu dançava nua me exibindo todinha para

ele. Ele louco de tesão queria se levantar e me

agarrar mas eu dizia para esperar que valeria a pena.

Eu me debruçava na comoda de costas para ele,

rebolava, passava a mão nos peitinhos e ele ali, com

os olhos bem abertos doido para me comer. Fui

chegando perto e com um beijo bem macio e gostoso

cheguei o pau dele na portinha da minha bucetinha já

molhada e molhei a cabecinha encostando de levinho.

Ele enlouquecido tentava enfiar e eu pulava fora. Me

virei e fizemos um 69 onde eu senti o gosto da minha

bucetinha naquela pica enorme e dura. Eu me lambuzava

toda subindo e descendo com a língua naquilo tudo.

Henrique em BH nem fazia idéia onde que sua

namoradinha estava se metendo. O pau era bem grosso,

e eu queria sentir aquilo. Peguei a camisinha e

coloquei enquanto eu rebolava na lingua grossa de meu

mulato Antonio. Passei um pouco de KY que havia

comprado naquela tarde mesmo pois minha bucetinha não

estava acostumada com tanta pica. E depois da tatuagem

eu sabia que ia ter mais, pois estava adorando.

Aquela pica grossa apontava para o céu e era minha vez

de cavalgar meu cavalo. Eu subia e descia já

colocando a metade e sentia a pressão que era uma pica

grossa na buceta. Eu achava que ia doer, mas a

excitação era maior e eu aguentava com prazer. Fui

enfiando cada vez mais e nunca me senti tão preenchida

por um macho na vida. Eu rebolava e massageava o saco

dele e diferente do sexo com Robert, que era bem

carinhoso, este sexo era mais animalesco, com força e

tesão. O cheiro de tesão tomava conta do ar e eu

fiquei como uma cachorrinha de 4 com ele me comendo

como um animal, enfiando até o fundo. Eu queria tirar

aquela camisinha e ser enchida de porra, mas sabia que

não podia. Comecei a gozar loucamente e Antonio

tentava enfiar um dedo na minha bundinha. Eu não

queria pois sabia que não aguentaria aquele cacetão.

Henrique já havia me comido o cuzinho vezes e eu tinha

gostado, mas doia muito, então eu não queria mais.

Antonio começou a gozar urrando como um animal e eu

também, como a cadela dele. Ele encheu a camisinha

com muita porra e eu fiquei triste por desperdiçar

aquilo tudo. Ficamos brincando na cama mais um

pouquinho e Antonio foi embora. Eu dormi

profundamente, até as 2 da tarde com aquele suor

grudado no meu corpo.

Acordei com alguém batendo na porta e era Robert,

perguntando se eu queria ir a praia tomar sol. Disse

que sim, para ele me esperar lá. Coloquei somente uma

tanguinha de lacinho e sai andando pela pousada até a

praia. Cruzei com Antonio no corredor que me olhou

com cara de safado mas não podia fazer nem dizer nada.

Parei na piscina e tomei uma demorada ducha, lavando

o sexo da noite anterior. Antonio me observava do bar.

Eu já estava querendo mais. Minha bucetinha

aguentava tudo aquilo sem problema! E eu que sou

pequenininha fiquei surpreendida. Cheguei a praia e

os olhos de Robert se encheram de felicidade de ver

sua gatinha com somente uma peça de roupa. Tomamos

sol e eu percebia que já estava quase sem marquinha no

peitinho, que eu gostava tanto. Perguntei para o

Robert se ele tinha gostado da tatuagem e se queria

outra, e aonde. Ele ficou um pouco enciumado mas eu

insisti e ele cedeu dizendo que queria uma na frente,

que ficasse meio escondida meio aparecendo. Eu disse

que para isso teria de depilar-me um pouco mais e ele

disse que ia ficar mais tesuda ainda. Combinamos nos

encontrar em um sushibar para jantar as 11. Fui para

o quarto, me depilei deixando poucos pelinhos na

bucetinha e fui ver Claudio. Coloquei um short jeans

bem baixinho, um top branco um pouco transparente e

folgadinho e puxei o short ainda mais para baixo. Com

uma calcinha mínima, também de lacinho por baixo, que

meu namorado Henrique tinha me dado. Cheguei lá e

disse ao Claudio que tinha vindo cobrar a tatuagem que

ele me devia. Ele gostou e me levou para dentro.

Perguntou onde eu queria e eu aponte a parte baixa da

minha barriguinha. Ele falou para eu tirar o short e

ficou louco com minha calcinha. Começou a me passar a

mão e eu disse que já tinha pago pela tatuagem, que

ele tinha de faze-la. Ele disse que eu teria de tirar

a calcinha, porque senão poderia manchar aquela

calcinha linda, branca de henna. Eu tirei e só de

topinho deitei na cama e ele começou a desenhar a

tatuagem tribal no meu baixo ventre. Quando terminou

perguntou se queria retocar a da bundinha e eu me

virei e disse que sim. Ele retocou rapidamente e não

resistiu e começou a chupar e dar umas mordidinhas na

minha bunda. Eu me arrebitava toda e ele me lambia a

buceta por traz. Ele lambia meu cuzinho e aquilo me

deixava louca, ai eu lembrei que o pau dele não era

tão grande assim. Ele já estava nu, com o pau rijo

como ferro. O corpo musculoso e o pau duro eram uma

bela cena, apesar dele não ser homem grande como eu

gosto. Ai em pensei, bem, o melhor é eu aproveitar o

que ele tem de bom. Expliquei que gostava de dar a

bundinha, mas que doia muito e que ele tinha um pau do

tamanho certo. Perguntei com uma vozinha bem doce se

ele comeria minha bundinha bem delicadamente. Ele me

beijou, me fez chupar um pouco e me debruçou

confortavelmente e pincelava meu cu e minha buceta com

o pau duro. Colocou a camisinha e um pouco de

lubrificante e começou a enfiar na bucetinha. Entrou

tudo muito facilmente. Também depois do cacete grosso

de Antonio a noite. Eu apertava a bucetinha e ele

dizia que estava muito quentinha, apertadinha e

gostosa. Ai eu disse que queria na bunda. Ele

começou forçar a entradinha e tava um pouco difícil.

Eu relaxei bem e usava a técnica que uma amiga tinha

me dito de tentar empurrar o pau pra fora que aí entra

fácil. Ai o pau deslizou para dentro sem esforço

nenhum. A sensação era boa, com um pouquinho de dor

no princípio, mas ele foi carinhoso e ia me

acustumando. Eu já rebolava gostando daquilo, paramos

para colocar mais lubrificante e senti o pau enfiando

na minha buceta de novo. Tentei sair fora pois não

queria tirar da bundinha e por na bucetinha sem trocar

de camisinha e percebo que Claudio está na minha

frente, com o pau na minha cara. Olhei para trás e

era Cleverton, o gaúcho me comendo a bucetinha por

trás, com força, mas como eu já estava encharcada não

doia. Comecei a gozar pensando na puta que eu tinha

virado. Já sem camisinha eu chupava o pau de Claudio e

receb

Continue explorando o DESVIADOS