DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

Mãe Puta

Mãe Puta

by: flavio2010

Fiquei surpreso e feliz com o debate sobre incesto na

Brazil. Sou amante da minha mãe e não

vejo nosso relacionamento como anormal ou fora do comum.

Viemos de uma família tradicional. De empresários

bem-sucedidos, com participação em clubes

de serviços, na política e no esporte.

Minha mãe casou-se muito nova, me deu a luz aos

18 anos. Meu pai era bem mais idoso e nunca foi um bom

amante. Fazia o tipo machão. Era grosseiro e

a tratava como um objeto. Não percebia a mulher

fantástica que tinha ao seu lado. Meu pai devia

ter muitas amantes. Quando minha mãe reclamava

sua ausência, contrariado ele entrava nela apenas

para provar sua condição de macho.

Minha mãe sempre se cuidou e era ela quem nos

levava à praia, chamando a atenção

dos banhistas com seus trajes bem cavados. Eu morria

de ciúme. Ela brincava dizendo que se meu pai

não dava valor tinha quem se interessasse. Percebi

imediatamente quando começou a sair com outros

homens. Saíamos juntos mas ela acabava me deixando

na casa de uma prima, e de lá seguia para encontrar

seus amantes. Quando percebeu minhas desconfianças

me fez jurar que não contaria nada ao meu pai.

Ela sempre foi muito vaidosa e comprava lingeries finas.

E as escolhia na minha presença. Passava cremes

hidratantes na pele e se depilava cuidadosamente. Um

dia a vi raspando tudo na frente. Fiquei de pau duro.

Até o cuzinho ela deixava lisinho. Quando ela

percebeu minha presença disse que estava fazendo

para agradar a meu pai. Fizeram sexo a noite inteira.

Via o meu pai entrando e saindo da minha mãe

e desejava estar ali no lugar dele. Uma cena rara.

Meu pai costumava dizer aos amigos que eu havia puxado

a ele. Na verdade, eu sou muito parecido com a minha

mãe, mas como tenho o pênis grande, ele

brincava que nisso também éramos parecidos.

Minha mãe não gostava dessas brincadeiras.

Um dia perguntei a ela se era verdade. Estávamos

no banheiro. Ela, olhando o meu pau, me mandou mexer

nele para ficar duro. Mostrou como eu devia fazer. O

contato da mão dela foi mágico. Ficou

durinho. Ela me mandou seguir com o vai-e-vem, dizendo

que aquilo o faria crescer mais ainda. Mas não

respondeu à minha pergunta.

Meu pai cada vez mais se afastava da família.

Dormia na casa da outra e minha mãe, sozinha,

nas noites frias, pedia para eu esquentar seus pés.

Eu dormia atravessado na cama, brincando com seus pezinhos.

Ela dizia que eu era o seu hominho e que meu pai não

fazia falta. Mas eu só entrava em seu quarto

quando era convidado. Havia muito respeito entre a gente.

Eu a admirava demais para invadir sua intimidade.

Certa noite ouvi uns gemidos vindos do seu quarto e

fiquei preocupado. Ao me aproximar notei que estava

fazendo sexo. Achei que meu pai estivesse com ela. Fiquei

escondido, me masturbando. Gozei rapidamente. Permaneci

ali até a porta se abrir e ela aparecer nuazinha.

O homem com ela era seu médico. Mamãe

mandava diminuir a voz para não me acordar. Ele

queria cerveja e ela voltou com salgadinhos e duas latinhas

bem geladas. Parecia feliz. Dava a comida na boca dele

e se divertia perguntando se a mulher fazia melhor ou

igual a ela. Mamãe gostava de exibir sua nudez.

Orgulhava-se do corpo que tinha.

O corpo da minha mãe, sua bunda e seu sexo lisinho,

era tudo o que eu desejava. Parei de ir à Igreja

porque não podia confessar tanto pecado.

Não dormia mais esperando ver minha mãe

fodendo. Mas o médico sumiu da sua vida. Demorou

para surgir outro. Mas esse era bem mais divertido.

Ela ria muito com as trapalhadas do novo amante. Percebi

que ela fechava a porta do quarto mas deixava a janela

aberta por conta do calor ou para uma possível

escapada do amante caso meu pai chegasse. Um dia tomei

coragem e pulei para olhar pelo lado de fora. Não

acreditei quando vi que era um garoto. Um pouco mais

velho que eu, mas um garoto. Mas ele sabia como agradá-la.

Chupava minha mãe da cabeça aos pés.

Enfiava a língua na frente e atrás. Minha

mãe o chupava com muita vontade e o deixava penetrar

em todos os buracos. Era uma aula de sexo. O pau dele

não era maior que o meu, e isso me levou a um

questionamento: por que minha mãe não

faz o mesmo comigo?

Descobri quem era o rapaz. O pai dele era dono do supermercado

novo. Perguntei se ele conhecia minha mãe e ele

disse que não. Expliquei quem era e ele ficou

nervoso. Menti dizendo que minha mãe havia mandado

dizer que se meu pai desconfiasse de alguma coisa ela

diria que éramos amigos. Afinal, tínhamos

quase a mesma idade. Ele gostou da idéia e passou

a me ver como um aliado. Voltei para casa e encarei

minha mãe pela primeira vez de igual para igual:

?Fiz amizade com seu amante. Agora ele pode aparecer

quantas vezes quiser, é só dizer para

todo mundo que ele é meu amigo.?

Minha mãe ficou perplexa. Tentou desconversar,

mas vendo que não podia mais manter seu caso

em segredo começou a chorar. Disse para ela que

não me importava, gostava de vê-la feliz,

e meu pai não a merecia. Mas ela sabia que eu

estava com ciúme. Abraçou-me e disse que

não podia fazer o mesmo comigo porque entre mãe

e filho não era certo. Mas estava orgulhosa de

ter um homem de verdade ao seu lado.

Passamos a ter mais intimidades. Ela se trocava na minha

frente e eu podia ver seu sexo, sentir o seu perfume,

opinar sobre suas peças mais íntimas.

Era um jogo gostoso e ela sabia o quanto estava me atentando

com aquilo. No dia do meu aniversário prometeu

fazer um bolo bem gostoso e me mandou convidar meu amigo.

Virei seu pombo-correio. O cara me enchia de presentes,

balas, chocolates, revistas. Estávamos os três

na cozinha quando meu pai chegou. Foi logo falando do

cheirinho e perguntando quem era o moço. Estávamos

preparados para o evento. Apresentei-o como meu amigo

e meu pai, com seu jeito bruto, disse que preferia me

ver com amizade com garotas.

?Com 15 anos já devia ter tirado o cabaço.

Garanto que seu amigo já fez isso!?

O rapaz ficou embaraçado e meu pai riu gostosamente,

pois tomou sua reação como uma negativa.

?Se tivesse tempo levava os dois na zona hoje mesmo.

Mas tenho um compromisso. Só passei para dar

os parabéns e deixar o dinheiro da feira.?

As viagens do meu pai eram para o lugar de sempre. Ele

morava com outra numa cidade próxima, na qual

tinha negócios. Antes de sair levou minha mãe

para o quarto e fez o serviço. Como sempre, minha

mãe corria para o banheiro e se lavava. Passou

a sentir nojo do meu pai. Mas era ele quem sustentava

a casa. O rapaz havia ido embora com medo e raiva. Minha

mãe estava triste. Mesmo assim acendeu uma vela

e cantou parabéns. Depois me fez comer uma fatia

do bolo, colocando pedacinho por pedacinho na minha

boca. Pegou duas cervejas e me fez beber com ela. Fez

ainda uma caipirinha, que tomamos juntos. Conforme o

tempo passava ela ia ficando mais animada. Eu seguia

na mesma linha. Mas a surpresa maior foi quando ela

disse que eu não precisava ir à zona para

saber o que era sexo, se quisesse podia me deitar com

ela. Fui correndo tomar banho.

Minha mãe estava sob os lençóis

e quando me aproximei me abraçou febrilmente.

Tascou um beijo na minha boca e foi descendo a mão

até o meu pau, duro como ferro. Colocou um peito

na minha boca e me mandou mamar. Esfregava a boceta

contra meu cacete e gemia no meu ouvido. Quando sua

boceta ficou encaixada na cabeça da verga senti

aquele calor gostoso. Meu pau parecia que ia estourar

e sem nenhum esforço começou a jorrar

um rio de porra. Ela riu e disse que eu estava muito

ansioso. Mas era normal. Fiquei chateado, mas com o

vigor da idade não foi difícil manter

o pau duro mesmo depois da gozada. Ela chupava meu pau

e dizia que era para eu relaxar. Afinal, tínhamos

a noite toda. Na verdade tínhamos a vida toda.

Fodi minha mãe de todas as maneiras. Comi sua

boceta de frente, por trás, de lado, ela por

cima e por baixo, não sei quantas vezes gozei.

Ainda naquela noite ela me ensinou que havia uma forma

especial de prazer. Ficando de quatro, me mandou enfiar

em seu rabo.

Depois dessa noite minha mãe não convidou

mais o rapaz. Transávamos quase todos os dias,

a ponto de numa das visitas do meu pai ele desconfiar

do cheiro que encontrou no quarto. O velho me chamou

de lado e perguntou se minha mãe tinha outro.

Disse que não e ele me ameaçou. Um tempo

depois meu pai sofreu um acidente de carro e morreu

junto com a amante. Descobrimos que ele era um empresário

bem-sucedido e tivemos que assumir suas empresas. Apesar

de todos os pretendentes, mamãe se manteve ao

meu lado. Meus namoros nunca prosperavam e acabei virando

um solteirão feliz. Minha mãe, por ser

muito conservada, adorava viajar comigo e se fazer passar

por minha mulher. Até praias de nudismo freqüentamos

pelo Brasil e pelo mundo. Minha mãe hoje aparenta

ser mais nova que eu.

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