Confissões de um corno 5
Confissões de um corno 5
by: sexoplenitude
Caros leitores,
Como relatei no conto anterior, minha doce esposa me chifrou muito à maneira dela. Perdi o controle da situação e ela começou a trepar com seu macho gostoso sempre que queria, sem exceções.
Ficou a seu bel prazer escolher os dias e locais para entrar na rola do tal de E... Com isso, meu chifre crescia a cada semana e ela, cada vez mais fogosa e com muito tesão, se entregava nos braços do amante, que a comia de todas as formas, fazendo-a gozar muito.
Eu, preocupado com a situação, tentei colocar freios, mas foi inútil, não consegui. Percebi, então, que deveria dar um basta em tudo.
A Si... já não se importava mais em manter aquilo em sigilo absoluto, não tomava mais as devidas precauções para que não fosse vista com seu macho e revelasse às pessoas conhecidas, que ela estava me chifrando.
Contou para outras amigas que tinha arranjado um paquera que a estava comendo toda semana e que eu não me importava com isso, revelou que eu era um corno manso. Falava que era dona de dois pintos, inclusive brincava com a Renata, dizendo: você sem nenhum e eu com dois (a Renata estava há muito tempo sem namorar). Percebi que perdi o controle completamente e busquei desesperadamente uma forma de administrar a situação.
Conversei com ela e falei a respeito dos moteis que ela estava frequentando, que eram moteis próximos a locais onde moram muitos conhecidos e parentes e que ela poderia ser vista, mas ela me disse que trepava nesses moteis por sugestão do amante, pois era mais prático para ele.
Eu não concordei e disse: você está maluca? Arriscando tudo para meter com o cara? Você é quem tem de escolher o local, é ele que está se dando bem te comendo! A buceta é sua! Nessa situação, deve prevalecer o seu interesse e não o dele! Ela falou: motel é tudo igual, apenas facilito.
Eu não conhecia mais minha esposa, não acreditava no que ouvia, ela estava expondo completamente nosso casamento daquela forma. Fiquei nervoso com ela e acabamos brigando.
Ao deitar, ela tocou no assunto e falou: tudo bem, vou tomar mais cuidado e evitar os moteis de Santo André. Eu disse: você deveria meter com ele naqueles moteis da Anhaia Mello, Marginal do Tietê ou mesmo na Avenida do Estado, mas na parte de São Paulo, é fácil para você, é volta do seu trabalho, mas, não... você insiste em fazer tudo errado... daqui a pouco todo mundo vai saber que você me chifra! Ela emendou: e você gosta! não vai ficar ruim apenas para mim.
Eu falei para ela, é melhor você parar com isso, estou te perdendo. ela respondeu: não se preocupe, isso não vai acontecer, sabe o que é? Eu disse não, não sei. Ela falou: é que amanhã eu quero meter com ele novamente, posso ir? é assim que você quer? Que eu peça autorização?
Fiquei pensando e falei: melhor não, acabe com isso, e tem outra você deu para ele ontem, você não está normal, pense direito... temos filhos... o cara está comendo você mais do que eu. Esqueça.
Ela, muito esperta, foi pegando no meu pinto, sussurrando em meu ouvido, dizendo: está bem, vou parar. Mas você não vai querer um chifrinho de despedida? Que ele coma a bucetinha da sua mulher mais uma vez? Não vai querer? Eu sei que você gosta... Eu disse: não, não vou querer. Chega!
Ai ela continuou sussurrando: nossa, o meu corninho está bravo, não quer mais que a mulherzinha dele dê a bucetinha para outro... mas tenho certeza de que o corninho gosta... gosta muito e quer... quer muito chifrinho... o pintinho dele até está duro...
O tesão tomou conta de mim e ela foi tirando a própria roupa e falando: hoje você vai ser o privilegiado... vou dar a buceta para você primeiro... amanhã ele vai comer o que você comeu bem gostoso hoje...
Comecei a beijá-la e alisar todo seu corpo, chupando seus peitos gostosos e me senti confiante: vou comer mesmo? bem gostoso? você vai gozar na minha rola, vai? Ela disse: sim, vou gozar muito gostoso na sua rola, você vai comer minha bucetinha hoje... bem gostoso... mas amanhã é a vez dele, combinado?
Louco de tesão, respondi sim... combinado, tirei toda roupa e começamos a trepar muito... sua buceta estava ensopada de tesão.... chupou o meu pau bem gostoso e veio por cima de mim e encaixou-o naquele bucetão maravilhoso e começou a cavalgar gemendo baixinho em meu ouvido e falando que estava muito bom, que estava adorando trepar com o maridinho dela e que iria gozar muito gostoso.
Ficamos fodendo bem gostoso e eu tive que tirar meu pinto de sua buceta várias vezes, para que eu não gozasse. Queria aproveitar o máximo aquela trepada, pois há muito tempo ela não me dava aquela buceta com tanta vontade.
Fodemos em várias posições, até o momento em que ela não aguentou mais e explodiu num gozo profundo, gemendo bem baixinho em meu ouvido e falando coisas ininteligíveis. Ao perceber que ela tinha gozado, acelerei as estocadas em sua buceta peluda e anunciei que iria gozar.
Então ela falou bem baixinho: goza amor... goza bem gostoso comendo a buceta da sua putinha... goza... Tirei o pinto da sua buceta e explodi em fartos jatos de porra, melando sua barriga e seios.
Fomos tomar banho juntos e no chuveiro fodemos nos beijando muito e gozamos novamente. Voltamos para a cama e fiquei abraçadinho com ela, pensando.
O interessante, é que nessa trepada, com exceção do comecinho, não se tocou no fato dela me chifrar. Eu comi minha esposa como um verdadeiro marido deve comer. Meti com a mulher que amo. Metemos com amor e tesão puros.
Teria eu abandonado o gosto de ser corno ou o medo de perdê-la para o amante me trouxe a consciência de que tudo aquilo estava errado?
Para mim, aquela trepada me trouxe muita confiança, senti que estava com minha esposa e que a amava muito. Me senti confiante e dormimos abraçadinhos.
Mal sabia eu, que meu castigo só estava começando. Afinal, todo castigo para corno é pouco.
Abraços a todos.