DESVIADOS

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Fui flagrada a foder com o irmão da minha amiga

Fui flagrada a foder com o irmão da minha amiga

by: graca

Olá amigos.

Poucos dias depois daquele dia em que o meu professor de matemática me puniu com uma bela foda ao ar livre, a minha amiga Luciana convidou-me para ir passar o Sábado com ela. Ela era lésbica e estava apaixonada por mim e sempre que me apanhava a jeito apalpava-me toda, tentava beijar-me e passava o tempo a convidar-me a ir pra casa dela, mas eu arranjava sempre uma desculpa pra me esquivar, pois ainda não me imaginava a fazer sexo com uma mulher.

Ela viria a ser a primeira mulher com quem eu me envolveria nesse mesmo dia, mas ainda não estava preparada para isso e estava para lhe recusar o convite quando ela me disse que os pais não estariam em casa e que só iria estar ela e o irmão, de quem já vos falei no meu último conto. Decidi aceitar o convite e comecei a imaginar um jeito de dar uma boa foda com ele.

Eles viviam numa moradia com piscina e estávamos em Maio, com temperaturas muito agradáveis, convidando-nos a dar uns mergulhos. Eu e a Luciana passávamos o tempo na água, nadando e brincando, com o Pedro observando-nos de longe.

Apercebi-me que o Pedro não tirava os olhos de mim e comecei a provocá-lo, colocando-me em poses sensuais e olhando-o provocantemente. Num momento em que a Luciana nadava, ele enfiou a mão dentro dos calções e mostrou-me o pau, totalmente ereto.

Achei que estava na hora de colocar o meu plano em andamento. Disse à Luciana que estava a precisar de ir ao WC e saí da piscina, mas quando passei ao lado do Pedro, segurei-lhe no pau e apertei-o e disse-lhe: “Vem ter comigo. Hoje não me escapas”. Virei-lhe as costas e dirigi-me a casa de habitação, rebolando o traseiro a provocá-lo.

A minha ida ao WC era apenas um pretexto pra estar a sós com o Pedro e fiquei apenas alguns instantes esperando que ele viesse ter comigo. Senti um formigueiro de tesão no meu grelo quando o vi sentado na cama. Aproximei-me e ele começou a esfregar a minha cona, provocando-me arrepios e fazendo-me gemer de prazer.

Colei a minha boca na dele, as nossas línguas tocaram-se e enrolaram-se numa dança erótica, enquanto as mãos dele passeavam pelas minhas costas, coxas e pousaram no meu rabo, acariciando as minhas nádegas e o rego do meu cu.

Abaixei-me, despi-lhe os calções e comecei a chupá-lo cheia de gula e ele encolheu-se todo e gemeu de prazer:

- Tu chupas tão bem… chupa-mo todo… issoooo… oooohhhh… tão booommm…

Comecei a mamá-lo sofregamente, lambendo-lhe o caralho todo com a língua, começando nos colhões, deslizando pelo pau acima e dando com a língua na cabecinha pra um lado e pro outro e ele ficou doido de tesão e gritou:

- Aaaaaahhhhhh… puta que pariu que tesão… para senão venho-me já.

Voltei a colar a minha boca na dele, as nossas línguas voltaram a enrolar-se e ele puxou-me pra cima, fez-me deitar de costas, tirou-me a calcinha do biquíni, abriu-me bem as pernas e começou a lamber a minha cona, fazendo-me gemer de prazer:

- Isso… lambe esse grelo todo… chupa-o… morde-o… ai que boooommmm…

Não tardou muito para que o meu grelo começasse a latejar muito intensamente e vim-me na boca dele, puxando-lhe a cabeça contra a minha cona e fazendo movimentos com as ancas como se estivesse a foder, enquanto gritava:

- Aaaaaahhhhhh… venho-meeee… oooohhhh… que boooommmm…

Eu estava doida de tesão e só queria ter aquele caralho a sair e a entrar na minha cona. Deitei-me de lado e com uma mão levantei a minha perna o máximo que podia e ele, lendo os meus pensamentos, deitou-se atrás de mim, apontou a cabecinha do pau às bordas da minha cona e penetrou-me. A minha cona estava tão ensopada de líquidos que o pau dele entrou todo com uma só estocada e só parou quando os colhões bateram com força nas bordas da minha cona, fazendo gritar:

- Ai que ele entrou todoooo… agora fode-me… com força…

Ele começou a golpear-me fortemente, tirando o caralho até ficar só a cabecinha e voltando a enterrar-mo todo com uma estocada só. Começámos a sentir-nos depravados e a foda tornou-se ordinária como eu adoro, com ele a xingar-me e a tratar-me como uma puta e eu a dar-lhe troco:

- Toma puta… é assim que tu gostas minha cabra?

- Ai siiiimmmm… enterra-mo todo filho da puta… issoooo… oooohhhh…

Acalmei um pouco pois queria que a foda durasse mais tempo porque o meu olho do cu também já piscava a pedir pau. Chupei o caralho dele durante alguns instantes e fiz uma série de toques com a minha língua na cabecinha. O pau dele pulsava como se tivesse espasmos e ele gemia doido de tesão:

- Ai que tu fodes tão bem… cavalga-me e fode-me esse caralho todo minha puta.

Cavalguei-o de frente e fodi-o como uma autêntica puta. As minhas ancas movimentavam-se a um ritmo alucinante e a minha cona devorava aquele caralho delicioso como uma loba faminta. As mãos dele passeavam pelas minhas coxas e pelas minhas nádegas e de vez quando lá vinham umas fortes palmadas no meu rabo, que me deixavam cada vez mais louca de tesão, fazendo-me gritar como uma puta:

- Gostas de cona meu safado?... gostas?... então toma meu filho da puta… olha como ela devora o teu caralho… ooooohhhhh…

Com ambas as mãos afastei as minhas nádegas o máximo que podia para melhor sentir aquele caralho grosso e comprido todo entalado na minha cona e rodei os meus quadris em movimentos circulares como se ele se pudesse enroscar ainda mais. Este movimento deixava-o doido de tesão e ele voltou a pedir-me que me acalmasse:

- Acalma-te senão esporro-me já todo.

Virei-me de costas pra ele e voltei a enfiar o caralho dele na minha cona, muito lentamente, deliciando-me ao sentir cada centímetro a penetrar as minhas entranhas.

Sentei-me ao colo dele de costas voltadas, segurei-lhe no pau, encostei a cabecinha às bordas da minha cona e deixei-me deslizar por ele abaixo até sentir os colhões dele a tocar na entrada da minha cona.

Agora era eu que tinha o controlo da foda e demonstrei-lhe a experiência que eu já tinha na arte de foder, fazendo movimentos circulares com as ancas e cavalgando-o com movimentos, ora frenéticos, ora lentos, prolongando o prazer da foda o máximo de tempo possível, gemendo e gritando impropérios:

- Ai que foda… puta que pariu… tens um caralho tão bom… oooohhhh…

Eu cavalgava-o desenfreadamente e, numa das minhas estocadas, o caralho dele saiu de dentro da minha cona, mas eu estava tão inebriada de prazer que nem me dei conta disso e continuei a movimentar as ancas abaixo e acima, com o caralho dele a esfregar-se nos lábios da minha cona e nesse momento tive outro orgasmo intenso:

- Aaaaaahhhhhh… veenhoooooo… oooooohhhhhh…

Num dos meus movimentos de vaivém, a cabecinha do caralho dele ficou apontada ao meu cu e, quando abaixei o rabo, senti-o a entrar pelo meu cu adentro e gritei desalmadamente:

- Aaaaaahhhhhh… caralhooooooo…

Senti cada centímetro daquele caralho, intumescido e escaldante a penetrar o meu cu, senti-me desfalecer e acabei por perder os sentidos, completamente extasiada:

- Uuuuhhhh… uuuuhhhh… uuuuhhhh…

Quando acordei do desmaio já ele me tinha colocado de lado e bombeava freneticamente o caralho no meu cu, provocando-me orgasmos múltiplos e fazendo-me gritar palavras sem nexo:

- Aaaahhhh… caralho… oooohhhh… nããããoooo…

Manipulando-me como se eu fosse uma boneca insuflável, ele colocou-me de 4 e continuou a bombear o pau no meu cu. O meu corpo era uma amálgama de prazer e eu apenas gemia e sussurrava:

- Huuuummmm… huuuummmm… huuuummmm…

Ele colocou uma mão entre as minhas coxas e, sempre a bombear o pau no meu cu, introduziu 2 dedos na minha cona esfregando o meu grelo e fazendo-me gritar:

- Ai que boooommmm… vais-me fazer vir… outra vez… aaaahhhh…

Senti o meu corpo a estremecer fortemente e uma onda de espasmos a percorrer todo o meu corpo, desde a cabeça aos órgãos genitais e gritei como louca:

- Oooooohhhhhh… venhoooo… aaaaaahhhhhh…

Finalmente, ele retirou o pau do meu cu e colocou-se na minha frente de pau em riste e chupei-o todo sofregamente e não tardou muito para que eu sentisse a minha boca a ser inundada por esperma quente e cremoso, que eu lambi e engoli todinho.

Sentindo-nos saciados, deitámo-nos trocando beijos gulosos e carícias, quando ouvimos uma voz feminina e nos virámos pra porta do quarto, assustados. Lá estava a Luciana gritando e barafustando como uma louca:

- Graçaaaa… nem o meu irmão te escapa… és uma grande puta… sua vaca.

O Pedro ficou chateado por termos sido flagrados pela irmã a foder e começou a levantar-se pra lhe ir pedir que não contasse a ninguém o que tinha visto, mas eu já estava com uma ideia luminosa na minha cabeça e sosseguei-o dizendo-lhe:

- Fica tranquilo que eu tenha uma ideia genial. Prepara-te pra dares mais uma foda e daqui por uns 15 minutos vai ter connosco à piscina.

Colei a minha boca na dele e, depois de um beijo longo e bem molhado, saí do quarto e voltei à piscina, onde estava a Luciana chorando como uma Madalena arrependida. Se querem saber o que se passou a seguir, aguardem o meu próximo conto e prometo-vos que não se arrependerão.

Espero que tenham gostado e, caso positivo, votem e comentem por favor. Obrigada por lerem os meus contos.

Graça Garcia

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